Esqueça The Walking Dead: dê atenção para Kingdom

Kingdom: O que faz a série sul-coreana da Netflix ser tão incrível?

 

É inegável que o cinema sul-coreano tem qualidades narrativas e estilísticas que fazem dele um dos melhores do mundo contemporâneo, mas após a trajetória explosiva de Bong Joo-Ho com “Parasita” os holofotes para aquele canto do globo se intensificaram demais.

Sendo assim, coisas fantásticas de antes e depois do advento do ganhador do Oscar 2020 foram, enfim, sacadas do limbo (ou do cinema alternativo mundial) e venceram a barreira da legenda e do estranhamento da língua original.

Redações de todos os países agora precisam aprender a escrever rapidamente nomes cheios de encontros vocálicos e hifens para divulgar e analisar obras diversificadas tanto na estética quanto no roteiro de histórias orientais que ainda conseguem sugar alguma influência do bom cinema hollywoodiano.

Dessa maneira, era um caminho razoável que também outras mídias culturais também fossem percebidas pela comunidade artística internacional: novelas, doramas, animes, peças teatrais e séries sul-coreanas estão sendo desvendadas pelo público e crítica nos últimos tempos e isso tem provocado curiosidade e percepção de que a produção desta área do conhecimento naquele país pode ser introjetada em qualquer mente minimamente aberta ao novo.

E é sob essa perspectiva vazia de preconceitos que a Netflix resolveu encarar a produção e distribuição de conteúdo original da Coreia do Sul. É bom lembrar que mesmo antes da comoção de Parasita já havia um certo campo a ser explorado ali e foi nessa toada que surgiu Kingdom, série que estreou em 2019 com orçamento gigante e história pouco divulgada, mas que logo venceu os muros da ignorância alheia com o boca-a-boca que ajuda produtos a ganharem a audiência do serviço de Streaming estadunidense.

Produzida e dirigida por Kim Seoung-hun e com roteiro dele mesmo em parceria com a escritora Kim Eun-hee, Kingdom mistura elementos históricos e ficcionais ao seguir a trama política do final da Dinastia Joseon que promove poder, traição, guerra de famílias e clãs que acabam por provocar tensão social e um problema seríssimo de falta de comida em toda a região interiorana do país.

É no meio de toda essa efervescência na sociedade sul-coreana da época que conhecemos o drama do rei que foi acometido por varíola e que após sua morte o seu conselheiro-mor e sogro Cho Hak Joo (Seung-ryong Ryu) chama um médico conhecedor de práticas pouco ortodoxas da ciência para seu reavivamento. Mais à frente entenderemos melhor o motivo dessa pretensa benevolência, mas ela tem implicações severas para a base do que vem a ser o plot da série.

Em meio a tudo isso o herdeiro do trono, Lee Chang (Ji-Hoon Ju), descobre parte da conspiração e precisa viajar para desvendar de fato o que ocorreu com seu pai que não pode ser visto por ninguém por ordem da própria rainha e madrasta dele.

É exatamente na cidade para a qual retorna o médico com o espólio (ou ônus) da viagem para curar o rei que ocorre um fato que vai mudar a vida de todos no reino e faz com que uma invasão zumbi seja promovida em escala epidêmica.

A descrição acima é somente o argumento de parte do primeiro episódio da série e funciona bem por ocasião da facilidade com que autores e direção realizam a junção entre trama política com o elemento ficcional e sua parte de ação propriamente dita.

Além disso, é especialmente importante citar a arte de design de produção que enfatiza uma época distante dando realismo a ela. Há cenários suntuosos, mas existe a miséria em cada povoado visitado pelos personagens da produção. E é aí onde mora a sutileza dos detalhes que, muitas vezes, produções se empenham em deixar tudo muito próximo do perfeito, mas se esquecem que gente vivia ali e esse pequeno fator faz todo o papel de verossimilhança para quem vê o programa.

Claro que a escolha por efeitos práticos na condução da maquiagem dos mortos-vivos e o já conhecido bom trabalho de atuação de atores e atrizes sul-coreanos dão um tom qualitativo pouco visto no gênero e a direção de elenco em consonância com momentos bem coreografados nas batalhas encaixam bem com todo o restante da atividade vista em tela.

O programa, enfim, não é perfeito, pois há, especialmente, duas soluções mágicas pouco criativas que tiram o espectador daquele mundo por alguns momentos (a saber: a última frase dita por uma personagem no final da primeira temporada e uma outra situação envolvendo uma fala da mesma personagem no terceiro capítulo da segunda temporada) e a criação do vilão é meio caricata e forçada por conta, principalmente, da eterna cara de mau feita pelo ator que o interpreta.

Independente disso, Kingdom cumpre bem demais seu papel de entreter, promove discussões políticas importantes, faz comentários sociais sutis (e outros nem tanto) e passeia pelo terror, ação, aventura e drama sem parecer forçado (outro adjetivo inerente ao cinema sul-coreano). No fim das contas, a Netflix acerta mais uma vez em dar espaço a produções de países que não estão no foco do grande mercado cultural ocidental e faz com que o fã de uma boa história possa curtir algo realmente bom. Para quem ficou frustrado com o final de Game of Thrones e não quer mais saber de The Walking Dead (com razão) a série é ótimo alento.

 


 

 


 

Na quarentena: cinco canais do Youtube para aproveitar durante o isolamento

Arthur Gimenes: Dicas para se entreter nessa quarentena - Luiz ...

 

São tempos difíceis.

Uma época em que temos de ficar em casa não ia ser tranquila mesmo, mas fazer isso por conta da necessidade de se manter vivo em detrimento da expansão de um vírus altamente contagioso como é o caso do Novo Coronavírus não estava no roteiro de ninguém.

E é nesse momento pouco confortável que muita gente teve que se isolar socialmente, ficar em casa a pulso e ter, inclusive, que trabalhar por meio de processo remoto.

Há ainda o bônus (ou ônus) de crianças e adolescentes terem de conviver de maneira onipresente com os mais idosos sem que haja um contato mais aproximado e com a responsabilidade de sustentar o confinamento sabe-se lá por quanto tempo ainda.

Dessa maneira, pensar em situações de entretenimento durante este período único em nossa era é de suma importância para todos e como o blog se destina mais detidamente ao público que consome cultura pop nada mais digno de nossa parte do que aconselhar maneiras de essa pandemia ser menos traumática para todos no quesito de se ocupar enfim de algo.

Nesse sentido, segue abaixo uma lista de cinco canais disponíveis no YouTube para acalmar a alma de gente que quer se informar sobre cinema, literatura, gastronomia e artes e afins. Claro que a ideia é sugerir de acordo com critérios próprios do Blog, mas se alguém se sentir à vontade pode falar sobre outras dicas nos comentários.

Pipoca & Nanquim:

 

 

O programa surge em 2009 através da TV Uniara, ligada à Universidade de Araraquara e, a partir de 2011, passou a ser publicado de forma independente como canal do YouTube.

Neste mesmo ano seus criadores Alexandre Callari, Bruno Zago e Daniel Lopes começaram a trabalhar na Editora Mythos. Ao longo dos anos posteriores publicaram a série “Quadrinhos no Cinema” pelo selo Generale da Editora Évora e houve participações de coleções de contos selecionados e traduzidos por Alexandre Callari.

Em 2017 através de uma parceria com a Amazon surge a editora Pipoca & Nanquim especializada na publicação de histórias em quadrinhos e que faz hoje uma boa fusão com o canal de vídeo.

Por lá os três apresentadores mostram lançamentos da própria editora, fazem análises de HQs, Mangás e afins da gringa e também se arriscam (e bem) na crítica e na sugestão de filmes, séries e animes dos mais variados gêneros e épocas.

O canal tem mais de 200 mil inscritos, possui vídeos quase todos os dias da semana e consta aqui como sugestão por causa do carisma de seus três criadores e também pelo conhecimento deles em relação aos temas demonstrados em vídeo e da grande variedade e qualificação do acervo de sua editora.

 


 

Boteco do J.B.

 

 

Criado por Julio Bernardo, o canal do YouTube já possui mais de 180 mil inscritos, apesar da produção errática e de nunca se saber quando haverá um programa novo a ser visto.

Porém, a questão é exatamente essa. No momento em que um novo passeio de J.B. é mostrado pelo mostrador do site é impossível de deixar de ver.

Dono de uma acidez difícil de ser encontrada na crítica gastronômica brasileira, Boteco do J.B. promove idas e vindas de Julio por bares, botecos, restaurantes e agregados para degustar, amar e destilar ódio da comida e bebida destes mesmos locais.

Prefira começar por tours para provar uma iguaria específica em vários locais. Já teve via crucis da coxinha, da feijoada, do cheese burger e um monte de outros pratos pelas ruas, principalmente, de São Paulo.

Isso não significa que não haja espaço para caminhadas pela vida gastronômica de Rio de Janeiro, Belém, BH e Curitiba, por exemplo, mas o que vale também no canal é o jeito informal e, ao mesmo tempo, altamente técnico com que Julio explica suas preferências.

 


Canal do Getro

 

 

O canal mais bem entendido quando o assunto é terror, horror e filme trash do YouTube brasileiro foi criado pelo baiano Getro Guimarães.

Dono de um texto bem escrito e de uma forma de falar expansiva Getro é um pesquisador compulsivo do tema e também uma pessoa com conexões dentro e fora do país que o deixam bem informado com meses de antecedência de boa parte dos influenciadores digitais especializados no gênero.

Com a nova onda de filmes e livros voltados para a área acabou tornando possível um prato cheio para mais conteúdo no canal e fez com que o publicitário tenha se convencido de ter mais tempo para a produção de mais vídeos.

Atualmente, ele costuma incluir novos programas às terças-feiras e quintas-feiras e faz estreias no canal com interatividade com seus quase 350 mil inscritos que podem também realizar camisetas estilizadas de seus quadros Baseado em Fatos, Os Piores Filmes de Todos os Tempos, Os Filmes Mais Perturbadores do Planeta e Video Nasties Revival.

 

Além disso, de vez em quando Getro acaba por realizar um grande favor aos seus fãs por conta da garimpagem que faz de filmes sinistros dos serviços de streaming. Um achado que não pode ser desprezado por quem gosta do assunto.

 


Meteoro Brasil

 

 

E quem disse que aprender também não pode ser divertido?

Aliás, não é apenas aprender, mas também se politizar, ficar informado com o que mais importa no dia, sanar dúvidas sobre questões palpitantes da semana e se tornar mais crítico para não ser surpreendido por fake news, pós-verdades e canalhices do admirável mundo novo.

Tudo isso pode ser atribuído ao canal Meteoro Brasil que joga na rede mundial de computadores vídeos quase todos os dias. Muitas vezes há até mesmo uma dupla de programetes bem produzidos, de edição classuda e roteiro bem engendrado.

Isso tudo já seria suficiente para o entretenimento geral, mas o conteúdo de suas análises é muito profundo, a pesquisa é realizada com afinco e os dois criadores, um jornalista e uma professora de artes que atendem pelos pseudônimos Mulher Mais Sábia e O Cara Mais Simples, sabem variar sobre o produto que estão avaliando.

Claro que a política brasileira toma bastante tempo do canal, mas Ciências Sociais, História, Biologia e Geografia também aparecem bastante no meio das discussões que mergulham até o fundo possível para um vídeo de aproximadamente 10 minutos. No final das contas serve como um trampolim para a pesquisa posterior em outras mídias.

 


Cansei de Ser Chef

 

 

Normalmente, canais do YouTube que tratam de gastronomia são enfadonhos exatamente por serem didáticos, estilizados ao extremo e vazios de carisma por parte de seus apresentadores.

Pois isso é algo com o qual o canal Cansei de Ser Chef não sofre. Por lá Bruno Salomão, “chef de profissão e de alma” como ele mesmo se refere, faz comida sem frescura e com muita paixão.

É também um canal que mostra aos seus quase 370 mil inscritos muito sobre a história dos pratos e o contexto pelo qual sua criação passou ao longo dos tempos. Faz do preparo de pratos uma jornada divertida e empolgante.

Também há no canal muitos momentos em que há dicas sobre armazenamento de produtos alimentícios, formas de produzir embutidos em casa, preparo de pimentas e conservas e ainda pode se deliciar com as brincadeiras do seu apresentador que possui carisma e traz convidados bacanas para trocar ideias sobre comida em geral.

Enfim, no meio de tanta coisa falando sobre o tema na internet e especificamente no YouTube o canal em questão faz com que você tenha vontade, não só de comer aquela iguaria, mas também de fazê-la. Uma gostosura!

 


 

In Search of Darkness: um passeio pelo Terror e o que ele influenciou

IN SEARCH OF DARKNESS | Indiegogo

 

Não é segredo para ninguém que o cinema de Terror e Horror sempre foi relegado a um segundo plano pela indústria como um todo, mas o gênero encontrou em um público fiel um nicho de sucesso e resistência.

In Search Of Darkness (Grã Bretanha / EUA – 2019), documentário escrito e dirigido por David A. Weiner é uma produção que tenta lançar luz sobre um período de ouro do trabalho nesse setor e se alonga em explicar como isso influenciou as décadas posteriores, ainda que sem a mesma engenhosidade daquela época.

Com depoimentos de diretores, atores e atrizes, maquiadores, técnicos de som e efeitos especiais e produtores daquele momento histórico para o cinema Hollywoodiano o filme dá voz a gente que ajudou a garantir que o Terror tivesse uma aura de produção B, mas que primava ainda pela qualidade narrativa ou de mitologia envolvendo essas histórias.

Há muito sobre ícones daquele tempo como Jason, Freddy Krueger, Michael Myers e outros, além de garantir aos mais saudosos oitentistas entrevistas com John Carpenter, Joe Dante e Mick Garris que detalhar as escolhas criativas destes realizadores. Ainda há curiosidades sobre essas obras com gente importante como Doug Bradley, Jeffrey Combs e Cassandra Peterson e maravilhas a respeito dos efeitos práticos e sonoros que eram feitos mais na base da criatividade e primor técnico de profissionais do gabarito, por  exemplo de Tom Savini.

Óbvio que o filme possui algumas falhas como o tempo longo demais (4h04m) e pouco aprofundamento em temas espinhosos como sexismo nos filmes e pouca representatividade das diversidades nos filmes, além do colhimento de depoimento de gente pouco relevante para o tema, mas isso não deixa a peteca da qualidade do longa perder tanto.

Se achar que o negócio é pesado demais para ser visto de uma vez só escolha o processo serial como assistir em três ou quatro capítulos escolhidos por você mesmo, porém a única coisa que o fã de terror não pode fazer é deixar de ver.

In Search of Darkness não chega aos dias atuais em sua análise dos filmes (o processo de pesquisa e entrevistas termina mais ou menos ali no final da década de 2000), mas consegue colocar o período dos anos 1980 como uma expressão cultural que moldou o pessoal do gênero de terror para as décadas que viriam.

Para quem é aficionado funciona como gatilho nostálgico e de saudosismo (do bom), mas para quem não conhece muito e gosta do tema é imprescindível para se arvorar de mais informações e sair por aí pesquisando sobre clássicos de anos atrás. Não perca!

 

 


 

Música clássica de David Bowie vira curta-metragem

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Lançada há exatamente 50 anos, data comemorada neste Mês de Julho, “Space Oddity” sempre esteve envolta em mistérios e teorias sedimentadas pelos fãs.

A canção icônica de David Bowie que segue os últimos passos da trágica história de Major Tom e seu contato com o comando terrestre de sua missão espacial é uma das grandes ideias das milhares de ideias que o falecido artista britânico já teve em sua prolífica carreira.

Sendo assim, já era mais do que tempo de sair alguma coisa que reverberasse ainda mais a mitologia entorno do hit.

E juntando a fome (a canção em si) com a vontade de comer (os 50 anos da primeira vez que o homem pisou na lua) um diretor brasileiro chamado Juarez Rodrigues teve a coragem de realizar um curta-metragem com a temática e teve a colaboração da roteirista sul-africana  Vicky Jacob-Ebbinghaus para produzir Spacy Oddity: A Film.

A trama segue de forma quase literal o diálogo entre o Major Tom e sua base de comando enquanto mostra cenas captadas pela própria NASA resultando em imagens bonitas e impressionantes para qualquer um que já se pegou pensando na imensidão do universo e não está paralisado com teorias estapafúrdias de estúpidos terraplanistas.

 

Confira abaixo no que resultou este curta metragem:

 

 

 


 

Vem ver o trailer de Terminator: Dark Fate

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Não é só a volta de James Cameron , o criador por trás da franquia que faz de Terminator: Dark Fate um filme promissor.

Há boa perspectiva  sobre o roteiro de David Goyer & Justin Rhodes & Billy Ray, um sentimento de que a direção de Tim Miller (Deadpool) seja eficiente e alegria por ver a badass Saarah Connor de volta com sua intérprete Linda Hamilton. Além disso, volta Arnold Schwarzenegger no papel icônico e uma história que ignora os últimos três filmes para se ligar diretamente aos dois primeiros longas Terminator (1984) e Terminator:Judgement Day (1991).

Junte a esse vislumbre inicial a entrada na franquia de Mackenzie Davis num papel feminino forte e todo o saudosismo por um filme que faça jus á mitologia da série e podemos considerar que a possibilidade de dar certo existe e é grande.

O trailer não entrega muita coisa da história em si, mas promove uma visualização de boas cenas de ação. Sendo assim, já é possível saber que de tédio não se morrerá no cinema na estreia do filme.

O lançamento está marcado para dia 01 de Novembro e a julgar pelo burburinho produzido durante todo o dia de hoje nas redes sociais e nos sites especializados em cultura pop e cinema é possível que possamos esquecer daquele abacaxi lançado tempos atrás que destruiu a franquia e fez James Cameron sair de sua bolha social voltada apenas para Avatar e aventar a possibilidade de fazer algo novamente com a franquia futurista-distópica.

Veja o trailer logo abaixo e tire suas próprias conclusões:

 

 


 

Veja o teaser de Bacurau, filme brasileiro selecionado para Cannes

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Depois de ter sido recusado a si a possibilidade de representar o Brasil no Oscar por conta de uma manobra política dos membros da academia brasileira de cinema (e não sou eu quem diz isso, eles mesmos disseram isso no período em que votaram) Kleber Mendonça Filho volta aos holofotes com o filme Bacurau.

O sucessor direto de Aquarius foi selecionado para a disputa oficial de Cannes deste ano e tem grandes chances de causar furor, pois o filme anterior do pernambucano foi elogiadíssimo no mundo inteiro pela capacidade diferenciada de filmar e enxergar beleza em mínimos detalhes de sua cinematografia.

Bacurau foi filmado totalmente no interior do nordeste brasileiro e tem Sonia Braga como protagonista.

Fazendo a co-direção com Kleber está Julio Dorneles e a produção é uma parceria de inúmeras produtoras nacionais e estrangeiras.

Ao lado da produção nacional juntam-se películas de realizadores como Pedro Almodovar e Jim Jarmusch. O tradicional evento do cinema ocorre na França entre os dias 14 e 25 de Maio.

 

O filme ainda não tem data de estreia nem no Brasil e nem fora do país.

 

Assista ao teaser logo aqui abaixo:

 

 


 

Novo trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa tem caminhão de spoilers de Ultimato

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Os irmãos Russo disseram e não estavam brincando. O embargo para spoilers de Vingadores: Ultimato acabou e a partir de hoje (06) está liberado falar sobre situações específicas do filme-evento da Marvel.

E o negócio fica maior pelo fato de que Homem-Aranha: Longe de Casa ter lançado hoje trailer com inúmeras informações sobre a trama do novo filme do amigão da vizinhança, além de falar sobre uma morte extremamente importante nos eventos depois do estalo de Thanos e da repercussão disso posteriormente.

Outro aspecto relevante que só acontece por conta do que aconteceu em Ultimato e é deixado claro no trailer é sobre a abertura do Multiverso revelado por Nick Fury (Samuel L. Jackson) a um Peter Parker (Tom Holland) tendo que lidar com as novas circunstâncias de sua vida após tantos fatores traumáticos.

O filme tem mais informações sobre Mystério (Jake Gyllenhaal) e possui inúmeras informações que poderiam ser consideradas ligações com possíveis novas aquisições do Universo Cinematográfico Marvel pós compra da Fox.

Veja o trailer logo abaixo somente se assistiu a Vingadores: Ultimato para não se chatear com spoilers: