“Quando os livros foram à guerra”: não li, mas já adorei!

De vez em quando há um livro, um filme, uma peça ou qualquer outra obra de arte que nos pesca ou nos afugenta apenas por causa de seu título ou por conta do tema abordado.

Pois bem, temos aqui um exemplo deste sentimento captado por amantes da cultura mundo afora.

A Editora Casa da Palavra está lançando neste mês de agosto o livro “Quando os livros foram à guerra” (When Books Went to War: The Stories that Helped Us Win World War II) da jovem autora Molly Guptill Manning, que havia debutado na literatura com a obra “The Myth of Ephraim Tutt: Arthur Train and His Great Literary Hoax(sem tradução para o português).

Somente o título já fascina, pois toca num ponto interessante e pouco analisado acerca da Segunda Guerra Mundial: a questão da comunicação e divertimento para as tropas baseadas por toda a Europa para participar do confronto não era constituída somente de shows de strip tease mostrados nos filmes de Hollywood. Havia uma questão estratégica que levava principalmente americanos e ingleses a distribuir livros para seus soldados.

É evidente que tal tese a seguir não poderia funcionar com todos, mas demonstrar como pensavam grandes estrategistas da história a respeito das diferentes necessidades de tomadas de decisão, os principais conceitos filosóficos e até mesmo obras religiosas tinham como intuito promover o prosseguimento do foco na mente dos homens que ali estavam.

Como eu disse logo no início do texto ainda não li o livro, até por que ele só sai mês que vem, mas o conceito por trás de sua proposta é ótimo e interessante e espero que atenda à minha expectativa sua qualidade. Também ajuda o fato de o New York Times o ter incluído em sua lista de Best Sellers para me empolgar com a obra.

Daí, saber que a análise de Molly não fica apenas na atividade de um lado faz com que o vislumbre de um grande documento seja realmente um alvo quase certo.

Sabe-se que, mais do que bombas e estratégias técnicas, uma das principais armas de Hitler era seu próprio livro “Mein Kampf”.

Portanto, muitos livros que poderiam refutar as ideias do Füher foram o contra-ataque dos Aliados para rebater a intolerância e a crueldade daqueles escritos. Espero que muita coisa referente a isso seja abordado na obra da autora americana.

Assim que sair por aqui e eu dissecar o livro todo volto ao tema até para saber se vou corroborar com a análise de hoje. Aguardem!

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