VI Concurso dos Contos de Terror do Riva: veja o resultado final

51784183-352-k649352

 

Mais um ano de muito trabalho, mais um ano de intenso processo criativo entre os alunos e alunas e mais um ano de sucesso.

Este é o cômputo final do VI Concurso de Contos de Terror do Riva que é promovido pela Sala de Leitura Cora Coralina da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior.

Foram 17 histórias com a temática do Terror, Suspense ou Mistério que foram escritas por meninos e meninas do Ensino Fundamental desde o 5º Ano até o 9º Ano. Muitos foram os assuntos tratados e muitos sustos e arrepios roubados dos leitores do Blog.

E agora chegou o momento de informar a todos o resultado final. Foram computados os votos através de comentários e curtidas desde o dia 02/10 até o final do dia 31/10. Todos os votos em duplicidade foram excluídos e aqui estão nossos escritores vencedores:

 


 

1º Lugar: O Menino Sanguinário II (Hyuri Ricardo – 7º Ano A)

37b3f-20366299

92 Comentários + 6 Curtidas = 98 Votos

 


 

2º Lugar: Esther, A Menina Amaldiçoada (Marina da Cruz – 5º Ano D)

o-BLACK-EYED-CHILD-facebook

82 Comentários + 1 Curtida = 83 Votos

 


 

3º Lugar: Show de Horror (Agnnes Oliveira – 8º Ano C)

palhaço-600x400

59 Comentários + 1 Curtida = 60 Votos

 


 

4º Lugar: Peter e Seus Bonecos Amaldiçoados (Thaynara Gomes – 9º Ano A)

mestredosbrinquedos

50 Comentários + 8 Curtidas = 58 Votos

 


 

5º Lugar: O Pacto (Rihanna de Oliveira – 5º Ano C)

207f96da4f8074cb1d0fbdd830c57881bcbce22c_00

40 Comentários + 1 Curtida = 41 Votos

 


 

6º Lugar: Uma Noite no Cemitério (Guilherme Gomes – 7 Ano A)

Conto-terror

25 Comentários + 5 Curtidas = 30 Votos

 


7º Lugar: A Noite Obscura (Bryan Felipe – 9º Ano B)

city-2205806_960_720

23 Comentários + 3 Curtidas = 26 Votos

 


8º Lugar: Maya, A Menina Assombrada (Lavynia Revito – 5º Ano D)

29836323-288-k258912

23 Comentários + 2 Curtidas = 25 Votos

 


 

9º Lugar: Oito Meses de Espera (Alice Ferreira – 7º Ano C)

hosp2

12 Comentários + 1 Curtida = 13 Votos

 


10º Lugar: A Criatura (Dennis Oliveira – 6º Ano B)

Monster creature woman in creepy forest,3d illustration for book

9 Comentários + 2 Curtidas = 11 Votos

 


11º Lugar: O Psicopata (Gustavo Souza – 5º Ano C)

pshychoo-1140x627

7 Comentários + 1 Curtida = 8 Votos

 


12º Lugar: Emily e Seus Apavoramentos (Vitória Andrade – 5º Ano D)

ritual-900x493

6 Comentários + 1 Curtida = 7 Votos

 


13º Lugar: Os Olhos Amarelos (Dhyovana Pinheiro – 7º Ano C)

Wild-black-cat-yellow-eyes-macro-photography_1920x1080

5 Comentários + 1 Curtida = 6 Votos

 


 

13º Lugar: Era Uma Vez a Morte (Lucas de Moura – 6º Ano B)

The_Park_ScreenShot_3_3240.0

5 Comentários + 1 Curtida = 6 Votos

 


 

13º Lugar: O Longo Dia das Bruxas (Kauan Sampaio – 7º Ano C)

big_1450268055_BME040205

5 Comentários + 1 Curtida = 6 Votos

 


 

16º Lugar: O Homem Morto (Guilherme Martins – 6º Ano B)

uma-assustador-floresta-dos-pinheiros-parte-traseira-da-fantasia-leve-com-os-olhos-assustadores-incandescendo-das-criaturas-no-152029094

3 Comentários + 1 Curtida = 4 Votos

 


 

17º Lugar: Amigo Virtual (Gabriela Barbosa – 5º Ano C)

AMOR MACABRO

2 Comentários + 1 Curtida = 3 Votos

 


Encontro de Escolas de Tempo Integral: o Slam do Riva também deu show lá

a303182e-ecca-4722-8497-1219a5ae4745

 

Aconteceu na última quarta-feira (30) o Seminário “Educação Integral: Ampliando Possibilidades e Conhecimentos” promovido pela DRE São Mateus em que representantes das escolas de tempo integral da região puderam apresentar suas atividades e palestrantes realizaram conversas sobre o tema.

Também nessa ação houve a participação de professores e estudantes que fazem algum projeto dentro ou fora da escola em tempo integral que promova o protagonismo juvenil e transforme o ambiente educacional num local de ensino-aprendizagem para a vida e para o social. Atividades com cunho voltado principalmente à educação em direitos humanos foram percebidas como uma centralidade nesses movimentos mostrados pelos seus organizadores.

Sendo assim, é claro que o nosso Slam do Riva estaria presente, pois esta ação da Sala de Leitura Cora Coralina da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior pretende ser um fio condutor das preocupações dos meninos e meninas com sua condição humana e de seus anseios e desejos na vida social atual com vistas a mudar para melhor não só sua própria situação como a do país e do mundo.

Pensando assim, tanto os alunos e alunas do projeto organizado pelo professor Dhiancarlo Miranda quanto os seus colaboradores juvenis tiveram a preocupação de trazer para a apresentação do grupo poesias que tivessem a ver com áreas sociais de interesse coletivo nos direitos humanos (meio-ambiente, direitos da mulher e dos negros, políticas públicas) como também temas ligados às doenças sociais do momento (depressão, ansiedade).

Além dessa atividade apresentada pela galera do Slam do Riva também houve linda demonstração de ação inclusiva com o Circo da EMEF Professora Candida Dora Pino Pretini (que trabalha com alunos surdos e não-surdos) e palestras da professora Maura Casari sobre sua atuação como POEI (professora orientadora de escola integral) e da professora Telma Maris Ribeiro sobre sua gestão do grupo NAAPA da DRE São Mateus e um bate-papo com gestores de escolas que já adotaram o tempo integral em suas unidades.

Veja abaixo algumas imagens do evento:

 

 


 

Final do IV Slam do Riva: veja as fotos deste grande evento

294df03c-d7a1-4704-a7b7-cb9ad34ad709

 

Aconteceu no último dia 21/10 a grande final do IV Slam do Riva, batalha de poesia que é organizada pela Sala de Leitura Cora Coralina da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior.

Com presença da poetisa Monique Martins e de representantes da DRE São Mateus, a atividade teve a participação de 23 poetas meninos e meninas que fizeram oficinas, audições e inúmeros outros procedimentos ao longo do ano com o professor Dhiancarlo Miranda para se apoderarem de temas ligados aos direitos humanos e com relação à rima e à poética como um todo.

As apresentações foram muito dinâmicas e notou-se a grande qualidade dos textos na boca das alunas e alunos em consonância com o ritmo sonoro bem próximo do hip hop e do funk.

A grande vencedora do ano foi a aluna Sarah Morais Iani do 9º Ano C com Lucas Darc do 8º Ano B em segundo lugar. Ambos serão representantes do V Slam Interescolar que ocorrerá dia 13/11 no Instituto Ruth Cardoso.

Veja abaixo, algumas das imagens da ação:

 

 


 

Batalha de Poesia com os pequenos. Aqui também tem

1ad1e779-9bcb-4cb9-a7cf-7a2fa6e476b5

No último dia 17/10 uma prévia da batalha de poesia da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior.

O Slam do Riva como é chamada a ação é parte integrante dos projetos realizados pela Sala de Leitura Cora Coralina e tem a intenção de não só criar a cultura da escrita e da leitura na vida dos alunos e alunas como também estabelecer um diálogo com assuntos e temas caros à nossa sociedade.

O tema principal que tem sido base para muito do projeto promovido pela sala de leitura é a educação em direitos humanos e isso tem se traduzido nas poesias produzidas dentro da escola.

Na data da prévia tivemos como espectadores os meninos e meninas dos 4ºs e 5ºs Anos do Ensino Fundamental no período da tarde. Como eles ainda não competem na batalha então se estabeleceu que podiam aprender um pouco sobre a dinâmica sendo presenteados pela apresentação dos alunos e alunas maiores.

Não podia ter dado mais certo, a atividade foi um sucesso e a ideia é ter mais edições no período da tarde para que todos sejam agraciados por este evento tão importante e bonito.

Veja abaixo algumas fotos:


 

Peter e seus bonecos amaldiçoados

mestredosbrinquedos

Peter era um homem sem família e solitário, mas ele tinha uma grande paixão por histórias de terror e lendas urbanas.

Ele tinha um objetivo na sua vida triste: conhecer a maior loja de brinquedos do mundo, pois ele colecionava bonecos e lá tinha todos aqueles que faltavam em sua coleção.

Sendo assim, Peter trabalhou por anos até conseguir o dinheiro necessário para viajar até o seu local de desejo. Como morava na Inglaterra foi difícil conseguir dinheiro, mas quando isso ocorreu rapidamente ele comprou a passagem e foi até os Estados Unidos, mais especificamente no estado da Califórnia, onde se localiza a maior loja de brinquedos do mundo.

Então Peter, depois de 9 horas de voo chegou ao seu destino e logo partiu para a tal loja.

Quando Peter chegou lá ficou extremamente encantado, pois ali o seu sonho de anos estava sendo realizado. O rapaz comprou todos os bonecos que faltavam em sua coleção, mas antes de ir embora Peter chamou o vendedor que lhe atendeu e tinha uma curiosidade a ser perguntada. A curiosidade era tanta que ele decidiu que não poderia sair de lá sem sanar essa dúvida.

Peter perguntou se era verdade que aqueles bonecos podiam criar vida se saíssem da Califórnia, pois havia uma história famosa de que um homem que comprara bonecos ali teria vivido seus últimos dias de vida no hospício, pois jurava que os seus bonecos tinham criado vida e tentaram mata-lo.

O vendedor olhou bem fixamente para Peter, parou por um instante, o fitou mais uma vez e finalmente disse: “Não, isso não é verdade. É só mais uma história inventada por um maluco. O rapaz se sentiu aliviado pela resposta e foi embora da loja e já no outro dia viajou de volta para seu país.

Dessa forma, Peter chegou em sua casa e colocou seus bonecos no quarto que ele havia feito para colocar a sua coleção que, até que enfim, estava completa. Daí foi dormir.

Durante a madrugada Peter ouviu um barulho estranho no quarto de seus bonecos e foi olhar o que estava acontecendo. Chegando lá se deparou com uma cena que o fez ter que esfregar os olhos para ter certeza de que era verdade: todos os bonecos estavam vivos e portavam armas em suas mãos. Muitos estavam com facas, outros com machados, alguns empunhavam tesouras enquanto que outros mais tinham furadeiras, marretas e martelos.

Quando Peter percebeu que corria perigo ficando ali parado tentou correr, mas isso não foi suficiente: alguns bonecos já estavam em seu encalço e outros até mesmo em sua frente. Vários pularam em cima dele e os golpes começaram a ser desferidos. Não houve nem a chance do rapaz gritar, pois bonecos avançaram pra cima de sua boca com panos e a encheram enquanto o furavam com as mais diferentes armas.

Dias depois um dos vizinhos de Peter repararam que exalava um cheiro estranho da casa daquele rapaz solitário que quase não tinha contato com ninguém. Tentou chamar por Peter, mas como não houve resposta a polícia foi chamada. Quando arrombaram a porta viram o corpo do pobre homem todo desfigurado caído no chão.

Muitos cômodos foram conferidos e em todos eles havia manchas de sangue de Peter, mas um quarto especificamente que estava trancado foi encontrado intacto e limpo. O quarto cheio de brinquedos e bonecos.

 

Thaynara Gomes Domingos – 9° Ano A

 


O Menino Sanguinário II

37b3f-20366299

 

Passaram-se muitos anos desde a prisão de Fred que matou seus pais de modo cruel e sanguinário.

O caso conhecido como “O Menino Sanguinário” ficou famoso na cidade e o rapaz estava prestes a sair da prisão por conta de seu bom comportamento.

Sua irmão Jully não aceitava de jeito nenhum essa situação e havia ido morar com uma nova família desde que aquela desgraça havia acontecido.

Fred saiu da prisão e a primeira coisa que fez foi ir à antiga cada onde morou durante sua infância. Lá tocou a campainha e um rapaz atendeu à porta. Ele perguntou por Jully e o homem disse que ela morava numa outra casa e até deu o endereço dela.

Mas Fred não conseguia lidar com a frustração e pegou uma garrafa que estava  no chão, a quebrou na parede e enfiou no meio da barriga do rapaz. Sem ter reação e só tendo tempo de cair o rapaz morreu ali mesmo. Em seguida, Fred entrou na casa, contemplou todo aquele lugar onde morou por tanto tempo e pegou um machado e uma arma que conseguiu achar no quarto onde antigamente ele dormia.

Assim sendo, ele pegou aquele papel onde o rapaz acabara de escrever e viu lá. Rua Stanley, 13.

E foi pra lá que ele se dirigiu com aquele olhar que havia em seu rosto vinte anos atrás quando matara seus pais.

Ao chegar no endereço ele não chamou por ninguém. Simplesmente entrou e foi direto para o quarto onde Jully dormia. Lá viu suas roupas, seus pertences e suas fotos. Não havia ninguém na casa e ele ouviu barulhos de alguém chegando.

Eram os pais adotivos de Jully que haviam acabado de vir do supermercado, a menina ainda estava na faculdade e quando o homem chegou ao corredor perto do quarto Fred apenas lançou o machado em sua cabeça e ele caiu fortemente no chão. A mulher ouviu o barulho e foi ver o que era.

Nesse momento Jully chegou e Fred apenas mostrou para a idosa sua capacidade de ser mal. Tirou o machado da cabeça do homem e passou a mão para limpar o sangue deixado ali. A mulher gritou apavorada, mas não houve tempo de vir ajuda. Fred jogou o machado na parede e tirou o revólver da cintura. Deu três tiros na mulher e ela morreu logo em seguida.

Jully correu para cima do irmão e tentou acertá-lo com um abajur, mas o rapaz era muito forte fisicamente e consegue se desvencilhar.

Ele corre para a parte traseira da casa de desliga todas as luzes. Jully fica no escuro e quando uma lanterna em sua frente se acende ela só vê o irmão com um galão de gasolina nas mãos e ele joga em cima dela. Depois a empurra para o porão e a tranca lá embaixo.

O antigo menino sanguinário virou um demônio sem escrúpulos e mesmo com os gritos desesperados da irmã ele acende um fósforo e joga lá embaixo…

Ele sai da casa e nunca mais é visto!

Hyuri Ricardo – 7º Ano A

 


 

 

Uma noite no cemitério

depositphotos_39421277-stock-photo-cemetery-night

Numa velha cidade do interior chamada Sara havia uma família muito feliz que tinha em Artur seu único filho.

Porém o pai e a mãe percebiam que o menino era muito medroso e para tentar fazê-lo ter mais coragem contavam histórias de terror para ele todas as noites.

Infelizmente isso tinha um efeito contrário porque o menino ficava cada vez mais retraído e assustado.

Num dia meio chuvoso os pais de Artur pediram para que ele fosse a uma loja de doces comprar algumas coisas e no caminho ele tinha muito temor porque passava pelo cemitério da cidade. Quando estava por lá passando percebeu que as portas do lugar estavam se abrindo sozinhas. Inicialmente ele pensou que pudesse ser o vento, mas logo teve uma terrível surpresa.

Por trás daquela porta apareceu um espírito maligno que olhou fixamente para o menino e ele saiu correndo. Só deu tempo de entrar num mercado e se esconder no banheiro. Tentou pedir por ajuda, mas estranhamente ninguém o ouviu. O espírito ficou do lado de fora e disse as seguintes palavras:

– Conte até três, você vai ter uma surpresa!

Artur sem saber o que fazer contou 1… a porta destrancou; contou 2… as janelas se quebraram; contou 3… as luzes se apagaram.

Quando a luz voltou o espírito estava na frente do garoto e sussurrou em seu ouvido:

– Agora sua alma me pertence!

De repente, Artur começou a tremer muito e depois de alguns segundos tudo voltou ao normal e o espírito parecia ter desaparecido. Mas o olhar de Artur estava diferente, ficou extremamente robótico e sua fala também ficou mais grave.

Ele não fez mais nada a não ser voltar para a casa.

Chegando lá foi até a parte de trás do imóvel e cortou toda a parte elétrica. Seu pai percebendo que havia algo errado com as luzes foi checar e quando lá chegou se deparou com o filho em pé segurando uma faca que era usada para cortar carne. O pai usava uma lanterna, mas ela estava piscando muito e cada vez que ela piscava Artur se aproximava mais e mais.

Não deu tempo de pedir socorro, pois o golpe foi um só. O pai caiu ensanguentado no chão e Artur sumiu mais uma vez.

Sua mãe estava assustada dentro de casa e ficou com medo de sair para saber o que estava acontecendo. Estava sentada no sofá segurando uma vela quando ouviu uma voz vindo de algum dos quartos:

– Agora é a sua vez!

Ela achou que estivesse ouvindo vozes em sua cabeça e não ligou da primeira vez. Quando ouviu da segunda vez decidiu ir atrás daquele barulho.

A voz ficou cada vez mais baixa como se fosse um sussurro. Mas ainda repetia:

– Agora é a sua vez!

Ela abriu a porta do próprio quarto e não viu nada, abriu o banheiro e nada achou, abriu a porta do quarto de Artur e o menino gritou: – agora é a sua vez!

Ela tentou correr, mas caiu no corredor e ele veio por cima dela e a matou friamente.

Depois disso, o garoto pegou um galão de gasolina que havia na casa das máquinas da casa e a incendiou inteira. Feito isso, apenas correu até o cemitério e sentou em frente ao mausoléu.

Ali o espírito que estava todo o tempo no corpo do rapaz saiu de dentro dele e disse em seu ouvido:

– Minha parte já está feita, agora procure fazer a sua.

Artur com medo e chorando muito apenas saiu sem rumo e nunca mais ninguém o viu ou ficou sabendo de seu paradeiro. Até hoje os crimes de seus pais não foram solucionados pela polícia, mas enquanto ainda houver quem a conte essa história ainda não tem um final.

Porque o pesadelo está apenas começando!

Guilherme Gomes – 7º Ano A