Afinal, o que é esse tal de Wikileaks

A jornalista Luciana Coelho definiu bem o que o Wikileaks de Julian Assange (foto acima) promoverá na diplomacia mundial: “O trabalho dos diplomatas vai ficar mais difícil? Vai. Não só dos americanos (…) a preocupação geral é a seguinte: “se tudo que fazemos pode ser aberto ao mundo, vamos pensar duas, três, cinco, dez vezes em quem confiar”.

E isso inclui tanto gente de outros governos como os colegas da mesma chancelaria, porque, afinal, vai saber quem pode ser o próximo vazador. Ou seja: menos franqueza e mais demora.”

Com relação a isso,  só podemos dizer que o fato de se apresentarem informações que até agora não são relevantes do ponto de vista do ineditismo, todas essas coisas fazem com que não se dê muita bola para o site, porém algumas informações vazadas não poderiam ter vindo a público, pois tratam-se de situações “top secret” e portanto, isso faz com que haja maior medo por parte de governos americano (principalmente) e seus aliados ou inimigos a prestarem maior atenção ao que falam e com quem falam.

Em suma, a ideia é boa, talvez a sua promoção é inevitável e o perigo é provável, tanto para mocinhos quanto para bandidos (dependendo de qual time você torce).

Dhiancarlo Miranda