Diretamente do “The Guardian”: Saiba mais sobre a entrevista exclusiva das meninas do Warpaint para o jornal inglês

 

Essas garotas são realmente uma simpatia só (e também lindas e também talentosas).
 
E junto aos seus animais de estimação todas elas deram uma longa entrevista exclusiva ao diário “The Guardian” inglês.
 
A vocalista Emily Kokal e a guitarrista Theresa Wayman são amigas de infância, mais precisamente desde os 11 anos e se conheceram em Oregon, terra natal das duas. Stella é de Sydney e Jenny de Nevada.
 
A banda celebrou o seu 11º aniversário há apenas algumas semanas.
 
Mas quando o Warpaint lançou seu EP “Exquisite Corpse”, há seis anos, a indústria da música não sabia nem como denominá-las. Elas eram uma anomalia, o seu estilo era nômade assim como elas em sua mudança de casa constante.
 
As meninas comentam durante a entrevista para Eve Below que os primeiros críticos tentaram desvendar a mística presente em suas músicas, apresentando-as como “bruxas emo”.
 
É claro que como para qualquer coisa no meio da indústria do entretenimento há a necessidade quase patológica de se conseguir um rótulo, ainda mais sabendo-se que pode ser tratar de alguém que fará sucesso.
 
A repórter cita as primeiras críticas daquele tempo para Stella  e esta se diverte com as menções à banda. “Como uma pintura a óleo misturado com sangue?” “True sangue ou sangue homicida?”, “Suas músicas são do tipo que envolve profundamente” enquanto que outros chamavam a música do Warpaint de “auto-indulgente” e alguns como algo “catártico”.
 
A entrevista chega ao ponto de falar sobre os shows e o clima de amizade que ocorre com a plateia: “já houve até um casamento Warpaint e eu oficializei o casamento”, brinca Emily.
 
Também falam sobre os depoimentos dos fãs “Sabe aquela molecada que não se sente estar viva? Alguns dizem que nossa música deu-lhes uma nova conexão”, diz Emily.
 
Além de falar muito sobre as inúmeras glórias que a banda teve ano passado  com o lançamento de seu álbum intitulado com o nome do grupo, também foi mencionada a enorme turnê delas que durou quase quinze meses e que proporcionou um período de descanso antes de voltarem ao estúdio para novas gravações desde fevereiro e que se prologarão neste mês de março.
 
 
Já há até música deste próximo trabalho sendo mostrada por aí, a novíssima “No Way Out” que já tem sido tocada em algumas apresentações relâmpago das meninas.
 
Os boatos sobre a orientação sexual de Jenny também divertem as garotas que acabaram desmistificando a notícia ao fingirem que ela e Stella teriam um caso. Mesmo declarações bobas em cima do palco surgem com repercussão desmedida pela imprensa especializada, segundo as meninas.
 
E elas explicam que algumas das sérias questões tratadas em seus letras têm de ser suavizadas pela atitude mais light de todas, mas principalmente de Jenny: “A Maneira de agir em cima do palco é forte, cheia de interação agressiva, mas também conseguimos jogar conversa fora nos momentos mais improváveis . Geralmente é culpa de Jenny. “Há comédia em seus olhos, lábios e narinas “, diz Stella . “Nós fazemos uma coisa séria e poderosa, mas então você precisa para polvilhar leveza sobre ele por um segundo também”.
 
Mas Stella não poupa a maneira como a mídia desvirtua algumas coisas apenas para causar polêmica e tenta não ser politicamente correta mesmo que seja um traço do mundo atual: “Se você ofender Beyoncé, as pessoas vão te chamar de racista, antifeminista e de todas essas coisas ofensivas e caluniosas”.
 
As drogas fazem parte da entrevista no que tange as garotas falarem sobre o seu processo de criação: “Normalmente, as drogas não desempenham um papel fundamental no processo de criação da banda. “Nós não passamos por uma cerimônia de sentar-se ao redor uma da outra, tropeçar e, em seguida, escrever músicas por horas, não”, diz Stella . “Nós normalmente temos um copo de vinho só” Jenny diz escrever música sóbria e, em seguida, toma medicamentos para a música ficar muito melhor. “Não, isso é a citação do artigo,” interrompe Emily”.
 
A íntegra da entrevista em inglês você pode ler através do link da página do “The Guardian” http://www.theguardian.com/music/2015/mar/07/warpaint-music-band-interview-women?CMP=fb_gu.
 
Abaixo ouça a versão reduzida da nova música “No Way Out” que deve estar no próximo álbum do Warpaint a ser lançado ainda neste primeiro semestre de 2015. 
Tradução livre – Dhiancarlo Miranda
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