The End

 
Está marcada para a próxima terça-feira o capítulo final (especial de 2 horas) de um dos maiores shows da história da televisão brasileira. A série LOST mudou a maneira de se acompanhar um programa pelo pequeno (ou grande) tubo de imagens. Há quem diga que nunca houve um roteiro tão bem escrito para a tv americana e o que decorreu disso foi uma legião de fãs fieis que seguiu episódio a episódio o que ocorreu durante as seis temporadas.
Não houve greve de roteiristas que pôde atrapalhar a estória (e a história) criada por J.J. Abrahms, Damon Lindelof e Carlton Cuse, não aconteceu crítica capaz de diminuir a competência de direção de Jack Bender e não se sucedeu problema maior para estorvar a magia entre os atores, que numa visão mais ampla da coisa toda, são coadjuvantes do programa. Deste modo, cabe dizer que a protagonista de LOST é a Ilha tão misteriosa e que se manterá asim (felizmente) após o seu final.
Todo o processo de relações entre as personagens era apenas possível pela interferência da Ilha e de seus mecanismos exóticos e esotéricos que modificavam a cada momento seus destinos.
Destinos? Aliás, o que é isso em LOST? Será que a diferença entre destino e responsabilidade pelo próprio caminho são possíveis ou isso ficará obscuro quando a série iver seu último ato por volta das 23 horas de terça-feira próxima (25)?
Falo isso, pois não assisti ainda ao capítulo especial. Primeiro: não confio no meu inglês macarrônico para prestar atenção aos detalhes que serão necessários nessa reta final. Segundo: Não confio na qualidade de imagem vista via internet e isso me faz ficar mais nervoso do que já fico ao assistir a LOST.
Por fim, fiz questão de não ter acompanhado nenhum dos meus blogs e fóruns de discussão sobre LOST (entre eles os já clássicos lostinlost.com.br e dudewearelost.blogspot.com) para não me contaminar com os comentários derradeiros e para não saber nada a respeito dessa tragédia que é o fim deste show. Que venha o último capítulo e muito obrigado àqueles que fizeram com muito empenho e muita criatividade este mito da televisão mundial de todos os tempos.
 
Dhiancarlo Miranda 

Até onde acreditar na internet

Do Blog do Stycer:
 
 
A notícia, de fato, impressiona: “Mulher engravidou vendo filme pornô 3D”. A mãe, uma americana branca, teve o filho, negro, enquanto o marido servia no Iraque. Compreensivo, Erick Jhonson registrou o filho como se fosse seu: “Não vejo porque desconfiar dela. Os filmes em 3D são muito reais. Com a tecnologia de hoje tudo é possível”, disse Erick.
Publicada originalmente pelo site "Sensacionalista", cujo lema é “um jornal isento de verdade”, a notícia correu o Brasil e o mundo. Na manhã desta sexta-feira, foi republicada no site Gizmodo, um dos mais respeitados endereços para notícias sobre tecnologia. Ao se dar conta de que comprou gato por lebre, o site rapidamente pediu desculpas pelo erro e se corrigiu.
Uma rápida consulta ao Google mostra que a notícia foi reproduzida, como se fosse verdadeira, em inúmeros outros sites, inclusive em Portugal. Para o jornalista Nelito Fernandes, criador do “Sensacionalista”, o objetivo do site é fazer rir, mas o incidente “faz pensar sobre a qualidade do jornalismo na Internet”. 

 
 
Nota do Blog:
 
A notícia é do blog do Stycer, que inclui créditos ao site "Sensacionalista".
Primeiro, uma pergunta: ora, se a página se diz ser sensacionalista, por que cargas d’água outras mídias e orgãos da imprensa acreditaram no tal assunto?
Fica a impressão de uma necessidade da inclusão de notícias muito rapidamente sem a devida checagem de sua veracidade, mas também percebe-se, mais uma vez, a força da internet em divulgar fatos em segundos.
Por outro lado, parece que neste caso ocorreu uma aliança entre a inocência de alguns membros da imprensa em acreditar numa história tão estapafúrdia com o gosto pelo título do site divulgador do fato fictício: "Sensacionalista". 
 
Dhiancarlo Miranda

A Olimpíada é de Nuzman?

 
O texto é longo, mas preciso. No site Congresso em Foco há uma reportagem sobre a decisão da justiça contra o pedido de indenização do Sr Nuzman (presidente do COB) por achar que um supermercado da Guanabara usara o nome Olimpíada ilegalmente, já que tal nome teria exclusividade para o COB até 2016.
Além de tal pedido absurdo, além da notícia da decisão acertada (opinião do BLOG) estão outras patacoadas do COB e do seu presidente que está se achando com poderes além do aceitável. Clique no link para visualizar a notícia:
 
 
Dhiancarlo Miranda