Poesia reversa

Consciência Procedente

 

Arte contemporânea,

Contemporaneidade artística;

Filosofia da arte

De artes que não antes foram vistas.

 

Sítios arqueológicos insípidos,

Formas e cores de fósseis anímicos;

Alegria de viver ao pé de uma rocha pura,

Ao notar o norte que nos vem em vida dura.

 

Soterramentos químicos de uma idéia insossa

Sobre o surgimento intangível da verdade nua e crua.

A força irradiante da camada de um linfoma

Trespassa a figura viva e quente, nua.

 

Sol, mar e o que mais há?

Trabalhas deveras aonde?

Dizimo crescente da dívida consigo próprio.

Pernoites mal dormidas pelo caos mórbido.

 

Condiga, tu és?

Prossiga o revés.

Semeie o porvir,

Mas siga, por isso, feliz!!!!

 

Dhiancarlo Miranda

Crise de Honduras gera crítica da ONU

Conselho de Segurança da ONU pede fim do cerco à Embaixada do Brasil

 
Do UOL Notícias*
Em São Paulo
 
 
O Conselho de Segurança das Nações Unidas exigiu, nesta sexta-feira (25) que o governo de fato de Honduras encerre o cerco na embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde desde segunda-feira está refugiado o presidente deposto, Manuel Zelaya, que voltou ao país de surpresa e tenta retornar ao poder.
Hondurenho tenta entrar no país através da fronteira terrestre com o El Salvador

O Conselho condenou os "atos de intimidação" na embaixada, mas não discutiu mais profundamente a situação do futuro de Zelaya. "Nós condenamos atos de intimidação contra a embaixada brasileira e exigimos que o governo de fato pare de importunar a embaixada brasileira", disse a presidente do conselho, Susan Rice. Segundo Rice, o governo de fato deve fornecer os bens necessários na embaixada, como água, eletricidade e alimentos.O pronunciamento do conselho ocorreu depois de uma reunião convocada a pedido do Brasil.

Rice informou que a situação na embaixada foi o foco inicial da reunião, e não a situação política de Honduras. Ela pediu calma a todas as partes envolvidas no impasse político, que devem se abster de ações que possam piorar a situação. "Os membros do Conselho destacaram a necessidade de respeitar o direito internacional, preservando a inviolabilidade da embaixada do Brasil em Tegucigalpa e de garantir a segurança dos indivíduos", disse. Rice disse que o conselho não deve se encontrar novamente para tratar da crise em Honduras, que a OEA está mediando.

O órgão disse que apoia os esforços de mediação da Organização dos Estados Americanos (OEA) para chegar a uma solução pacífica. Segundo o presidente da Costa Rica, Oscar Arias, que já mediou o impasse hondurenho, o presidente interino, Roberto Micheletti, disse à OEA para não enviar representantes ao país neste fim de semana, pois eles não terão permissão para entrar.

Os elementos da crise
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    Desde que foi eleito, em 2005, Manuel Zelaya se aproximou cada vez mais dos governos de esquerda da América Latina, promovendo políticas sociais no país. Ao mesmo tempo, seus críticos argumentam que Zelaya teria se tornado um fantoche do líder venezuelano Hugo Chávez e acabou sendo deposto porque estava promovendo uma tentativa ilegal de reformar a constituição
O porta-voz do governo de Micheletti, Rene Zepeda, disse que os líderes interinos querem que Arias visite Honduras primeiro e depois os representantes da OEA seriam recebidos na semana que vem. Mas o presidente da Costa Rica disse que não há planos imediatos de visitar Honduras.

Já o chanceler do Brasil, Celso Amorim, em encontro no Conselho de Segurança da ONU, pediu que Micheletti respeite a Convenção de Viena sobre inviolabilidade das sedes diplomáticas. Amorim considerou que a atuação do governo de fato hondurenho "é uma clara violação às regras da Convenção de Viena sobre as relações diplomáticas".

Além disso, o chanceler brasileiro lembrou que o Tribunal Internacional da ONU estabeleceu em plenário respeito das legações diplomáticas em qualquer caso, incluída a situação de guerra.

Segundo a agência de notícias EFE, Susan Rice e Amorim tiveram certos desencontros sobre a idoneidade do Conselho de Segurança da ONU para tratar o problema, que já está sendo discutido no âmbito da OEA. Em sua carta ao Conselho, o governo do presidente Lula indica que o "Brasil acredita que a OEA é o fórum apropriado para encontrar uma solução política à situação de Honduras".

 
 
Nota do Blog:
 
Nada explica essa decisão estúpida do governo de fato de Honduras ao cercar a embaixada brasileira. A forma como impedem o território brasileiro de ter água e energia fere claramente a Convenção de Viena e favorece qualquer decisão da ONU ou da OEA para provocar alguma sanção ao país caribenho. O governo brasileiro deve ser duro e não pode voltar atrás para que no futuro isso não se torne corriqueiro.
 
Dhiancarlo Miranda

Sexta, dia 25 de setembro, às 22 horas no Canal Universitário

 
 
Está prometida para esta sexta-feira (25) a exibição do documentário "Cordas, Cores e Tambores" de Andrea Levy. O filme traz um panorama de algumas escolas públicas em São Paulo e conta com uma participação deste que vos escreve, miníma, mas sincera, sobre a educação. Ainda não o assisti, portanto não o conheço por inteiro, entretanto, quando de sua realização, tive boa impressão sobre a equipe envolvida e em relação ao comprometimento com a verdade. Vale a pena conferir, nem que seja pela simples curiosidade.
 
Serviço: Documentário: Cordas, Cores e Tambores
          Canal: CNU (Canal Universitário de São Paulo)
          Sintonia: pelos Canais 11 da Net e 71 da TVA 
          Horário: Sexta-Feira (25) às 22 horas
 
Dhiancarlo Miranda
 

Lollapallooza pode vir ao Brasil

 
As informações são do próprio Perry Farrell, líder do Jane´s Addiction e mentor do festival normalmente realizado nos EUA. O músico revelou ao jornalista Thiago Ney, da FOLHA DE SÃO PAULO, que está em negociações com algumas pessoas para que algumas bandas de rock’n roll e DJ’s de eletrônica venham por intermédio de seu projeto itinerante. Vamos torcer para que isso se concretize.
 
 
Dhiancarlo Miranda

As Américas são do Bradesco

da Folha Online

O Bradesco foi a instituição financeira mais rentável entre os bancos da América Latina e dos Estados Unidos, aponta um levantamento feito pela consultoria Economática, considerando os balanços relativos ao primeiro semestre deste ano. Em comparação com o ano passado, o banco sediado em Osasco conseguiu superar seu maior rival no setor privado, o Itaú, agora coligado ao Unibanco.
Para medir a rentabilidade dos bancos, a consultoria levou em conta o conceito ROA (retorno sobre ativos), em que se divide o lucro total pelo ativo total da empresa.
Pelos cálculos da Economática, o Bradesco supera em rentabilidade grandes instituições financeiras americanas, como American Express, Goldman Sachs e Wells Fargo. Outros dois bancos brasileiros estão entre os 20 mais rentáveis do continente: Itaú-Unibanco e Banco do Brasil, respectivamente, que somente perdem em rentabilidade para o próprio Bradesco e o americano Fifth Third Bancorp. A filial brasileira do grupo espanhol Santander ocupa a 13ª posição.
Os EUA atravessam sua pior crise econômica em 70 anos, que ganhou força principalmente a partir do segundo semestre de 2008. No ano passado, no entanto, os bancos brasileiros já batiam os americanos, considerando o primeiro semestre de 2008. Nesse período, Itaú, Unibanco, BB e Bradesco, pela ordem, superaram o Goldman Sachs, JP Morgan Chase, o Bank of America e o Citigroup.
 
Arte/Folha Online

Arte – Bancos mais rentáveis da América Latina e EUA

Nota do Blog:

Nota-se, pela pesquisa realizada entre os bancos estadunidenses e latino-americanos, que a luta pelo mercado brasileiro será forte e para gente grande, principalmente no Brasil, onde Itaú também está se armando muito bem (vide co-ligação com Unibanco), tanto quanto fora do país, que pode se tornar um terreno fértil para outros bancos sediados no Brasil.
Fica fácil imaginar que muito disso aconteceu por conta da crise do ano passado, mas o investimento de Bradesco, Itaú e até o Banco do Brasil causa inveja nos bancos ianques.
 
Dhiancarlo Miranda

 

 

Lula e o tormento da sucessão

Do Blog do Josias de Souza – Portal UOL
 
 

No ano passado, quando a ruína dos EUA contagiou o mundo e hipnotizou as manchetes, o Brasil era perseguido por dois tipos de previsão.

 

Numa, o país seria sugado pelo furacão. Noutra, seria salvo pela solidez de sua economia. O IBGE informa que prevaleceu a segunda hipótese.

 

A crise fez estrago de boa monta. Mas o PIB brasileiro voltou à trajetória de alta já no segundo trimestre deste 2009: 1,9%.

 

Foi à breca a única estratégia visível da oposição. A crise levara o PSDB a idealizar para Lula um futuro de FHC. Calma, já explico.

 

Quando FHC fizera o Plano Real, ainda sob Itamar Franco, o Brasil dispunha de muitos problemas, inflação alta e algum patrimônio público.

 

Ao cabo de oito anos de tucanato, o Brasil debelara a inflação, torrara o patrimônio e continuava submetido a muitos problemas.

 

A despeito do mau humor do eleitor de 2002, FHC achou que poderia impor José Serra como sucessor. Deu na eleição de Lula.

 

Pois bem, o tucanato imaginara que, sob crise longeva, os humores do eleitor de 2011 voltariam a azedar, dessa vez contra Lula.

 

No idílio tucano, a popularidade de Lula despencaria. Ele iria à sucessão como um FHC reencarnado. Tentaria impor Dilma Rousseff. E elegeria José Serra.

 

Desfeita a macumba da crise, a oposição volta ao estágio anterior. Sobram-lhe candidatos –além de Serra, dispõe de Aécio Neves. Faltam-lhe mensagem e método.

 

O tucanato sabe que não vai se fazer na próxima eleição apenas destilando veneno. Terá de vender um sonho novo. Qual? Ainda não sabe.

 

Quanto a Lula, experimenta um drama inverso. Já dispõe do método e da mensagem. Falta-lhe o bom candidato.

 

Num instante em que a oposição imaginava que poderia congelar a sucessão, Lula inovou. Levou Dilma Rousseff à pista com dois anos de antecedência.

 

Lula como que convidou os adversários para a contradança. Funcionou. Mas só até certo ponto. O ponto de interrogação.

 

Arrastado para o centro da gafieira sucessória, o tucanato levou Noel à vitrola: “Mas com que roupa?” Até aí, ótimo para Lula.

 

Porém, a audácia do presidente pode ter convertido uma boa ministra numa péssima candidata. Lula fez de Dilma um alvo instantâneo e permanente.

 

A chefona da Casa Civil arde numa fogueira atrás da outra. O caso do dossiê anti-FHC, a adesão ao “Fica Sarney”, o diz-que-diz de Lina Vieira…

 

…O currículo anabolizado e, para complicar, o imprevisto do câncer. Dilma diz ter derrotado o linfoma. Não há quem torça pelo contrário. Porém…

 

Porém, o eleitor minimamente informado sabe que a eventual eleição da ministra vai impor ao país uma presidente sujeita a recidivas.

 

Quem já deu de cara com um câncer sabe que a doença, mesmo depois de dominada, impõe ao paciente os exames periódicos.

 

Não há, nessa matéria, diagnósticos peremptórios antes de um prazo regulamentar. Coisa de cinco anos. Ninguém comenta. Mas o câncer compõe o pano de fundo.

 

Num país que teve de engolir José Sarney depois de ter festejado Tancredo Neves, doença grave não é algo que passe sem reflexão.

 

De resto, o drama do vice-presidente José Alencar aguça o inconsciente coletivo. O eleitor é convidado a lembrar que o vice de Dilma será um pemedebê.

 

Cavalgando a popularidade do chefe, essa Dilma superexposta escalou rapidamente os dois dígitos nas pesquisas. Mas não subiu aos níveis idealizados por Lula.

 

Em privado, o presidente dissera que sua predileta ganharia a cara de favorita se chegasse ao final do ano com 30%.

 

A pouco mais de três meses da virada da folhinha, Dilma patina abaixo dos 20%, nas cercanias dos 15%. Lula mantém a colombina na pista. E aumenta o som da música.

 

Enquanto o PSDB se esfalfa para responder à pergunta de Noel, Lula vai de Zé Kéti. Cantarola que os próximos anos não serão iguais àqueles que passaram.

 

Gaba-se de ter resolvido os velhos problemas. Dividiu a renda, pagou a dívida externa, acumulou reservas, domou a crise, isso e aquilo.

 

O que vai ao palanque de 2010, diz o presidente, é “o debate sobre o futuro”. Impõe aos adversários uma agenda e uma eleição marcada pelo signo da continuidade.

 

A oposição esperneia. Sustenta: o que há de novo sob Lula não é bom. E o que há de bom não é novo. Mas não consegue dizer o que fará de novo e de bom.

 

Lula faz o que lhe cabe. Carrega na estratégia. Posa agora de neo-Getúlio. Depois do pré-sal é nosso, acena com a CLS (Consolidação das Leis Sociais).

 

Toca o baile, rezando para que Dilma se revele a bailarina exímia que ele idealizara e que a multidão hesita em enxergar.

 

 

Nota do Blog:
 
Não há o que negar quanto ao carisma de Lula. O que se revela inquietante para ele é ter todo este prestígio e perigar não fazer o sucessor. Os dias vão passando e Dilma parece não se firmar como imã dos eleitores do atual presidente.
Por outro lado, enquanto PSDB ainda promove uma disputa interna entre Serra e Aécio, não se pode afirmar nada tão corretamente sobre o futuro presidente tão firmemente. Serra poderia ser uma barbada, mas o passado já ensinou muito sobre favoritos à presidencia e outros cargos eletivos.
 
Dhiancarlo Miranda
 
 

Ai que meeeeeeeda!!!!!!!

Do Editor do UOL Tabloide
Em São Paulo

Coincidência demais?
Na Bulgária, por duas semanas seguidas, todos os números da loteria saíram repetidos nos sorteios dos dias 6 e 10 de setembro.
Para quem bota fé nas apostas, o Editor do UOL Tabloide informa: os números mágicos são 4, 15, 23, 24, 35 e 42. Para quem assiste a seriados de TV, aqui vai outra informação preciosa: os números 4, 15, 23, 42 fazem parte da assustadora série do seriado ‘Lost’: 4, 8, 15, 16, 23, 42 (sem contar que 6 – data do primeiro sorteio – mais 10 – data do segundo – é igual a 16 e 2 vezes 4 números repetidos é igual a 8, como explicaria Zagalo 13 vezes).
Na trama do seriado que se passa numa ilha que ninguém sabe onde fica, mas onde caiu um avião, a série de números, ninguém sabe bem por que, têm um papel central.
O personagem Hurley, por exemplo, ganhou na loteria com a sequência, que também tem de ser digitada num velho computador para evitar desastres etc. Ou seja, se você é um personagem de "Lost", esses números podem significar muita sorte ou muito azar.
Deixando de lado essa espécie de predileção dos números búlgaros por "Lost", a repetição pode parecer impossível, mas não é: segundo os matemáticos, uma vez em cada quatro milhões, tal ocorrência é perfeitamente esperada.
Ou seja, se o Editor do UOL Tabloide quiser apostar nestes números, pode demorar, e demorar bastante, mas um dia vai acontecer e ele vai ficar rico!
Apesar da plausibilidade, o ministro dos Desportos da Bulgária, Svilen Neykov,
achou por bem abrir uma investigação.

 

Nota do Blog:

Que Hurley não fique sabendo disso, pois ele ficaria muito apavorado e pegaria um voo ainda hoje para a Bulgária a fim de alertar o pseudo-sortudo.

 

Dhiancarlo Miranda

Haja auto-ajuda

PORTAL IG
 

 
 
Depois da filiação de Augusto Cury ao PV, agora é a vez do mesmo partido enviar convite ao escritor Paulo Coelho a fim de tê-lo já na chapa para algum cargo no ano que vem.
O convite para integrar a legenda foi feito no início de agosto pelo presidente nacional do PV, o vereador José Luiz Penna (SP).
O autor de best-sellers ainda não deu a resposta definitiva, mas, de acordo com integrantes do PV, a filiação de Coelho já é dada como certa por lideranças da sigla. "A filiação está praticamente fechada", confirmou à "Agência Estado" um dos membros da Executiva Nacional do partido. "Ele é amigo de Marina Silva e já tem acompanhado algumas discussões ideológicas", emendou.
Parece que o interesse no escritor tenha se manifestado inicialmente pelo próprio Paulo Coelho, mas o PV promete mais surpresas até o final do ano, pois conseguiu anteriormente um nome de peso com Marina Silva para encabeçar o apelo por outros nomes ligados à causa ambiental.
Em relação ao autointitulado mago, houve um pedido para pensar melhor sobre a situação. "Vamos conversar melhor nas próximas semanas, quando ele voltar de viagem aos Pirineus", assegurou Penna. "Estamos muito animados pela filiação dele. É uma personalidade importante que não é afinada politicamente com outras legendas", emendou. O mais interessante é que será, pela ideia do PV, uma campanha mais "zen", ou como Lula gostava de dizer, mais "paz e amor". 
 
 
Dhiancarlo Miranda