O Lolla Brasil 2018 quer acabar com o seu salário. Saiba o motivo.

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Quando mudou a configuração do evento de dois para três dias sabíamos que haveria certa celeuma quanto à escalação dos artistas por dia, mas não tínhamos ideia do quanto isso iria nos machucar.

Com um ingresso Lolla pass a um preço de 750 reais (detalhe, sem taxa de conveniência incluso) é claro que ficou complicado para um cidadão médio brasileiro ir ao festival nos três dias consecutivos, pois estamos falando de quase 1 salário mínimo.

E quando soubemos do line up a empolgação com gente do quilate de LCD Soundsystem, The National, Lana Del Rey, Liam Gallagher, Royal Blood, Pearl Jam, The Killers e outros deu lugar rapidamente ao desespero quando hoje pela manhã tivemos a notícia de como será dividido esse elenco todo no fim de semana dos dias 23, 24 e 25 de março de 2018.

Veja bem, estamos falando de três ou quatro atrações imperdíveis por data e isso impede que o fã mais aguçado opte por apenas um dia de festival, o que fará com que a grana gasta com Lollapalooza Brasil 2018 seja maior do que despesas essenciais de nossa rotina diária.

Se não percebeu o problema vejamos: Sexta-feira temos Red Hot Chili Peppers, LCD Soundsystem, Royal Blood e Spoon; Sábado tem Pearl Jam, Imagine Dragons, David Byrne e Mano Brown; Domingo tudo será fechado com The Killers, Lana Del Rey, Metronomy e Liam Gallagher.

E esse desespero todo sem nem sabermos ainda os horários dos shows, o que pode piorar ainda mais com escalações de artistas imperdíveis na mesma hora ou em momento aproximado em palcos longínquos entre si.

Dessa forma, ou se gasta um caminhão de dinheiro para ir ao festival de Perry Farrel ou senta e chora.

 

Abaixo, o Line Up por dia na imagem oficial do Lolla Brasil 2018:

 

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Saiu sem alarde, mas trazemos aqui: o novo disco do Alvvays

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Já faz mais de um mês que saiu e ficou meio na miúda nos noticiários indie por aí. Dia 08 de Setembro foi lançado o segundo álbum da banda canadense Alvvays, intitulado “Antisocialites”, para reafirmar a carreira que começou tão bem com o disco homônimo de 2014.

A voz suave de Molly Rankin continua lá, as melodias fáceis e bem próximas do dream pop de Beach House em alguns momentos e mais ligadas ao shoe gaze em outras também.

Há ainda a cozinha perfeita de Brian Murphy (baixo) e Sheridan Riley funcionando para uma guitarra macia e constante de Alec O’Hanley e o ambiente sereno do teclado e dos sintetizadores de Kerri MacLellan.

Tudo para perfazer um som que permanece gostoso, prazeroso mesmo de se ouvir.

O trabalho foi produzido por John Congleton com auxílio do guitarrista Alec O’Hanley no estúdio Kingsize Soundiabes em Los Angeles e a bagaça sai pelo Selo Polyvinyl nos EUA e Royal Mountain no Canadá.

“Antisocialites” possui 10 faixas que passam rapidinho com um tempo total aproximado de 32 minutos.

Veja abaixo, o vídeo de Dream Tonite, primeiro single do disco:

 

 


 

Alvvays – Antisocialites

 

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1 – In Undertow

2 – Dreams Tonite

3 – Plimsoll Punks

4 – Your Type

5 – Not My Baby

6 – Hey

7 – Lollipop (Ode to Jim)

8 – Already Gone

9 – Saved by a Waif

10 – Forget About Life

 


 

 

Novo single para o MGMT

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São mais de quatro anos desde o último álbum do duo formado por Ben Goldwasser e Andrew Van Wyngarden (hoje eles se apresentam com até cinco integrantes). O lançamento de “MGMT” foi um momento de grande repercussão para a banda que teve enorme período de shows tomando todo o tempo deles.

Pois eis que agora voltam com o single “Little Dark Age”, mesmo nome do quarto álbum que lançarão ainda neste ano.

A nova canção conta com um vídeo clip promocional que foi produzido por David MacNutt e Nathaniel Axel enquanto que o disco inteiro foi produzido por Patrick Wimberly (Chairlift, Kelela) e Dave Fridmann (este último também produtor do primeiro disco da banda).

Percebe-se que pela sonoridade da mais recente música do MGMT que o caminho a ser percorrido por eles ainda é o groove e a psicodelia batidos juntos com o indie rock. Mas percebe-se, assim como mencionou a revista Rolling Stone americana, certo tom pesado e “sinistro” no meio de suas letras.

O ambiente entre new age e pós-punk dos anos 80 também está ali e isso é fácil de perceber também na temática imagética do vídeo de “Little Dark Age”. Confira abaixo:

 

 


 

 

 

 

 

E a sexta-feira 13 foi de sorte para o indie mundial

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Eis que toda aquela superstição envolvendo o número 13 na última sexta-feira, meio de feriado, não valeu de nada para quem é o do mundinho indie já que dois lançamentos ocorridos naquela data só podiam trazer sorte: “Lotta Sea Lice” de Kurt Vile e Courtney Barnett e “MASSEDUCTION” da St. Vincent.

O primeiro dos dois álbuns foi muito bem recebido pelo fato de ser a união de uma das maiores revelações da música indie recente, a australiana Courtney Barnett que nos brindou com o maravilhoso disco “Sometimes I Sit and Think and Sometimes I Just Sit” de dois anos atrás que abocanhou inúmeros prêmios de melhor trabalho naquele ano com o ex-integrante do The War on Drugs, Kurt Vile, que já vinha em ótima carreira solo há algum tempo.

O disco é uma seleção de músicas escritas pelos dois com bastante influência do Country Rock e do Folk americano com claras relações com artistas como Bob Dylan e outros ícones do ritmo.

Como ambos ainda tinham uma boa agenda de shows durante os últimos meses muitas das faixas foram gravadas com as partes de cada um sendo gravadas ora na Austrália ora nos EUA.

O processo todo pode ter como exemplo o próprio vídeo promocional de “Over Everything” que passa a ideia da brincadeira de um dublar a parcela da música que cabe ao outro, porém com cada um deles em sua país de origem.

O álbum tem nove faixas, sai pelo selo Matador e contará com uma turnê conjunta de divulgação dos dois artistas.

 

Over Everything

 

 


 

Courtney Barnett and Kurt Vile – Lotta Sea Lice 

 

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1 – Over Everything

2 – Let It Go

3 – Fear Is Like a Forest

4 – Outta the Woodwork

5 – Continental Breakfast

6 – On Script

7 – Blue Cheese

8 – Peepin’ Tom

9 – Untogether

 


 

 

Quanto ao segundo disco mencionado, “MASSEDUCTION” de St Vincent, há muito o que falar também.

A análise já começa interessante a partir do próprio título da obra que tanto pode fazer menção à “educação de merda” (ass education) como também pode ser alusivo ao amor (em todos os sentidos).

Em live pela página de sua conta no Facebook a cantora chegou a indicar que “o único tema [do álbum é], literalmente, o amor” e enfatizou que o título é pronunciado “Mass Seduction” e não “Mass Education”.

Trocadilhos e figuras de linguagem mais amplas à parte o álbum tem participação de Kamasi Washington, Jenny Lewis e Doveman e conta com a produção de Sounwave, que apenas ganhou o Grammy em 2016 pelo trabalho com Kendrick Lamar. “MASSEDUCTION” sai pelo selo Loma Vista.

 

Veja abaixo um dos vídeos promocionais do novo trabalho de St. Vincent e a track list do álbum.

 

 


 

St. Vincent – MASSEDUCTION

 

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01 – Hang on Me

02 – Pills

03 – MASSEDUCTION

04 – Sugarboy

05 – Los Angeles

06 – Happy Birthday, Johnny

07 – Savior

08 – New York

09 – Fear the Future

10 – Young Lover

11 – Dancing With A Ghost

12 – Slow Disco

13 – Smoking Section

 


 

Noel Gallagher não fica atrás do irmão e lança nova música hoje

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Sexta-feira foi dia de Liam, hoje quem recebe os holofotes é o irmão mais velho.

Noel Gallagher e sua banda, a High Flying Birds, disponibilizaram para todo mundo ouvir a nova música “Holy Mountain”, primeiro single do novo álbum chamado “Who Built The Moon?” que sairá 24 de novembro.

A canção que flerta com a música eletrônica tem a participação mais do que especial de Paul Weller tocando órgão e foi produzida por David Holmes, mais um indício de que Noel surfa cada vez mais em novos ritmos.

O terceiro disco da banda de Noel será apresentado em parte aqui no Brasil no final do ano, em São Paulo, em quatro datas, pois é tarefa da banda do ex-Oasis abrir os shows do U2 no Morumbi.

Ouça abaixo um trecho da faixa que misteriosamente foi postada no Youtube erroneamente por um usuário argentino.


Sextou para Liam: sai hoje o álbum solo do irmão mais novo da família Gallagher

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As sextas-feiras do segundo semestre têm sido prazerosas para quem gosta de música.

A bola da vez de hoje é o novo álbum de Liam Gallagher, irmão mais novo de Noel, ex-integrante de um tal Oasis e dono de uma metralhadora giratória que sai de sua boca em cada entrevista que dá ou de cada tuíte que posta em sua rede social.

O nome do disco é “As You Were” e foi produzido por Greg Kurstin e Dan Grech-Marguerat, que se revesaram na arquitetura e engenharia das 12 faixas (na versão deluxe há três faixas-bônus), saindo mundialmente pela Warner.

Tendo sido amplamente divulgado e trabalhado como o primeiro disco solo da carreira do britânico, a nova empreitada dele já teve a saída muito boa de quatro faixas, “Wall of Glass”, “Chinatown”, “For What It’s Worth” e “Greedy Soul”. Mas o trabalho não tem destaque somente nessas canções, pois o rapaz leva se sai muito bem em músicas como na grande balada “Paper Crown” ou na quase melancólica “Bold”.

De resto, há erros e acertos como em qualquer álbum de alguém que já está na estrada faz algum tempo, mas o que importa é que desde já temos os dois irmãos trabalhando bem e com qualidade. Perdemos um Oasis, mas ganhamos duas carreiras solos de respeito. E tem uma observação sensacional a respeito de Liam: sua voz está incrivelmente boa.

Curiosamente, o primeiro trabalho solitário de Liam (antes fez alguns anos de estágio com a banda Beady Eye) sai exatamente nove anos após o último disco do Oasis, “Dig Out Your Soul”.

Abaixo, veja a track list e alguns vídeos já lançados de “As You Were”:

 


 

Liam Gallagher – As You Were

 

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1 – Wall of Glass

2 – Bold

3 – Greedy Soul

4 – paper Crown

5 – For What It’s Worth

6 – When I’m in Need

7 – You Better Run

8 –  I get By

9 – Chinatown

10 – Comeback To Me

11 – Universal Gleam

12 – I’ve All I Need

Versão Deluxe (faixas bônus)

13 – Doesn’t Have to Be That Way

14 – All My People / All Mankind

15 – I Never Wanna Be Like You

 


 

Greedy Soul

 

 


 

Wall of Glass

 


 

For What It’s Worth

 


 

O Mistério da Sala dos Professores

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Todo mundo, um dia, quis saber o que acontece atrás da porta da misteriosa sala dos professores. Várias crianças entraram lá, mas nunca voltaram…

Em uma tarde chuvosa, Eduardo envolvido pela curiosidade, pediu à sua professora para ir ao banheiro, mas seu destino foi outro, ele foi espiar o que acontecia atrás da porta da sala dos professores, mas de repente… o professor da sala de leitura apareceu, falando para Eduardo voltar para a sua sala, e que ele não deveria estar ali, pois não havia nada de interessante lá.

Eduardo, com medo, voltou à sua sala, contou aos seus colegas o que aconteceu e eles combinaram de ir lá à noite, quando a escola estivesse vazia.

Ao chegarem em casa, eles se prepararam para a grande noite. Em uma mochila colocaram: lanterna, corda, comida e câmera.

Henrique estava com fome, comeu um chocolate e, sem perceber, foi se distanciando dos colegas. De repente, todos ouviram um grito e perceberam que Henrique tinha sumido, no chão havia migalhas de chocolates, eles seguiram até uma porta secreta e de lá ouviram a voz do Henrique pedindo ajuda.

Todos gritaram “HENRIQUE” e saíram correndo em direção à voz do amigo.

Quando avistaram Henrique ele estava com um capuz preto e amarrado dentro de um armário. Por pouco o assassino não o machucou, pois se assustou com os gritos e saiu correndo.

Até hoje, mesmo com a curiosidade, ninguém mais entra na sala dos professores e todos desconfiam do professor da sala de leitura, porém nunca encontraram provas e sempre que vão para sala de leitura o silêncio é garantido.

 

Felipe Ramos Ferreira 4º Ano A