2º Grande Encontro das Comissões de Mediação de Conflitos da Cidade de São Paulo

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Aconteceu na última segunda-feira (03) o 2º Grande Encontro das Comissões de Mediação de Conflitos da Cidade de São Paulo, organizado pela SME (Secretaria Municipal de Educação) que teve como intuito principal fortalecer a atividade conjunta que há entre o município e o Instituto Vladimir Herzog com o Projeto Respeitar É Preciso.

Na ocasião professores e educadores em geral das escolas e instituições de ensino da cidade estiveram presentes no Auditório Ibirapuera para prestigiar a troca de ideias e apresentação de atividades realizadas em diversos locais sobre o tema da mediação de conflito e do trato dos direitos humanos dentro e fora da escola pública.

Para iniciar o evento aconteceu a apresentação do Coral da Gente do Instituto Bacarelli, grupo constituído por inúmeras crianças e adolescentes carentes oriundas da comunidade de Heliópolis de São Paulo. A atividade teve como base músicas da MPB e clássicos da música mundial. O show foi aplaudido de pé e foi importante para mostrar o quanto a própria mediação de conflito influi positivamente na vida dessas pessoas.

Quanto ao evento de debates houve grande empolgação de todos com as falas das autoridades presentes e mais ênfase na procura por entendimento do tema do encontro com a apresentação dos cadernos de mediação com foco na Educação em Direitos Humanos lançados e explicados pelas Professoras Ana Lucia Catão e Ana Rosa Abreu, além da Professora Doutora Flavia Inês Schilling que expressou sua alegria pelo fato de que tais métodos de mediação escolar estão sendo colocados em prática aqui na cidade.

Após isso houve relatos de experiência de CEIs e EMEFs da implantação da Mediação de Conflito com os prós e contras das ações criadas e modificadas de acordo com o público-alvo e do local em que se estabeleceu o diálogo como princípio básico da relação professor-aluno.

Ainda aconteceu uma mesa de discussão com as professoras doutoras Daniele Kowalewski e Maria Paula Vignola Zurawski demonstrando como o estudo teórico influi nas práticas de ensino e na mediação de conflitos internos das instituições de ensino e da forma como aprendemos com o estudo do meio. Isso tudo culminou com perguntas advindas do público e respostas das pesquisadoras.

Por fim, foi visualizado pela plateia vídeo institucional do Instituto Vladimir Herzog e da Secretaria Municipal de Educação.

Dessa forma, cresce a importância da atividade já implantada no município de São Paulo como um método possível de troca de experiências entre os educadores e destes com as crianças e adolescentes e como política de ensino da cidade e não apenas como plano de governo deste ou aquele partido.

Em tempos em que o diálogo cada vez mais sofre nas mãos de autoridades que se veem acima do bem e do mal e que as relações humanas se degradam por questões de discriminação e preconceito, nada mais aliviante do que encontrar numa atividade como essa pessoas que ainda acreditam na reconstrução dos relacionamentos humanos e na educação como forma de evoluir. Mesmo que para isso tenhamos que explicar para aqueles que deveriam geri-la (vide o caso de ministros e outros membros do governo federal atual) o quanto é imprescindível a educação e tudo o que se relaciona a ela na vida de todos.

 


 

 

 

 


 

 

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Mais atividades culturais no Riva

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Dando continuidade às atividades culturais que não param de acontecer na EMEF Professor Rivadávia Marques Junior, na última terça-feira (21) a professora Juliana Cotrim e sua turma de terceiro ano do ensino fundamental fizeram uma apresentação para os alunos da escola e para as mães em comemoração ao dia delas no pátio do colégio que já está com um colorido todo especial após a inauguração da praça de alimentação.

E por falar no assunto da alimentação é sobre isso mesmo a atividade cultural apresentada pelos estudantes: uma ode à alimentação saudável.

A questão aqui é como isso foi mostrado. Os meninos e meninas auxiliados pela própria professora da turma e pela professora Karina ao violão fizeram apresentação de canção em que os outros instrumentos eram copos que são batidos na mesa para ressoar como se fosse uma percussão acústica.

O resultado é muito bonito visualmente e sonoramente falando. A ação foi aplaudida efusivamente por quem acompanhou e surtiu o objetivo aguardado que era desenvolver um pensamento sobre o que comemos e bebemos no dia-a-dia.

Sabendo que esta e outras ações continuarão a acontecer no interior do Riva estaremos atentos para mais e mais ações conjuntas com os professores e alunos que sempre estão atentos à promoção da cultura e das artes em geral.

 

 


 

Seminário Sala de leitura: A importância da Leitura Literária na Adolescência

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Aconteceu no último dia 17/05/2019 (Sexta-feira passada) o Seminário “Sala de Leitura: a importância da leitura literária  na adolescência” promovido pela Secretaria de Educação do Município de São Paulo com vistas à formação continuada dos professores orientadores de sala de leitura da cidade.

Na ocasião foram convidados a palestrar para os professores presentes um conjunto de três gênios da literatura infanto-juvenil e adolescente nacional: Heloísa Prieto, Toni Brandão e Ricardo Azevedo.

Heloísa promoveu uma discussão acerca da interferência da cultura pop atual no imaginário popular e juvenil e o que isso pode promover ou atrapalhar na leitura da literatura  realizada para essa faixa etária através da palestra “Leituras de Descobertas”.

Toni Brandão auxiliou na discussão com o debate “Literatura juvenil na vida dos jovens” e incluindo na conversa muitos exemplos de sua própria literatura escrita ao longo dos anos.

Ricardo Azevedo, no alto de sua larga experiência de escrita para crianças e jovens e na facilidade com que transita entre estes mundos promoveu uma troca de ideias com a palestra “Literatura juvenil, escola e sistema cultural dominante” no qual também se debruçou sobre questionamentos acerca de como anda o processo editorial brasileiro atualmente.

Além de ser altamente rico o período em que os três escritores falaram foi benéfico também pelo fato de ter podido contar com um tempo bom para que houvesse uma série de perguntas por parte dos professores presentes.

Neste sentido, a formação serviu não só como norte para as atividades em sala de leitura, mas também na reflexão do papel do professor enquanto mediador na escola e na preparação dos jovens para o mundo.

Após esse deleite literário houve apresentação do contador de histórias Fábio Lisboa que permeou suas ações entre os contos populares e a promoção da quebra da parede do texto com o jovem no mundo tão interativo de hoje.

Enquanto rolavam tais atividades no palco houve intervenção literária durante todo o evento de alunos de escolas municipais com leituras ao pé do ouvido, algo que já se tornou tradição aqui na educação municipal com a mediação de professores orientadores de sala de leitura.

Portanto, num Brasil em que há cada vez mais ataques ao trabalho libertador da educação e do ensino público é um suspiro de alívio saber que ainda possamos ouvir, falar e debater ideias tão ricas a respeito da leitura e da literatura como um todo.

Que sigamos enfrentando o obscurantismo intelectual e a ode à ignorância. E que a busca por estudo e pesquisa não sejam mais vítimas de tantos ataques e quando forem que tenhamos as armas necessárias para ataca-las: a voz e a vontade de aprender!

 

 

 


 

Leitura ao pé do ouvido encanta professores e pais no Riva

Por conta da inauguração da praça de alimentação do Riva vários foram os eventos culturais realizados durante o período desta quinta-feira (16).

Uma das atividades artísticas que levou tanto professores quanto pais e alunos a pedirem bis foi a leitura ao pé do ouvido realizada pela sala de leitura e pelos alunos do projeto de mediação de leitura.

Os meninos e meninas convidaram os presentes a escolherem poemas de dentro de um cesto de madeira e depois, de posse de uma folha de cartolina em forma de cone para deixar um eco preciso, o mesmo estudante fazia uma leitura de uma poesia.

O tema desta edição foi tratado com bastante afinco, já que tinha a ver não só com a alimentação (do corpo, da alma, do físico, do coração) quanto também da poesia periférica e marginal.

Sendo assim, autores como Carlos Marighella, Carolina Maria de Jesus, Ferrez, Sérgio Vaz, Mariana Felix, entre outros, foram lidos pelas crianças para os adultos.

Veja abaixo algumas das imagens da atividade:

 


 

Inauguração da praça de alimentação do Riva

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Abaixo você terá acesso a inúmeras imagens da inauguração da praça de alimentação da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior.

O evento também marcou o pontapé inicial para o projeto de alimentação saudável da escola.

Muitos foram os convidados, as atrações musicais, as exposições de fotos e vídeos e as intervenções artísticas dos alunos e alunas da escola.

Muito mais virá pela frente, pois agora é só o começo de uma série de mudanças estruturais e de mentalidade na escola tentando assim trazer para um processo de relacionamento mais próximo entre unidade escolar e comunidade do entorno.

 

 


 

Projeto sobre alimentação saudável tem continuidade no Riva

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O mês de Abril foi todo de implantação do projeto sobre alimentação saudável na EMEF Professor Rivadávia Marques Junior.

Houve vários tipos de intervenção como palestras com nutricionistas conceituadas para os professores e professoras, mudança na disposição de mesas e cadeiras no pátio, grafites sobre o tema e ideias e mais ideias sobre como realizar uma alimentação saudável dentro e fora da escola.

Além disso, o que confere uma análise mais crítica à questão é o que tem acontecido com a galera da Sala de Leitura Cora Coralina que realizou uma atividade com a música “Comida” dos Titãs para identificar outras formas de alimentação no nosso dia-a-dia: a alimentação da alma, da mente, do coração e até a alimentação física.

Para provar que os alunos conseguiram perceber que, por exemplo, a leitura e a pesquisa são comida para o cérebro ou que o amor funciona como alimentação para o coração e a alma os alunos fizeram cartazes com partes da letra da canção composta nos anos 80 e colaram no palco do pátio da escola.

Para finalizar o procedimento de análise desta situação também foi lido o poema “O Bicho” de Manuel Bandeira com o intuito de demonstrar o problema da fome no país que volta a crescer a olhos visto ultimamente.

Veja abaixo fotos da atividade:

 

 

 

 


 

Projeto sobre Alimentação Saudável tem apresentação no Riva

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O projeto sobre alimentação saudável que a EMEF Professor Rivadávia Marques Junior está promovendo neste mês de Abril está tendo inúmeras atividades e ações por parte de professores, coordenadores pedagógicos e direção da escola, mas uma chamou à atenção: uma apresentação artística pra lá de criativa feita pelos alunos-mediadores.

Sob a tutela da professora Regiane Biecco os meninos e meninas do projeto se caracterizaram como alimentos (frutas, legumes e verduras, em sua maioria) para informarem da maneira mais diferente e inteligente possível como devemos usar a nosso favor a alimentação do dia-a-dia.

A ação ocorreu na última semana durante o período da tarde e fez grande sucesso com os alunos e alunas do primeiro ao quinto ano.

Abaixo veja fotos da atividade: