Mais algumas boas do dia: Daughter, Parquet Courts e Poliça

 

Vamos lá!

Para não ficarmos nos repetindo nos elogios e na descrição mais prolixa das novidades abaixo listamos apenas os lançamentos que têm  acontecido nos últimos dias e que ainda não tiveram tempo de ser comentadas por aqui.

 


 

Daughter – “Not To Disappear”

 

A voz rica e deliciosa de Elena Tonra prossegue linda e a produção enxuta e eficaz do novo álbum “Not to Disappear”fazem com que a parte instrumental de inspiração Indie Rock apareça mais e conclua com competência aquilo que a voz da musa inglesa inicia em todas as 10 faixas.

Destaque para os singles “Doing The Right Thing” (abaixo) e “Numbers”, partes de uma trilogia de videoclipes criados pelos diretores Iain Fosyth e jane Pollard, que já são experientes na realização de clipes, mas que ficaram mais conhecidos por causa do maravilhoso filme-documentário-imaginário “20 Mil Dias na Terra” sobre a carreira do não menos fantástico Nick Cave.

 

Not To Disappear

 

1 – New Ways

2 – Numbers

3 – Doing the Right Thing

4 – How

5 – Mothers

6 – Alone – With You

7 – No Care

8 – To Belong

9 – Fossa

10 – Made of Stone

 

 


 

 

Parquet Courts – “Human Performance”

A banda americana de punk rock não para nem para respirar.

Depois de lançar em 2014 o ótimo segundo álbum “Sunbathing Animal”,  o grupo do Brooklyn fez o EP Monastic Living ano passado e já se prepara para jogar no mundo o terceiro disco de estúdio “Human Performance”.

Parece que a qualquer momento este LP deve sair, mas ainda não foi definida a data oficialmente.

A questão é que já saíram algumas faixas do álbum em apresentações ao vivo feitas pela banda. Abaixo, “Dust” e “Outside” mostradas na Rádio WFUV de Nova York na última semana.

 


 

 


 

 

Poliça – United Crushers

A banda de Minneapolis que adora um discurso político em suas canções, mas que faz dançar com a voz bacana de Channy Leaneaghy traz a partir de 04 de março seu novo disco, intitulado “United Crushers”.

O anúncio é oficial e as informações dão conta de que a veia instrumental eletrônica tem mais pegada, mas que o reinado da bela voz de Channy não desmoronou.

Porém, são as letras que devem chamar à atenção, pois segundo texto da própria banda em seu site o LP é “fortemente político e profundamente pessoal com referências pesadas à injustiça social , às dúvidas internas e ao isolamento. Também estarão presentes nos temas do trabalho o crescente declínio urbano e a verticalização dos bairros. Porém, o que a banda quer mesmo é superar maquinações da indústria da música e encontrar o amor verdadeiro e honesto na sequência de tudo isso”.

Só pelo texto já dá curiosidade de como isso ficará no produto final. Ou seja, estamos empolgados para ouvir o álbum.


 

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