Resultado do VI Concurso de Contos de Terror do Riva

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Como sempre fazemos no dia 01 de novembro de cada ano segue abaixo o resultado final do Concurso de Contos de Terror do Riva em sua versão 2018.

Os prêmios serão entregues diretamente aos concorrentes vencedores e mesmo aqueles que não ficaram entre os três primeiros colocados receberão certificados de comprovação de sua participação.

A ideia é que nos próximos anos tenhamos algumas outras surpresas e o sucesso da atividade só aumenta conforme vai passando o tempo.

Agradecemos a todos os participantes, aos votantes e ao auxílio da gestão, coordenação e professores da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior, além, é claro, dos alunos que fazem este processo ser possível.

Obrigado a todos!

 


Resultado do VI Concurso de Contos de Terror do Riva:

 

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1º – O Menino Sanguinário (Hiury Ricardo Petrolino da Silva – 6º Ano A): 30 comentários + 3 curtidas = 33 votos

2º – Casa Amaldiçoada (Richard Lucas Cordola Mezzalira Zaniratto – 5º Ano C): 23 comentários + 4 curtidas = 27 votos 

3º – Um Belo Dia para Morrer (Kaiki Nascimento – 8º Ano C): 25 comentários + 1 curtida = 26 votos 

4º – A Possessão (Agatha Julia Martins Silva – 7º Ano A): 16 comentários + 3 curtidas = 19 votos

5º – Pesadelo na Floresta (Giovana Cristina Veiga da Silva – 5º Ano D): 10 comentários + 3 curtidas = 13 votos 

6º – Gram, A Vovó Assassina (Larissa Barbosa Miranda – 5º Ano B) e A Babá do Mal (Mikaele Borges dos Santos – 5º Ano A): 11 comentários + 1 curtida = 12 votos

8º – O Boneco do teatro Charlet (Maria Eduarda Almeida – 5º Ano B): 6 comentários + 4 curtidas = 10 votos

9º – O Espírito Maldito (Wallace Pereira da Silva – 6º Ano A): 7 comentários + 2 curtidas = 9 votos

10º – O Orfanato do Terror (Ana Carolina Brito – 6º Ano C): 2 comentários + 1 curtida = 3 votos

11º – A Caixa (Guilherme Ribeiro Santos – 5º Ano A) e A Noiva do Elevador (Gustavo Nikolajuni Foloni – 5º Ano C): 1 comentário + 1 curtida = 2 votos

13º – O Caso Robert (Maria Eduarda Morais Iani – 4º Ano C): 1 curtida = 1 voto

 


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VI Concurso de Contos de Terror do Riva

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A tradição já existe há algum tempo e o projeto parte para sua sexta edição.

A atividade chamada Concurso de Contos de Terror do Riva surgiu como uma ação de envolvimento entre professores da área de Letras, a Sala de Leitura da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior e os alunos com o principal intuito de promover novos talentos na escrita e trabalhar o gênero do Terror e Mistério com crianças e adolescentes.

O concurso ocorre de hoje até 31/10 (dia do Halloween) e acontece por meio de eleição direta via Internet.

Os contos estão todos perfilados aqui no site Outros Sons e qualquer ser humano do planeta pode votar efetuando um comentário no post de sua história favorita.

Os três primeiros colocados ao fim do mês ganham coleções de livros de terror.

 


 

Abaixo, a lista completa dos inscritos no concurso:

1 – Agatha Julia Martins Silva (7º Ano A)

2 – Ana Carolina Brito Silva (6º Ano C)

3 – Giovana Cristina Veiga da Silva (5º D)

4 – Guilherme Ribeiro dos Santos (5º Ano A)

5 – Gustavo Nikolajuni Foloni (5º Ano C)

6 – Hiury Ricardo Petrolino da Silva (6º Ano A)

7 – Kaique Nascimento Teixeira (8º Ano C)

8 – Larissa Barbosa Miranda (5º Ano B)

9 – Maria Eduarda Almeida (5º Ano B)

10 – Maria Eduarda Morais Iani (4º Ano C)

11 – Mikaele Borges dos Anjos (5º Ano A)

12 – Richard Lucas Cordola Mezzalira Zaniratto (5º Ano D)

13 – Wallace Pereira da Silva (6º Ano A)

 


A possessão

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Havia uma menina chamada Maria que era muito  quieta  na dela que não queria  ficar  com  os  outros igual a todos os dias. Em casa ela  ficava  no quarto trancada lendo  livros e mais livros de terror.

Ela  sonhava  com  demônios  e monstros todas  as noites. Sua  mãe  tinha que  ir, por vezes,  ao  quarto  da menina porque  ela  começava a gritar  desesperadamente. Quando  sua  mãe, dona Mariana  chegava  lá  estava a garota no canto  do quarto  levantada  falando  com  alguém.

Quando  sua  mãe  a chamava  ela sempre se virava rapidamente e a olhava com  o rosto cheio de lágrimas  de sangue. O escuro fazia a cena ficar ainda mais sinistra e isso provocava calafrios em sua mãe.

Não era só isso que perturbava, pois quando se olhava para as paredes o que se via eram várias  palavras e desenhos que depois, ao estar consciente, Maria explicava serem coisas das quais lembrava de seus  sonhos.

Dona Mariana, num dia de desespero,  pegou  a bíblia  e começou  a rezar. Ela tinha sua filha à sua frente e esta começou a chorar. À medida em que continuava a percorrer as linhas do livro sagrado cristão a menina também repentinamente iniciou uma corrida pelo  quarto em círculos intermináveis. O próximo passo foram inúmeros arranhões pelas paredes do cômodo.

Ao término da leitura daquele versículo feito por sua mãe, a menina rapidamente  saiu  do  quarto e se escondeu  no escuro já que tinha anoitecido e o quintal ficava bem sinistro.

Com a bíblia ainda em mãos a mãe de Maria saiu à procura  da filha chamando ininterruptamente e cada vez mais de forma desesperada.

“Maria, Maria, cadê você? Filha onde você está?”

Quando sua mãe  a chamou pela  quinta ou sexta vez  a menina  apareceu da  escuridão  toda  distorcida  com  a cabeça  virada  e os olhos  pretos e falando “eu  não  sou a Maria,  meu  nome  é Valkiak e vim  buscar  almas”.

Era nítido que o espírito em questão já havia possuído o corpo da garota. O demônio travestido de Maria começou  a subir  as paredes  e repetindo a frase  “eu vim  buscar  minhas  almas”. Sua  mãe  começou  a orar  de novo e então o corpo que nem parecia mais ser o de sua filha entoou mais uma frese “não  adianta  orar, seu Deus  não  vai  te  ajudar”

Apesar de todo esse sofrimento a menina pareceu desfalecer e a mãe conseguiu coloca-la no seu quarto.

Achando que seria necessário algo mais potente para atacar aquela ameaça que consumia a alma de Maria, Dona Mariana correu atrás dos heróis possíveis para uma ocasião dessas.

Conseguiu fazer contatos e conseguiu chamar um pastor evangélico e um padre católico. Ambos disseram que já estavam a caminho e depois de algum tempo eles chegaram.

Ao chegarem naquele quarto em pura penumbra demorou para que soubessem onde estava Maria, escondida perto da cabeceira da cama emitindo pequenos grunhidos. Dona Mariana tentou apaziguar a situação dizendo “filha, estou aqui com ajuda” ao que recebeu como resposta um sonoro “saiam daqui senão vocês vão morrer” com um som muito grave para a voz de uma menina.

Após algumas palavras de consolo e da tentativa de começar uma espécie de exorcismo com a leitura de mais passagens do livro sagrado o padre foi surpreendido pelo corpo possuído de Maria que o arranhou por todos os lados e cada um desses machucados jorravam sangue suficiente para fazer os outros naquela casa se assustarem de verdade. Foram poucos e sofridos segundos que culminaram na morte do padre.

O pastor ao ver toda aquela cena só teve uma reação: correr! Nunca mais voltou até ali.

Dias após o ocorrido vizinhos ficaram muito preocupados com o silêncio e o cheiro azedo e podre que exalavam da casa de Maria. Quando o bombeiro foi chamado o corpo morto de Dona Mariana jazia perto da filha que parecia hipnotizada.

A polícia que pegou o caso para investigar achava tudo tão estranho que se viram obrigados a fazer contato com o Vaticano. Cerca de dez padres chegaram ao local depois de alguns dias e ficaram enfurnados na casa entre fazer pesquisas, tirar fotos, falar dia após dia com Maria e depois de duas ou três semanas deram o diagnóstico de que a menina não estava mais possuída.

Porém, sua condição mental não parecia mais a ideal para um convívio em sociedade e foi internada num manicômio estadual.

Não há nenhum parente que a visite e aparentemente as histórias que rondam sua vida irão lhe acompanhar pelo resto de sua existência.

 

Agatha Julia Martins Silva – 7º Ano A

 


 

O Menino Sanguinário

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Existia um menino na capital dos EUA que parecia que era um anjo igual ao velho ditado: “quem vê cara não vê coração”.

Fred matou todos os animais de estimação que teve ao longo da sua infância. O gato foi com um estilete; o cachorro foi morto com um martelo no focinho com um prego apoiado em um cano.

Seu tio um dia descobriu os acontecimentos com os animais enquanto Fred estava matando um rato com uma faca de mesa e lavando o sangue que escorria pela sala.

O seu tio conversou com sua mãe e após um diálogo com o menino nada mudou.

No dia seguinte ele foi para a escola e sem querer um colega esbarrou nele. Sem nem querer saber o motivo o agarrou e bateu até sair sangue. Ele foi para casa sem a sua mãe ter conhecimento e como gostava de fazer máscaras de papel ficou num quarto realizando os objetos.

Foi para o almoço e como já estava mascarado ficou difícil de sua mãe perceber, pois durante aquele período fazia as coisas sorrateiramente.

Mais um dia se passou e chegando à escola na sua bolsa havia uma máscara e um taco de beisebol. Na hora da saída, sem o menino com o qual havia brigado anteriormente, Fred colocou a máscara, pegou o taco e bateu no pobre infeliz até vê-lo morto.

Chegou em casa apenas de noite e sua mãe queria muito sua explicação sobre o ocorrido já que todos da escola e vizinhança sabiam do horror da mais cedo.

E ele apenas citou o fato de que o ônibus havia quebrado e sua irmã Estela estava com seu namorado na sala e quando ela foi à cozinha para tomar água Fred chegou com uma tesoura e sem movimentos falsos a matou com nove perfurações no coração.

Como o namorado não ouviu nada continuou assistindo tv e Fred pegou uma corda na gaveta da cozinha e um facão e o prendeu na cadeira onde estava o rapaz para tão logo depois assassina-lo também.

Sua mãe estava no trabalho e com a filha recém-nascida.

Fred ligou para a polícia e quando ela chegou o levaram para ser interrogado. A mãe soube do acontecimento e a delegada a chamou para conversarem.

Enquanto isso, Fred estava com a enfermeira e se alimentava com um garfo na mão e quando a moça menos esperava foi morta pelo próprio instrumento.

A recepcionista viu tudo acontecer pela câmera e apertou o alarme e todos imediatamente foram até o local e daí em diante ficou preso por muito tempo.

Sua mãe tinha ido para casa e com bastante tristeza pegou uma arma no armário e se matou.

Passaram-se quinze anos dessa tragédia e Fred já estava adulto e na cadeia fazendo várias máscaras.

Num dia qualquer, alguns guardas entraram na cela e tentaram abusar dele. Mas Fred conseguiu se levantar e espancou a todos. Um morreu e o outro ele pegou, levou até a privada e o matou afogado e o sangue se espalhou pela água.

A recepcionista da prisão estava dormindo e ele caminhou até lá de fininho e também a assassinou.

Assim Fred já adulto conseguiu fugir da cadeia e continuou livre pelas ruas.

 

Hiury Ricardo Petrolino da Silva 6º Ano A

 


 

 

A Babá do Mal

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Certo dia, o pai chamou o filho que já tinha 14 anos e disse que havia ganhado uma viagem para ele e sua mãe viajarem durante suas curtas e merecidas férias.

O filho ficou triste por não poder ir, mas sabia que seria legal os pais dele terem um momento de lazer só para eles. Também imaginou que seria bacana ficar sozinho durante alguns dias e pensou até em chamar amigos para fazer uma festa.

O pai logo cortou o barato do menino, pois indicou ser necessária a presença de uma babá durante aquele período de ausência dele e da esposa.

O rapaz até concordou, mas achou estranho ter que dividir a casa com uma estranha, mesmo que fosse por apenas algum tempo.

Seu pai pediu que se acalma-se, pois ele já tinha adiantado tudo e que haveria de ser tudo com bastante tranquilidade.

Chegou o dia da viagem e a moça chegou para acompanhar o menino por aqueles dias. Mal sabia ele que a verdadeira babá havia sido morta horas antes por esta menina que na verdade era uma psicopata que fugira do manicômio público dias atrás.

Foram horas de desespero para aquele garoto: ela o obrigou a vê-la matar seus ratinhos de estimação, o obrigou a comer uma gororoba estranha durante o jantar e o amarrou para que pudesse tortura-lo com fios desencapados de energia elétrica.

No início ela dizia que eram apenas jogos e ele só foi acreditar quando já era tarde demais. Não era possível chamar a polícia, pois ela ficava muito perto do telefone, não era possível gritar, já que ela deixou todas as janelas trancadas e também era complicado de fugir por conta do mesmo problema.

Pois bem, nem mesmo três ou quatro horas de horror tinham ocorrido e a estranha moça estava assistindo tv enquanto o menino estava ao seu lado amarrado, amordaçado e imóvel e passou uma matéria na tv mostrando a foto dela mesma e falando sobre seus crimes, inclusive o da babá.

Ele assistiu a tudo aquilo horrorizado e foi quando ela decidiu: “ele agora sabe quem eu sou, terei que mata-lo!”

Os olhos do menino quase saltaram, mas mais do que de repente a porta se abriu e eram seus pais. Eles tinham esquecido o passaporte e voltaram para buscar depois que haviam passado pelo check in no aeroporto.

A mulher fugiu pelos fundos e nunca mais foi vista, pelo menos naquelas redondezas.

 

Mikaele Borges dos Santos – 5º Ano A

 


 

O Espírito Maldito

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Era uma vez uma família muito feliz que estava jantando em casa tranquilamente, mas que começou a notar que havia algo estranho ocorrendo dentro de casa.

O menino que era bastante esperto percebeu que as lâmpadas estavam se mexendo e que a iluminação diminuía e aumentava de vez quando.

Como não atrapalhou demais a refeição deles todos foram para a sala e o pai ouviu um barulho vindo do banheiro.

Lá chegou e percebeu que o chuveiro estava ligado em sua maior potência. Tentou desligar, mas como estava muito quente e cheio de fumaça naquele local ele teve dificuldade e até se queimou quando olhou novamente alguns curtos-circuitos começaram e correu para tirar a esposa, o filho e a bebê recém-nascida de dentro de casa.

Não demorou para explosões acontecerem e a casa pegar fogo totalmente fogo.

Foi difícil explicar para os bombeiros e para a seguradora o que se passou naqueles instantes de terror e a família começou a passar por muitas dificuldades financeiras.

Cinco anos se passaram e eles já moravam há algum tempo de aluguel desde o ocorrido. A mãe preparava o almoço e enquanto isso ocorria o menino brincava em seu quarto.

De uma hora para outra começou a fazer muito frio em seu quarto e uma voz lá do longe repetiu: “Eu não consegui da outra vez, mas hoje será a hora de vocês!”

O menino sentiu calafrios em todo o corpo e por isso foi se deitar em sua cama. Mas de repente, seu corpo começou a levitar sozinho e foi subindo de leve até chegar perto do ventilador de teto. Ele só percebeu tal ocorrência quando estava muito perto do objeto.

Só deu tempo de ouvir seu grito de horror e quando a mãe chegou lá só deu pra ver a mancha grande de sangue por toda a parede.

O enterro ocorreu depois de muito choro da família e o pai sabia que algo de muito errado acontecia e isso tinha a ver com aquela tragédia de anos atrás.

Quando voltaram do cemitério e a filha menor foi para o seu quarto a porta se trancou sozinha e ela começou a gritar pedindo socorro. Ela tentou abrir a janela para sair por lá, mas o que ocorreu foi a mesma voz repetindo: “você é a próxima”.

A janela começou a subir e a descer enquanto a cabeça da menina era esmagada e os pais nem mesmo conseguiam arrombar a porta. Os gritos de dor ficaram ecoando na mente do pai e da mãe por minutos antes que a porta abrisse sem que houvesse nenhum esforço.

Não deu tempo de ninguém chamar polícia ou ajuda qualquer, pois quando chegou à cozinha para pegar o telefone várias facas caíram misteriosamente da mesa a perfuraram até mata-la.

O pai viu toda a cena atônito e não percebeu que atrás de si a espingarda que tinha para enfeitar a sala estava apontada em sua direção.

Quando os policiais chegaram após o chamado dos vizinhos só puderam ver a imagem do pai caído no chão ensanguentado e a arma em sua mão.

O caso foi registrado como homicídio seguido de suicídio e o caso foi encerrado.

Porém, ninguém mais teve coragem de sequer passar perto da casa onde aconteceu uma tragédia tão grande.

Wallace Pereira da Silva – 6º Ano A

 


 

O Caso Robert

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Vou contar a vocês o caso que ralei muito pra desvendar, mas primeiro vou me apresentar… Eu me chamo Robert.

Eu tenho um irmão gêmeo, ele se chama Roberto. Meu irmão usa o fato de sermos irmãos contra mim, ele faz coisas erradas e me acusa, porém ele é meu irmão e eu amo ele, vamos direto ao ponto.

Tudo começou quando éramos pequenos, nós estávamos brincando na rua quando perguntei o que meu irmão queria ser quando crescer. “Eu queria ser um grande detetive” – e ele disse o mesmo.

Ele nunca mais foi o mesmo comigo depois que eu passei no oitavo ano e ele reprovou, não vou dizer que fui melhor que ele, eu apenas me esforcei um pouco mais, ele não pensava o mesmo.

Quando crescidos eu consegui virar um detetive muito famoso e ele virou guarda-costas de um artista que ele nunca gostou.

Quando o artista que meu irmão protegia foi assassinado eu assumi o caso. Tudo indicava que ele tinha sido morto a facadas por alguém próximo.

Foi quando eu comecei a desconfiar do meu irmão, eu não podia acusá-lo já que não tinha nenhuma prova para incriminá-lo. Eu tinha algumas testemunhas, eles se chamavam Luiz, Gabriel e Juliana. Eles eram uma gangue muito perigosa que a polícia procurava havia muito tempo, eles foram presos por assassinato e tráfico de drogas.

Eu continuava desconfiando do Roberto, foi quando eu liguei pra ele, o mesmo negou todas as acusações e perguntas, mas eu continuava desconfiando.

Hoje quando estava caminhado pelo parque o banco explodiu. Eu fiquei muito assustado, foi quando avistei Roberto, eu achei muito suspeito. Continuei andando, mas antes chamei os bombeiros e voltei para minha casa para continuar o caso. Já estava tarde e eu fui dormir, tive um pesadelo muito estranho no qual meu irmão estava com uma arma na mão, ele atirou em mim e no artista que morreu.

No dia seguinte meu irmão ligou confessando o crime e também contou onde estava, quando a polícia chegou ao local meu irmão estava amarrado em uma cadeira e ele não estava sozinho. Luiz, Gabriel e Juliana estavam lá.

Meu irmão estava contando quem era o assassino do artista e eles ameaçaram matar meu irmão se ele continuasse.

Ele não ouviu e continuou.

Quando ele terminou de descrever o assassino eu me lembrei do homem do parque e conseguimos rastrear o mesmo. Ele foi preso e interrogado, o mesmo negou todas as acusações, decidimos fazer o deste da verdade com o detector de mentiras e como o previsto eu estava certo, ele foi preso e esse foi o fim do caso.

Maria Eduarda Morais Iani – 4º Ano C