Faltam duas semanas: HAIM prepara terreno para novo álbum

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Foi em 2013 que elas apareceram e muita gente suspirou com o pacote completo do HAIM. Voz marcante, empolgação e batidas divertidas fizeram muita gente mexer com o som delas.

Trio de irmãs proveniente da Califórnia, o grupo familiar que liberou saudosistas a puxarem pela lembrança o Fleetwood Mac já vem preparando terreno para o novo álbum “Something to Tell You” há algum tempo, mas agora falta muito pouco.

O lançamento do segundo disco da banda de Danielle, Este e Alana Haim (além do baterista Dash Hutton) está previsto para o dia 7 de julho e possui engajamento total do ex-Vampire Weekend Rostam Batmanglij na produção.

Para deixar os fãs mais ouriçados saiu ontem o single “Little of Your Love”, música que havia sido apresentada antes ao vivo no Saturday Night Live.

Apesar do aparecimento meteórico com “Days Are Gone”, as meninas prometem não baixar a bola com “Something to Tell You” que tem 11 faixas inéditas e pretende alçar voos ainda maiores para a carreira da banda.

Ouça a nova canção logo abaixo:

 

 


 

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Não é só a pós-verdade, mas também a pós-ética

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Num Brasil devastado por casos de corrupção e governo preocupado apenas em apinhar os próprios cofres e as contas financeiras das grandes corporações enquanto desmonta toda uma história de lutas dos trabalhadores não é somente essa a desesperança apresentada diante de nossos olhos.

A sociedade atual brasileira vale-se muito de preceitos alinhados com a simples ideia da mentira e da acusação infundada de gente com quem não se tem um mínimo de afinidade, mas também acaba por se apoiar numa pós-ética que implica com apenas um lado da moeda e molda conjecturas para essas ficarem mais próximas do que se acredita.

Sendo assim, a realidade se modifica de acordo com pós-verdades e maneiras caolhas de se ver a si mesmo e ao mundo ao redor.

Sinceramente, estamos numa época em que tanto faz e pouco importa para a grande parte das pessoas analisar o que acontece na realidade de fato. O que importa numa notícia, no relato de um acontecimento ou na fofoca do vizinho é receber aquilo que faz parte do seu filtro afetivo.

Ninguém tem se interessado por buscar a verdade, nem mesmo promover o vasculhamento de algo que parece obscuro, tendencioso ou fora da realidade. A mídia e a imprensa então estão pouco se lixando para um princípio básico do jornalismo, ou seja, ouvir os dois lados.

Cito dois casos recentes para os quais me abstive, inclusive, de comentar por esses campos minados da internet. Na primeira situação vemos a informação do rapaz que foi tatuado em sua testa por outro por ter invadido seu estúdio de tatuagem e ter roubado sua bicicleta.

As reações foram desmedidas tanto de um lado (a defesa do tatuador torturador) quanto de outro (a vitimização do criminoso), mas ninguém parou para pensar que havia a necessidade de apurar melhor os fatos.

Vimos posteriormente que o rapaz tem doença mental e é viciado em, drogas, estava desaparecido havia dias do seio da família e que não havia estúdio nenhum de tatuagem ao mesmo tempo que a própria bicicleta nem era do tatuador. Custava uma checagem extra na notícia por parte dos jornais ou dos próprios leitores? Nunca, e sabe porquê? Porque o que importa é vociferar cegamente naquilo que você acredita. E o pior: mesmo após o relato completo do acontecido ainda iremos ouvir reprodução de ódio por aí, já que ninguém se preocupa com a verdade, somente com a pós-verdade.

No segundo caso, vemos a jornalista Miriam Leitão indignada com uma agressão coletiva contra ela dentro de um avião, tudo muito bem relatado através de sua coluna no jornal O Globo uma semana após o ocorrido (lembremos que se trata de uma profissional quase onipresente na grade de programação da TV e do Rádio). Questão essencial acerca disso que nenhum colega dela indagou antes de se solidarizar quase que instantaneamente com ela pelas redes sociais é que ela só se indignou com o caso 7 dias depois.

Os jornais, revistas e afins não se dignaram a pesquisar mais a respeito, mas alguns abençoados curiosos começaram a analisar a questão e chegamos a outro relato, este de uma passageira do mesmo voo de Leitão, que possui uma versão muito diferente da dela (com a diferença de ter feito isso no dia seguinte ao ocorrido no avião e tendo nuances mais complexas como a entrada de um oficial da polícia federal fazendo ameaças a passageiros).

Estanho, não? Mas mais esquisito ainda é o silêncio gritante da grande maioria dos colegas da jornalista e muita gente na rede, pois quase sua totalidade se prestou rapidamente a defendê-la sem nem ao menos inquiri-la sobre os detalhes do fato em si. Mais do que a defesa era a necessidade de apontar o dedo aos supostos agressores sem nem ao menos saber quem eram ou se realmente existiam.

Desse modo, o que se percebe nesses dois casos mais nitidamente é que há canalhice de sobra ao nem querer saber sobre o outro lado da notícia e ao ser apologista imediato do que apoia enquanto cerra os olhos às provas em contrário. Não temos apenas, portanto, uma crise política por esses lados do Atlântico, mas sim um colapso ético no qual ficam depositados apenas os gostos e interesses sem que a verdade, o bom senso e as medidas de consciência possam ser minimamente visitadas em algum momento.

 

E isso, meus amigos, é mais um passo ao fundo do poço que parece estar distante deste país varonil enquanto sociedade constituída que poderia se prestar a ser só um pouquinho mais justa e igualitária, mas que diante de coisas assim só se distancia da superfície.

 


 

Vem coisa nova do QOTSA por aí

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Os detalhes ainda não estão definidos, mas muitas pontas soltas vem sendo jogadas pela banda da California, principalmente na WEB.

Sem lançar álbum novo desde 2013 (quando nos brindou com o fabuloso “… Like Clockwork”), o Queens Of The Stone Age colocou um novo site na internet no qual aparece uma TV meio anos 70, 80 e que possui inúmeros canais.

Inicialmente, em tom de piada saudosista só apareciam chiados e canais fora do ar, mas desde as primeiras horas de hoje (acho), no canal 1, integrantes da banda repetem exaustivamente a palavra “gold”.

Além disso, agora há pouco começou a transmissão de um vídeo no qual os meninos da banda se submetem a um teste de polígrafo.

Dentre as perguntas estão questões relacionadas ao trabalho do produtor Mark Ronson com o grupo, o nome do disco novo que será intitulado “Villains” e outras dúvidas mais ou menos pertinentes.

Também é possível ouvir um teaser do single “Feet Don’t Fail Me” e reparar que há um tom mais dançante nos riffs de guitarra do Queens Of The Stone Age. Tudo leva a crer que a parceria com Ronson pode ter essa colheita já que o cara lançou Amy Winehouse e fez coisas bacanas com Lady Gaga.

Agora, quando irá sair de vez o novo trabalho de estúdio não sabemos ao certo. Pode ser daqui a pouco, mas o enigma ainda prossegue.

 

Mas que chegue logo, please!

 

 


 

 

Ninguém esperava por isso: Boogarins solta novo álbum de supetão

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Normalmente, acontece uma campanha de marketing e quando se trata de uma banda que já possui bastante infiltração no mercado internacional por conta de suas ótimas apresentações em grandes festivais na gringa é óbvio que isso é mais do que esperado.

O próprio acompanhamento da imprensa especializada dificulta que o inverso ocorre.

Mas estamos falando do Boogarins, grupo de Goiania para o mundo, que lançou dois dos melhores discos dos últimos dez anos (a saber, “Manual” e “As Plantas Que Curam”, além do trabalho ao vivo intitulado “Desvio Onírico”) faz nossas cabeças explodirem com o lançamento bomba de “Lá Vem a Morte”.

O disco está recheado por 8 faixas e foi gravado no estúdio Manchaca Roadhouse tendo sido produzido e mixado por Benke Ferraz (guitarra). Além disso, este é o primeiro disco da banda com participação do baterista Ynaiã Benthroldo como compositor também. Prosseguem na banda Fernando Almeida Filho (voz e guitarra) e Raphael Vaz (baixo) para completar o quarteto.

Essa nova produção dos goianos possui canções com letras que seguem uma linha política que critica a atual onda cínica e hipócrita da sociedade em suas relações humanas como um todo.

Singles como “Foi mal”, “Onda Negra”, “Polução noturna”, “Corredor polonês” têm nitidamente essa pegada analítica de nosso mundo contemporâneo ao mesmo tempo que promovem uma maior participação de elementos eletrônicos no som da banda. O próprio uso de sintetizadores comprova tal afirmação.

A crônica evolutiva em torno do nome do disco permeia “Lá Vem a Morte Parte 1”, “Lá Vem a Morte Parte 2″ e Lá Vem a Morte Parte 3” com nuances de uma mini ópera que enquanto grita pela morte conceitual que pode chegar pelo crime (ou violência policial?), socialmente ou mentalmente também demonstra através dos ritmos e barulhos empregados as várias formas de morrer: fisicamente, sensorialmente ou transcendentalmente.

Dessa forma, o disco pode entrar naturalmente como uma apresentação a parte do Boogarins nas novas apresentações ou como um ato específico durante os shows desta próxima temporada deles.

Além disso, a banda se mostra enraizada num ambiente sonoro que agrada a um público fiel tanto cá como lá fora. E isso não é para qualquer um.

 


 

Boogarins – Lá Vem a Morte 

 

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1 – Lá Vem a Morte Parte 1

2 – Foimal

3 – Onda Negra

4 – Polução Noturna

5 – Lá  Vem a Morte Parte 2

6 – Corredor Polonês

7 – Elogio à Instituição do Cinismo

8 – Lá Vem a Morte Parte 3

 


 

Lá Vem a Morte – Full Album

 

 


 

Aos poucos o “Melodrama” de Lorde vai saindo

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Há artistas que preferem lançar tudo de uma vez, há aqueles que nem lançando mais nada estão e há, finalmente, aqueles que preferem fazer tudo em pílulas, caso agora de nossa amada Lorde.

A jovem neozelandesa mais conhecida do planeta já forneceu informações de que a liberação do disco completo para vendas on line ou físicas acontece dia 16 de junho, mas soltou nos últimos três meses os singles “Green Light”, “Liability” e “Perfect Places”.

A nova parcela do álbum “Melodrama” que foi mostrada hoje se chama “Sober” e tem uma pegada mais voltada para o debut da cantora de 4 anos atrás.

Lorde tem aproveitado as redes sociais e as últimas entrevistas para dizer que esse trabalho é o início de uma nova era em sua carreira. Para quem começou antes de ontem pode significar muito ou simplesmente a evolução daquilo que já vimos em seu primeiro capítulo com “Pure Heroine”.

Portanto, daqui a uma semana veremos o que de fato isso significa, mas as tais pílulas soltas até agora podem dar pistas aos fãs. E pela reação às músicas (essa de hoje, inclusive) a aceitação é acima da média.

Veja abaixo o vídeo da canção:

 

 


 

 

 

 

 

O Line Up que você respeita: tudo sobre o Popload Festival 2017

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Sim, há o Lollapalooza Brasil que se firmou e já é considerado uma das maiores atrações que acontece aqui em São Paulo.

Há o Rock in Rio que mesmo entre altos e baixos sempre entrega boas apresentações e muito do mais do mesmo do Mainstream (até porque é isso que o seu consumidor pede).

Existem muitos e muitos outros exemplos ao redor do país como o Bananada Festival de Goiania, o João Rock de Ribeirão Preto e o Abril Pro Rock de Recife que representam muito bem a música alternativa (ou parte dela).

Outros festivais mais recentes como o Maximus (que entrega um presente para os metalheads), as versões nacionais do Tomorrowland (SP) e do Ultra Music (RJ) para abençoar os fãs ávidos por música eletrônica, além do novíssimo São Paulo Trip que trará alguns dinossauros do rock para Sampa, vêm sendo considerados como interessantes, bem programados e otimamente produzidos.

Mas minha predileção ao Popload Festival acontece desde os períodos em que ele ainda era menor (aconteceu no antigo HSBC Brasil, também conhecido como Tom Brasil, em 2013), passou para a Audio Club em 2014 e 2015, foi para o estranho e interessante Urban Stage em 2016 e finalmente chegou a esta versão Memorial da América Latina neste ano.

O Line Up sempre foi um show à parte com a primeira edição tendo The xx, The Lumineers, Tame Impala, Cat Power e Pond em 2014, os sensacionais Iggy Pop, Belle and Sebastian e Spoon no terceiro ano e a varrida absurda de Wilco e The Libertines ano passado.

 

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Para este ano a expectativa era grande e os rumores sempre apontaram para a escalação de Phoenix, mas a coisa ficou melhor com a inclusão da maravilhosa P.J. Harvey e da doce voz de Elena Tonra com seu Daughter. Além disso, ainda teremos Carne Doce e Neon Indian de lambuja para você conhecer, vibrar e se empolgar bastante.

O interessante é que em contato com a produção do festival ficamos sabendo que ainda pode ver a confirmação de mais gente. Segura essa Brasiiiiiiiil!!!

Agora é aguardar, pois os shows prometem já que Phoenix estão para lançar disco novo nas próximas duas semanas, Polly Jean e Daughter lançaram deliciosos novos álbuns ano passado que, inclusive figuraram entre os melhores na nossa página, e o chillwave do Neon Indian fez sua última incursão nos estúdios em 2015.

Já o Carne Doce está ao lado de bandas como Boogarins, Far From Alaska e O Terno como uma das gratas surpresas nos últimos anos no meio alternativo musical brasileiro.

Portanto, para quem não conhece muito a escalação deste ano é melhor já ir se adiantando e fazer pesquisas rápidas pelos serviços de streaming, no Youtube ou no próprio Google para não perder a oportunidade única de assistir a artistas que estão em seu auge na carreira.

Dessa forma, o que mais diferencia o Popload Festival de outras atrações mostradas no início deste texto é que o frescor de novas bandas e sua urgência se misturam à relevância dos nomes já consagrados, mas que não estão por aí apenas para fazer número (e dinheiro). Quando você vê grupos vindo ao país pela milionésima vez para fazerem o mesmo show (nada contra, pois eu mesmo vou nessas apresentações) é um alívio perceber que há alguém preocupado em mostrar gente proativa e profícua acontecendo por aí.

 

Além disso, a produção do festival procura priorizar a experiência do fã em assistir a ótimos shows e, por isso, capricha no som, no palco e na venda de comes e bebes. Os banheiros também têm sido elogiados nas edições anteriores. Vamos ver neste ano com a mudança de local. Sempre é complicado quando se investe nos tais banheiros químicos. Não sei se será o caso no Memorial da América Latina no próximo dia 15 de novembro.

 

Algumas pessoas também reclamaram da data, pois se trata de um feriado no meio da semana e isso atrapalha principalmente aqueles que moram fora de São Paulo, mas nem tudo é perfeito. Talvez isso tenha a ver com as datas conseguidas pela produção do evento.

Com relação ao serviço do evento a pré-venda de ingressos começou ontem (06) para clientes do cartão virtual Nubank e no dia 09 de Junho será aberta a venda geral, com compras acontecendo inicialmente apenas pelo site TicketLoad, com preços que vão de R$ 160 a R$ 500. A produção promete anunciar nos próximos dias locais físicos para a compra. Mais informações pelo site poploadfestival.com ou pela página do festival no Facebook. Normalmente, as perguntas são respondidas rapidamente.

 

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Saiu agora do forno: novo single do Arcade Fire já está entre nós

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Foi assim com Reflektor.

 

Aos poucos vão crescendo os rumores, notícias vão surgindo e muita informação sobre novo álbum é promovida na rede.

 

Se há uma banda que sabe lidar com a internet esta se chama Arcade Fire e o novo single dos canadenses já está aparecendo na rede desde umas horas atrás.

 

A música se chama “Everything Now” e, assim como “I Give you Power”, esta também deve abrir caminho para o novo álbum do grupo que deve estar para sair.

 

Veja abaixo o vídeo: