Line up incrível comprova que Lolla Brasil 2018 será o melhor

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Como assistir a um show do The Who com um público imbecil

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Tudo começou ainda na apresentação do The Cult, banda britânica que antecedeu a grande atração da noite no Allianz Parque em São Paulo (antes, houve o show do Alter Bridge, o qual não consegui assistir).

Com uma carreira longínqua e tendo feito muito sucesso no país nos anos 80 e 90, o grupo liderado por Ian Astbury e Billy Duffy tem hits suficientes para preencher uma hora de palco, o que de fato ocorreu.

Porém, tirante o fato de alguns fãs de longa data dos ingleses estarem aqui e acolá o esforço hercúleo de Ian para tentar agitar o espectador (que nem de longe lotou o estádio para a primeiro edição do São Paulo Trip) não surtia efeito nem com a reza brava indígena que o vocalista evoca durante seus shows.

E olha que seu vocal ainda continua intenso e suas alterações de timbre com o microfone fazem valer o fato de ser o líder do Cult. É claro que um eco meio irritante atrapalhou um pouco a qualidade da voz de Ian, mas essa potência em conjunto com a guitarra bem executada por Duffy tinham tudo para levantar qualquer morto-vivo presente na arena palmeirense.

Pois eis que durante todo o show o rapaz tentava ser o mais agradável possível e, no máximo, conseguiu aplausos acanhados depois de alguns sucessos.

Até aí meu pensamento era de que as pessoas estavam se guardando para o prato principal da noite.

Passado o intervalo e a chegada triunfante do The Who e a sensação era de que tudo iria mudar com respeito ao público, mas isso não durou nem três canções.

A entrada fenomenal com “I Can’t Explain” já trazia um pouco de minha frustração com quem foi ao estádio assistir ao evento, pois mal Roger Daltrey, Pete Townshend e o restante dos músicos subiram ao palco, os malditos smartphones já entraram em cena. Claro que isso não é nenhuma novidade, mas por ser uma apresentação histórica ainda relevei pela necessidade de todos terem um registro do acontecimento.

É importante salientar que tanto a voz de Daltrey quanto a perícia de Townshend com a guitarra continuam quase intactos, além de se servirem muito bem do papel secundário realizado, principalmente por Zak Starkey (baterista filho de Ringo Starr) e pelo restante do grupo de instrumentistas.

Outro ponto a favor do show atual do The Who é a completa confluência de todos os integrantes com a produção visual. Tanto os vídeos antigos quanto os de efeitos meramente ilustrativos são ótimos e se encaixam perfeitamente no som da banda.

Mas voltando ao papel decisivo do público para acabar com essa experiência fantástica a partir da terceira música, “Who Are You?”, uma dupla formada por um protótipo de nazista e um outro babaca qualquer começaram a falar ao meu lado (estava na pista, no meio do povão) incessantemente sobre suplementos alimentares e outros assuntos menos interessantes enquanto tudo aquilo rolava em nossa frente.

Claro que minha paciência não durou dez minutos e sai dali. Percebam que já sou baixinho e quando consigo um lugar bom no meio da pista é difícil ter de me deslocar. Mas pra parar de sofrer foi esse o jeito encontrado.

Mais adiante consegui me encaixar num outro bom espaço e um casal começou a se lambuzar nos lábios um do outro. Nada contra a troca de ósculos, mas o que chateou foi a cerveja da moça que toda hora derramava em minhas pernas. Não era mais provável minha permanência ali e segui caminho novamente.

No próximo posto em que me fixei foi o momento em que consegui ficar mais tempo e os clássicos “My Generation” e “Bargain” puderam ser apreciados com bastante tranquilidade, mas esta foi embora quando outro marco da carreira do grupo foi alçado em nossos ouvidos. Com o início de “Behind Blue Eyes” as famigeradas câmeras dos celulares foram acionadas novamente, só que desta vez para gravar a canção inteira. Não bastasse ser menor que os outros e agora ainda teria os sovacos de todos bem próximos ao meu nariz.

Mas eu já tinha desistido de andar mais alguns quilômetros para tentar curtir em paz as últimas canções da apresentação.

E dá-lhe gente mandando mensagem de texto com a selfie devidamente editada para esconder a feiura humana, e mais cerveja sendo derramada no meu pé que devia estar sendo confundido com deposito de resto de cevada. Mas nada se compara com os infelizes errantes que surgem e somem do nada enquanto “You Better You Bet”, “The Rock” e “Amazing Journey” rolam soltas a poucos metros de distância de nós. Os tais caminhantes brancos parecem nem compreender o que está diante de seus olhos e ouvidos para preferirem andar centenas de metros a cada cinco minutos em busca de um malfadado copo de Itaipava.

Aliás, que benção, no meio desse terror todo, pois assistir a um show em que a patrocinadora é esta marca de cerveja é muito bom já que não gastei um centavo durante minhas quase quatro horas lá dentro.

Por fim, não poderiam faltar os inúmeros pisões que ainda hoje calejam meu pé que antes de “Pinball Wizard” emendada em “See me Feel me” e “Listening to You” (para arrematar a obra prima “Tommy”) já passavam de dez.

Ainda deu tempo de curtir com muito prazer num momento bem catártico as lindas “Baba O’Riley” e “Won’t Get Fooled Again” e finalizar a primeira parte do show em alto nível.

 Porém, logo depois, no bis com “5:15” e “Substitute”, muitos imbecis só queriam saber de tirar aquela última foto de costas para o palco.

Enfim, é bem visível que de todos os públicos que há no Brasil o mais desinteressante para os artistas sempre foi o perfil coxinha do paulistano, mas de tempos para cá esse negócio tem se tornado insuportável.

Talvez a própria mudança em alguns estádios de futebol já vinha oferecendo uma visão mais ampla desse tipo de gente que começa a povoar locais que antes eram apenas oferecidos àqueles que realmente gostavam daquele tipo de cultura.

Porém, no que diz respeito a concertos de rock, o preço a ser pago nunca foi barato e nem por isso o povo era tão babaca assim. O que tem acontecido por aqui realmente é surreal.

E olha que muitos aspectos estão sendo relevados em minha análise, pois o próprio uso dos celulares, se realizado com moderação, não altera em nada a experiência de assistir a uma apresentação musical, porém o negócio tem acontecido quase de modo masturbatório e isso irrita demais.

Portanto, quanto ao show só posso dar 10 à performance da banda como um todo e à produção por trás da atividade visual do concerto. Com relação à produção do festival (que peca muito em não colar o nome São Paulo Trip como uma marca) fica a desejar por causa do som que não é dos melhores e não dá para entender quem foi a criatura que achou por bem enfiar umas caixas acústicas no meio de enormes torres laterais bem no centro do campo. Isso só proporcionou ecos durante toda a apresentação.

Por fim, como não poderia ser diferente após todo esse relato, a nota para o público imbecil que lá compareceu só podia ser zero. E que nós paulistanos não deixemos aqui virar, além de túmulo do samba, também um mausoléu do rock.

 

Set List completo da Apresentação:

 

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1 – I Can’t Explain

2 – The Seeker

3 – Who Are You?

4 – The Kids Are Alright

5 – I Can See For Miles

6 – My Generation

7 – Bargain

8 – Behind Blue Eyes

9 – Join Together

10 – You Better You Bet

11 – I’m One

12 – The Rock

13 – Love, Reign O’er Me

14 – Eminence Front

15 – Amazing Journey

16 – Sparks

17 – Pinbal Wizard – See Me Feel Me – Listening To You

18 – Baba O’Riley

19 – Won’t Get Fooled Again

Encore:

20 – 5:15

21 – Substitute

 


 

 

Amanhã: primeira vez que The Who pisa em Sampa

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Será amanhã diretamente do Allianz Parque que haverá a apresentação da banda britânica The Who no Brasil.

O grupo liderado por Roger Daltrey e Pete Towshend e que já teve o lendário Keith Moon como baterista fará mini turnê no país que ainda terá passagem pelo Rock in Rio (23) e Porto Alegre (26).

Obviamente, o show será marcado por clássicos dos anos 60 e por canções da discoteca básica de qualquer fã que se preze. O arsenal deve trazer “Baba O’Riley”, “Who Are You?”, “My Generation”, “Pinball Wizard”, “Magic Bus”, entre outras pérolas, que ainda sempre guardam momentos de puro êxtase com as performances dos músicos da banda.

De lambuja, quem for ao show terá a possibilidade de acompanhar os ingleses do The Cult com um caminhão de hits que povoaram as rádios rock nos anos 80 e 90, além do Alter Bridge.

Ainda há ingressos (poucos, aliás) que podem ser adquiridos pelo site ingressorapido.com.br. ou pelo aplicativo de mesmo nome.


Melhore sua terça com o novo som de Morrissey

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Tudo começou ontem quando Morrissey tuitou a não tão misteriosa frase “Spent the Day in Bed” e sumiu novamente. Já havia informação suficiente para os fãs enlouquecerem!

Pois eis que hoje de manhã acordamos com o novo single do cantor chamado, vejam vocês, “Spent the Day in Bed”. A canção fará parte do novo disco de Moz chamado “Low in High School” que será lançado dia 17 de novembro.

A mais nova empreitada do britânico será também o pontapé inicial do selo criado por ele, Etienne, e terá distribuição mundial pela BMG. Quem produz o disco é Joe Chiccarelli tendo utilizado os estúdios La Fabrique, na França, e Forum, (propriedade de Ennio Morricone) em Roma.

Pelo Twitter também Morrissey colocou um possível caminho que seguirá sua próxima turnê, pelo menos a parte americana que começaria na mesma época em que o álbum sairá.

Veja abaixo, o vídeo subscrito da música “Spent the Day in Bed”:

 

 

 


 

A fome com a vontade comer: Novo de Foo Fighters e a certeza de vê-los juntos com o QOTSA

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Sai hoje para o mundo através das plataformas de streaming e por meio físico também o novo disco do Foo Fighters “Concrete and Gold”.

A bolacha produzida por Greg Kurstin que foi gravada nos últimos 12 meses tem onze novas canções e participações que vão de nomes como Alison Mosshart e Paul Mcartney até outras menos ortodoxas como Justin Timberlake.

Apesar da megalomania de Dave Grohl que inicialmente queria a gravação toda ao vivo do álbum em frente a um público de 20 mil pessoas o produto final foi realizado da maneira tradicional usando estúdios mesmo.

Com esse lançamento também tem pontapé inicial a turnê internacional da banda que terá passagem pelo Brasil em fevereiro do ano que vem e contará com cinco apresentações, a saber, em São Paulo e Rio de Janeiro (2 vezes em cada uma, a princípio) e Porto Alegre.

O ponto alto desta perna do tour sulamericano é que terá o reforço mais do que bem vindo do Queens Of The Stone Age de Josh Homme (que tem o novo “Villains” também) fazendo uma dobradinha respeitável tanto quanto esperada.

As datas ainda não foram confirmadas, mas aparentemente em Sampa os shows acontecerão no Estádio do Morumbi. O período de fevereiro também foi previamente pensado para não trombar com eventos como o Lollapalooza Brasil 2017 que acontecerá em Março.

 

 


 

 

Foo Fighters – Concrete and Gold

 

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1 – T-Shirt

2 – Run

3 – Make It Right

4 – The Sky is a Neighborhood

5 – La Dee Da

6 – Dirty Water

7 – Arrows

8 – Happy Ever After (Zero Hour)

9 – Sunday Rain

10 – The Line

11 – Concrete and Gold

 


 

 

The Sky is a Neighborhood

 

 


 

Björk em dois novos atos

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O ano começou com a notícia de que em algum momento dele haveria coisa nova da islandesa Björk para ser apreciado pelos seus fãs.

O sucessor de Vulnicura estaria sendo preparado às sete chaves pela cantora e por produtores misteriosos e pelo que deu a entender nas últimas horas por meio de postagens em seu Instagram e pelo Twitter o disco pode estar pronto para sair.

 

 

Mais do que isso, lançou já seu primeiro single “The Gate” à meia-noite de hoje, o que deixa a expectativa para o trabalho completo que pode ser disponibilizado a qualquer momento pela gravadora da moça.

Outra notícia que tem ligação direta com Björk é a estreia de uma peça de teatro no Rio de janeiro no Sesc Ginástico e tem como base a adaptação de uma obra cinematográfica estrelada por ela própria. “Dançando no Escuro” toma por base o roteiro do filme homônimo de Lars von Trier de 2000 e terá direção de Dani Barros em sua estreia na função.

O papel que foi da baixinha islandesa ficará com Juliane Bodini numa versão que deve valer a pena analisar no palco já que os textos de Von Trier têm um sentido muito claustrofóbico, algo próprio do teatro. A peça ficará em cartaz até meados de novembro.

 


 

Mais lançamentos: curta o novo álbum do The National

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Já está disponível desde sexta-feira (08/09) para todo mundo via streaming ou para venda física o novo disco do The National. “Sleep Well Beast” é o sétimo trabalho cheio de estúdio da banda originária de Ohio, mas que atualmente tem sede em Nova York.

Tendo tido um hiato de 4 anos desde “Trouble Wil Find Me” e de inúmeros períodos de show ao redor do globo, Matt Berninger e sua trupe estão de volta com 12 canções que promovem uma pegada parecida com a do disco de 2013.

O álbum sai pelo selo 4AD e conta com produção de  Aaron Dessner, Bryce Dessner e do próprio vocalista do grupo que já se prepara para uma grande turnê mundial.

Com os vídeos de “Day I Die”, “Carin at the Liquor Store” e “The System Only Dreams in Total Darkness” (todos dirigidos por Casey Reas) já promovendo o álbum, a banda já viaja para Paris onde fará participação no “Pitchfork Festival Paris” dia 16 de setembro.

Veja abaixo os vídeos citados acima e a tracklist completa de “Sleep Well Beast”:

 

Day I Die

 

 


 

 

Carin at the Liquor Store

 

 


 

 

The System Only Dreams in Total Darkness

 

 


 

 

The National – Sleep Well Beast

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1 – Nobody Else Will Be There

2 – Day I Die

3 – Walk It Back

4 – The System Only Dreams in Only Total Darkness

5 – Born to Beg

6 – Turtleneck

7 – Empire Line

8 – I’ll Still Destroy You

9 – Guilty Party

10 – Carin At The Liquor Store

11 – Dark Side Of The Gym

12 – Sleep Well Beast