Você precisa assistir Westworld!

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Não, não irei realizar uma crítica ou resenha mais bem embasada na série, pois já li outras muito mais interessantes e tudo foi falado sobre as qualidades da produção da HBO.

A questão aqui é de necessidade pelo fato de que, se não atender ao meu pedido, você corre o risco de ficar sem assunto pelos próximos 5 anos com seus amigos mais afeitos ao mundo geek/nerd.

E digo isso pelo fato de ter demorado um pouco para entrar no bonde do Game of Thrones anos atrás e isso me custou um monte de tempo para poder me atualizar ao universo de Westeros. No caso do universo das Crônicas de Gelo e Fogo do sr George R.R. Martin ainda tem a questão dos livros (que são calhamaços absurdos de grandes) que me tomaram mais tempo ainda. Obviamente que depois de conhecer tudo o deleite valeu a pena, mas não custa repetir a dose enquanto é cedo. Quem avisa…

Westworld também é uma adaptação, mas dessa vez baseada num filme de 1973, com assinatura de Michael Crichton (que viria a ficar realmente conhecido por conta dos seus dinossauros de Jurassic Park).

O louco da coisa é que a mega-produção teve todos os indícios de não dar certo. Várias e várias vezes foi atrasada no seu cronograma, em alguns momentos teve problemas de filmagem, o orçamento teve de ser alterado por diversos momentos e o elenco estrelado podia não ter dado a mínima para tais esforços e ter chutado tudo para o alto.

O time de produtores ajudou a isso não acontecer já que, além do próprio Crichton, há também a dupla Jonathan Nolan e Lisa Joy e o midas do cinema atual J.J. Abrams.

Isso provavelmente deu a sustentação e credibilidade necessárias para que o canal americano acreditasse na ideia de que poderíamos ter um sucessor à altura de Game of Thrones mesmo antes desta acabar.

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Foto de James Marsden (Teddy) e Evan Rachel Wood (Dolores)

Dessa maneira, a campanha publicitária serviu num primeiro momento, mas como qualquer coisa poderia perder a força no momento em que o público verificasse que não se tratava de albo bom de fato.

Pois bem, após um episódio 1 que teve recorde de audiência naquele horário para uma estreia, os subsequentes também mantiveram a média qualitativa e o telespectador foi junto. Não só isso, mas aconteceu algo que não é comum: houve inclusive aumento!

A premissa que vaga entre o faroeste tão amado pelos norte-americanos e a ficção científica cheia de críticas que faz dar nó na cabeça teve também pitacos de filosofia, questões relacionadas à religião, fé e limites da ciência. Tudo isso misturado num poço de hedonismo e violência que quer retratar não a sociedade futura, mas essa mesma que está por aqui no presente.

Portanto, vale a pena repetir: aproveite que os dez primeiros capítulos estão disponíveis no HBO GO e faça ma maratona. Não será cansativo e os três últimos episódios são realmente de tirar o fôlego. E depois é ficar batendo a cabeça na parede, pois a nova temporada só virá em 2018.

PS – Ah, e é incrível como o roteiro cheio de subtramas e reviravoltas tem ajuda pesada das maravilhosas atuações dos atores e atrizes!


 


 

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