O Line Up que você respeita: tudo sobre o Popload Festival 2017

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Sim, há o Lollapalooza Brasil que se firmou e já é considerado uma das maiores atrações que acontece aqui em São Paulo.

Há o Rock in Rio que mesmo entre altos e baixos sempre entrega boas apresentações e muito do mais do mesmo do Mainstream (até porque é isso que o seu consumidor pede).

Existem muitos e muitos outros exemplos ao redor do país como o Bananada Festival de Goiania, o João Rock de Ribeirão Preto e o Abril Pro Rock de Recife que representam muito bem a música alternativa (ou parte dela).

Outros festivais mais recentes como o Maximus (que entrega um presente para os metalheads), as versões nacionais do Tomorrowland (SP) e do Ultra Music (RJ) para abençoar os fãs ávidos por música eletrônica, além do novíssimo São Paulo Trip que trará alguns dinossauros do rock para Sampa, vêm sendo considerados como interessantes, bem programados e otimamente produzidos.

Mas minha predileção ao Popload Festival acontece desde os períodos em que ele ainda era menor (aconteceu no antigo HSBC Brasil, também conhecido como Tom Brasil, em 2013), passou para a Audio Club em 2014 e 2015, foi para o estranho e interessante Urban Stage em 2016 e finalmente chegou a esta versão Memorial da América Latina neste ano.

O Line Up sempre foi um show à parte com a primeira edição tendo The xx, The Lumineers, Tame Impala, Cat Power e Pond em 2014, os sensacionais Iggy Pop, Belle and Sebastian e Spoon no terceiro ano e a varrida absurda de Wilco e The Libertines ano passado.

 

Banner promocional da edição de 2015

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Para este ano a expectativa era grande e os rumores sempre apontaram para a escalação de Phoenix, mas a coisa ficou melhor com a inclusão da maravilhosa P.J. Harvey e da doce voz de Elena Tonra com seu Daughter. Além disso, ainda teremos Carne Doce e Neon Indian de lambuja para você conhecer, vibrar e se empolgar bastante.

O interessante é que em contato com a produção do festival ficamos sabendo que ainda pode ver a confirmação de mais gente. Segura essa Brasiiiiiiiil!!!

Agora é aguardar, pois os shows prometem já que Phoenix estão para lançar disco novo nas próximas duas semanas, Polly Jean e Daughter lançaram deliciosos novos álbuns ano passado que, inclusive figuraram entre os melhores na nossa página, e o chillwave do Neon Indian fez sua última incursão nos estúdios em 2015.

Já o Carne Doce está ao lado de bandas como Boogarins, Far From Alaska e O Terno como uma das gratas surpresas nos últimos anos no meio alternativo musical brasileiro.

Portanto, para quem não conhece muito a escalação deste ano é melhor já ir se adiantando e fazer pesquisas rápidas pelos serviços de streaming, no Youtube ou no próprio Google para não perder a oportunidade única de assistir a artistas que estão em seu auge na carreira.

Dessa forma, o que mais diferencia o Popload Festival de outras atrações mostradas no início deste texto é que o frescor de novas bandas e sua urgência se misturam à relevância dos nomes já consagrados, mas que não estão por aí apenas para fazer número (e dinheiro). Quando você vê grupos vindo ao país pela milionésima vez para fazerem o mesmo show (nada contra, pois eu mesmo vou nessas apresentações) é um alívio perceber que há alguém preocupado em mostrar gente proativa e profícua acontecendo por aí.

 

Além disso, a produção do festival procura priorizar a experiência do fã em assistir a ótimos shows e, por isso, capricha no som, no palco e na venda de comes e bebes. Os banheiros também têm sido elogiados nas edições anteriores. Vamos ver neste ano com a mudança de local. Sempre é complicado quando se investe nos tais banheiros químicos. Não sei se será o caso no Memorial da América Latina no próximo dia 15 de novembro.

 

Algumas pessoas também reclamaram da data, pois se trata de um feriado no meio da semana e isso atrapalha principalmente aqueles que moram fora de São Paulo, mas nem tudo é perfeito. Talvez isso tenha a ver com as datas conseguidas pela produção do evento.

Com relação ao serviço do evento a pré-venda de ingressos começou ontem (06) para clientes do cartão virtual Nubank e no dia 09 de Junho será aberta a venda geral, com compras acontecendo inicialmente apenas pelo site TicketLoad, com preços que vão de R$ 160 a R$ 500. A produção promete anunciar nos próximos dias locais físicos para a compra. Mais informações pelo site poploadfestival.com ou pela página do festival no Facebook. Normalmente, as perguntas são respondidas rapidamente.

 

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Chegou o grande dia: O Blog anuncia o Top 20 de álbuns do ano

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Todo ano é assim: muita correria, esforço concentrado para realizar as coisas com bastante tempo de sobra, mas nunca isso é viável por conta dos outros afazeres diários.

No que tange ao contato com outras listas o Blog verificou que alguns pontos confluem, porém visualiza que há discrepância em outros aspectos por causa exatamente das fontes mais utilizadas para procurar por música no ano de 2016.

Enquanto nos anos anteriores a busca em internet acabava sendo o ponto forte de nossa pesquisa houve um fator qualificador para agora, pois há a implementação de outros canais de análise de música independente mais análogos aos nossos gostos.

A inclusão do site e do aplicativo da Bandcamp para procura de novas bandas e artista ao redor do mundo facilitou muito nossa empreitada e a adição de muitas horas de audição da KEXP FM de Seattle (umas das favoritas emissoras da casa), da BBC Radio 1 de Londres, da australiana Triple J, das minuciosas garimpagens na Pitchfork e na fuçada constante em publicações como NME, Spin e Rolling Stone, além da pesquisa diária por meio de palavras-chave como “shoegaze”, “Indie Rock”, “Dream Pop” ou simplesmente “Novas Bandas”.

Para isso, também foi preponderante rever listas de anos anteriores, buscar informações e comparar minhas análises com sites bacanas como “Vi Shows”, o predileto “Popload” e o interessante “Tenho Mais Discos que Amigos”.

Dessa forma, o blog acredita estar mais próximo da verdade do gosto Indie ou do universo underground enquanto também se aproxima de uma sinceridade sobre o que rolou de realmente bacana nos últimos 365 dias.

Abaixo, listamos os vinte melhores álbuns, segundo nossa opinião, e já convidamos a quem quiser que poste também a própria lista.

Com vocês, o Top 20 do Blog Outros Sons (e o melhor álbum nacional também):


20º – AURORA (All My Demons Greeting Me As A Friend)

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AURORA (Running With The Wolves)


19º – Car Seat Headrest (Teens of Denial)

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Car Seat Headrest (Drunk Drivers / Killer Whales)


18º – The Avalanches (Wildflower)

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The Avalanches (Frankie Sinatra) 


17º – Black Mountain (IV)

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Black Mountain (Mother of the Sun)


16º – Daughter (Not To Disappear)

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Daughter (How)


15º – Deep Sea Diver (Secrets)

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Deep Sea Diver (Wide Awake)


14º – Poliça (United Crushers)

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Poliça (Wedding)


13º – Frankie Cosmos (Next Thing)

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Frankie Cosmos (Outside With The Cuties)


12º – Leonard Cohen (You Want It Darker)

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Leonard Cohen (You Want It Darker)


11º – The Kills (Ash & Ice)

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The Kills (Doing It To Death)


10º – Wilco (Schmilco)

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Wilco (Someone To Lose)


9º – Iggy Pop (Post Pop Depression)

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Iggy Pop (Post Pop Depression)


8º – Savages (Adore Life)

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Savages (Adore)


7º – Warpaint (Heads Up)

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Warpaint (New Song)


6º – David Bowie (Blackstar)

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David Bowie (Blackstar)


5º – Nick Cave & The Bad Seeds (Skeleton Tree)

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Nick Cave & The Bad Seeds (Magneto)


4º – P.J. Harvey (The Hope Six Demolition Project)

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P.J. Harvey (The Ministry Of Defence)


3º – Solange (A Seat At The Table)

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Solange (Cranes In The Sky)


2º – Angel Olsen (MyWoman)

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Angel Olsen (Shut Up Kiss Me)


1º – Swans (The Glowing Man)

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Swans (The Glowing Man)


Menções honrosas: 

Slaves (Take Control); Parquet Courts (Human Performance); Smokey Brights (Hot Candy); Deap Vally (Femejism); Acapulco Lips (Acapulco Lips)


Melhor Álbum Nacional:

INKY (Animalia)

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INKY (Parallax)


Não há nada como o lar: 10 canções com “Home” no título

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De vez em quando o Blog desfruta de um tempinho mais significativo para dar uma viajada nos textos.

Depois de matutar muito sobre o que escrever numa sexta-feira ensolarada como esta simplesmente aconteceu uma pretensa desistência enquanto uma playlist despretensiosa tocava sem parar no Spotify.

E não foi aí que achei o que estava escondido nas entrelinhas? As melhores coisas vêm sem alarde (ou nem são tão boas assim???).

Para não viajar mais ainda a gente coloca a informação no papel e que alguém não xingue tanto pela invenção descabeçada.

Pois bem, primeiro surgiu uma música bonitinha demais advinda da voz de Elena Tonra do Daughter e isso me fez pensar na quantidade de boas músicas surgidas com “Home” no título, esta palavrinha tão simplória, mas que quer dizer tanta coisa.

Afinal de contas, o lar pode ser a nossa cabeça, o ambiente de nosso trabalho, a forma como imaginamos uma tarefa e como isso nos dá prazer ou simplesmente o local onde moramos e no qual podemos descansar em paz. Aos religiosos ainda há a metáfora do pós-morte, para outros pode significar a transcendência total, a luz que nos guia para um local melhor, sei lá.

Cada um com suas viagens e nós com as nossas. E hoje esse caminho nos leva para esse ranking que possui alguns hits, outras canções mais obscuras e alguns clássicos que têm a ver com o lar, deixar o lar, voltar a ele, estar longe ou tentar entender o que ele se assemelha para cada um.

Fiquem então com o Top 10 de músicas com “Home” no título:


10 – Mötley Crüe (Home)

 


9 – Blink 182 (This is Home)

 


 

8 – Jack Johnson (Home)

 


 

7 – The Beatles (She’s Leaving Home)

 


6 – Philip Phillips (Home)

 


 

5 – Avril Lavigne (Nobody’s Home)

 

 


 

4 – Daughter (Home)

 

 

 


 

3 – Lynyrd Skynyrd (Sweet Home Alabama)

 


 

2 – LCD Soundsystem (Home)

 


 

1 – Edward Sharpe & The Magnetic Zeros (Home)

 

 


 

*** Menções honrosas: Michael Bublé (Home) e Gabrielle Aplin (Home)***

E você, gostou da listinha? Incluiria mais gente ou tiraria alguém daí? Faça a sua ou deixe sua opinião sobre o ranking feito aqui.

Mais algumas boas do dia: Daughter, Parquet Courts e Poliça

 

Vamos lá!

Para não ficarmos nos repetindo nos elogios e na descrição mais prolixa das novidades abaixo listamos apenas os lançamentos que têm  acontecido nos últimos dias e que ainda não tiveram tempo de ser comentadas por aqui.

 


 

Daughter – “Not To Disappear”

 

A voz rica e deliciosa de Elena Tonra prossegue linda e a produção enxuta e eficaz do novo álbum “Not to Disappear”fazem com que a parte instrumental de inspiração Indie Rock apareça mais e conclua com competência aquilo que a voz da musa inglesa inicia em todas as 10 faixas.

Destaque para os singles “Doing The Right Thing” (abaixo) e “Numbers”, partes de uma trilogia de videoclipes criados pelos diretores Iain Fosyth e jane Pollard, que já são experientes na realização de clipes, mas que ficaram mais conhecidos por causa do maravilhoso filme-documentário-imaginário “20 Mil Dias na Terra” sobre a carreira do não menos fantástico Nick Cave.

 

Not To Disappear

 

1 – New Ways

2 – Numbers

3 – Doing the Right Thing

4 – How

5 – Mothers

6 – Alone – With You

7 – No Care

8 – To Belong

9 – Fossa

10 – Made of Stone

 

 


 

 

Parquet Courts – “Human Performance”

A banda americana de punk rock não para nem para respirar.

Depois de lançar em 2014 o ótimo segundo álbum “Sunbathing Animal”,  o grupo do Brooklyn fez o EP Monastic Living ano passado e já se prepara para jogar no mundo o terceiro disco de estúdio “Human Performance”.

Parece que a qualquer momento este LP deve sair, mas ainda não foi definida a data oficialmente.

A questão é que já saíram algumas faixas do álbum em apresentações ao vivo feitas pela banda. Abaixo, “Dust” e “Outside” mostradas na Rádio WFUV de Nova York na última semana.

 


 

 


 

 

Poliça – United Crushers

A banda de Minneapolis que adora um discurso político em suas canções, mas que faz dançar com a voz bacana de Channy Leaneaghy traz a partir de 04 de março seu novo disco, intitulado “United Crushers”.

O anúncio é oficial e as informações dão conta de que a veia instrumental eletrônica tem mais pegada, mas que o reinado da bela voz de Channy não desmoronou.

Porém, são as letras que devem chamar à atenção, pois segundo texto da própria banda em seu site o LP é “fortemente político e profundamente pessoal com referências pesadas à injustiça social , às dúvidas internas e ao isolamento. Também estarão presentes nos temas do trabalho o crescente declínio urbano e a verticalização dos bairros. Porém, o que a banda quer mesmo é superar maquinações da indústria da música e encontrar o amor verdadeiro e honesto na sequência de tudo isso”.

Só pelo texto já dá curiosidade de como isso ficará no produto final. Ou seja, estamos empolgados para ouvir o álbum.


 

Daughter anuncia novo disco para janeiro (e solta novo single)

A doce voz perfeita de Elena Tonra está de volta.

Mais precisamente, um pouquinho agora e mais um tanto no início do ano que vem.

A banda de Indie/Dream Pop/Rock Daughter anunciou ontem que seu segundo disco intitulado “Not To Disappear” será lançado no dia 15 de janeiro do ano que vem para que suceda o ótimo e suave disco de estreia do trio britânico, “If You Leave”, que saiu em 2013.

Para que o negocio não ficasse apenas no anúncio puro e simples, eles soltaram também o novo single “Numbers”.

Por sinal, o grupo está com tanta moral que teve até premiere no programa de Annie Mac, da BBC Radio One, importante palanque para o lançamento de novas obras pelos lados da Inglaterra.

Além disso, foi liberado o clipe (bem produzido) para a bela voz de Tonra ser bem ilustrada nas plataformas de vídeo na internet.

Veja abaixo:

Por que as meninas estão dominando o universo indie?

A resposta para essa pergunta eu realmente não sei, mas só tenho a comemorar.

Muito, é óbvio, vem da qualidade de seus trabalhos, porém sabemos como ainda vivemos num mundo machista e misógino. O fator meramente qualitativo não seria motivo suficiente para os barões da música engolirem as garotas. Daí, a ênfase em falar da cena indie.

Aliás, o que tem acontecido, muito por conta dessa dificuldade de entrar no mainstream, é o empenho das meninas em realizar a própria produção de seus trabalhos, demonstrando assim capacidade de mixagem, distribuição e publicidade de suas músicas.

Há muita garota por aí que está se metendo em atividades que os homens diziam ser sua praia.

Além disso, tanto no mundinho indie quanto no mercado musical mais expansivo o público tem se rendido à voz feminina. Se há tempos essa voz ficava restrita a um nicho mercadológico pequeno hoje são elas que lideram listas da Billboard de hits executados em rádios e álbuns vendidos. Isso explica muito o sucesso de meninas que ainda nem atingiram trinta anos: são os casos, por exemplo, de Miley Cyrus, Lorde e Iggy Azalea.

E olha que a menina neozelandesa só está nessa parte do grande público depois de povoar o universo independente-alternativo.

Portanto, nem vou me ater muito a ela, mas sim às outras meninas que ainda estão do outro lado, correndo para lá e para cá nos festivais de menor porte, fazendo carreira em rádios alternativas americanas e inglesas e buscando um lugar ao sol.

Algumas são vocalistas de bandas que possuem homens também, outras preferiram surfar na onda acompanhadas apenas de outras meninas.

Cito aqui a virtuose de Courtney Barnnet, umas das revelações desses últimos tempos, por conta de sua pegada forte de guitarra e seu vocal simples. Ela vem da Austrália, algo que poderia gerar uma comparação ao sucesso de Lorde, mas acredito que ela caminhará ainda algum tempo pela cena indie fazendo ótimas apresentações ao vivo.

Minha empolgação prossegue com duas bandas da cena de rock eletrônico que possuem meninas nos vocais: Phantogram tem Sarah Barthel dando um show de carisma e potência vocal junto de seu companheiro Josh Carter e temos a queridinha lauren Mayberry no não menos querido Chvrches. Até um tempo atrás ainda tínhamos também Baria Qureshi do The XX, mas ela saiu do grupo em 2009.

Outra vocalista perfeita do mundinho eletro-rock é Skye Edwards do Morcheeba.

Por outro lado, meio na cena indie, meio no mercado fonográfico grande, não há como negar a comoção que Lana Del Rey lança em seus fãs e depois do sucesso de seu mais recente disco há evidências suficientes para acreditar que a moça irá reinar nessa praia por muito tempo.

No quesito “banda só de meninas” temos as sensacionais Warpaint e Haim que são explosivas e potentes ao vivo. Algo que é elevado à última potência quando falamos de outra banda só de muheres, as maravilhosas Savages.

Podemos citar os vocais de Nana Hilmarsdóttir do Of Monsters and Men, Florence Welch do Florence and the Machine e a perfeição da voz de Elena Torna do Daughter.

Desse modo, é claro que esquecerei de alguém, mas só a citação dessas garotas já dá o tom de como elas estão dominando a cena indie mundial.

Até mesmo aqui no Brasil esse universo está sendo povoado por meninas como as doidinhas do Cansei de ser Sexy, a delícia de vocal da Alyssa Aquino do Audac e a suavidade de Luiza do Inky.

Enfim, é um prazer saber que as mulheres estão ultrapassando os marmanjos na atividade musical alternativa e que seus trabalhos são de suma importância para a maior justiça entre os gêneros. Além disso, é necessário enfatizar a qualidade de todos esses trabalhos e torcemos para que continuem surgindo garotas malucas que sonham em tocar numa banda de rock para povoar nossas rádios mundo afora.

Abaixo, algumas apresentações da meninas citadas acima:

Courtney Barnnet – History Eraser

Phantogram – Fall in Love

Lana Del Rey – Ultraviolence

Warpaint – Disco//Very

Of Monsters and Men – Little Talks

Audac – Distress