Mais sobre LOST

Nota do Blog:
 
Não sou de postar muita coisa envolvendo Spoilers sobre Lost. Normalmente, apenas informo sobre filmagens ou a respeito das personagens. Mas, nesse caso, foi necessário pela relevência dos fatos. Quem não quiser ver não prossiga.
 
 
Dhiancarlo Miranda
 
 
Do Blog Lost in Lost:
 

(Com SPOILERS!)

Quem não quer saber novidades sobre os dois personagens mais misteriosos – ao menos neste momento – em “Lost”? Então, vamos lá:

– O blogueiro Andy Page, do DarkUfo, contou algumas boas novas sobre Jacob, seu rival (chamado nas internas da produção da série de “Man in Black”) e Richard Alpert:

* Jacob e MiB estão conectados a Richard Alpert;
* Alpert encontrou os dois em seu flashback;
* Jacob e Alpert se envolveram uma briga com uma certa faca especial;
* E essa briga ocorreu em 1800.

A faca deve ser a mesma que Richard Alpert mostrou ao menino Locke em “Cabin Fever”. Mudando de assunto mas nem tanto, confio em que Richard Alpert veio no Black Rock; agora, por que ele tem o dom da longevidade, afinal? Espero essa explicação em “Ab Aeterno”, nono episódio da nova temporada e que será centrado nele…

– Um relato do DarkUfo fala de uma cena gravada para este novo ano, envolvendo Hurley e Richard Alpert, filmada em uma grande árvore na floresta. No dia seguinte, eles filmaram na praia; e o fã da série que deu tais informações, identificado como kokonutte, disse que eles gravariam uma cena envolvendo um raio.

Kokonutte disse também que rolou uma filmagem na praia com Ben, Kate, Jack, Hurley, Sun, Miles e Illana – todos sentados em torno de uma fogueira. Acampamento!

Agora, o que Hurley e Alpert faziam juntos? Duplinha inusitada mesmo…

– Por fim, um fã chamado Chris mandou um screencap muito interessante da versão Blu-Ray do box da quinta temporada. Segundo a imagem, de fato Juliet detonou a bomba. Confiram:

Na antepenúltima linha, se lê “Juliet Rock Bomb Boom”- em português, “Juliet Pedra Bomba Bum”.

Nas seguintes, temos Jack e seu grupo absorvidos por uma luz branca; e Richard Alpert vendo tudo de longe – o que faz a afirmativa dele sobre “todos terem morrido” fazer algum sentido…

 

 

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The best of year

Do Blog da Redação da "Folha de São Paulo":

Como é tradição nos Estados Unidos, os principais órgãos nacionais ligados ao cinema divulgam suas listas de melhores filmes do ano. A maior parte, claro, serve como termômetro para o Oscar. Uma das listas mais importantes é, sem dúvida, a lista do American Film Institute, divulgada no domingo (13). A surpresa, neste caso, está em dois filmes: "Coraline e o Mundo Secreto", o que confirma a tendência de integrar as animações como obras importantes no desenvolvimento da cinematografia americana, e "Guerra ao Terror", o que põe por terra a noção de que não houve obra recente que pudesse fazer uma leitura crítica dos conflitos promovidos por George W. Bush sob o pretexto de fazer uma caça aos terroristas.

A lista fala por si:

– "Amor Sem Escalas"
– "A Single Man"
– "Coraline e O Mundo Secreto"
– "Guerra ao Terror"
– "Precious"
– "Se Beber, Não Case"
– "Sugar"
– "The Messenger"
– "Um Homem Sério"
– "Up – Altas Aventuras"

 

Nota do Blog:
 
Será que desta vez vale a máxima de que essa lista é parâmetro para o Oscar?
 
 
Dhiancarlo Miranda
 
 

Brameiro precisa ser guerreiro?

Pinçado da coluna do Ugo Giorgetti, no "Estado":
 
Belíssima visão do cineasta da já analisada, anteriormente,  campanha da Brahma dos últimos anos. Dessa vez, eles apelam para o espírito guerreiro do brasileiro. Não nego a ninguém que gosto da Brahma e de seus produtos, mas não podemos confundir as coisas, nunca.
 
Dhiancarlo Miranda
 
 
 

No ‘Estadão’ de hoje:

Guerreiros ou brameiros

Ugo Giorgetti

Não sei por que ando pensando muito num comercial da Brahma que andou, ou anda, pelas televisões.

De fato ele não me sai da cabeça.

Fiquei tão intrigado que recorri até ao site do Clube de Criação de S.Paulo, onde não só o encontrei na íntegra, como tive a surpresa de encontrar também declarações do diretor de marketing da Brahma que, por sua vez, vieram aumentar meu assombro.

Queria, logo de início, pedir licença ao diretor da empresa para refutar uma de suas declarações.

Diz ele: "Com a campanha não queremos impor nada a ninguém. Queremos apenas ser porta-vozes do povo brasileiro."

Bem, meu porta-voz esse comercial não é, isso eu posso garantir.

E, espero, também não seja de boa parte do povo brasileiro.

Para quem não sabe, o comercial descreve a atitude ideal do torcedor brasileiro em relação à Copa do Mundo que se aproxima.

Consta de uma sucessão de imagens bélicas e melodramáticas, onde supostos torcedores carrancudos, gritam, choram e batem no peito.

Para deixar ainda mais claro a observadores menos atentos que o que se espera realmente são guerras e batalhas, mistura essas cenas com outras, fictícias, devidamente produzidas e filmadas, de um grande exército medieval em ação.

Se as imagens falam por si, o pior é o som.

Vozes jovens alucinadas urrando palavras de ordem num tom ameaçador, histérico, a lembrar manifestações das mais radicais e intolerantes agrupamentos que, infelizmente, existem no interior de qualquer sociedade.

Eu me permito transcrever algumas das frases vociferadas: "Eu queria que a seleção fosse para a Copa, como quem vai para uma batalha!" "Eu quero guerreiros!", "Vamos para a guerra juntos! 180 milhões de guerreiros!" "Sou guerreiro!" No final do filme, num golpe de surrealismo que faria as delícias de Luis Buñuel, o locutor, contrariando o tom anterior de toda a mensagem, recomenda sabiamente: "Beba com moderação."

O diretor de marketing da Brahma, no mesmo site do Clube de Criação continua: "A mensagem que queremos passar ao torcedor é que, além de ser a primeira marca brasileira a patrocinar oficialmente uma Copa do Mundo, o desejo da Brahma é despertar a atitude guerreira da seleção em todos os 190 milhões de brasileiros."

Com todo o respeito que tenho pela Brahma, cuja publicidade acompanho, até por dever de ofício, há mais de quarenta anos, e que me pareceu sempre celebrar a alegria e a irreverência popular, essas declarações inspiram alguns comentários.

O que eu espero da seleção é que jogue bola.

Acho que o que nos derrotou em 2006 não foi a falta de guerreiros, mas foi o Zidane, que não era exatamente um guerreiro.

Quanto aos 190 milhões, espero que honrem nossa tradição de saber perder, como fizemos em 1950 em pleno Maracanã, ou como fizemos em 1982, encantando o mundo.

O resto é apenas apelar para o que há de pior na sociedade brasileira.

Que é o que faz esse equivocado comercial dessa grande empresa.

E de repente, a razão pela qual penso nele com tanta freqüência me aparece claramente: é que, de certo modo, o confundo com as cenas reais que aconteceram no estádio do Curitiba domingo passado.

Ao revê-las me ocorre uma pergunta: os torcedores que, ensandecidos, fizeram o que fizeram no Paraná seriam "guerreiros" ou "brameiros"?

Ou os dois?

Infelizmente não foi possível alertá-los para invadirem e quebrarem tudo "com moderação".

A América Latina e seu cinema

Do Blog Chip Hazard

O site Cinema Tropical publicou uma lista dos melhores filmes latino-americanos dos anos 2000. Os votantes são críticos, teóricos, professores, pesquisadores e profissionais de Nova York. Não tenho como reclamar do primeiro lugar. O Pântano, de Lucrecia Martel foi um dos filmes argentinos que mais me impressionaram em todos os tempos. Martel, por sinal, teve seus três longas entre os dez primeiros da lista. O quarto lugar para Cidade de Deus é uma aberração maior do que o segundo lugar para Amores Perros, do Iñarritu. O Brasil ainda está representado por vários filmes bons (Ônibus 174 em quinto, Madame Satã em 14º, Edifício Master e O Céu de Suely em 27º, Tropa de Elite em 47º, Jogo de Cena em 22º), e só um deficiente entre os 50 primeiros (Santiago em 20º). Aqui, o link para uma entrevista com a campeã – http://www.bombsite.com/issues/106/articles/3220 – e a lista (os 25 primeiros) para maiores discussões:

1) La Ciénaga (2001) Lucrecia Martel
 Argentina
 
2) Amores Perros (2000) Alejandro González Iñárritu
 Mexico
 
3) Luz Silenciosa / Silent Light (2007) Carlos Reygadas
 Mexico
 
4) Cidade de Deus / City of God (2002) Fernando Meirelles
 Brazil
 
5) Ônibus 174 / Bus 174 (2002) Jose Padilha, Felipe Lacerda
 Brazil
 
6) Y Tu Mamá También (2002) Alfonso Cuarón
 Mexico
 
7) Whisky (2004) Juan Pablo Rebella, Pablo Stoll
 Uruguay
 
8) La mujer sin cabeza / The Headless Woman (2008) Lucrecia Martel
 Argentina
 
9) La niña santa / The Holy Girl (2004) Lucrecia Martel
 Argentina
 
10) El laberinto del fauno / Pan’s Labyrinth (2006) Guillermo del Toro
 Mexico

 

11 Nueve Reinas / Nine Queens (2000) Bielinsky
 Argentina
 
12) Bolivia (2001) Caetano
 Argentina
 
13) La nana / The Maid (2009) Silva
 Chile
 
14) Madame Satâ (2002) Ainouz
 Brazil
 
14) Japón (2002) Reygadas
 Mexico
 
16) Historias mínimas / Intimate Stories (2002) Sorín
 Argentina
 
17) La libertad (2002) Alonso
 Argentina
 
18) La teta asustada / The Milk of Sorrow (2009) Llosa
 Peru
 
19) Diarios de motocicleta / The Motorcycle Diaries (2004) Salles
 Argentina
 
20) XXY (2007) Puenzo
 Argentina
 
20) Santiago (2007) Salles
 Brazil
 
22) Jogo de cena / Playing (2007) Coutinho
 Brazil
 
23) El violín (2005 Vargas
 Mexico
 
24) Lake Tahoe (2008) Eimbcke
 Mexico
 
25) Los Rubios (2003) Carri
 Argentina

 

O link para a lista inteira e comentários: http://www.cinematropical.com/programming.php?pid=3

 
 

Novas de LOST!!!!!!

Do Site Lost in Lost
 
 
As mais recentes novidades de “Lost” dizem respeito a Richard Alpert! E adiantam algumas suspeitas que fãs tinham a respeito dele…
 
– Um fã identificado como PF108 contou ao DarkUfo que algumas cenas filmadas para “Ab Aeterno”, nono episódio da temporada e centrado em Alpert. Em uma delas, ele aparece a bordo do Black Rock em 1800!
“Dentre os presentes nesta cena estavam os intérpretes de Alpert, Padre Suarez, Capitão Whitfield e o Homem de Preto”, contou a fonte  – e por esse último, entenda-se o inimigo de Jacob!
Outras cenas foram gravadas no Black Rock, com velhos conhecidos nossos:  Sayid, Locke, Kate e Claire! Mas importante: isso não significa que eles estão no navio em 1800…
– Outras informações sobre a sexta temporada dadas pelo DarkUfo: o Monstro de Fumaça (vivido por Terry O`Quinn) estará recrutando pessoas,um integrante do casal Jin e Sun tem 42 anos, há uma estufa na ilha, e de alguma forma essas informações estão conectadas. Mistério…
(E sim, me chamou a atenção quando o blog associa o Monstro de Fumaça a Locke desse jeito. Hummm…)
– Não se deixem enganar: “Sundown”, o sexto episódio, é centrado em…Sayid. Assim diz DarkUfo.
– E em um relato de Ryan Ozawa numa nova edição de seu podcast, The Transmission, Miles e Sawyer aparecerão numa delegacia – a mesma em que Jack foi preso e Sarah pagou sua fiança -, sendo que o médium é um policial. Realidade alternativa, de novo?
 
 
Nota do Blog:
 
Tinha certeza de que o Black Rock teria papel fundamental nesta última temporada. Agora é ver para crer. Enquanto isso, na Globo, a partir de 3 ou 4 de janeiro, haverá a apresentação da quinta temporada da série. Legal para quem quiser fazer um apanhadão geral antes do início da sexta temporada.
 
Dhiancarlo Miranda