Próximo filme de Tarantino finalmente tem pôster divulgado

O novo filme de Quentin Tarantino, Once Upon a Time in Hollywood, teve divulgado seu primeiro pôster nas últimas horas de segunda-feira, 18.

 

A imagem mostra os protagonistas Brad Pitt e Leonardo Dicaprio com um visual sessentista em frente ao letreiro icônico da cidade base do cinema americano.

 

A imagem foi postada por Dicaprio em seu Instagram.

 

A trama se passa em 1969, com um ator (DiCaprio) e seu dublê (Brad Pitt) fazendo o possível para se fixarem no mundo artístico da indústria cinematográfica.

 

Sabe-se que haverá alguma ligação dessa história com a realidade já que os assassinatos cometidos pela família Manson, a mando do psicopata Charles Manson, serão mostrados na trama.

 

O longa estreia no dia 26 de Julho e tem ainda no elenco algumas outras estrelas como Margot Robbie, Al Pacino, Birt Reynolds e Dakota Fanning, além do já falecido Luke Perry que conseguiu finalizar suas cenas antes de falecer na última semana.

 

Veja abaixo o pôster oficial:

 

 


 

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Maligno é clichezão, mas eficiente

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Quando falamos de filmes de gênero e, mais especificamente, quando este tipo de película é de terror, sempre há uma dificuldade das pessoas de apreciar a produção por sua história já que sempre as críticas recaem sobre o formato e pelo fato de que as repetições destes produtos remetam a coisas mais antigas e de qualidade maior.

 

Ora, o que há de se dizer sobre isto é que realmente o número de clichês utilizados hoje em dia atrapalha, de fato, a visualização pura e simples das novas histórias contadas no cinema de horror, mas também é necessário ponderar se em alguns casos não estamos sendo apenas rabugentos demais.

 

“Maligno” (The Prodigy – 2019), dirigido por Nicholas McCarthy, é um exemplo disso: há sim uma série de elementos que enchem um pouco o saco do espectador quanto ao modo ou pela quantidade de vezes que são mostrado em tela, mas quando os fazem da maneira adequada e com o enquadramento de câmera certo os resultados são extremamente bem-vindos.

 

Há muitos jump scares sim, mas em algumas dessas situações em que são utilizados o susto te empolga (ou não, depende do ponto de vista), há algumas ocasiões em que o uso do traveling acaba por antecipar uma cena que nos entregará algo, mas se em alguns momentos isso é cansativo em outros você se delicia com o objetivo alcançado.

 

Quanto à história em si há muito de “A Profecia” (The Omen – 1976), uma pitada de “Brinquedo Assassino” (Child’s Play – 1988) e de todo tipo de filme que utiliza a criança como mote para o horror dentro de casa e as maldades realizadas por elas, mas a atuação de Jackson Robert Scott compensa, pois o mesmo menino que interpretou o fofinho George em “It” (2017) é suficiente para nos fazer emergir nos fatos contados.

 

Com relação ao restante do elenco, com exceção de Colm Feore que interpreta o especialista que convence a mãe do menino a fazer uma terapia de regressão e que tem o tom certo para demonstrar medo e preocupação, temos várias pessoas fazendo escada à personagem principal, a criança, que faz tudo girar em sua volta. Taylor Schilling como a mãe e Peter Mooney, como o pai, por exemplo, estão apenas ok.

 

Quanto ao roteiro há uma eficiente sequência inicial que dá a deixa de como tudo acontecerá posteriormente, mas sem dúvida nenhuma possui furos que comprometem uma profundidade de questões que poderiam ser mais bem trabalhadas durante a trama.

 

Com um segundo ato que atrapalha tanto o bom início quanto o retorno de nossa atenção na parte final da história, o resultado de Maligno acaba por ser satisfatório e se tivermos um pouco de suspensão da realidade e da necessidade de comparar com tudo o que já vimos de melhor antes é possível ter uma agradável experiência de uma hora e meia.

 

 


 

Novo trailer de Vingadores: Ultimato tem aparição de Capitã Marvel

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Mal saiu vitoriosa do final de semana recordista e Carol Danvers já caminha entre conhecidos heróis no novo trailer de Vingadores: Ultimato que acabou de sair.

 

Claro que ela é só uma das surpresas do comercial lançado nesta quinta-feira pela Marvel, mas isso acontecia até agora por conta da necessidade de que a personagem vivida por Brie Larsson ter sua própria história contada em seu filme que está em cartaz desde a semana passada.

 

Além dela, há também mais de Homem-Formiga, uma nova parte do monólogo (último?) de Tony Stark, o lamento de Steve Rogers e o pedido de vingança de Natasha Romanoff.

 

No final pouco mais se conta sobre a atração que estreará em 25 de abril, mas as cenas em preto-e-branco que ditam boa parte do trailer criam um impacto marcante.

 

Que venha logo a estreia, pois o hype foi lá subiu muito hoje!

 

 


 

7 das melhores séries do ano de 2018

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Sim, o blog tem assistido a muitas séries e muitas dessas produções têm agradado bastante. O problema é que nem sempre há tempo suficiente para se escrever a respeito. Portanto aqui, neste espaço de final de ano, é importante condensar aquilo que mais impactou positivamente na televisão ou nos serviços de streaming.

É nítido, por exemplo, que o mercado de séries tem como predadores mais eficazes a Netflix e a HBO e a quantidade acaba por demonstrar também qualidade em boa parte de seus programas. Sendo assim, os outros canais ainda estão muito longe desse monopólio, mas alguns já se esforçam bastante.

O caso dos serviços Hulu e Amazon Prime são os mais notórios, mas é bom lembrar que logo a Disney aparecerá com seu próprio streaming.

Por enquanto, fiquemos com as sete séries que mais impressionaram o blog neste 2018.

 


 

Barry 

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A HBO lançou muitas comédias nos últimos anos, mas nenhuma tem o impacto gerado de Barry. A série que estreou neste 2018 é o encontro de Dexter com o humor. Não deixa de ter ação, algum gore e atividades centradas em erros humanos que levam a coisas piores acontecendo, mas a comédia contida na produção inventada por Alec Berger e na produção e atuação central de Bill Hader é especial. Focando nas ações de um assassino de aluguel que entra em depressão e precisa executar um plano dentro de uma escola de atores a série consegue segurar a atenção do espectador do início ao fim da temporada tendo algumas reviravoltas e bons trabalhos do elenco principal.

 


 

Sharp Objects

 

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Outro acerto da HBO. Criada por Marti Noxon e dirigida de cabo a rabo por Jean Marc-Vallèe a série é protagonizada pela excelente Amy Adams e coadjuvada por Patricia Clarkson e Eliza Scanlen, fantásticas também em seus papéis. O drama de suspense psicológico segue a vida arruinada de uma jornalista quebrada por dentro por causa de problemas de seu passado justamente tendo que confronta-los quando volta para sua cidade natal e sua família (e sua mãe) desfuncional. Um retrato muito bem feito do interior dos EUA e do interior humano. Nasceu como minissérie, mas já se especula que seriam encomendados novos episódios para uma segunda temporada.

 


 

The Sinner 

 

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A série que originalmente era uma minissérie e que era da USA foi comprada pela Netflix e lançada em segunda temporada tendo a protagonista da primeira temporada, Jessica Biel, como produtora executiva e Bill Pulman como alavanca para um novo caso estranhíssimo. Acompanhamos a investigação em torno do assassinato de dua pessoas pelas mãos de um adolescente e pelo andar da caminhada já sabemos que isso não é bem o que parece. A inclusão de Carrie Coon, obviamente é muito acertada, mas nada daaria jeito se o roteiro não funcionasse. E no caso, sim, ele funciona e muito!

 


 

The Handmaid’s Tale

 

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A atração da HULU criada por Bruce Miller com base no livro homônimo de Margareth Atwood pode ter tido uma queda na qualidade nesta segunda temporada, mas o teor dos temas apresentados, a consistência na atuação de Elisabeth Moss e do elenco principal e o drama vivido no fictício futuro distópico não tão distante de nossa realidade são tão profundos que as eventuais lacunas no roteiro para preencher os dez episódios pode ser desculpado. Uma produção que não é só importante como produto artístico, mas também como ação cultural e sociopolítica.

 


 

Westworld

 

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Ao final dessa segunda temporada de Westworld houve quem dissesse que a ficção científica da HBO perdeu alguns pontos por conta de alguma invencionice dos criadores Jonathan Nolan e Lisa Joy, mas o que mais aparenta é que como a primeira temporada ficou conhecida pela imprevisibilidade dos acontecimentos e o plot twist final o que muitos (críticos e espectadores) esperavam era que tudo aquilo se repetisse. Ora, não só não precisava dessa repetição como conseguiu entregar alguns dos melhores episódios de séries de tv do ano. “Reunion” (episódio 2) e “Kiksuya” (episódio 8) são duas das coisas mais lindas que foram vistas em tv neste ano. E a inclusão de uma cena pós-créditos ao final da temporada foi mais uma empolgante ação dos seus criadores.

 


 

Better Call Saul

 

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A graça da produção da Netflix criada por Vince Gilligan e Peter Gould com base na experiência de personagens já existentes em Breaking Bad não só funciona por causa da curiosidade quase mórbida de querermos ver como ocorre a transformação de Jimmy em Saul Goodman, mas também por interesse nos relacionamentos ali mostrados, a evolução das atividades do tráfico no sul dos EUA e na maneira como o personagem principal trabalha entre altos e baixos sua perspicácia para enganar os outros e a si mesmo. Nesse sentido o roteiro é primordial, mas as atuações de Bob Odenkirk e do elenco de apoio do primeiro escalão são sensacionais. E que venha a próxima temporada que provavelmente mostrará, aí sim, a ascensão de Saul e a ruptura com seu alter-ego Jimmy.

 


 

A Maldição da Residência Hill

 

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Não é só o fato de o terror estar sendo levado a sério pela tv e cinema atualmente. Tem a ver também com a técnica apurada de Mike Flanagan que pegou o livro de Shirley Jackson e transformou não na sofrível adaptação para o cinema de 1999, mas sim numa prestigiosa menção (sim, por que poucos são os elementos utilizados na série que são idênticos ao livro) à obra original. Com esmero fotográfico, atuações bem executadas tanto do elenco infantil quanto dos atores e atrizes adultos, A Maldição da Residência Hill pode provocar somente alguns arrepios, mas deixa o espectador tenso na maioria do tempo. E isso não tem apenas como motivo os fantasmas da casa, mas sim os demônios internos de cada um dos envolvidos na tragédia do passado que envolveu aquela família. A paleta de cores que sempre muda de acordo com os eventos transcorridos, a maestria como é filmada todo o tempo e o episódio 6 inteiro rendem a esta produção Netflix o prêmio de melhor série do ano, sem dúvida.

 


 

Os cinco melhores filmes de 2018

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Obviamente que o título acima tem maior significado para o dono do blog, portanto, claramente haverá discordância dos internautas com relação a um ou outro título (senão todos).

Mas o que foi imprescindível para a entrada neste roll seleto foi exatamente a fuga do lugar comum, do fácil e do óbvio. Nesse sentido, é importante dizer que nem sempre isso significa que invencionices são necessárias para isso ocorrer.

Um caso importante para ficar claro é que há na pequena lista produções que não usam linguagens inovadoras ou fora do normal. O que importa para fazer parte da lista é como os elementos cinematográficos (roteiro, fotografia, edição, etc) são usados e para isso a criatividade e a sensibilidade são o que valem.

Com vocês, a lista dos cinco melhores filmes de 2018:

 

5º Lugar

 

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Missão Impossível é uma franquia diferenciada. Ao mesmo tempo que teve vários ótimos diretores ao seu dispor também houve mudança de tom em alguns filmes que poderia ter atrapalhado a história da mega produção ao longo do tempo (o segundo capítulo com John Woo é o caso mais clássico). mas foi a partir do quarto filme que a franquia decolou de maneira diferente para se tornar um robusto título de espionagem, aventura e ação que não se vê por aí normalmente. Além disso, o prosseguimento de Christopher MacQuirrie para esta sexta incursão com Tom Cruise no protagonismo aposta nas cenas de luta mais empolgantes dos últimos anos no que diz respeito a Hollywood, de um frenesi que sustenta a plateia do início ao fim e de uma fotografia de tirar o fôlego. Feito especialmente para assistir em telas enormes e com ótimo áudio.

 


 

4º Lugar

 

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Quando foi lançado a produção do longa dirigido e estrelado por John Krasinski deveria ter espalhado pelos cinemas mundo afora que só poderiam entrar nas salas quem ficasse calado. Não foi o meu caso, mas conheço pessoas que tiveram sua imersão na produção americana despedaçada por causa do barulho que alguns estúpidos fazem por aí (algo que sofri neste ano assistindo a Hereditário). E o filme é isso mesmo: uma experiência sensorial, algo que não é sempre que a sétima arte consegue. E isso ajuda demais no suspense e na sensação de agonia que nos leva junto, principalmente com as mulheres da história. Pena que vai ter continuação!

 


 

3º Lugar

 

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É raro ver uma nova maneira de fazer cinema nascendo diante de seus olhos. Mais difícil ainda é perceber que isso não se repetirá tão cedo. É isso que acontece com Buscando…, filme de Aneesh Chaganty, produção americana que tem em seu núcleo uma família de origem asiática, sem que isso seja um alarde, uma utilização de mecanismos da internet que nunca havia sido usado antes, criatividade para que a situação não se tornasse falsa ou forçada, habilidade dos atores e atrizes para que a sensação de desespero e pudesse ser passada com naturalidade, perspicácia de diretor, fotógrafo e roteiristas para algumas situações ficarem claras mesmo na digitação de um texto (ou na elipse disso) e o tom certo para tornar tudo isso verossímil. É um filmão, que sinto muito, nunca mais se tornará viável nestes mesmos moldes.

 


 

2º Lugar

 

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Falar que Spike Lee é um dos melhores diretores de nosso tempo é chover no molhado, mas perceber ao final de um filme que você foi levado a rir em cenas bem construídas e dirigidas de forma impecável simplesmente para que nesse momento derradeiro você se sinta errado por ter feito isso não é pra qualquer um. O cara sabe representar uma época, um estilo, até mesmo homenageia os filmes setentistas de Blaxploitation para demonstrar com clareza que pouca coisa mudou desde então e que o racismo está tão enraizado em nossa sociedade que muitos vão achar que ele nem existe. E as cenas finais são de derrotar qualquer esperança na humanidade. Um soco no estômago!

 


 

1º Lugar

 

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Não. Não é suficiente dizer que Roma é uma homenagem ao cinema; também não é correto só dizer que se trata de um filme que revisita a obra de Alfonso Cuaron; impossível falar que a produção é uma aula de cinema pura e simples; Pior ainda é só explicar que é um retrato do México ou da América Latina; ou que se trata de um estudo da luta de classes ou do abismo que existe entre elas. Porque o filme é tudo isso e muito mais. Com uma clareza na maneira de demonstrar tudo isso e de funcionar ainda assim como uma fotografia da vida íntima de alguém que não se sente parte daquele mundo ou do desespero de se sentir sozinha o tempo todo. O filme é um tudo e três cenas já deveriam ser guardadas nos anais do cinema como algumas das maravilhas desta arte que tanto nos encanta: a cena do massacre na rua que subverte o que se entende de plano sequência, a cena do parto (sofrida, sufocante e bonita ao mesmo tempo) e a belezura da cena na praia. Uma coisa linda de se ver!

 


 

 

Das HQs para o mundo do cinema: Turma da Mônica – Laços tem primeiro trailer revelado

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Até que enfim a dúvida foi dissipada. Se havia algum desconfiança quanto à qualidade inicial de Turma da Mônica – Laços essa foi dirimida há duas horas quando foi lançado no Youtube o primeiro trailer do filme produzido pela Maurício de Souza Produções.

A duração de aproximadamente dois minutos tem todo um clima juvenil e aventuresco que é característico de películas voltadas para esse público, nos envolve numa vibe nostálgica e nos remete diretamente aos anos 80.

Outra coisa que chama à atenção é a caracterização das personagens que preferiu utilizar apenas pequenas reminiscências daquilo que é conhecido do grande público para criar o figurino e também a personalidade física e temperamental de Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão que, provavelmente, serão os protagonistas exclusivos do filme.

É óbvio que se trata apenas de um trailer e a produção como um todo decepcione, mas o hype parece que só vai crescer até o meio do ano que vem quando estreará a produção nacional.

É esperar pra ver, mas uma coisa é certa: ele já pegou todo mundo pelo coração.