Beba uma dose de Angel Olsen para melhorar seu dia

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Está disponível no Youtube e em outras plataformas de vídeos mundo afora um show da cantora americana Angel Olsen em Chicago durante o Pitchfork Festival em 15 de Julho passado no Union Park.

É uma grande oportunidade para que aqueles e aquelas que ainda não conhecem nossa nova queridinha do mundo indie tenham o prazer de vê-la em ação no palco.

Angel fez apenas um dos melhores discos do ano passado (MyWoman) e tem total poder de sua guitarra, de sua voz que flutua entre o grave e o mais profundo e o singelo vocal em temas que vão desde o relacionamento conflituoso até a experiência depressiva da solidão.

A parte instrumental também é muito bem executada com uma banda que manda bem tanto no estúdio quanto em apresentações ao vivo, além de promover bons toques de indie folk, country rock e indie rock mais cru. As baladas mais lentas também são ponto forte.

A apresentação da garota do Missouri ocorreu numa tarde de sol na cidade de Obama e Al Capone e teve um público hipnotizado pelo carisma de Angel e de seu apoio instrumental que ambienta o show de uma forma muito natural e bem feita.

Ouça, veja, aprecie a beleza e sinta os vários sentimentos que advêm de uma apresentação de Angel Olsen logo abaixo no vídeo disponível no blog.

 

 


 

Chegou o grande dia: O Blog anuncia o Top 20 de álbuns do ano

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Todo ano é assim: muita correria, esforço concentrado para realizar as coisas com bastante tempo de sobra, mas nunca isso é viável por conta dos outros afazeres diários.

No que tange ao contato com outras listas o Blog verificou que alguns pontos confluem, porém visualiza que há discrepância em outros aspectos por causa exatamente das fontes mais utilizadas para procurar por música no ano de 2016.

Enquanto nos anos anteriores a busca em internet acabava sendo o ponto forte de nossa pesquisa houve um fator qualificador para agora, pois há a implementação de outros canais de análise de música independente mais análogos aos nossos gostos.

A inclusão do site e do aplicativo da Bandcamp para procura de novas bandas e artista ao redor do mundo facilitou muito nossa empreitada e a adição de muitas horas de audição da KEXP FM de Seattle (umas das favoritas emissoras da casa), da BBC Radio 1 de Londres, da australiana Triple J, das minuciosas garimpagens na Pitchfork e na fuçada constante em publicações como NME, Spin e Rolling Stone, além da pesquisa diária por meio de palavras-chave como “shoegaze”, “Indie Rock”, “Dream Pop” ou simplesmente “Novas Bandas”.

Para isso, também foi preponderante rever listas de anos anteriores, buscar informações e comparar minhas análises com sites bacanas como “Vi Shows”, o predileto “Popload” e o interessante “Tenho Mais Discos que Amigos”.

Dessa forma, o blog acredita estar mais próximo da verdade do gosto Indie ou do universo underground enquanto também se aproxima de uma sinceridade sobre o que rolou de realmente bacana nos últimos 365 dias.

Abaixo, listamos os vinte melhores álbuns, segundo nossa opinião, e já convidamos a quem quiser que poste também a própria lista.

Com vocês, o Top 20 do Blog Outros Sons (e o melhor álbum nacional também):


20º – AURORA (All My Demons Greeting Me As A Friend)

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AURORA (Running With The Wolves)


19º – Car Seat Headrest (Teens of Denial)

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Car Seat Headrest (Drunk Drivers / Killer Whales)


18º – The Avalanches (Wildflower)

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The Avalanches (Frankie Sinatra) 


17º – Black Mountain (IV)

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Black Mountain (Mother of the Sun)


16º – Daughter (Not To Disappear)

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Daughter (How)


15º – Deep Sea Diver (Secrets)

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Deep Sea Diver (Wide Awake)


14º – Poliça (United Crushers)

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Poliça (Wedding)


13º – Frankie Cosmos (Next Thing)

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Frankie Cosmos (Outside With The Cuties)


12º – Leonard Cohen (You Want It Darker)

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Leonard Cohen (You Want It Darker)


11º – The Kills (Ash & Ice)

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The Kills (Doing It To Death)


10º – Wilco (Schmilco)

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Wilco (Someone To Lose)


9º – Iggy Pop (Post Pop Depression)

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Iggy Pop (Post Pop Depression)


8º – Savages (Adore Life)

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Savages (Adore)


7º – Warpaint (Heads Up)

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Warpaint (New Song)


6º – David Bowie (Blackstar)

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David Bowie (Blackstar)


5º – Nick Cave & The Bad Seeds (Skeleton Tree)

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Nick Cave & The Bad Seeds (Magneto)


4º – P.J. Harvey (The Hope Six Demolition Project)

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P.J. Harvey (The Ministry Of Defence)


3º – Solange (A Seat At The Table)

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Solange (Cranes In The Sky)


2º – Angel Olsen (MyWoman)

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Angel Olsen (Shut Up Kiss Me)


1º – Swans (The Glowing Man)

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Swans (The Glowing Man)


Menções honrosas: 

Slaves (Take Control); Parquet Courts (Human Performance); Smokey Brights (Hot Candy); Deap Vally (Femejism); Acapulco Lips (Acapulco Lips)


Melhor Álbum Nacional:

INKY (Animalia)

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INKY (Parallax)


Angel Olsen: temos uma nova queridinha da América

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Apesar de já ter atuação no mundo da música americana desde 2009 perfazendo quase oito anos de carreira a moça vem aparecendo mais para o showbiz mundial nos últimos dois anos.

Angel Olsen é uma bela moça oriunda de St Louis de grandes olhos verdes e cabelos castanhos que tem n a guitarra uma de suas paixões, mas que faz apaixonar a todos por causa de sua voz soturna que vagueia entre o agudo e o grave com bastante facilidade.

Ela foi adotada quando tinha apenas três anos por uma família de Asheville, Carolina do Norte e o trauma de não conhecer os pais biológicos a acompanhou por um tempo e a fez ser uma adolescente introvertida. Mas foi no meio dessa fase que ela descobriu o Punk Rock e os shows musicais da escola que trouxeram a chance da menina se soltar e encontrar seu próprio universo de interesse.

Antes de ter o sucesso todo de hoje em dia com a carreira solo a cantora participou sazonalmente da banda Bonnie “Prince” Billy and the Cairo Gang, mas foi com o primeiro disco sozinha intitulado “Strange Cacti” (2011) ainda pela Bathetic Records que Angel pôde mostrar toda sua potência vocal. Neste debut há muito da influência Folk americana que tanto caracteriza artistas de sua terra natal, porém se vê muita coisa do Country sendo pintado aqui e ali.

Vem o segundo disco “Half Way Home” (2012) ainda pela mesma gravadora e o Indie Rock se torna mais forte em sua maneira de cantar e tocar violão e guitarra, entretanto se vê muito mais desenvoltura da menina em deixar mais à vista sua potencialidade.

A guinada total acontece com a ida para a Jagjaguwar Records e o lançamento de “Burn Your Fire For No Witness” (2014) que a música de Angel Olsen se torna mais profunda e visceral. A ida a festivais maiores ao redor dos EUA se torna mais intensa e a menininha introvertida demonstra ter se desprendido das correntes traumáticas de sua infância. Muito disso é visualizado através das letras das canções que se tornam autorais e reflexivas ao extremo.

O disco mais recente lançado há pouco mais de dois meses retrata que o amadurecimento artístico de Olsen chegou ao auge e que sua carreira evolui para outros campos vocais e sonoros. “My Woman” (2016) é mais up, mas também é provocativo com relação à própria maneira de Angel se comportar nos discos anteriores. É uma forma saudável da garota do Missouri de buscar novas notas no seu vocal, mas até mesmo a batida mais pop em alguns momentos não destrói a reputação que ela alcançou nesses últimos anos. Podemos, inclusive, considerar que ela flerta com o Dream Pop agora.

Dessa forma, colocar o novo LP  dela entre os melhores produzidos nesse 2016 não é absurdo, tanto é que as principais publicações do meio musical estão fazendo exatamente isso.

Portanto, faça uma playlist que favoreça sua análise da carreira de Angel Olsen da primeira caminhada em estúdio até chegar aos dias atuais. Não só é interessante ver diante dos olhos o crescimento artístico de um músico como também é bonito de se ouvir.


Angel Olsen – My Woman

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01 – Intern

02 – Never

03 – Shut Up Kiss Me

04 – Give It Up

05 – Not Gonna Kill You

06 – Heart Shaped Face

07 – Sister

08 – Those Were The Days

09 – Woman

10 – Pops


Shut Up Kiss Me

 


 

Intern

 

 


 

Sister