20 anos de “Mezzanine” do Massive Attack

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1998 foi um ano importante para a música mundial.

Podemos listar alguns momentos marcantes da cena naquela época: “Hello Nasty” do Beasty Boys; “Mutations” de Beck; “The Boy With a Arab Strap” do Belle and Sebastian; “Ray of Light” de Madonna; “Aquemeni” do Outkast; “Is This Desire?” de P.J. Harvey; todos estes títulos importantes, mas nenhum chega a ser fora do padrão tanto quanto “The Miseducation of Lauryn Hill” de Lauryn Hill ou “Mezzanine” do Massive Attack.

Quanto ao primeiro podemos voltar em breve a falar sobre, mas no que diz respeito ao trabalho da banda inglesa nos alongamos um pouco mais devido à data.

Hoje faz 20 que o disco foi lançado. “Mezzanine” é o terceiro álbum de estúdio do grupo de trip hop e até hoje, talvez, o mais conhecido.

Este foi o primeiro álbum produzido por Neil Davidge junto ao grupo. Além da inovação técnica algo mais vem junto com a saída do trabalho, pois ele foi lançado para download no site da banda alguns meses antes do seu lançamento em mídia física.

Além de ter o single “Teardrop”, até hoje um sucesso atemporal da banda cantada pela cantora Elizabeth Fraser, o disco foi também contém outros momentos bem cheios de experimentalismos mais complexos.

Mesmo à época do lançamento do álbum, este já era muito elogiado pela crítica especializada e ótimas resenhas pelo mundo afora são conhecidas até os dias atuais. Não era anormal adjetivos expressivos dentro desses textos e as famosas cinco estrelas eram habituais.

Para comemorar a data a banda avisou que “Mezzanine” será codificado e armazenado em uma cadeia de DNA (WTF!).

Ano passado já havia acontecido algo parecido com singles de Miles Davis e Deep Purple, mas esta será a primeira vez que o processo ocorrerá com um álbum inteiro.

O procedimento consiste em incluir o áudio das faixas numa conversão para 920 mil fitas de DNA, que por sua vez serão guardadas em 5 mil nanoesferas de vidro. Esta codificação será possível graças ao Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça.

E mesmo que não tenha entendido bulhufas de como isso funciona aproveite para celebrar o vigésimo ano de lançamento de “Mezzanine” ouvindo faixas sensacionais como “Angel”, a linda “Inertia Creeps”, “Black Milk” e a própria faixa-título.

Para ser sincero, fique com o álbum todo, pois “Exchange”, Dissolved Girl”, “Man Next Door”, “Group Four” e até mesmo a faixa bônus “Superprotetors” (que saiu apenas no Japão) não ficam atrás em momento nenhum na qualidade, no frescor técnico, no vocal e na instrumentação espetacular que mexem com todos os neurônios de qualquer bom ouvinte.



Mezzanine – Massive Attack

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“Angel” – 6:18

“Risingson” – 4:58

“Teardrop” – 5:29

“Inertia Creeps” – 5:56

“Exchange” – 4:11

“Dissolved Girl” – 6:07

“Man Next Door” – 5:55

“Black Milk” – 6:20

“Mezzanine” – 5:54

“Group Four” – 8:13

“(Exchange)” – 4:08

“Superpredators” (Faixa bônus da versão japonesa)


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Quer mais música boa? Então ouça a nova canção de Courtney Barnett

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Courtney Barnett é uma artista inquieta e só podemos falar dela toda semana porque a menina não para no sofá de casa.

Depois de reinar no mundo três anos atrás com seu álbum de estreia e fazer duplinha formidável com Kurt Vile ano passado a australiana recusou o descanso e já partiu para novo trabalho.

Conhecemos em Março as ótimas “Nameless, Faceless” e “Need a Little Time” e agora o que nos chega é essa belezura chamada “City Looks Pretty”, como sempre falando de forma irretocável sobre o cotidiano e o dia-a-dia de gente comum (que, às vezes, pode ser bom e, às vezes…).

“Tell Me How You Really Feel”, nome do segundo álbum da cantora e guitarrista, sai dia 18 de Maio, terá 10 faixas e será distribuído pela Milk Records.

Veja abaixo o novo material e tire suas conclusões:

 

 

Fiquem de olho, pois o CHVRCHES está voltando

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Trio que começou mais no experimentalismo indie e foi rumando para o pop, os escoceses do CHVRCHES vêm mostrando algumas faixas do álbum que será lançado dia 25 de Maio próximo.

“Miracle” é uma dessas canções e volta a apostar na voz de Lauren Mayberry que mesmo se situando bem numa área mais comum da música mainstream também sabe alcançar novos horizontes em conjunção com a base de sintetizadores que balança entre o nostálgico e o moderno.

O álbum “Love Is Dead” nasce através da produção de Greg Kurstin, (Adele, Beck, Foo Fighters e o trabalho solo deLiam Gallagher).

Além dessa música mostrada logo abaixo também já podemos acompanhar a partipação especial de Matt Berninger do The National em “My Enemy”.

 


 

Love Is Dead – Tracklist

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01 – Graffiti
02 – Get Out
03 – Deliverance
04 – My Enemy
05 – Forever
06 – Never Say Die
07 – Miracle
08 – Graves
09 – Heaven/Hell
10 – God’s Plan
11 – Really Gone
12 – ii
13 – Wonderland

 


 

 


 

 


 

Tudo preparado para o Arctic Monkeys tomar de assalto o mundo novamente

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A banda britânica que cada vez mais se torna um grande acontecimento a cada novo trabalho acabou de disponibilizar informações atualizadas sobre seu próximo álbum de inéditas, intitulado “Tranquility Base Hotel + Casino”.

A primeira notícia é que a bolacha será lançada no dia 11 de Maio e sai pela Domino Records. Também já se sabe que o trabalho possui onze músicas e a capa já pode ser conhecida logo abaixo.

O pré-lançamento ganhou um teaser que podemos assistir ao final deste texto e quem estiver muito ansioso saiba que já pode adquirir o disco através da pré-venda que começou tanto na versão em vinil cinza, quanto na versão que traz consigo o CD.

Por conta da quantidade mínima de informações antes dessas de agora rumores deram conta de que nenhum single seria lançado antes do lançamento, mas até isso ainda está meio nebuloso.

Agora, é esperar para ver, ou melhor, ouvir a nova produção da banda.

 


 

Arctic Monkeys – Tranquility Base – Hotel + Casino

 

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1 – Star Treatment

2 – One Point Perspective

3 – American Sports

4 – Tranquility Base Hotel & Casino

5 – Golden Trunks

6 – Four Out of Five

7 – The World’s First Ever Monster Truck Front Flip

8 – Science Fiction

9 – She Looks Like Fun

10 – Batphone

11 – The Ultracheese

 


 

Teaser 

 


 

Olho nessa menina: Grace Vanderwaal traz leveza ao mainstream

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O ano é 2016. Ainda estamos nas primeiras audições do programa America’s Got Talent e advinda de Nova York uma menina de apenas 12 anos provoca comoção nos jurados e também na plateia do show visto por milhões de americanos.

Grace VanderWaal passou por todas as preliminares do show e conseguiu derrotar The Clairvoyants (uma dupla de mágicos) na grande final.

A partir daí a carreira da garota decolou e já no ano seguinte lançou seu primeiro LP, “Just the Beginning”. A produção tem 12 faixas e o estilo vagueia entre o indie folk e a música country dos EUA.

A base das canções da nova estrela musical estadunidense é a sua voz, às vezes rasgada e por outras com profundidade de tonalidades e percepções de onde parar e onde continuar que poucas em oportunidade temos a graça de perceber por aí.

Além disso, outra marca é bastante visível desde sua primeira apresentação em rede nacional há dois anos: o ukulelê.

Por incrível que pareça, o instrumento de cordas tão simplório e de aspecto até meio infantil dá identidade à música de Grace e já provocou até mesmo a criação de uma linha exclusiva com o nome da cantora que será lançado em breve pela Fender, fazendo com que a mocinha seja a artista mais nova a ter esse tipo de honraria lançada pela famosa marca.

Outra coisa que impressiona na pequena grande menina é sua desenvoltura para compor, pois mesmo quando apareceu no primeiro programa já tinha como meta apresentar seus próprios temas.

Agora é esperar que Grace prossiga em sua caminhada sem pestanejar e nem amolecer diante do mainstream que adora moldar carreiras sem perguntar para o artista aonde o está levando.

Veja abaixo a primeira audição de Grace VanderWaal e o clipe de “Moonlight”, single presente em seu primeiro álbum de estúdio:

 


 

 


 

 


 

Listinha fora de época: os 10 melhores sons da década de 2000, segundo a Pitchfork

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Já estamos acostumados por aqui. Todo final de ano tem listinha nova nossa e de qualquer parte do mundo com relação aos melhores de alguma coisa.

Nós amamos, nós odiamos e gostamos de compartilhar.

Mas, de vez em quando, surge numa NME ou numa Rolling Stone algum top 10 de algo mais peculiar ou sazonal e tais coisas não são de maneira nenhuma descartáveis (ou são, dependendo do resultado ou do gosto de cada pessoa).

A lista do momento é a da Pitchfork sobre os melhores sons dos anos 2000 (para ficar bem claro somente da década que termina em 2010.

Claro que discordamos de algumas coisas como a ausência de White Stripes e seu hino “Seven Nation Army” na primeira colocação e as trocas das músicas do Arcade Fire (deveria ser “Wake Up” no lugar de “Neighborhood #1 (Tunnels)”) e Outkast (deveria ser “Hey Ya” no lugar de B.O.B.), mas o restante até que está bem representado.

Veja abaixo a lista com o Top 10 da década de 2010, segundo a Pitchfork:

 


 

1 – Outkast – “B.O.B.”

 

 


 

2 – LCD Soundsystem – “All My Friends”

 

 


 

3 – M.I.A. – “Paper Planes” (Diplo Remix)”

 

 

 


 

4 – Beyonce – “Crazy In Love” (Feat. Jay Z)

 

 


 

5 – Daft Punk – “One More Time”

 

 


 

6 – Yeah Yeah Yeahs – “Maps”

 

 


 

7 – Missy Elliott – “Get Ur Freak On”

 

 


 

8 – Radiohead – “Idioteque”

 

 


 

9 – Animal Collective – “My Girls”

 

 


 

10 – Arcade Fire – “Neighborhood #1 (Tunnels)”

 

 


 

 

 

 

 

 

 

Billy Corgan já tem oito músicas para lançar com o Smashing Pumpkins

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Os preparativos para uma nova turnê do Smashing Pumpkins estão bem adiantados e Billy Corgan tem se ocupado tanto dessa produção quanto das músicas que estarão no novo álbum da banda.

A reunião com quase todos os integrantes originais do grupo advindo de Chicago parece estar sendo produtiva já que a banda confirmou por meio das redes sociais que eles passaram os últimos tempos gravando inúmeras canções junto com o produtor Rick Rubin.

Tal atividade já gerou a produção de oito temas e o próprio Corgan transmitiu isso através do Instagram que estaria retornando para a cidade natal da banda para “refinar as letras das 8 músicas novas do Smashing Pumpkins”.

Como o músico parece estar numa nova onda de proficuidade também salientou que já trabalha no novo disco solo para suceder Orgilala lançado ano passado. Nessa empreitada haverá entre 16 e 18 músicas em seu corte final.

Confira logo abaixo os nomes das canções confirmadas pelo artista:

 

“Alienation”

“Travels”

“Silvery Sometimes”

“Solara”

“With Sympathy”

“Marchin’ On”

“Knights of Malta”

“Seek And You Shall Destroy”

 

Sem data de lançamento os rumores levam a crer que o álbum novo do Smashing Pumpkins deva estar por aí até o final do ano. Aguardemos!