Saiu e ninguém comentou? CHVRCHES e seu novo álbum

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Quando surgiu o CHVRCHES foi muito elogiado, mas ao mesmo tempo ressoava sobre o trio escocês uma certa pecha de sugar muito de outras bandas.

A principal comparação era o The XX, mas isso foi um pouco dirimido no segundo disco que fugiu um pouco do rótulo de apenas ser música eletrônica e apostava mais em experimentações.

Desta feita, após três anos de “Every Open Eye” e de uma maior maturidade para encontrar o próprio som o CHVRCHES está de volta com um som mais limpo do que nas últimas vezes.

Em “Love Is Dead”, lançado e distribuído pela Glassnote, produzido por Greg Kurstin e Steve Mac (mais conhecidos por trabalhos com artistas da Dance Music mainstream) com auxílio da própria banda, o ambiente dos outros discos está lá, mas os caminhos alcançados pelos três parceiros musicais parece tomar outro rumo.

A banda parece se aprofundar nas referências do mundo pop ao mesmo tempo que se mistura com baladas que não povoavam tanto assim sua carreira.

O resultado é bem consistente e não frustra tanto aqueles que já gostavam do som deles quanto aqueles que acabaram de conhecê-los.

A voz de Lauren Mayberry continua maravilhosa e mais firme e as peripécias de Iain Cook e Martin Doherty nos sintetizadores se aliam bem com os outros instrumentos. O fato da gravação ter sido realizada em lugares diferentes (Los Angeles, Nova York e Londres) parece ter tirado todo mundo do conforto de deixar tudo certinho e padronizado, mas parece ficar bem coeso quando se escuta tudo de uma vez só.

Na Entertainment Weekly os integrantes deram entrevista descrevendo o álbum como “o mais pop” deles, enquanto o consideravam “agressivo e vulnerável ao mesmo tempo”. E isso pode ser bom para alguns, mas pesar contra para outros, porém canções como “Graffiti”, “My Enemy” (com Matt Berninger do The National), “Miracle”, “God’s Plan” e “Wonderland” demonstram que a qualidade é bem explícita  no conteúdo inteiro.

Sendo assim, aproveite para ouvir também os discos anteriores e fazer uma comparação com este e outros artistas que eram considerados a influência maior do CHVRCHES em seu início de carreira para analisar o quanto mudaram e o quanto ainda mantêm daquela  essência.

 


 

CHVRCHES – Love is Dead 

 

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1 – Graffiti

2 – Get Out

3 – Deliverance

4 – My Enemy

5 – Forever

6 – Never Say Die

7 – Miracle

8 – Graves

9 – Heaven/Hell

10 – God’s Plan

11 – Really Gone

12 – II

13 – Wonderland

 


 

 


 

 


 

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Primavera Sound: o festival que você respeita divulga cartaz oficial

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Começa semana que vem o festival mais cool dessa época do ano na Europa.

O Primavera Sound tem se notabilizado por ser um dos festivais mais procurados pelos turistas de outras regiões do globo que se deslocam em massa diretamente para Barcelona na região da Catalunha, Espanha.

O evento se inicia no dia 30 de Maio (quarta-feira) e vai até dia 03/06 (domingo) numa maratona de shows que inclui Björk, Nick Cave and the Bad Seeds, Tyler The Creator, Haim, Arctic Monkeys, Lorde, Animal Collective e Beach House, entre outros.

Na verdade, como você pode ver bem abaixo, o primeiro é último dias são mais reduzidos em termos de atrações, mas enquanto a quarta tem figurinhas conhecidas como Belle and Sebastian e Spiritualized (com o acompanhamento de orquestra), o domingo está reservado para artistas menos conhecidos, com exceção de Ariel Pink.

O site do festival informa que há um canal oficial no Youtube, mas não divulga se por lá termos transmissões ao vivo nos dias das apresentações.

De qualquer maneira, fica aqui o registro e o endereço do site (https://www.primaverasound.com) e do canal na rede social especializada em vídeos (https://www.youtube.com/user/PrimaveraSoundTV).

Por fim, vale lembrar que na semana seguinte à mega-atividade em Barcelona há repeteco dos mesmos artistas tocando na cidade do Porto em Portugal.

 

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Pílulas do indie: Parquet Courts, Beach House e Death Grips

Parquet Courts – Wide Awake

 

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Este é o sexto álbum de uma banda que não tem nem dez anos de existência. Parquet Courts é um dos grupos mais proficientes da cena indie atual e com criatividade suficiente para viver por bastante tempo ainda por causa de sua essência punk e anarquia musical. Além disso, os shows dessa turma de Nova York são simplesmente maravilhosos. Vale muito e faixas como “Total Football”, “Mardi Gras Beads”, “Wide Awake” e “NYC Observation” vão te dar essa certeza.

 

 


 

Beach House – 7

 

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Tá certo, o álbum saiu na semana anterior, mas não houve tempo de fazer nenhum comentário a respeito. O sétimo trabalho de estúdio do duo formado por Victoria Legrand e Alex Scally não poderia nos decepcionar e realmente cumpriu bem o papel. Com boas canções que usam bem a voz francesa de sua vocalista quanto as peripécias instrumentais e experimentais para nos fazer viajar em sua ambientação extremamente eficaz o disco cumpre bem o que promete. Destaque para “Dark Spring” “Lemon Glow”, “Black Car” e “Woo”.

 

 


 

Death Grips

 

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O grupo formado por MC Ride, Zach Hill e Andy Morin estreia novo álbum em breve que se chamará “Year of the Snitch”, mas já vem jogando para os fãs músicas como “Black Paint” e “Streaky”. Ontem foi a vez da nova “Flies”. Escute e veja se não faz sentido esperar coisa boa quando o sétimo disco do projeto sair.

 

 


 

 

Disco do ano? Já está entre nós o novo trabalho de Courtney Barnett

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A menina australiana que nos acostumamos a amar não para de trabalhar.

Depois de um disco de estreia que abocanhou a maioria dos prêmios em 2015 e de fazer duplinha fantástica com Kurt Vile ano passado agora é a vez de Courtney Barnett arrebatar todas as atenções com seu segundo trabalho solo.

O nome do álbum lançado sexta-feira (18) pela Milk Records é “Tell Me How You Really Feel” e já nasce como uma das melhores coisas criadas pelo indie neste ano.

Com a produção realizada por Burke Reid e Dan Luscombe, os mesmos da estreia da moça todas as faixas foram gravadas em Melbourne mesmo, lar doce lar da cantora.

Além das já conhecidas “City Looks Pretty”, “Nameless, Faceless” e “Need a Little Time” (a melhor do álbum), também há muita variedade entre ritmo, ambientalização e sonoridade distintas em cada uma das canções do álbum.

Há muito do country rock de suas outras experiências, mas também do grunge rasgado que já produzia desde os primeiros EPs. Para exemplificar essa facilidade em andar entre vários sons escute a primeira faixa “Hopefulessness”, e se entretenha com “Charity” e “I’m Not Your Mother, I’m Not Your Bitch” (que ainda inclui um discurso foda).

Por outro lado, o classic rock simples e direto que já demonstrou saber fazer volta com “Crippling Selgf Doubt And a General Lack of Self Confidence” e se ramifica com o ar de show de boteco na ótima “Help Your Self”, além de saber fechar bem o álbum com “Walkin’ on Eggshells” e “Sunday Roast” numa medida certa entre instrumentação bem executada e a voz da menina que já está ficando marcante.

Nesse sentido, é importante salientar a qualidade da banda da garota que sabe acompanha-la bem em todas as estradas pelas quais percorre com sua guitarra.

 

Uma outra coisa que é interessante é que para quem já assistiu Courtney Barnett ao vivo sabe exatamente que essas músicas irão ficar muito bem em cima do palco.

Dessa forma, é importante salientar que estamos diante de outro disco da australiana que tem tudo para ficar entre os grandes lançamentos neste ano. Espere só para comprovar!

 


 

Courtney Barnett – Tell Me How You Really Feel

 

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1 – “Hopefulessness”

2 – “City Looks Pretty”

3 – “Charity”

4 – “Need a Little Time”

5 – “Nameless, Faceless”

6 – “I’m Not Your Mother, I’m Not Your Bitch”

7 – “Crippling Self-Doubt and a General Lack of Confidence”

8 – “Help Your Self”

9 – “Walkin’ on Eggshells”

10 – “Sunday Roast”

 


 

 

 


 

 


 

 


 

Johnny Marr decolou mesmo sua carreira solo. Vem aí seu terceiro disco

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Estreia mundialmente no próximo dia 15 de junho o novo disco solo de Johnny Marr.

Se demorou muito para se lançar sozinho na estrada estando apenas no terceiro álbum solo de sua vasta carreira de serviços prestados à música inglesa, quando o fez realizou com bastante qualidade.

O debut desta vida fora do Smiths só iniciou em 2013 com “The Messenger” e se prolongou em 2014 com “Playland”, ambos os trabalhos elogiadíssimos pela crítica e turnê que passou pelo Brasil duas vezes nos últimos anos (uma pelo Lollapalooza e outra fechando o Festival Cultura Inglesa).

Agora é a vez de “Call The Comet”, disco que sai pela New Voodoo Records e recebeu cuidado especial do cantor assinando a própria produção.

E são de Johnny Marr as palavras acerca do álbum para definir seu objetivo enquanto atividade criativa: “Ele se passa em um futuro não-tão-distante e traz a ideia de uma sociedade alternativa. Os personagens das músicas estão procurando por novos idealismos, embora tenham algumas músicas pessoais também. É algo que pessoas como eu podem se identificar”, explicou o músico.

Com os singles “The Tracers” e “Hi Hello” já tendo sido lançados (com o último sendo considerado por algumas pessoas mais perspicazes como uma referência direta ao clássico álbum “Queen is Dead”) a espera fica pelas outras 10 faixas que serão mostradas quando o disco tiver sua estreia no começo do próximo mês.

Mas uma coisa é certa: diferentemente de Morrissey que parece viver muito mal com seus próprios demônios o momento de Marr é de pura tranquilidade. E isso, por se tratar de ídolos de uma das bandas de todos os tempos, é inevitável de se comparar.

 


 

Call The Comet – Johnny Marr

 

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1 – Rise

2 – The Tracers

3 – Hey Angel

4 – Hi Hello

5 – New Dominions

6 – Day In Day Out

7 – Walk Into The Sea

8 – Bug

9 – Actor Attractor

10 – Spiral Cities

11 – My Eternal

12 – A Different Gun

 


 

 


 

 


 

Bicentenário de Karl Marx: 5 filmes sobre comunismo para entender o filósofo

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A importância do comunismo pode até ser rechaçada pelos seus detratores, mas não há como negar que a simples tentativa de levá-la para o mundo real da sociedade e das pessoas é um procedimento que a identifica como uma ideologia imprescindível para a evolução dos questionamentos do que fizemos com esse mundo onde vivemos.

Já diria Eduardo Galeano (que parafraseava Fernando Birri) que uma utopia é aquilo pelo qual temos que continuar indo em frente: “A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”

Ora, sendo assim, estudar o pai da ideia de unir os trabalhadores em torno de um ideal comum é necessário para que não possamos nos perder em discussões vazias sobre o fato de o sistema socialista não ter “dado certo” como regime político.

Sim, até porque há muito o que discordar sobre esse tipo de afirmação preferida da direita mundial.

Portanto, abaixo, citamos 5 filmes que tratam do tema e são importantes para entender suas vertentes e como seus desdobramentos podem ter sido positivos ou mal interpretados ao longo desses últimos dois séculos.

 


 

O Jovem Marx

 

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Obviamente, para falar sobre o comunismo nada melhor do que começar pelo seu idealizador e organizador karl Marx que através do “Manifesto Comunista” encaixou tudo aquilo que achava ser necessário para os trabalhadores do mundo todo se unirem. Para isso, o filme “O Jovem Karl Marx” (Raoul Peck – Alemanha – 2017) não é nenhum suprassumo no estudo básico do personagem histórico, mas tenta se ater ao indivíduo. Porém, se há uma qualidade na produção é que tenta se fazer uma distinção entre o que seria o Pensamento Marxiniano é diferente do Pensamento Marxista. A diferença sutil é que enquanto o primeira ideia é o que foi colocado em prática por governos totalitários do século XX o segundo pensamento é exatamente o que o filósofo alemão queria que houvesse sido empregado mais incisivamente.

 

 


 

Reds

 

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A importância desse filme tem a ver mais com a utilização inteligente do roteiro com relação aos diálogos. Ambientado a partir do início do Século XX, o longa de Warren Beatty de 1981 segue a vida de John Reed, jornalista socialista que trabalhava no periódico The Masses, que participa da fundação do Partido Comunista dos Estados Unidos e, posteriormente, acompanha o desenvolvimento da Revolução Russa, algo que culmina na escrita de seu livro “Os Dias que abalaram o mundo”. De fato, são as discussões sobre política e economia que permeavam aquele período e as atuações no filme por parte de Jack Nicholson e Diane Keaton (que vive sua esposa Lousie Brant) roubam a cena da produção.

 

 


 

Encouraçado  Potemkim

 

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Este filme tem uma intenção panfletária, mas nem por isso ele deixa de ser clássico e de uma qualidade de linguagem e roteiro únicos. Lançado pelo regime soviético em 1925, esse filme representa uma obra magistral do cinema mudo, independente de ideologia ou daquilo que pretende defender. O trabalho artístico da produção soviética dirigida por Serguei Eisenstein é perfeito em cada cena e as atuações também rendem elogios. À base de um fato real, o levante de um grupo de marinheiros em 1905 que se recusou a comer carne podre, e, a partir deste fato, há uma discussão sobre o poder do coletivo e das massas diante de qualquer injustiça. Filme que está entre os mais importantes da história do cinema mesmo que fale sobre uma questão difícil como é a ideologia política.

 

 


 

Adeus, Lênin

 

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Este filme alemão de 2003 dirigido por Wolfgang Becker tem uma via cômica principalmente por retratar a vida de um rapaz que precisa resolver um problema complexo com sua mãe: ambos moram do lado oriental de Berlim e a velha, uma fã incondicional do regime socialista, sofre um ataque cardíaco, entra em coma e após oito meses acorda já após a queda do muro em 1989. O filho inicia então uma série de ações para que ela não perceba que tudo mudou e não a entristeça com o fim do sonho socialista. As situações para que isso aconteça viram acontecimentos hilários que têm a façanha de deixar o espectador atento a cada nova atividade inventada pelo rapaz. Apesar do tom humorístico a fita mostra o quanto as ideias de Karl Marx quase não são reconhecidas nos procedimentos tomados pelo regime comunista mais de uma centena de anos depois das ideias terem sido lançadas ao mundo.

 

 


 

Edukators

 

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A última dica é “Edukators”, filme de 2004 produzido por Áustria e Alemanha e dirigido por Hans Weingartner. A produção mostra como a juventude pode ser uma força grande na luta de classes. Aqui há uma clara situação em que no momento em que a liberdade lhe é tirada e o autoritarismo se revela  é a parte jovem da sociedade quem tem um dos primeiros passos para seguir contra tais desmandos. A vingança contra os ricos acontece por meio de ótimos diálogos e monólogos que mais parecem discursos em cima de um palanque. A trama é de um grupo de jovens sem grandes perspectivas que decide invadir mansões apenas para mudar o local dos móveis e deixar mensagens com o intuito de mandar um recado sobre a liberdade. Funciona bem, traz elementos suficientes para a discussão política e ideológica, além de entreter bem.

 

 


 

Queremos! Festival: sim, é este o nome do evento que terá Father John Misty e Animal Collective

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Já faz algum tempo que os cariocas adotaram a iniciativa Queremos! Como um processo interessante para conseguir angariar fundos para eventos com artistas que dificilmente passariam pela cidade pelo rito comum dos festivais, produtoras e patrocinadores.

Pois eis que a atividade ficou tão séria que eles acabam de anunciar um evento próprio para a vinda de inúmeras figuras do alto escalão da música indie brasileira e mundial no próximo mês de Agosto.

O nome do evento é Queremos! Festival e o line up terá nada mais nada menos do que um dos maiores cantores da atualidade, Father John Misty e a cultuada banda Animal Collective que virá com um set list voltado para o grande álbum “Sung Tongs”.

Além dessas duas atrações principais ainda há lugar para o sensacional Boogarins e outras bandas de renome no circuito musical daqui e de fora.

O legal é que mesmo tendo pouco tempo para que o show aconteça a informação toda está bem detalhada de como, quando e quanto custará o festival.

O evento irá acontecer na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, no dia 25 de Agosto e contará com dois palcos onde as bandas num esquema já conhecido pelo público ativo deste tipo de produto.

Os ingressos tem um preço bastante honesto que custa a partir de R$ 140 e a abertura das vendas, inclusive, já começou hoje pela manhã pelo site https://festival.queremos.com.br/ e o patrocínio vem pesado com nomes como Heineken e Doritos.

A promessa é de que o primeiro show do festival aconteça às 15 horas e que o pessoal vire a noite com o último bis ocorrendo somente às 4 da manhã. Haverá também, como tem virado moda por aí, uma área gastronômica comandada por Thiago Nasser, da Junta Local, que tem como intuito misturar um pouco de tudo o que seduz na culinária carioca.

Abaixo, veja o Line Up completo do Queremos! Festival:

 


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Animal Collective

Father John Misty

ionnalee

BaianaSystem

Boogarins

Cut Copy

Rincon Sapiência

Rubel

Xênia França