A Assombração do Orfanato

 Em uma cidade pequena em que havia apenas dois bairros o do norte e o do sul, o bairro de norte se chamava lua nova e o do sul de terra viva todos na cidade de davam bem, até que numa rua que havia uma casa grande e velha estava abandonada há mais de 15 anos e o presidente resolveu reformar aquela casa para ser um orfanato que abrigaria várias crianças.

Os moradores adoraram a ideia do orfanato, após três meses no dia 3 de abril de 1995 foi feita a inauguração e ela se tornou a maior festa para as crianças.

No dia seguinte, no orfanato já havia 25 crianças, sendo 15 meninas e 10 meninos.

Um grupo de amigos que tinha ido visitar o orfanato achou o orfanato muito chique, bonito e bem organizado e eles haviam sido convidados para passar uma semana por lá.

Esses cinco amigos eram: Jane- uma menina muito inteligente; Luca – um menino estrategista; Judy – uma menina alegre e espontânea; Joaquim – um menino muito medroso; e Mariam – uma menina detalhista.

Ao anoitecer eles e todos no orfanato já estavam adormecidos e Joaquim ouve um barulho de algo caindo no chão e acorda Jane e diz:

– Jane! Jane! Acorde!

– O que foi, Joaquim?  Que sono, deixe-me dormir!

– Jane, eu ouvi um barulho de algo caindo no chão!

– Ah! Deve ter sido apenas o vento!

– Tá! Então quer dizer que o “vento” derrubou algo?

– Sim, Joaquim.

– Rá… E então porque eu acordei com esse barulho? O vento é tão forte assim?

– Sei Lá.

– Afinal, aqui nem está ventando.

– É mesmo, Joaquim. Amanhã nós vemos o que aconteceu. Agora, deixa eu dormir. Tá bom!

-Tá.

E Jane e Joaquim vão dormir.

No dia seguinte, Jane foi a primeira a acordar no orfanato e depois de se arrumar ela acorda Luca, Judy, Joaquim e Mariam. Logo depois, todos se arrumam e vão procurar o que havia quebrado na noite anterior e eles resolveram contar à diretora que se chamava Ana Julia.

– Bom dia, diretora Ana Julia.

– O que foi, crianças?

– Ontem, o Joaquim e eu estávamos dormindo e o Joaquim me acordou e disse que tinha ouvido algo caindo no chão, você viu alguma coisa?

– Não! Não tem nada quebrado.

E eles foram para o jardim do orfanato, pois lá havia uma casa na árvore e eles foram para dentro e Judy disse:

– Gente, deixa isso para lá. Vamos brincar?

– É, a Judy tem razão. Deixa isso para lá.

– Eu não sei não – respondeu Joaquim.

Logo depois, ao anoitecer, Luca acorda com o barulho de alguém batendo a porta, isso à meia-noite. Luca levanta de sua cama e vai abrir a porta, mas não vê ninguém e volta para a sua cama. Mas antes dele se cobrir batem na porta mais uma vez e Luca diz:

– Tá de brincadeira comigo?

E ele abre a porta e mais uma vez não vê ninguém. Luca volta para a sua cama e dorme. No dia seguinte Luca conta tudo para o pessoal e Mariam teve uma ideia então:

– Gente, eu tive uma ideia!

– Que ideia? – diz Judy.

– Que tal a gente pesquisar sobre a casa na biblioteca?

– Que ótima ideia! – todos falam.

Então o pessoal vai até a biblioteca e acabam descobrindo que naquela casa (o orfanato) tinham morrido quatro pessoas, havia uma menina chamada Lucy e um menino chamado Gueibe e eles eram melhores amigos e eles gostavam muito de assustar as pessoas. Eles dois e os avós de Lucy tinham sido assassinados dentro da casa e desde então a boatos de que a casa era assombrada.

Depois que Luca leu esta notícia de um livro velho Joaquim se arrepiou todo e na mesma hora os livros das estantes começaram a cair no chão, as luzes começaram a piscar e começaram a ouvir várias batidas, as mesmas que Luca tinha ouvido na noite anterior. De repente, ele vê Lucy e Gueibe de mãos dadas por apenas cinco segundos.

Jane nem precisou dizer duas vezes e Joaquim já estava fora da biblioteca. Jane, Luca, Mariam e Judy começaram a correr para fora da biblioteca, do orfanato e Mariam, a mais detalhista, percebeu que os fantasmas estavam dizendo:

– Não voltem mais, saiam daqui!

Mas Mariam não teve certeza do que tinha ouvido e acaba ficando quieta.

Quando anoiteceu, Judy teve um sonho que os avós de Lucy, Elizabette e Mosoró, estavam pedindo ajuda, pois estavam presos dentro de um espelho. Em seguida, Judy acorda e fala para o pessoal sobre seu sonho de alerta e cuidado.

No dia seguinte, do outro lado da rua, havia um casarão de dar medo e todas as crianças diziam que naquela casa morava um bruxo do mal. Todos os chamavam de “bruxo da casa 17”, nenhuma criança se atrevia a passar na frente daquela casa, todos preferiam passar pela frente do orfanato.

O bruxo da casa 17 se chamava Círios e era casado com a diretora do orfanato, a Ana Julia.

Círios não saía muito de sua casa até que em um dia Ana Julia o converse de fazer uma visita ao orfanato para que ele saísse um pouco de sua casa. No orfanato, todas as crianças estavam morrendo de medo, menos Judy que não julgava as pessoas pela a aparência e pelos boatos que todos falavam ao seu respeito, Judy foi a mais sem medo e disse a Círios:

– Oi, o senhor sabia que todas as crianças têm medo de você e elas falam que o senhor é um bruxo?

Luca tampa a boca de Judy e diz:

– Sua sem noção! Sr. Círios, ela não quis dizer que o senhor é um bruxo e sim que o Sr. é uma pessoa normal.

– Tudo bem, menino! Eu já estou acostumado.

Ana Julia disse a Jane que levasse Círios para conhecer o orfanato e no meio da visita, novamente na biblioteca, os livros que estavam em cima de uma mesa pequena começaram a flutuar.

Os outros livros que estavam na estante caíram no chão e em uma parede que havia um quadro do dono do orfanato começou a escorrer toda a tinta do quadro no chão e rapidamente o quadro ficou todo branco.

De repente, na parede, aparecem palavras escritas de sangue “saiam daqui”, ”não voltem mais”, ”vão embora, senão sofram as consequências”.

A diretora logo entrou na biblioteca e viu o que estava acontecendo e nem pensou duas ou três vezes e disse a todas as crianças para fazerem as malas e para eles saírem o mais rápido possível do orfanato.

Antes de eles irem embora uma criança de cinco anos tinha desaparecido e todas as crianças tinham ido para a casa de Círios. Enquanto isso, Jane, Luca, Judy, Joaquim, Mariam, Ana Julia e Círios tinham ido procurar o menino desaparecido que se chamava Eduardo, conhecido como Duda.

Todos procuram até que Joaquim, que estava no corredor do orfanato na frente de um espelho, viu Duda. Joaquim deu um grito de terror e Jane que estava por perto, sai correndo até Joaquim e diz:

– O que houve?

Joaquim fica paralisado.

– Joaquim, o que houve?

Joaquim não diz nada outra vez e levanta a mão tremendo e aponta para o espelho. Jane olha para o espelho e vê Duda e grita chamando a todos. Luca foi o primeiro a chegar e disse:

– O que aconteceu? Vocês estão bem? Acharam o Duda?

– Calma, Luca! Nós estamos bem, e achamos o Duda.

– Onde ele esta?

Joaquim aponta para o espelho e Jane diz:

– Ele está dentro do espelho.

Luca viu Duda e disse:

– Ai meu Deus! Com cara de espanto.

Luca sai correndo para chamar Ana Julia e Círios. Quando Ana Julia e Círios chegam até ao espelho. Círios diz que já sabe o que fazer.

– Mariam, vá até a minha casa junto com a Judy e entre no meu quarto e pegue o meu livro de magia.

Joaquim pergunta:

– Mas o sr. disse que você não era um bruxo então porque você tem um livro de magias?

– Eu disse que eu não era um bruxo, mas eu sou um feiticeiro.

– Por que o sr. não disse antes?

– Por que vocês não perguntaram.

Mariam e Judy foram até a casa de Círios e pegam o livro mais velho e grande e levam ate Círios.

Círios pega seu livro de magia e sua varinha que estava escondida dentro de sua bota e fala as palavras mágicas “a criança aprisionada pelas forças do mal, saia agora sem medo”, saia desse espelho agora Duda! E Duda sem medo passa pelo o espelho enfeitiçado.

Os fantasmas se irritam e aparecem na frente dele e dizem em voz alta “saiam daqui agora!” e desaparecem, todos saíram correndo do orfanato assombrado.

Na casa de Círios, quando todos já estavam um pouco calmos, Ana Julia levou todas as crianças para um abrigo que havia sido construído para abrigar moradores após as enchentes, furacões e ataques de bombas.

Enquanto isso, Círios estava conversando com os cinco pré-adolescentes e disse que queria mostra algo. Círios os leva até um quarto com a porta azul e uma portinha de gato e ao entrar no quarto Círios mostra seu gato chamado Cristofer, um gato preto de olhos amarelos. Joaquim disse:

– Um gato… Por que você quis nos mostrar um gato?

– Esse gato não é um gato normal!

Joaquim faz outra pergunta:

– Mas o que esse gato tem de incomum? Ele, para mim, parece um gato normal!

Cristofer pulou em cima de uma mesa na frente de Joaquim e Cristofer começou a falar de repente:

– Como assim? Eu pareço um gato normal?

– M-me desculpa, mas como você consegue falar?

Jane interrompeu e disse:

– Joaquim, como você não percebeu? Se o Círios é um feiticeiro é claro que ele fez um encanto para Cristofer falar! Não é Círios?

– Não exatamente!

– Como assim? Não foi você que o encantou?

– O Cristofer era o filho do meu melhor amigo já falecido. Cristofer foi amaldiçoado por uma feiticeira muito poderosa que odiava as crianças que moravam nessa rua Num certo dia, Cristofer estava brincando de futebol aqui na rua e a bola caiu no jardim dela, a bola fez o maior estrago e Cristofer tinha ido buscar a bola quando a feiticeira, que se chamava Morgana, apareceu na janela e jogou a maldição em Crisfofer o transformando em um gato preto. Depois de um tempo ela faleceu deixando sua casa para sua filha Elizabette. Elizabette se casou e teve uma filha chamada Nina. Quando Nina se casou ela deu a luz a Lucy. Mas Nina e seu marido morreram num acidente de caro.

Mariam pergunta para Círios:

– Como você sabe da história da vida de Lucy?

– Eu sei dessa historia por que Elizabette teve dois filhos a Nina e eu.

– Então você é tio da Lucy?

– Sim.

Quando todos já estavam sabendo do passado de Lucy, Jane teve uma ideia e disse a Círios:

– Você tem algum feitiço que faça eles descansarem em paz e pararem de assombrar o orfanato?

– Deixe-me ver no livro de magias.

Círios procura e diz:

– ACHEI! O livro diz que a gente deve achar o objeto que matou todos e inteirá-lo do lado do tumulo de Lucy, mais a gente deve ir ao anoitecer no orfanato para procurar pitas sobre a onde ele deve esta e o que ele é, combinado?

Jane, sendo a mais velha, responde por todos.

– Combinado.

Ao cair da noite de lua cheia, como tinha sido combinado, Círios e os adolescentes vão para o orfanato tentar achar o objeto que teria sido usado para assassinar todos naquele dia.

No orfanato, eles se dividiram em dois grupos. No primeiro grupo estavam Círios, Joaquim e Mariam e no segundo grupo Jane, Cristofer e Luca.

O primeiro grupo foi para a parte superior do orfanato e o outro grupo ficou no térreo para procurar o objeto, mas naquela noite no orfanato as luzes tinham sido cortadas e eles tiveram que usar as lanternas.

No grupo de Círios eles foram procurar primeiro nos quartos entre as paredes, havia apenas treze quartos e no décimo terceiro eles acharam uma passagem secreta atrás de uma estante de livros. Círios então puxou o livro de capa preta e a passagem se abriu levando a uma escada escura e sombria cheia de poeira e teias de aranhas.

Enquanto isso, Luca, Jane, Mariam e Cristofer estavam na sala de estar, eles procuraram em todos os lugares até que Luca disse:

– Jane, aqui não tem mais nada, vamos para a biblioteca?

– Não, ainda falta aquele quadro.

– Mas ali não deve ter nada!

– Luca, a Jane tem razão. Nós temos que procurar em todo lugar.

– Você tem toda a razão, Mariam.

– Obrigado.

Jane e Mariam foram procurar no quadro e, ao mexê-lo, caiu uma carta feita pela Elizabette quando ela estava à beira da morte.

Enquanto isso, na passagem secreta que levava ao porão, Joaquim que estava morrendo de medo e se abraçou a Judy, disse:

– Judy você não se incomoda se eu te abraçar, né?!

– Não.

– Obrigado.

Ao chegar ao porão eles acham os pertences da família e Círios diz:

– E aí, pessoal, vocês vão ficar aí olhando ou vocês estão esperando eu chamar?

Após falar todos começam a procurar o objeto ou alguma pista, mas ninguém achou nada, só Círios que achou uma caixinha de música que ele havia dado de aniversario à Lucy. Quando Círios abre a caixinha Elizabette aparece e Joaquim desmaia nos braços de Judy. Elizabette estava apontando para um quadro que havia sido pintado no museu do sul. Após Círios olhar para o quadro, Mosoró aparece pela primeira vez e aponta para a pintura de uma espada, e Círios percebe que o objeto era uma espada que estava no museu do sul e de repente Gueibe aparece e Círios pega Joaquim e grita:

– Corre!

E todos começam a correr. Quando eles chegam na sala Judy diz:

– Corre agora para a casa do Círios.

E todos vão correndo para a casa de Círios, e lá Luca diz que eles acharam uma carta que Elizabette fez e que naquela carta tinha um mapa. Círios viu o mapa e disse:

– A gente tem que pegar a espada que está no subsolo do museu do sul.

Mariam diz a Círios:

– Círios, eu tenho um tio que trabalha no museu.

– Ótimo. Vamos amanhã falar com ele.

– Não, ele está indo trabalhar, vamos agora.

– Tá legal!

Então Círios, Mariam e os outros foram até o museu e foram falar com João, o tio de Mariam.

– Pessoal, esse é o meu tio.

Todos disseram “olá” e Círios disse tudo o que estava acontecendo e que eles tinham que ir ao subsolo do museu para procurar a espada.  João disse:

– Não vai ser preciso procurar porque eu sei onde ela está. Eu vou buscá-la.   – Tá bom, muito obrigado.

João deu a espada a Círios e o agradeceu mais uma vez. Eles voltaram para a casa de Círios. Na casa de círios ele mostrou a espada para Ana Julia e Cristofer e disse:

– Amanhã, ao anoitecer, nós iremos ao cemitério para enterrá-la ao lado do túmulo de Lucy, agora vamos dormir.

E todos foram para suas camas para que no dia seguinte eles acabassem   com a assombração do orfanato. No dia seguinte, foram ao cemitério perto do orfanato onde estavam enterrados Elizabette, Mosoró, Gueibe e Lucy.

Chegando ao cemitério no por do sol, Círios pegou uma pá velha perto de uma cova e começou a cavar um buraco do lado do túmulo de Lucy. Quando o buraco já estava pela metade Gueibe e Lucy aparecem. Gueibe passa pelo corpo de Judy e ela cai direto no chão e Mariam sai correndo para ajudá-la e Joaquim acaba desmaiando no meio da confusão. Círios grita:

– Luca, vem me ajudar a cavar.

Luca saiu correndo para ajudar Círios a terminar a cavar o buraco quando Lucy pega a espada e joga para longe.  Jane sai correndo para pegar a espada e joga para Luca, mas Lucy pega Jane pelo o pescoço e  diz:

– Eu avisei para ficarem longe se não o pior ia acontecer!

Jane diz quase sem ar

– Pelo menos eu morrerei com honra.

Lucy a enforca e a joga no chão, Luca grita:

– Não!

Luca sai correndo e pega em seus braços e fala:

– Eu nem pude dizer que eu… te… amava.

Mariam vê que Jane estava morta e grita para Círios:

– Enterra essa espada agora!

Círios joga a espada dentro do buraco e a enterra. Lucy e Geibe foram sugados para dentro dos seus túmulos, Elizabette e Mosoró aparecem em cima de seus túmulos e os agradecem por eles terem os libertado.

Judy e Joaquim acordam e quando eles levantam veem Jane morta no chão  nos braços de Luca. Mariam diz:

-Círios você tem algum feitiço que faça com que ela volte a viver?

– Mariam, o Círios não vai ter um feitiço para que ela volte…porque ninguém pode voltar a viver após a morte.

– Na verdade tem um jeito de ela voltar a viver!

– Qual?

– Um beijo de amor verdadeiro.

Luca ainda tem esperança e beija Jane, mas ela não teve nenhuma reação. Luca abaixa a cabeça e chora até que Jane solta um respiro e acorda. Luca sorri e diz:

– Jane, eu te amo, me promete que você nunca mais vai se sacrificar?

– Não, eu vou me sacrificar quando for muito preciso salvar meus amigos e ainda mais se for você.

– Por que eu também te amo!

Voltando para casa de Círios, Ana Julia pergunta se tudo correu bem. Luca diz:

– Mais ou menos.

– Porquê? O que aconteceu? – Ana Julia pergunta:

– Se você quer mesmo saber é melhor sentar – Círios responde.

E Círios conta tudo a Ana Julia o que havia acontecido.

Algumas semanas depois o orfanato foi reaberto às crianças. Um dia Círios, Mariam, Judy, Joaquim, Luca e Jane foram até a frente do orfanato e Jane disse:

– Será que o orfanato deixou de ser assombrado? Será?

Milene Torres – 9A

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15 comentários em “A Assombração do Orfanato

  1. Thiago Freitas da Silva disse:

    Parabêns! Gostei bastante é muito criativo!!!

  2. Raquel Silva disse:

    Milene vc foi criativa,e também gostei da sua história tomara que nós duas ganhe.A sua historia é muito legal,mesmo.

  3. Muito boa a história, parabéns!!!

  4. Murilo Henrique disse:

    Ai sim ficou dahora.

  5. Jonathan Corrreia disse:

    Gostei da história.
    Muito legal
    Parabéns.

  6. Jonathan Corrreia disse:

    Daorinha a história, muito criativa.

  7. Jennifer disse:

    Muuito zika a história…

  8. Gabriel Gomes disse:

    História legalzinha.
    Parabéns. ..

  9. Gabriel disse:

    muito doara a historia do orfanato

  10. guilherme disse:

    a historia tá maneira!

  11. naomy disse:

    adorei a ideai de colocar 2 fantasmas na historia

  12. Millene torres 9°A Rivadávia disse:

    Emoção,mistérios,suspense e um pouco de romance é tudo o que precisa numa história

  13. rosana disse:

    adorei sua história

  14. Ester Rocha disse:

    Ameei a história mi *–*

  15. yasmin disse:

    Adorei muito bem pensada

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