40 anos de Ceni

Que Rogério Ceni é um dos maiores ídolos do esporte mundial atual não é novidade nennhuma. Que representa como poucos o espírito de um time de futebol (no caso o São Paulo F.C.) também não é preciso dizer. Falar de suas conquistas pessoais e coletivas é igualmente desnecessário. Então, o que há mais para se dizer sobre o M1TO (maneira como a torcida são-paulina gosta de chamá-lo)?

O que há para falar é sobre a intensa forma como o jogador trata a carreira, não parando depois de tantas conquistas, pois as deseja ainda mais. Ele gosta do que faz e permite que isso regre sua vida. É fascinado por estatísticas, é apaixonado pelo aprimoramento da técnica, não se cansa de falar sobre a paixão pelo clube pelo qual joga e não esmorece diante da dúvida e dos obstáculos.

Ora, o ídolo poderia ter o que quisesse do clube onde joga retirando-se de cena antes de chegar aos 40. Mas não, ele prefere disputar mais uma de suas paixões e ambições. Sua possível conquista da Libertadores da América (seria a segunda como titular) fecharia com chave de ouro sua carreira de sucesso, mas o simples fato de disputá-la já é um compromisso obrigatório para qualquer torcedor que gosta do São Paulo, que gosta de Rogério Ceni.

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Arm menos Strong

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Muito se falou sobre a entrevista que Lance Armstrong deu a Oprah Winphrey na semana passada e muitas foram as análises. Todos têm suas opiniões mais fortes ou não, mas todos refutam o que o ciclista fez nesses anos todos e que foram encobertos por tanto tempo, mas a resenha mais bem bem feita que vi por aí foi a realizada pelo jornalista Erich Beting.

Não vou me alongar, pois seria repetitivo em tudo o que escreveria. Apenas coloco abaixo o link para a análise de Erich Beting.

http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2013/01/18/o-grande-lance-de-armstrong/

 

Bolsa para blockbusters

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O Cinema brasileiro teve um bom ano em 2012. A bilheteria foi ok e a repercusão internacional para filmes como “O Som ao Redor” também foi alvissareira. Mas uma parcela desse sucesso deveria ser repartido por mim e por você.

A explicação para essa divisão com cidadãos comuns é que muito dinheiro investido na produção cinematográfica  brasileira vem de dinheiro público. Até aí tudo bem, já que a lei do audiovisual promove isso há anos. A questão é que filmes como “De pernas para o ar 2″, ” Até que a sorte nos separe” e “Os penetras”, entre outros, recebem, muitas vezes, mais dinheiro do que produções pequenas em que a necessidade de investimento público serve, inclusive, para a viabilização de exibição.

Filmes pequenos é que devem ser auxiliados e não filmes blockbusters que, já se sabe, antes mesmo de estrear, será sucesso de bilheteria. A política do audiovisual deve amparar o produtor independente, aquele que faz o cinema pela arte e que não possui recursos de patrocinadores particulares em montante suficiente para que viva tranquilo a cada filme realizad.

A Folha de hoje esmiuça mais o assunto e vale a pena colher mais dados para que essa questão seja maior avaliada pelos orgãos públicos que jorram nosso dinheiro ao bel prazer onde quer que seja. O importante é que a divisão seja justa e que a aplicação de recursos advindos de nossos impostos seja feita corretamente tanto na arte, como na educação, nos esportes, na segurança pública e assim por diante.

 

Segue abaixo link da reportagem da Folha de hoje sobre investimento público no cinema: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1216321-abismo-entre-investimento-publico-e-numero-de-espectadores-marca-cinema-do-pais-em-2012.shtml

Ele está vivo! Ufa!

Deu nos sites da Época, Veja, ITunes, Time, dentre outros orgãos da imprensa no começo dessa manhã. David Bowie está de volta com novo single (Where are we now) no dia de seu aniversário (66) e promete novo álbum para março.

Já existia uma certa apreeensão sobre o paradeiro do camaleão e muitos até duvidavam da saúde do artista que já estava incomunicável há vários anos.

Até mesmo no mundo da música pessoas tinham receio do que havia acontecido com o cantor que teria tido um AVC por volta de 2006 e depois disso nunca mais foi visto.

Wayne Coyne (Flaming Lips) fez uma música sobre o tema (Is David Bowie Dying?) e o ótimo blog do André Barcinski falou sobre o assunto no fim do ano passado.

Enfim, os marcianos de plantão que ainda vivem por aqui podem respirar aliviado pois o cara que vendeu o mundo está de volta. Ufa