Braids: essas “tranças” vão te deixar levinho levinho!

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Eles são de Calgary, Canadá, mas atualmente seu QG está situado em Montreal.
 
Também é importante frisar que alguns ecos influentes do new age inglês e possíveis semelhanças com Chvrches, Phantogram, London Grammar, e até mesmo uma aproximação vocal da líder Raphaelle Standell-Preston com Elena Tonra (Daughter) podem ser sentidos no som leve que eles produzem.
 
No mais, há ainda um toque folk que se percebe pelo belo trabalho de instrumentos da banda.
 
O Braids (que por vezes se vê escrito apenas com letras maiúsculas) é integrado pela vocalista já citada acima, que, além disso, ainda assume o teclado, de Austin Tufts, detentor das baquetas e de alguns vocais ocasionais, além de Taylor Smith, que se vira na guitarra, no baixo e na percussão.
 
A banda, em recente entrevista à rádio KEXP de Seattle, cita que juntamente com os ex-membros da primeira formação, Katie Lee e Vince Mann, iniciou os ensaios despretensiosamente ainda no ensino médio em sua cidade natal.
 
O álbum de estreia do grupo data de 2011 e se chama “Native Speaker”. O lançamento percorreu tanto o Canadá quanto os Estados Unidos e saiu pela Kanine Records.
 
À época até que as críticas foram bem positivas. A repercussão foi modesta num primeiro momento, mas chegou a ser gradativa e paulatina mais à frente.
 
Tanto é que o álbum foi indicado para o Prêmio Polaris de Música de 2011.
 
Já o segundo álbum da banda com nome “Flourish // Perish”, teve um pouco mais de alarde quando surgiu em agosto de 2013.
 
A força vocal de Raphaelle se baseia na pureza de seus timbres e no alcance sonoro agudo que não desafina e que viaja junto com seu teclado. Isso tudo adensa o clima soturno, em conjunto com a guitarra tímida e discreta e a bateria contida.
 
Tudo muito leve, numa naturalidade para que a canção seja emitida sem estrondo e desespero instrumental.
 
Uma boa surpresa no cenário indie mundial que pode dar mais frutos para os amantes de uma música que serve mais de ambiente, mas que não faz feio em apresentações ao vivo.
 
Para comprovar isso, veja abaixo o pocket show para a KEXP, em outubro do ano passado.
 
 
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