Tente não gostar de Backstreet Boys depois deste vídeo

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O quadro televisivo já é conhecido.

Jimmy Fallon dentro de seu Late Show realiza tais intervenções faz tempo.

Fez com Metallica, Adele e Rage Agaisnt the Machine e bateu índices altíssimos de audiência no Youtube com cada um deles.

O mote do procedimento é o seguinte: Jimmy e sua banda de acompanhamento em seu programa (o ótimo The Roots) realizam uma versão de canções clássicas de alguns artistas utilizando apenas instrumentos musicais infantis.

Tem de tudo um pouco. Um pequeno bongô, bateriazinha eletrônica, pianinho fofo, chocalho, e violãozinho que mal cabe nas mãos dos músicos.

A atividade é bacana de se ver e acaba sendo super divertida. A participação especial do próprio cantor, cantora ou banda ilustra melhor ainda, pois se percebe que estão adorando a brincadeira.

Porém, para todos os casos citados lá em cima há de se levar em conta que falamos de artistas extremamente talentosos e com os quais não se tem nenhum preconceito pelo alto grau de capacidade instrumental/vocal de todos.

Mas no último exemplo dessa atividade Fallon e suia equipe foram criativos e ousados ao chamar os remanescentes da famosa Boy Band Backstreet Boys para fazer uma jam com um de seus hits, a quase onipresente nas rádios dos anos 90 “I Want That Way”.

O resultado não só ficou engraçado de se ver, mas com um requinte de qualidade que dificilmente teríamos coragem de dizer naqueles longínquos 20 anos atrás.

Confira abaixo é veja se não dá vontade de cantar junto com eles.

 


 

 


 

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Novo do Gorillaz já na pista

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Já está disponível nas principais plataformas de streaming e para venda física ou via internet o novo disco do Gorillaz, banda/evento/comic de Damon Albarn e Jamie Hewlett.

O nome do disco é “The Now Now” e vem recheado de grandes participações especiais (George Benson, Snoop Dogg, Jamie Principal), assim como sempre é esperado.

O álbum foi produzido pelo próprio Albarn e traz novidades nos seus integrantes virtuais: sai Murdoc (preso) e entra Ace (Meninas Superpoderosas).

Mas tirante a essas brincadeiras que movimentam a mitologia da banda o som por trás do projeto continua intenso, inventivo e cheio de liberdades poéticas e ambientais que traduzem em música todo o espírito renovador de seus criadores.

A bolacha que está sendo lançada pela Parlaphone com distribuição mundial realizada por Warner Bros Records sai um ano apenas depois de “Humanz” e sua divulgação já havia sido iniciada no show do All Points East Festival quando cartazes com frases e um link para um site faziam referência a um pequeno teaser contendo um trecho de uma nova música e a data de lançamento de hoje.

Já mesmo em 31 de maio, os singles “Humility” (que tem um clipe divertidíssimo com Jack Black) e “Lake Zurich” foram disponibilizados com o comentário de sua criador e compositor descrevendo o trabalho como  “praticamente só eu cantando” e “muito parecido com o mundo do 2-D”.

Algumas das onze faixas dessa nova atividade do Gorillaz já poderão ser conferidas na grande turnê anunciada recentemente que ainda terá a Demon Dayz Festival, evento criado e anunciado por Damon Albarn.

 


 

Humility

 

 


 

Lake Zurich

 

 


 

The Now Now – Gorillaz

 

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1 – Humility

2 – Tranz

3 – Hollywood

4 – Kansas

5 – Sorcererz

6 – Idaho

7 – Lake Zurich

8 – Magic City

9 – Fire Flies

10 – One Percent

11 – Souk Eye

 


 

Novo disco de Lykke Li já está por aí

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Lykke Li está de volta com o lançamento de seu quarto trabalho de estúdio, o belo e intenso “So Sad So Sexy”.

O álbum em questão produzido por Jeff Bhasker (Kanye West, Rihanna), que nas horas vagas também é esposo da cantora, consumou numa alardeada guinada do disco de um som indie para a música eletro-hip-hop, mas meio que a discussão passa a ser irrelevante pela qualidade da obra final.

Com um vocal sexy e ritmado, Lykke Li se mantém nas pistas de 2011 e o novo álbum entrega a possibilidade de isso prosseguir por causa de sua aceleração e batidas bem marcadas.

O processo de promoção do trap em consonância com algumas provocações sensuais de R&B fazem da nova ação da cantora uma montanha russa de idas e vindas entre a melodia mais ritmada e o groove mais dance.

Alguns dos destaques dessa obra surgem com sintetizadas em “Hard Rain”, “Deep End”, “Sex Money Feelings Die”, “So Sad So Sexy” e “Bad Woman”.

O trabalho com 10 faixas deve aparecer bastante na temporada de shows por meio dos festivais de verão europeus e logo mais deve empolgar as arenas americanas a partir do Mês que vem.

 


 

Lykke Li – So Sad So Sexy

 

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1 – Hard Rain

2 – Deep End

3 – Two Nights

4 – Last Piece

5 – Jaguars in the Air

6 – Sex Money Feelings Die

7 – So Sad So Sexy

8 – Better Alone

9 – Bad Woman

10 – Utopia

 


 

 


 

Carne Doce é a boa “Nova Nova” do dia

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Banda maravilha do centro-oeste brasileiro, o Carne Doce volta após dois anos para lançar seu terceiro disco.

O nome do novo álbum ainda não é conhecido, mas a qualidade alcançada em “Princesa” (2016) e “Carne Doce” (2014) parece estar a salvo. A banda se aproveita muito bem do patrocínio do selo Natura Musical e da produção de João Victor Santana Campos que já havia trabalhado nos discos anteriores.

 

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Para não ficarmos totalmente no escuro quanto ao conteúdo já temos pelo menos a capa apresentada pelo site Popload semana passada, o número de 11 canções no total e com uma delas tendo sido mostrada no canal do grupo goiano hoje pela manhã.

A música se chama “Nova Nova” e possui um a letra que deve definir alguns dos temas trabalhados durante o álbum todo. E, obviamente, a aura psicodélica instrumental em conjunto com a preciosidade que é a voz de Salma Jô.

Confira abaixo, o vídeo oficial de “Nova Nova”:

 

 


 

Pitadas do indie: tem Spiritualized novo na área

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Donos de um som magnético que cola no ouvido e faz você viajar galáxias inteiras sem sair do chão, o Spiritualized ficou muito tempo sem gravar algo novo (seis anos para ser mais exato), voltou aos palcos neste ano em alguns festivais pela Europa e já se empolgou a lançar o oitavo disco de estúdio da carreira em 7 de setembro de 2018.

O álbum se chamará “And Nothing Hurt” e sairá pela Fat Possum Record. Para celebrar esse retorno nada melhor do que música nova e é isso que a banda britânica faz com “I’m Your Man” e “A Perfect Miracle”.

Com gravações sendo realizadas por Jason Pierce na sua própria casa o trabalho terá nove canções inéditas, um tom intimista, mas que, tomara, não se esqueça da pegada espacial que é característica da banda.

Confira abaixo, o vídeo de “I’m Your Man” e mate a saudade do som do Spiritualized.

 

 

 


 

Saiu e ninguém comentou? CHVRCHES e seu novo álbum

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Quando surgiu o CHVRCHES foi muito elogiado, mas ao mesmo tempo ressoava sobre o trio escocês uma certa pecha de sugar muito de outras bandas.

A principal comparação era o The XX, mas isso foi um pouco dirimido no segundo disco que fugiu um pouco do rótulo de apenas ser música eletrônica e apostava mais em experimentações.

Desta feita, após três anos de “Every Open Eye” e de uma maior maturidade para encontrar o próprio som o CHVRCHES está de volta com um som mais limpo do que nas últimas vezes.

Em “Love Is Dead”, lançado e distribuído pela Glassnote, produzido por Greg Kurstin e Steve Mac (mais conhecidos por trabalhos com artistas da Dance Music mainstream) com auxílio da própria banda, o ambiente dos outros discos está lá, mas os caminhos alcançados pelos três parceiros musicais parece tomar outro rumo.

A banda parece se aprofundar nas referências do mundo pop ao mesmo tempo que se mistura com baladas que não povoavam tanto assim sua carreira.

O resultado é bem consistente e não frustra tanto aqueles que já gostavam do som deles quanto aqueles que acabaram de conhecê-los.

A voz de Lauren Mayberry continua maravilhosa e mais firme e as peripécias de Iain Cook e Martin Doherty nos sintetizadores se aliam bem com os outros instrumentos. O fato da gravação ter sido realizada em lugares diferentes (Los Angeles, Nova York e Londres) parece ter tirado todo mundo do conforto de deixar tudo certinho e padronizado, mas parece ficar bem coeso quando se escuta tudo de uma vez só.

Na Entertainment Weekly os integrantes deram entrevista descrevendo o álbum como “o mais pop” deles, enquanto o consideravam “agressivo e vulnerável ao mesmo tempo”. E isso pode ser bom para alguns, mas pesar contra para outros, porém canções como “Graffiti”, “My Enemy” (com Matt Berninger do The National), “Miracle”, “God’s Plan” e “Wonderland” demonstram que a qualidade é bem explícita  no conteúdo inteiro.

Sendo assim, aproveite para ouvir também os discos anteriores e fazer uma comparação com este e outros artistas que eram considerados a influência maior do CHVRCHES em seu início de carreira para analisar o quanto mudaram e o quanto ainda mantêm daquela  essência.

 


 

CHVRCHES – Love is Dead 

 

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1 – Graffiti

2 – Get Out

3 – Deliverance

4 – My Enemy

5 – Forever

6 – Never Say Die

7 – Miracle

8 – Graves

9 – Heaven/Hell

10 – God’s Plan

11 – Really Gone

12 – II

13 – Wonderland

 


 

 


 

 


 

Pílulas do indie: Parquet Courts, Beach House e Death Grips

Parquet Courts – Wide Awake

 

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Este é o sexto álbum de uma banda que não tem nem dez anos de existência. Parquet Courts é um dos grupos mais proficientes da cena indie atual e com criatividade suficiente para viver por bastante tempo ainda por causa de sua essência punk e anarquia musical. Além disso, os shows dessa turma de Nova York são simplesmente maravilhosos. Vale muito e faixas como “Total Football”, “Mardi Gras Beads”, “Wide Awake” e “NYC Observation” vão te dar essa certeza.

 

 


 

Beach House – 7

 

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Tá certo, o álbum saiu na semana anterior, mas não houve tempo de fazer nenhum comentário a respeito. O sétimo trabalho de estúdio do duo formado por Victoria Legrand e Alex Scally não poderia nos decepcionar e realmente cumpriu bem o papel. Com boas canções que usam bem a voz francesa de sua vocalista quanto as peripécias instrumentais e experimentais para nos fazer viajar em sua ambientação extremamente eficaz o disco cumpre bem o que promete. Destaque para “Dark Spring” “Lemon Glow”, “Black Car” e “Woo”.

 

 


 

Death Grips

 

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O grupo formado por MC Ride, Zach Hill e Andy Morin estreia novo álbum em breve que se chamará “Year of the Snitch”, mas já vem jogando para os fãs músicas como “Black Paint” e “Streaky”. Ontem foi a vez da nova “Flies”. Escute e veja se não faz sentido esperar coisa boa quando o sétimo disco do projeto sair.