V Slam Interescolar: veja imagens da participação do Slam do Riva

 

Aconteceu ontem (13/11) a grande final do V Slam Interescolar de São Paulo no CCJ (Centro Cultural Ruth Cardoso) na Zona Norte da cidade.

Sob a supervisão e organização do pessoal do coletivo Slam da Guilhermina o evento teve a participação de 45 escolas de ensino fundamental do estado de São Paulo.

Com uma plateia de aproximadamente 700 pessoas, dentre alunos, professores, parentes dos participantes e convidados, a ação que já é sucesso (e que terá sua versão Ensino Médio hoje às 14 horas) e motivo de atividades expressivas por professores e alunos ao redor de vários pontos do Brasil.

O Slam do Riva foi representado pela aluna Sarah Morais e todo o apoio da torcida levada pela escola foi decisivo para que ela e outros participantes tivessem força para conseguir falar no palco.

Veja abaixo algumas das fotos da atividade realizada ontem:

 

 


 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

Participação do Slam do Riva na 4º Edição do Fórum Inovação Educativa da Folha de São Paulo

 

Ocorreu na última quarta-feira (14/11) a 4º Edição do Fórum Inovação Educativa, atividade promovida pelo jornal Folha de São Paulo.

O evento tem como principal objetivo debater práticas possíveis para a evolução da educação em escolas pelo país.

Para fazer da discussão uma coisa mais próxima do real inúmeros foram os convidados que colocaram em pauta seus pontos de vista sobre a atuação do ensino na melhoria da sociedade.

A ação de professores e professoras como mediadores da educação moderna e inovadora com os alunos também foi pauta do fórum e isso ficou evidente com a atividade da qual as escolas Professor Rivadávia Marques Junior e Henrique Pegado participaram.

Organizadores de atividades de Slam Poético dentro de suas unidades os professores responsáveis por esses projetos de ensino e inclusão dos alunos e alunas da Zona Leste de São Paulo realizaram uma mini batalha de poesia no Centro de Convenções Rebouças onde ocorreu a ação.

Sob a apresentação do poeta e criador do Slam da Guilhermina e do Slam Interescolar Emerson Alcalde, as meninas fizeram suas rimas e encantaram a plateia constituída majoritariamente por docentes da cidade.

Com torcida levada pelas escolas e com a participação dos professores Dhiancarlo e Rafaela, as meninas deram show e foram aplaudidas efusivamente por todos os presentes.

Veja abaixo algumas imagens do evento:

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

Grande Encontro de Grêmios Estudantis de São Mateus: o Slam do Riva deu o ar da graça

 

Na última terça-feira (12/11) ocorreu o Grande Encontro de Grêmios Estudantis de São Mateus.

O evento aconteceu no CEU São Mateus e contou com a presença de professores e alunos participantes dos Grêmios Estudantis em suas escolas.

Também houve palestras e mesas com atividades e depoimentos sobre o trabalho das equipes eleitas democraticamente dentro das instituições de ensino da região, sempre mantendo na figura dos alunos e alunas o papel de protagonismo das ações.

Foi nesse contexto que duas escolas, a EMEF Ivete Vargas e a EMEF Professor Rivadávia Marques Junior realizaram uma apresentação especial de seus grupos de Slam internos para a plateia que assistiu extasiada aos poemas das meninas e meninos. Com a mediação dos professores Rafael Carnevalle e Dhiancarlo Miranda todos puderam declamar seus textos diante do público que assistiu a tudo embasbacado com a qualidade daquelas palavras descritas por uma juventude que quer crescer e mostrar sua arte ao mundo.

O teor dos textos carrega sempre uma experiência pessoal dos estudantes e isso reforça a necessidade de que equipes gestoras, coordenações pedagógicas e professores das mais variadas escolas tenham ciência de trabalhar com atividades que contribuam para essa abertura da consciência coletiva e individual de nossos jovens.

Sob este aspecto todas as apresentações do evento tiveram uma temática de mostrar a possibilidade de haver autonomia e responsabilidade na atuação dos jovens, mas que isso precisa ter uma condução assertiva de professores dentro das escolas.

Veja abaixo algumas das imagens do encontro:

 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 


 

 


 

 

 

VI Concurso dos Contos de Terror do Riva: veja o resultado final

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Mais um ano de muito trabalho, mais um ano de intenso processo criativo entre os alunos e alunas e mais um ano de sucesso.

Este é o cômputo final do VI Concurso de Contos de Terror do Riva que é promovido pela Sala de Leitura Cora Coralina da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior.

Foram 17 histórias com a temática do Terror, Suspense ou Mistério que foram escritas por meninos e meninas do Ensino Fundamental desde o 5º Ano até o 9º Ano. Muitos foram os assuntos tratados e muitos sustos e arrepios roubados dos leitores do Blog.

E agora chegou o momento de informar a todos o resultado final. Foram computados os votos através de comentários e curtidas desde o dia 02/10 até o final do dia 31/10. Todos os votos em duplicidade foram excluídos e aqui estão nossos escritores vencedores:

 


 

1º Lugar: O Menino Sanguinário II (Hyuri Ricardo – 7º Ano A)

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92 Comentários + 6 Curtidas = 98 Votos

 


 

2º Lugar: Esther, A Menina Amaldiçoada (Marina da Cruz – 5º Ano D)

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82 Comentários + 1 Curtida = 83 Votos

 


 

3º Lugar: Show de Horror (Agnnes Oliveira – 8º Ano C)

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59 Comentários + 1 Curtida = 60 Votos

 


 

4º Lugar: Peter e Seus Bonecos Amaldiçoados (Thaynara Gomes – 9º Ano A)

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50 Comentários + 8 Curtidas = 58 Votos

 


 

5º Lugar: O Pacto (Rihanna de Oliveira – 5º Ano C)

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40 Comentários + 1 Curtida = 41 Votos

 


 

6º Lugar: Uma Noite no Cemitério (Guilherme Gomes – 7 Ano A)

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25 Comentários + 5 Curtidas = 30 Votos

 


7º Lugar: A Noite Obscura (Bryan Felipe – 9º Ano B)

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23 Comentários + 3 Curtidas = 26 Votos

 


8º Lugar: Maya, A Menina Assombrada (Lavynia Revito – 5º Ano D)

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23 Comentários + 2 Curtidas = 25 Votos

 


 

9º Lugar: Oito Meses de Espera (Alice Ferreira – 7º Ano C)

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12 Comentários + 1 Curtida = 13 Votos

 


10º Lugar: A Criatura (Dennis Oliveira – 6º Ano B)

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9 Comentários + 2 Curtidas = 11 Votos

 


11º Lugar: O Psicopata (Gustavo Souza – 5º Ano C)

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7 Comentários + 1 Curtida = 8 Votos

 


12º Lugar: Emily e Seus Apavoramentos (Vitória Andrade – 5º Ano D)

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6 Comentários + 1 Curtida = 7 Votos

 


13º Lugar: Os Olhos Amarelos (Dhyovana Pinheiro – 7º Ano C)

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5 Comentários + 1 Curtida = 6 Votos

 


 

13º Lugar: Era Uma Vez a Morte (Lucas de Moura – 6º Ano B)

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5 Comentários + 1 Curtida = 6 Votos

 


 

13º Lugar: O Longo Dia das Bruxas (Kauan Sampaio – 7º Ano C)

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5 Comentários + 1 Curtida = 6 Votos

 


 

16º Lugar: O Homem Morto (Guilherme Martins – 6º Ano B)

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3 Comentários + 1 Curtida = 4 Votos

 


 

17º Lugar: Amigo Virtual (Gabriela Barbosa – 5º Ano C)

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2 Comentários + 1 Curtida = 3 Votos

 


Encontro de Escolas de Tempo Integral: o Slam do Riva também deu show lá

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Aconteceu na última quarta-feira (30) o Seminário “Educação Integral: Ampliando Possibilidades e Conhecimentos” promovido pela DRE São Mateus em que representantes das escolas de tempo integral da região puderam apresentar suas atividades e palestrantes realizaram conversas sobre o tema.

Também nessa ação houve a participação de professores e estudantes que fazem algum projeto dentro ou fora da escola em tempo integral que promova o protagonismo juvenil e transforme o ambiente educacional num local de ensino-aprendizagem para a vida e para o social. Atividades com cunho voltado principalmente à educação em direitos humanos foram percebidas como uma centralidade nesses movimentos mostrados pelos seus organizadores.

Sendo assim, é claro que o nosso Slam do Riva estaria presente, pois esta ação da Sala de Leitura Cora Coralina da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior pretende ser um fio condutor das preocupações dos meninos e meninas com sua condição humana e de seus anseios e desejos na vida social atual com vistas a mudar para melhor não só sua própria situação como a do país e do mundo.

Pensando assim, tanto os alunos e alunas do projeto organizado pelo professor Dhiancarlo Miranda quanto os seus colaboradores juvenis tiveram a preocupação de trazer para a apresentação do grupo poesias que tivessem a ver com áreas sociais de interesse coletivo nos direitos humanos (meio-ambiente, direitos da mulher e dos negros, políticas públicas) como também temas ligados às doenças sociais do momento (depressão, ansiedade).

Além dessa atividade apresentada pela galera do Slam do Riva também houve linda demonstração de ação inclusiva com o Circo da EMEF Professora Candida Dora Pino Pretini (que trabalha com alunos surdos e não-surdos) e palestras da professora Maura Casari sobre sua atuação como POEI (professora orientadora de escola integral) e da professora Telma Maris Ribeiro sobre sua gestão do grupo NAAPA da DRE São Mateus e um bate-papo com gestores de escolas que já adotaram o tempo integral em suas unidades.

Veja abaixo algumas imagens do evento:

 

 


 

O Menino Sanguinário II

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Passaram-se muitos anos desde a prisão de Fred que matou seus pais de modo cruel e sanguinário.

O caso conhecido como “O Menino Sanguinário” ficou famoso na cidade e o rapaz estava prestes a sair da prisão por conta de seu bom comportamento.

Sua irmão Jully não aceitava de jeito nenhum essa situação e havia ido morar com uma nova família desde que aquela desgraça havia acontecido.

Fred saiu da prisão e a primeira coisa que fez foi ir à antiga cada onde morou durante sua infância. Lá tocou a campainha e um rapaz atendeu à porta. Ele perguntou por Jully e o homem disse que ela morava numa outra casa e até deu o endereço dela.

Mas Fred não conseguia lidar com a frustração e pegou uma garrafa que estava  no chão, a quebrou na parede e enfiou no meio da barriga do rapaz. Sem ter reação e só tendo tempo de cair o rapaz morreu ali mesmo. Em seguida, Fred entrou na casa, contemplou todo aquele lugar onde morou por tanto tempo e pegou um machado e uma arma que conseguiu achar no quarto onde antigamente ele dormia.

Assim sendo, ele pegou aquele papel onde o rapaz acabara de escrever e viu lá. Rua Stanley, 13.

E foi pra lá que ele se dirigiu com aquele olhar que havia em seu rosto vinte anos atrás quando matara seus pais.

Ao chegar no endereço ele não chamou por ninguém. Simplesmente entrou e foi direto para o quarto onde Jully dormia. Lá viu suas roupas, seus pertences e suas fotos. Não havia ninguém na casa e ele ouviu barulhos de alguém chegando.

Eram os pais adotivos de Jully que haviam acabado de vir do supermercado, a menina ainda estava na faculdade e quando o homem chegou ao corredor perto do quarto Fred apenas lançou o machado em sua cabeça e ele caiu fortemente no chão. A mulher ouviu o barulho e foi ver o que era.

Nesse momento Jully chegou e Fred apenas mostrou para a idosa sua capacidade de ser mal. Tirou o machado da cabeça do homem e passou a mão para limpar o sangue deixado ali. A mulher gritou apavorada, mas não houve tempo de vir ajuda. Fred jogou o machado na parede e tirou o revólver da cintura. Deu três tiros na mulher e ela morreu logo em seguida.

Jully correu para cima do irmão e tentou acertá-lo com um abajur, mas o rapaz era muito forte fisicamente e consegue se desvencilhar.

Ele corre para a parte traseira da casa de desliga todas as luzes. Jully fica no escuro e quando uma lanterna em sua frente se acende ela só vê o irmão com um galão de gasolina nas mãos e ele joga em cima dela. Depois a empurra para o porão e a tranca lá embaixo.

O antigo menino sanguinário virou um demônio sem escrúpulos e mesmo com os gritos desesperados da irmã ele acende um fósforo e joga lá embaixo…

Ele sai da casa e nunca mais é visto!

Hyuri Ricardo – 7º Ano A

 


 

 

Uma noite no cemitério

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Numa velha cidade do interior chamada Sara havia uma família muito feliz que tinha em Artur seu único filho.

Porém o pai e a mãe percebiam que o menino era muito medroso e para tentar fazê-lo ter mais coragem contavam histórias de terror para ele todas as noites.

Infelizmente isso tinha um efeito contrário porque o menino ficava cada vez mais retraído e assustado.

Num dia meio chuvoso os pais de Artur pediram para que ele fosse a uma loja de doces comprar algumas coisas e no caminho ele tinha muito temor porque passava pelo cemitério da cidade. Quando estava por lá passando percebeu que as portas do lugar estavam se abrindo sozinhas. Inicialmente ele pensou que pudesse ser o vento, mas logo teve uma terrível surpresa.

Por trás daquela porta apareceu um espírito maligno que olhou fixamente para o menino e ele saiu correndo. Só deu tempo de entrar num mercado e se esconder no banheiro. Tentou pedir por ajuda, mas estranhamente ninguém o ouviu. O espírito ficou do lado de fora e disse as seguintes palavras:

– Conte até três, você vai ter uma surpresa!

Artur sem saber o que fazer contou 1… a porta destrancou; contou 2… as janelas se quebraram; contou 3… as luzes se apagaram.

Quando a luz voltou o espírito estava na frente do garoto e sussurrou em seu ouvido:

– Agora sua alma me pertence!

De repente, Artur começou a tremer muito e depois de alguns segundos tudo voltou ao normal e o espírito parecia ter desaparecido. Mas o olhar de Artur estava diferente, ficou extremamente robótico e sua fala também ficou mais grave.

Ele não fez mais nada a não ser voltar para a casa.

Chegando lá foi até a parte de trás do imóvel e cortou toda a parte elétrica. Seu pai percebendo que havia algo errado com as luzes foi checar e quando lá chegou se deparou com o filho em pé segurando uma faca que era usada para cortar carne. O pai usava uma lanterna, mas ela estava piscando muito e cada vez que ela piscava Artur se aproximava mais e mais.

Não deu tempo de pedir socorro, pois o golpe foi um só. O pai caiu ensanguentado no chão e Artur sumiu mais uma vez.

Sua mãe estava assustada dentro de casa e ficou com medo de sair para saber o que estava acontecendo. Estava sentada no sofá segurando uma vela quando ouviu uma voz vindo de algum dos quartos:

– Agora é a sua vez!

Ela achou que estivesse ouvindo vozes em sua cabeça e não ligou da primeira vez. Quando ouviu da segunda vez decidiu ir atrás daquele barulho.

A voz ficou cada vez mais baixa como se fosse um sussurro. Mas ainda repetia:

– Agora é a sua vez!

Ela abriu a porta do próprio quarto e não viu nada, abriu o banheiro e nada achou, abriu a porta do quarto de Artur e o menino gritou: – agora é a sua vez!

Ela tentou correr, mas caiu no corredor e ele veio por cima dela e a matou friamente.

Depois disso, o garoto pegou um galão de gasolina que havia na casa das máquinas da casa e a incendiou inteira. Feito isso, apenas correu até o cemitério e sentou em frente ao mausoléu.

Ali o espírito que estava todo o tempo no corpo do rapaz saiu de dentro dele e disse em seu ouvido:

– Minha parte já está feita, agora procure fazer a sua.

Artur com medo e chorando muito apenas saiu sem rumo e nunca mais ninguém o viu ou ficou sabendo de seu paradeiro. Até hoje os crimes de seus pais não foram solucionados pela polícia, mas enquanto ainda houver quem a conte essa história ainda não tem um final.

Porque o pesadelo está apenas começando!

Guilherme Gomes – 7º Ano A