Segundo dia de atividades na EMEI Cecília Meireles

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As atividades de contação de histórias na EMEI Cecília Meireles continua a todo vapor.

As alunas-mediadoras fizeram o segundo dia de leitura com os meninos e meninas do ensino infantil e continuam a evoluir em suas práticas com os pequenos.

Dessa vez, mais três turmas puderam ouvir as histórias contadas pelas jovens alunos da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior e também adoraram o empenho e a dedicação das meninas.

Veja abaixo, mas algumas imagens do projeto de leitura da Sala de Leitura Cora Coralina:

 

 


 

Dia do Desafio no SESC: o Riva também esteve lá!

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O evento não se chama “Dia do Desafio” à toa. São inúmeras atividades nas quais o exercício físico e os limites do corpo humano são testados.

Tem arvorismo, cama elástica, atividades aeróbicas e oficinas de skate, futebol, basquete, tênis, voleibol, entre outras modalidades e muitas brincadeiras para divertir as crianças e os adultos.

É claro que a EMEF Professor Rivadávia Marques Junior não ficaria de fora e tanto os menores do ensino fundamental I quanto os jovens do ensino fundamental II estiveram por lá para praticar esportes e executar atividades físicas.

O evento é realizado em todos os SESCs da cidade de São Paulo e a ação na qual os meninos e meninas do Riva estiveram foi na unidade de Itaquera.

Com seu tamanho gigantesco e parques temáticos, além das próprias atividades também se torna eficiente o deslocamento de um trecho a outro.

Sendo assim, a animação foi geral e a empolgação com toda a ação foi comprovada no rosto dos alunos e dos professores participantes.

Abaixo, veja algumas imagens do projeto:

 

 

 

Projeto Cultura Pop é sucesso total (e olha que só começou)

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A Sala de Leitura Cora Coralina é composta das aulas regulares semanais, mas também é através dos projetos que a atividade é impulsionada,

Gerida por meio de ações que vão desde o preparo dos alunos-mediadores de leitura para fazer tal papel com os alunos menores e que se constitui em promoção da diversidade musical por meio do projeto Rádio, a sala de leitura lançou neste ano um novo desafio com um curso sobre Cultura Pop.

O projeto tem 15 alunos matriculados (e mais alguns na fila de espera) e tem como intuito principal realizar um elo entre a cultura voltada para os jovens que se baseia em HQs, Games, Séries, Filmes, Animes, Mangás e Música e sua relação com a realidade do mundo.

Os alunos participantes têm sido metralhados com conteúdo ligado à cultura pop para que tenham noção onde estão colocando seus pés (e principalmente a mente) para que mais à frente o processo se inverta.

Explicando melhor: a ideia é que os próprios alunos do projeto realizem atividades ligadas a algum dos meios afinados à cultura pop para que no segundo semestre isto seja objeto de uma aula ministrada por cada um deles.

Além disso, o professor Dhiancarlo Miranda tenta vislumbrar alguns passeios com a intenção de mergulhar os alunos cada vez mais neste universo geek e nerd e ainda há a possibilidade de algum evento voltado para a atividade cosplay.

No momento o que há são algumas imagens das aulas que já aconteceram e que demonstram a necessidade de mostrar bastante conteúdo para os meninos e meninas.

Veja abaixo:

Preparação para a batalha de poesia com declamação de poemas. Também tem isso no Riva!

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A escola não pode parar e os projetos que envolvem os alunos também não.

É nesse processo incessante e corrido que tanto professores quanto alunos se inserem e se auxiliam mutuamente.

Desse modo, é importante que as atividades que existem durante o ano letivo tenham preparo e organização. Uma prova disso é que a segunda edição da batalha de poesias da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior já está em gestação.

O professor Dhiancarlo Miranda, organizador do projeto e orientador da Sala de Leitura Cora Coralina já promove atividades com os alunos-mediadores para que no segundo semestre, momento no qual haverá a atividade, tudo já esteja bem afinado.

Para que isso aconteça muitas parcerias têm de ser feitas e professoras como a titular de Língua Portuguesa Mariangela Jacob são primordiais para o sucesso de um evento como esse e outros.

Ela desenvolve atualmente uma ação com os alunos acerca da literatura poética e como isso tem tudo a ver com a batalha que se avizinha daqui a alguns meses calhou de as ações se cruzarem.

Neste primeiro momento a ideia é fazer com que os alunos declamem poesias com algum tema específico pré-definido pela professora. No caso em questão o assunto promovido é a “rua que eu quero ter quando crescer” que envolve não só perspectiva social, mas também profissional dos alunos.

Desse modo, a qualidade do trabalho da professora Mariangela, sem querer, auxilia o trabalho do professor Dhiancarlo, para que através dessa interdisciplinaridade possamos preparar os meninos e meninas não só para a batalha de poesia, mas também para uma visão mais crítica da sociedade e da vida coletiva como um todo.

Veja abaixo algumas imagens da atividade acontecida semana passada:

Work Shop com Lindy Barbosa: contando histórias e ensinando adultos e crianças

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A atividade aconteceu há duas semanas e envolveu inicialmente apenas os professores da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior, mas ainda haverá bastante repercussão com o projeto já que no começo de Julho (08/07) termos repeteco com as crianças da escola.

A ação tem basicamente a intenção de mostrar o quão fácil e sedutor pode ser contar histórias para as crianças na sala de aula e como isso pode ajudar na interação com o professor, além de ser ótimo para o desenvolvimento pedagógico dos pequenos.

A artista convidada que executa a atividade de forma singela e perfeita é Lindy Barbosa, professora de Artes Dramáticas que desenvolve há bastante tempo o projeto em escola e outras entidades envolvidas com educação e realiza um show de verdade tendo ou não peças e objetos em cena.

O mote da apresentação de Lindy com os professores foi de desenvolver uma construção de história em conjunto com todos. Mas a dica mais importante que fica da atividade é que muitas adaptações podem ser feitas de acordo com a intencionalidade do docente e da finalidade a qual deseja chegar ao final do projeto.

Os professores adoraram ter participado da dinâmica e muitos desejam fazer algo parecido em sala de aula.

Desse modo, a atividade não só se mostrou extremamente agradável como também lançou luz sobre um tema recorrente que é a dificuldade em conseguir atenção dos meninos e meninas durante um tempo mais longo da aula.

Assim sendo, mais um projeto obtém sucesso em nosso colégio e a atividade só pode crescer daqui para a frente. Aguardamos então a próxima visita da artista para que, agora, as crianças tenham essa oportunidade única de curtir seu talento e carisma.

Veja abaixo algumas fotos do encontro com os professores:

 

 


 

Alunos mediadores na EMEI Cecília Meireles – versão 2017

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Já virou um ritual necessário e obrigatório: os alunos-mediadores da Sala de Leitura Cora Coralina da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior realizam atividade de contação de histórias às crianças da EMEI Cecílica Meireles e quem acaba aprendendo mais são os professores que acompanham o projeto.

Neste ano de 2017 a ação permeia leitura com os alunos do ciclo que terá contato com a escola de ensino fundamental já no próximo ano letivo e tudo se inicia com uma conversa com eles com a posterior atividade no próprio chão do colégio.

O professor Dhiancarlo Miranda é o responsável direto pelo projeto, mas nada seria possível se não fosse pela decisiva colaboração das coordenações pedagógicas de cada uma das escolas e pela autorização de ambas as gestões escolares.

Com todo o envolvimento dos alunos jovens com as crianças menores há uma interação salutar e uma aproximação necessária para todos os participantes, além do acompanhamento do professor ficar mais facilitado.

Haverá mais atividade à frente e somente a empolgação de todo mundo que participa já demonstra que, mesmo ainda no começo da empreitada, o movimento é um sucesso total.

Veja abaixo, alguns registros da leitura sendo realizada na EMEI.

Até a próxima!

Porque vale a pena conhecer o FingerFingerrr

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“Banda indie paulistana fazendo sucesso no exterior”: não é mais uma novidade esse tipo de notícia nos últimos anos, pois grupos como o INKY, o Aldo the Band e tantas outras, conseguem ter acesso à gringa por conta da qualidade de seus sons e por causa da sonoridade diferenciada.

Mas o FingerFingerrr também conseguiu seu espaço na base do peito e da raça realizando ótimas apresentações no South by Southwest depois de ter lançado ano passado o esperto álbum MAR, primeiro do duo formado por Flavio Juliano (baixo, guitarra e voz) e Ricardo Cifas (bateria, teclado e voz).

O trabalho primogênito dos dois meninos saiu pelo selo Flamingo, de propriedade da cantora Tiê, tendo produção de Mario Caldato Jr., que já comandou discos de Björk, Moby e era considerado o quarto integrante do Beastie Boys, tamanha a interferência dele na atividade musical dos novaiorquinos.

É importante salientar ainda que toda a empolgação em torno da banda surge após a audição de um disco de apenas 25 minutos e dez faixas. Ou seja, os caras conseguem transmitir energia, criatividade, sinceridade e espontaneidade num espaço mínimo de tempo.

Com canções que vão do indie eletrônico ao punk, do rock de garagem ao rock mais cru e uma influência que parece puxar algo do grunge (apesar do som nitidamente mais limpo), há muito o que depreender dessa fase do duo que parece já estar se transferindo para novos rumos já que as apresentações fora do país promovem novas interpretações dessas mesmas músicas.

Desse modo, o momento do FingerFingerrr é de comemorar a expansão de seus horizontes com novos shows no estrangeiro, dessa vez na Europa, sendo que isso apenas prepara terreno para o grande show em pleno Primavera Sound na cidade de Barcelona no início do mês que vem.

Veja abaixo, alguns momentos do FingerFingerrr em vídeos promocionais do primeiro álbum deles MAR: