Há vida inteligente no Youtube: cinco canais para acompanhar cultura nerd

 

Se há muita porcaria desenvolvida no Youtube para os jovens se deliciarem e perderem de vez o senso do ridículo, também é importante dizer que há muita coisa bem feita e com qualidade mínima para ser citado com louvor.

O movimento de falar sobre qualquer bobagem não é uma exclusividade do site e nem da internet, quiçá da vida real, portanto perceber que tal situação cresce vertiginosamente nesta página criada para mostrar vídeos não causa nenhuma surpresa.

Dessa forma, é necessário cravar sempre os exemplos de gente boa que andam por lá não só para angariar mais uma galera para assistirem aos seus interessantes programas, mas principalmente para fazer aqueles que insistem em chafurdar na lama do senso comum perceberem que podem ter bom humor com conteúdo (e vice-versa).

Eis abaixo, uma pequena lista com alguns casos em que há boas propostas para serem visualizadas por nós em canais bacanas e qualitativos no Youtube.


Mikannn

Com um canal que parece ter sido criado inicialmente apenas para falar sobre cultura pop japonesa já que a moça (o nome dela é Miriam) é fã declarada deste universo nerd, a coisa foi crescendo e hoje dedica grande tempo para a apresentação de temas como games, animes, séries variadas e, acima de tudo, a teorias acerca de Game of Thrones e os livros dos quais foi adaptada o programa de tv, as Crônicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin.

A grande marca do programa da garota é seu carisma espontâneo já que não precisa fazer caretas, piadas bobas ou qualquer artifício infantil para conseguir angariar mais gente para sua audiência. Além disso, tem uma fala muito boa, sabe se expressar muito bem e possui vocabulário vasto sobre as obras que fala.

Por último, consegue sintetizar o que diz com boas imagens sem que precise realizar pirotecnia desnecessária para tanto. Desse modo, já figura entre as favoritas do blog para quando há a possibilidade de discutir sobre as tais teorias malucas de Game of Thrones ou quando simplesmente quer ver algo conteúdo comprovado.


Carol Moreira

 A Carol Moreira trabalha para o site Omelete e uma vez por semana solta vídeos próprios em seu canal no Youtube.

Também é amiga de Miriam e de vez em quando fazem um combo para falar de Game of Thrones, o que acaba sendo um deleite para os fãs por conta do carisma das duas.

Se Carol não tem o conhecimento de nomes e palavras sobre os assuntos falados assim como a sua companheira de vídeos é pelo seu bom humor e maneira graciosa com que faz suas falas que cativa as pessoas.

É claro que a menina acaba por se destacar por conta disso, mas também possui conteúdo em tudo o que faz em seus programas, pois utiliza sua experiência no site de cultura pop para antecipar acontecimentos, citar referências e falar sobre estreias do cinema, literatura e séries de tv.

Sendo assim, se há um pouco de caretas demais em algumas de suas intervenções, tudo isso é compensado pela sua maneira bacana de ser e de desenvolver suas ações no site.


Jovem Nerd

Eu sei que as pirotecnias desnecessárias em vídeos chegam a causar certa repulsa no dono do blog, mas é que esses caras do Jovem Nerd compensam tal empolgação com bastante bom humor e espontaneidade.

Se não possuem o conhecimento técnico e literário das meninas citadas acima pelo menos não escondem isso ou tentam parecer cultos.

Eles são ogros utilizados da melhor maneira possível: fazem ogrice nerd.

Os vídeos são bem hilários, mas também tiram dúvidas dos fãs que gostam de visualizar sobre suas séries, HQs, filmes e referências prediletas e possuem boa produção.

Claro que o clima despojado e falastrão dos dois rapazes que apresentam a maioria dos programas ajuda a criar um clima de papo de bar e tudo termina de forma leve.

Portanto, vale a pena não por conta da informação que fornece, mas pelas entrelinhas desse conhecimento.


Nerd Rabugento

Aqui o que vale é se despir de preconceitos e também das vestes de fanboy para apreciar as contestações e críticas pesadas que o cara realiza de obras ditas sagradas.

O dono do canal é bastante culto e consegue sintetizar isso de maneira eficaz e digna para o seu público.

Não faz concessões a ninguém e a nada!

Dessa forma, os filmes inspirados em HQs, as próprias HQs, as séries e programas de tv em geral sofrem com sua veia analítica pesada e não tem medo de parecer demais para aquele xiita que não aceita que sua obra infalível receba qualquer defeito.

Muito bom, mesmo que você discorde de suas opiniões, pois estas são dadas sem medo e com bastante aprofundamento técnico.


Nerdologia

O que é interessante neste canal (que é ligado ao Jovem Nerd) é que sua busca é de se aprofundar na cultura nerd e ultrapassa os limites apenas da crítica ou da simples análises de programas e séries em geral.

A ideia dos donos do canal é fazer pesquisas e apresentações sobre realidade virtual, informática em geral, tecnologia das mais variadas, mas acaba por se meter em lançamentos de HQs, animes e filmes durante o ano todo.

Mas o que acaba por fixar mais visualizações dos programas do canal é que muitas referências desses suportes da cultura pop são analisados sob o ponto de vista científico, como por exemplo, a possibilidade de ser real ou não a prática de algo que acontece num filme ou a veracidade de acontecer algo que se passou numa série.

Sendo assim, fica para trás apenas a análise artística daquela forma de arte e entra a crítica sobre sua verossimilhança.

 


 

“Batman Arkham Knight”: Trailer do novo game do universo do cavaleiro das trevas traz muita ação

O jogo só chega para o público em julho de 2015, mas já causa muito frisson por conta das suas imagens e da possibilidade de uma jogabilidade muito intensa.

“Batman: Arkham Knight”  será a continuação (e o prometido final) da saga iniciada em “Arkham Asylum”. Neste segmento o roteiro dá conta de que o Espantalho reúne um time de vilões que inclui Pinguim, Duas-Caras e Arlequina para destruir o Cavaleiro das Trevas.

Neste jogo desenvolvido pela Rocksteady o bat-móvel será pilotável pela primeira vez no universo da franquia. Também é importante notar que, além dessa modificação, a cidade de Gotham poderá ser melhor visualizada pelo jogador, pois este terá a possibilidade de se mover mais por ela.

Deste modo, a megalópole passa a ser também uma espécie de personagem já que pode ser mais explorada.

O game terá para as plataformas Playstation 4, PC e Xbox One.

Veja abaixo as dois primeiros trailers do jogo:

Games: Velocity 2X é sequência ok para a saga espacial

 
Quando chegou ao mercado mundial Velocity iniciou uma febre entre os gamers por ter uma jogabilidade simples e viciante.
 
Por conta dessa empolgação da galera indie com o título, este novo título da produtora Futurelab, acabou por ser bem antecipado.
 
Dessa forma, Velocity 2X traz novamente uma combinação muito boa entre a forma com que se joga com a alta velocidade. Esse processo flui muito bem e a adição de fases 2D ao jogo promove variedade ao que já era interessante.
 
O roteiro do game é este: a tenente Kai está perdida no espaço e acaba capturada por uma raça alienígena que escraviza outras espécies e se transforma numa líder de uma causa rebelde que tentará iniciar uma revolução.
 
A narrativa é entrecortada, isto é, as informações aparecem por meio de cenas cortadas ao longo do jogo, algo que pode até ser um empecilho para a compreensão da história em dados momentos, mas isso se torna irrelevante, pois a missão já está dada e a evolução de telas é bastante autoexplicativa.
 
E no final das contas a saga de Kai serve mesmo como desculpa para a maneira como ela é suplantada através de sua jogabilidade.
 
No que diz respeito ao design de cada fase não há o que reclamar. As coisas podem ser superficiais e bem lineares no começo, mas os caminhos da tela são rapidamente abertos, o que forma diferentes rotas sincronizadas por vezes com mini-estágios 2D dentro das fases espaciais e quebra-cabeças que pedem atenção, memória e precisão.
 
Acerca dessas fases realizadas no espaço há certa preguiça do desenho das imagens e da evolução das coisas já que se parecem muito com o game original, mas isso logo se dissipa com a colocação da câmera de cima para baixo, onde o jogador controla uma nave equipada de um potente acelerador e uma variedade de armas.
 
A viagem em teletransporte, por exemplo, é um componente que permite esquecer as falhas do design descrito anteriormente, pois permite à Kai levar sua nave de um ponto para o outro.
 
Sua realização requer foco total do jogador e a atenção com que deve ser promovida a viagem é dos momentos mais tensos do jogo.
 
Dessa forma, Velocity 2X até se torna fácil de aprender, mas a dificuldade reside em seu domínio com precisão.
 
Há também que se tomar cuidado com a mira do sistema quando se realiza a viagem de teletransporte longa, pois não é tão sincronizada e qualquer vacilo impede o jogador de acertar o alvo.
 
Por último, a sequência completada de todas as 50 fases do segundo título da saga espacial pode ser apenas um início de desafio consigo mesmo já que a luta pode prosseguir para completar as mesmas fases de maneira mais perfeccionista.
 
O game Velocity 2X está disponível para PlayStation 4 e PS Vita.

“The Last of Us Remastered” dá mais vida ao clássico dos games

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Dar um up para grandes sucessos com os seus relançamentos em versões remasterizadas tem sido uma tarefa usual de grandes estúdios.
 
Portanto, quando surgiu a notícia de que a Naughty Dog faria o mesmo para a Sony através do desenvolvimento de “The Last of Us” remasterizado não soou como uma grande novidade.
 
Por um lado, é uma maneira de deixar o mercado aquecido com ótimas vendas de jogos já conhecidos e que não precisam de muito esforço para serem oferecidos aos fãs. Por outro prisma, é o preenchimento do vazio que acontece por vezes enquanto alguns novos títulos ainda estão sendo desenvolvidos.
 
Essa edição do game remasterizada para o PlayStation 4  faz uma atualização habilidosa, em que os conteúdos e as evoluções gráficas têm cacife suficiente para atrair até mesmo quem já conhece de cor e salteado a história dos protagonistas Joel e Ellie.
 
O visual roda a 60 quadros por segundo, contra 30 da edição anterior e os movimentos dos personagens estão mais naturais. Daí os personagens acabam por ser percebidos com mais detalhes e os cenários se tornam mais imagéticos e intensos, além de possuir um carregamento mais rápido.
 
No que diz respeito à jogabilidade, essa versão remasterizada tem características próximas do game original, com nuances para que os botões do PS4 sejam possíveis de ser acionados.
 
Outro detalhe que surpreende é o uso do alto-falante do DualShock 4 que em alguns efeitos sonoros surte bastante efeito.
 
“Last of Us Remastered” também oferece uma quantidade interessante de bônus que ajuda o competidor bastante durante a ação.
 
Desde o início, também há, com o DLC Left Behind, um relato preciso sobre a história de Ellie, num passado antes de conhecer Joel e o making of do game serve de curiosidade para quem pode destinar um tempinho a mais para esses detalhes.
 
Além disso, a opção de comentário do diretor e dos principais dubladores, faz com que os mais aficionados pela produção da Sony se esbaldem.
 
Agora, se o gamer nunca jogou o título é uma ótima oportunidade para fazê-lo tendo em mãos tais melhorias do PS4 e conferir uma narrativa tão bem produzida e roteirizada que marcou época para a última geração dos consoles. Já pode ser considerado, inclusive, um clássico dos games.
 
A ação pós-apocalíptica nada mais é do que uma odisseia de dois companheiros num mundo devastado pelo fungo cordyceps.
 
Um desenvolvimento de script evolutivo que não cai apenas no senso comum de tiros e perseguição de novas metas.
 
Mesmo sendo produzido basicamente para fãs, “Last of Us Remastered”, como clássico que é, tem um trabalho respeitável por parte da desenvolvedora Naughty Dog para que a compra repetitiva.
 
 
Deste modo, os bônus e o DLC incluso no pacote fazem o comprador se empolgar. Um detalhe importante: “The Last of Us Remastered” é exclusivo do PlayStation 4.
 
Aviso: o trailer abaixo contém spoilers

Games: “Valiant Hearts” é uma emocionante história sobre a 1ª Guerra Mundial

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No mundo dos games a Primeira Guerra Mundial ainda é um evento pouco explorado.

Se compararmos com os exemplos sobre a Segunda Guerra então a coisa fica maior ainda.

No mundo real a coisa também possui diferenças, mas não se pode desprezar que este confronto que se iniciou com o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando da Áustria terminou com aproximadamente 10 milhões de pessoas entre 1914 a 1918.

Valiant Hearts: The Great War, o novo game da Ubisoft, explora esse momento absurdo da história recente da humanidade e transporta para a tela um processo poucas vezes observado em um game para o grande público.

O game foi criado em parceria com a Engine UbiArt Framework e produzido com grande cuidado em caracterizar os grandes momentos históricos do período. Apesar de possuir algumas partes de imagens que não sejam tão realistas todas as batalhas importantes e os fatos marcantes daquela guerra estão presentes, realizando um bom equilíbrio entre a violência aguardada por qualquer game-maníaco, a diversão contínua necessária para um jogo de guerra e até mesmo uma preocupação pedagógica com o evento.

No que diz respeito à jogabilidade, não há como fugir de uma comparação com o estilo “point and click”, misturando quebra-cabeças com cenas de perseguição, algum suspense e bastante ação, apesar de certa repetição.

O game não se entrega à atividade puramente complexa e tudo acaba sendo bem simples em sua efetividade, isso pode ser bom para iniciantes, mas pouco desafiador para outros mais experientes.

O trabalho para o jogador é dividido em “fronts” de batalha e, sendo assim, aproveita-se a perspectiva num estilo de plataforma horizontal para, tratar de elementos que tornaram a Primeira Guerra não apenas uma das mais sangrentas da história da humanidade, mas também cheia de detalhes curiosos.

As informações históricas opcionais que o game fornece o tempo todo são curtas e valem a pena serem lidas para a maior compreensão da missão e para entender melhor como tudo aconteceu.

Apesar da falta de realismo comentado acima, “Valiant Hearts: The Great War” se aproveita de seus traços claros e limpos, algo que o deixa com um aspecto estilístico próximo das HQs e se torna competente em seu retrato fiel de fatos e o que cerca essas situações.

Por trás dos movimentos claudicantes em determinados momentos que diminui a dureza dos eventos o jogador consegue compreender o que está se passando diante de seus olhos.

A história se concentra no patriarca de uma família francesa que presencia a deportação de seu genro, um rapaz alemão, para que este lute ao lado de sua pátria. É rápida a transição deste preâmbulo para que o próprio patriarca francês seja recrutado para o exército de seu país, deixando sua filha e neto para sobreviver na fazenda da família.

No mesmo tempo em que isso se desenrola, um norte-americano ingressa no conflito devido a motivos pessoais – assim como uma jovem enfermeira cujo pai cientista foi capturado por um barão alemão. Este elenco é sempre acompanhado por um cãozinho, que auxilia na solução dos problemas que vão se acumulando.

Cada etapa do jogo utiliza os personagens de maneira alternada. Isso quer dizer que até quatro pessoas podem ser controladas durante as ações, cada uma com tipos de jogabilidade diferentes das demais e em momentos distintos.

A própria inclusão de itens escondidos (mais de 100) para a facilitação do jogo cria um panorama histórico bem definido já que são incorporados elementos e objetos da rotina daquele período.

Até mesmo a trilha sonora soturna e triste promove uma maior interatividade do gamer com o jogo. Há também narrações em off e uma gama de efeitos sonoros que empolgam quem espera chegar até o fim das batalhas.

Deste modo, o que se consegue ao final de todo o jogo é um game que, mesmo repetitivo em alguns momentos e sem desafios que evoluem com o tempo, consegue impor respeito, não só pela sinceridade com que é produzido, mas também pela abordagem tensa e verossímil do tema que se propõe a trazer à tona. Ah, e o final vale a pena!

Trailer – Valiant Hearts

A nova incursão de Dragon Ball Z pelos games

Dragon Ball Z

Parece haver um consenso na cultura geek de que o universo da saga Dragon Ball tenha personagens e histórias suficientes para encher caminhões com novos produtos a cada dia.

A questão é saber se isso sempre será realizado com a qualidade que o anime merece.

A nova incursão da série no mundo dos games segue esta sina. A desenvolvedora Artdink tenta realizar um trabalho amplo e irrestrito quanto aos personagens (todos estão lá), as batalhas acontecem nos mais diferentes lugares e das mais variadas maneiras, mas percebe-se que há algo faltando.

É óbvio que um expert no quesito jogabilidade teria mais competência para explicar o que acontece com Dragon Ball Z: Battle of Z, mas só de olhar para o jogo é possível perceber alguns equívocos.

Os controles têm o maior grau de defeito, pois não são nada intuitivos e não promovem um aprofundamento suficiente para prender o jogador. O jogador online, pode se tornar um exímio praticante só de decorar sequências bem óbvias. Mas o problema não para por aí: a defesa, durante as lutas, é possível apenas com um movimento aleatório, o que pode culminar na futura vitória sem muito esforço.

Além disso, causa algum desinteresse a progressão da aventura pela diminuição de visão do sistema de câmera. Alguns ambientes não conseguem simplesmente aparecer junto com os personagens daquele momento e não é raro tomar um sopapo sem saber de onde ele foi desferido.

De qualquer forma, Dragon Ball Z: Battle of Z pode se destacar entre os games adaptados dos anime pelo simples fato de possuir uma quantidade enorme de personagens e de ter elaborados gráficos do início ao fim, mas sempre ficará a sensação de que as muitas referências não se sustentam com a pouca qualidade no produto entregue.

Creio que possa fazer relativo sucesso pela mera atividade nostálgica que promoverá junto aos fãs da saga, mas poderia ter sido mais bem aproveitado pelo nome que carrega por trás.

Desta maneira, prossiga jogando coisas menos modernas como Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 (PlayStation 2), ou continue recordando as batalhas deste clássico pelos animes antigos. E não perca as esperanças de que alguém saia da mesmice e consiga criar um jogo que faça jus à série através de mudanças, que pelo que se viu aqui, não são nada de outro mundo.

Veja um trecho do jogo:

Batman: Arkham Origins tem qualidade e roteiro de filme

Batman

O novo game do Homem-morcego foi lançado no último dia 25 de outubro com pompa de filme blockbuster e não poderia ter sido diferente. Batman: Arkham Origins tem precisão técnica invejável e o seu roteiro poderia ser utilizado por Chris Nolan numa nova película do defensor de Gothan City.

Os acontecimentos iniciais de Batman: Arkham Origins se passam na véspera de Natal, anos antes dos acontecimentos vistos em Arkham City e Arkham Asylum, onde o chefão mafioso Máscara Negra é um dos problemas do Homem-Morcego. Bem, de fato, ele não é o único desses estorvos.

A questão é que outros oito super-vilões do universo DC Comics (incluindo o Exterminador) também estão dispostos a pegar o alter-ego de Bruce Wayne.

Uma das coisas que deixa o jogador do game empolgado é que ele oferece um sistema de combate condizente com a franquia e, para isso, inclui novas habilidades, táticas e outros tipos de inimigos.

Metade do jogo se passa em “Old Gotham” e a outra em “New Gotham”, que é descrita como um lugar com imensos arranha-céus e com o dobro do tamanho da primeira. As imagens são muito bem feitas e a produção dos efeitos especiais foi caprichada.

Para quem jogar Arkham Origins será possível destruir torres de redes hackeadas que bloqueiam o voo do Batwing, param os sensores e diminuem as habilidades de Batman em pontos estratégicos do mapa.

Este novo episódio da saga do homem-morcego foi desenvolvido pela Warner Bros. Montreal, responsável pela versão de Wii U de Batman: Arkham City. A Rocksteady, tradicional produtora dos outros jogos da franquia, e tem versões para PlayStation 3 (agora o 4) , Xbox 360, PCs e Wii U.

Para o lançamento mundial foi feito até um trailer que, para os desavisados que não estão acostumados com o mundo nerd dos games, confunde ao parecer um novo filme da série. Veja abaixo: