Enfim, o primeiro trailer da sétima temporada de Game of Thrones

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Sim, está chegando a hora!

Depois de muito esperar e do adiamento da nova temporada do tradicional mês de abril para o meio do ano os produtores e a HBO soltaram, enfim, o primeiro trailer oficial da sétima temporada de Game of Thrones.

Claro que há muito o que comentar sobre o que é mostrado nestes quase dois minutos. Temos Cersei traçando sua estratégia, Daenerys chegando a Westeros, Arya sozinha, muitas cenas de batalha, dragões e nada muito fácil de depreender desses próximos sete episódios.

E o que significa  Melisandre em Pedra do Dragão, crianças?

Assista e depois responda: para você, fã da série, o que se destacou para você? O que você quer saber mais a respeito dos passos seguintes? Deixe sua teoria nos comentários!

 


 

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Os limites da internet e do bom senso são tratados em “Cuidado com o Slenderman”

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A lenda urbana em torno do personagem aterrorizante Slenderman não tem um início tão assustador assim.

Em 2009, através de um concurso de photoshop, um usuário da WEB criou uma imagem atrás de pessoas que estavam posando para uma foto que demonstrava um homem esguio, tremendamente alto, com braços longos e rosto sem traços nem boca, nariz e olhos que usava terno perto e gravata.

Pronto, estava pronta uma das mais rápidas e devastadoras lendas urbanas dos últimos anos na internet.

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O que ocorreu é que alguns sites voltados para histórias de terror começaram a usar a imagem e outras pessoas tiveram a ideia de incluir o personagem em fotos de época e outras mídias como filmagens que imitavam o subgênero de terror Found Footage do cinema (aquela na qual supostamente alguém encontra um vídeo assustador) foram realizadas.

Claro que muitas dessas criações eram inocentes e só tinham a pretensão de assustar o amigo mais medroso, mas em 2014 algo terrível aconteceu e o mito do tal Slenderman se viu no meio de uma situação insólita.

Duas garotas esfaquearam uma amiga de escola por 19 vezes e a deixaram sangrando para a morte no meio da mata. A menina sobreviveu, um ciclista a encontrou agonizando e este chamou a polícia. Começava ali uma busca incessante na cidade de Waukesha, interior do estado do Wisconsin por essas meninas que vieram depois a ser acusadas como adultas e tinham a possibilidade de pegar até 65 anos de prisão. A vítima, felizmente, sobreviveu e o julgamento é um dos pontos importantes da trama bem costurada por Irene Taylor Brodsky, diretora do documentário.

Logo no começo da produção da HBO há inúmeros vídeos em que as meninas acusadas do delito explicaram com bastante clareza de detalhes sobre o suposto mandante do crime e falam sobre suas ameaças de matar a família de quem não o ajuda, seus tentáculos, o motivo pelo qual devora crianças e como ele constrói exércitos ao seu dispor.

Obviamente, que há a explanação durante o filme de que uma das meninas (ou até mesmo as duas) tem esquizofrenia, mas também é abordado o tamanho da encrenca que histórias como essa do Slenderman podem fazer com a cabeça de pré-adolescentes suscetíveis a esse tipo de persuasão.

A investigação filmográfica vai atrás de elementos para falar de memes, gifs e posts de sucesso que vemos todos os dias na rede social e qual o impacto deles na vida da molecada. Jogos como o da Baleia Azul ou do enforcamento que pululam vez ou outra são alguns dos exemplos de como a internet é usada como instrumento de manipulação por quem quer apenas a maldade pura e simples, mas também por quem nem se dá conta de que está lançando fogo na internet. Mesmo casos de boataria, fofoca ou a palavra da moda pós-verdade são exemplos vivos e recentes dessa questão mostrada no longa.

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Com quase duas horas de duração, há tempo suficiente para que “Cuidado com o Slenderman” fale da importância da supervisão dos pais na atividade dos filhos na rede mundial de computadores, mas é inteligente para mostrar que mesmo assim muita coisa maluca pode subverter a cabeça dos meninos e meninas. Basta ver o depoimento do pai de uma das agressoras para entender como mesmo elas (e ele próprio) são vítimas da situação.

Todo o conteúdo do filme pode ser um aliado importante para tratarmos de maneira séria e mais profunda o problema do bullying, da repressão, da depressão e até mesmo dos limites das brincadeiras e do bom senso entre as crianças e dos adultos também. A criação de amigos imaginários, de inimigos ocultos ou mesmo de coisas para fugir da realidade pode ter alguma importância em certo momento da infância, mas quando isso ultrapassa a capacidade de inferir o que é bom ou ruim pode ser perigoso ao extremo.

Num país em que o cotidiano da escola perpassa pelos problemas da sociedade como questões emocionais, psiquiátricas ou relacionais e sociais, a influência de toda sorte é passível de análise.

Inclusive, pode se perceber que a importância de estarmos alertas à nossa saúde mental e a de nossos filhos é um dos focos do filme e acaba por ser uma grande qualidade da produção feita para a tv a despreocupação em apontar culpados já que nem sempre dá para ter certeza da intencionalidade de cada um dos participantes neste tipo de processo.

Enfim, a internet não é ruim no seu âmago e a possibilidade que proporciona para toda uma geração é incrível, mas o seu uso se assemelha ao do martelo que foi inventado para pregar coisas, mas também é capaz de ferir a cabeça de alguém, basta ter a intenção de quem o segura.

O filme estreou dia 15 de Maio e está disponível na plataforma HBO GO.

 


 

HBO pode sair da grade brasileira (entenda o problema)

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O caso é complexo e tem a ver com monopolização de mercado.

Em outubro do ano passado, a AT&T (megaempresa de comunicação americana) anunciou um acordo de US$ 108,7 bilhões para a compra da Time Warner (outra gigantesca corporação que vinha passando por roblemas financeiros) que mexeu com as Bolsas e negócios do mundo inteiro.

Pois bem, essa decisão altera algumas das atividades das duas empresas aqui mesmo no Brasil e por isso passou a ser muito discutida a forma como ela interfere no andamento da grade de TV paga nacional.

Dessa forma, muitos canais no Brasil podem ser da mesma empresa e, portanto, a Ancine (Agência Nacional do Cinema) anunciou nesta quarta-feira (17) que vai notificar as duas empresas a respeito das consequências dessa união.

De acordo com o relatório, as empresas de telecomunicações não podem ter mais de 30% de participação do capital total e votante de produtoras e programadoras com sede aqui.

Na verdade, o que está em jogo é que por conta dessa compra da AT&T, que já é proprietária da DirecTV, responsável pela Sky Brasil, a empresa não tem permissão para atuar no Brasil, já que as leis internas brasileiras atuais deixam claro que não pode existir uma empresa que seja distribuidora de canais por assinatura e, ao mesmo tempo, também ter canais de assinatura no país.

A salada corporativa pode atrapalhar, no final das contas, a experiência de milhões de pessoas que se acostumaram a assistir canais como a HBO, Cartoon Network e CNN. Tais emissoras da televisão por assinatura teriam de deixar a grade do país e seríamos alijados de ter acesso a séries e filmes exclusivos destes canais.

Leia na integra o comunicado da Ancine no link abaixo:

 

 

https://www.ancine.gov.br/pt-br/sala-imprensa/noticias/ancine-ir-notificar-time-warner-e-att

Big Little Lies foge da monotemática (e isso é ótimo)

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Numa época em que séries televisivas cada vez mais são focadas num único tema é importante destacar alguma que não se favorece deste processo narrativo e que mesmo assim funciona bem.

É o caso de “Big Little Lies”, nova série (ou seria uma minissérie?) da HBO que é desenvolvida, roteirizada e produzida por David E. Kelley (Ally McBeal, Boston Legal, The Practice) e possui direção da maioria dos episódios de Jean Marc Vallée.

A história, adaptação do livro de mesmo nome da escritora Liane Moriarty, tem elenco estelar puxado por Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Shailene Woodley e Laura Dern em aparições marcantes e atuações dignas de Emmy de todas elas, mas ainda assim consegue se segurar quando os coadjuvantes Alexander Skargärd, Zöe Kravitz, Adam Scott, James Tupper e Jeffrey Nordling estão em cena.

A série estreou na emissora americana da tv a cabo em 19 de fevereiro de 2017 e teve sua conclusão (???) no último 02 de abril.

Apesar do clima de história sobre as dificuldades variadas de um grupo de mulheres moradoras da pseudomoderninha cidade de Monterey – California, há também uma constelação de outros problemas relacionados a elas, às suas crianças, sua estada na escola pública da comunidade onde moram e do relacionamento com seus respectivos esposos que fazem girar uma antena de 360 graus que não para nunca diante da próxima situação posta à frente da câmera.

Obviamente, a produção foi vendida como um drama de relacionamento humano e faz isso muito bem com diálogos bastante verossímeis neste quesito, mas emplaca desde os primeiros takes um suspensa que perdurará até a última meia hora do sétimo capítulo que quando finaliza sua temporada.

Colocando como pano de fundo inúmeros ruídos na relação das mulheres da cidade o primeiro quiproquó é causado por uma acusação de agressão entre duas crianças logo no início do primeiro episódio, o que vende a ideia de um antagonismo entre duas das protagonistas, mas que diante da bem engendrada construção dos personagens e de suas boas e más intenções para a vida da comunidade, além de suas convicções pessoais, tudo vai se encaminhando para um interessante sentimento de sororidade das principais participantes da trama central.

Envolvendo casos de estupro, violência doméstica, dificuldades de relacionamento entre pais e filhos, romances, traição, briga por poder no processo macro e micro da cidade, análises psicológicas e psiquiátricas maravilhosamente postas através de alguns personagens colocados especificamente para isso (sem soar artificial) e um olhar sob a perspectiva pedagógica promovida pela escola em que as crianças estudam, “Big Little Lies” transita além do drama clássico e o suspense influenciado por Agatha Christie. Ele pode funcionar em alguns momentos com a leveza de tiradas cômicas que aliviam a tensão, promove discussões muito mais relevantes do que a série toda de 50 Tons de Cinza quando aborda a relação entre o sexo e a violência e se consagra com a capacidade de introduzir na discussão as crianças num enredo que parece tipicamente adulto (e deixa claro o motivo disso).

Enfim, aliando tudo isso por meio de inúmeros silêncios que ajudam a raciocinar enquanto alguns de seus protagonistas sonham, pensam ou simplesmente surtam, a produção ainda consegue fechar com chave de ouro por meio de uma trilha sonora de primeira linha.

Por último, fica a sensação de que o show vendido como minissérie possa dar uma guinada para uma série com algumas temporadas por conta de algumas pontas soltas deixadas de lado em seu final, mas independente disso já é a grande surpresa dos últimos meses mesmo que isso não devesse ser por conta da marca de qualidade da HBO.

Sendo assim, fica a dica para que ao se deparar com essas pequenas grandes mentiras contadas ao longo dos sete episódios o público tenha a paciência de pensar e mastigar com calma e gosto cada um dos inúmeros temas abordados. Bom apetite!


 


 

Você precisa assistir Westworld!

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Não, não irei realizar uma crítica ou resenha mais bem embasada na série, pois já li outras muito mais interessantes e tudo foi falado sobre as qualidades da produção da HBO.

A questão aqui é de necessidade pelo fato de que, se não atender ao meu pedido, você corre o risco de ficar sem assunto pelos próximos 5 anos com seus amigos mais afeitos ao mundo geek/nerd.

E digo isso pelo fato de ter demorado um pouco para entrar no bonde do Game of Thrones anos atrás e isso me custou um monte de tempo para poder me atualizar ao universo de Westeros. No caso do universo das Crônicas de Gelo e Fogo do sr George R.R. Martin ainda tem a questão dos livros (que são calhamaços absurdos de grandes) que me tomaram mais tempo ainda. Obviamente que depois de conhecer tudo o deleite valeu a pena, mas não custa repetir a dose enquanto é cedo. Quem avisa…

Westworld também é uma adaptação, mas dessa vez baseada num filme de 1973, com assinatura de Michael Crichton (que viria a ficar realmente conhecido por conta dos seus dinossauros de Jurassic Park).

O louco da coisa é que a mega-produção teve todos os indícios de não dar certo. Várias e várias vezes foi atrasada no seu cronograma, em alguns momentos teve problemas de filmagem, o orçamento teve de ser alterado por diversos momentos e o elenco estrelado podia não ter dado a mínima para tais esforços e ter chutado tudo para o alto.

O time de produtores ajudou a isso não acontecer já que, além do próprio Crichton, há também a dupla Jonathan Nolan e Lisa Joy e o midas do cinema atual J.J. Abrams.

Isso provavelmente deu a sustentação e credibilidade necessárias para que o canal americano acreditasse na ideia de que poderíamos ter um sucessor à altura de Game of Thrones mesmo antes desta acabar.

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Foto de James Marsden (Teddy) e Evan Rachel Wood (Dolores)

Dessa maneira, a campanha publicitária serviu num primeiro momento, mas como qualquer coisa poderia perder a força no momento em que o público verificasse que não se tratava de albo bom de fato.

Pois bem, após um episódio 1 que teve recorde de audiência naquele horário para uma estreia, os subsequentes também mantiveram a média qualitativa e o telespectador foi junto. Não só isso, mas aconteceu algo que não é comum: houve inclusive aumento!

A premissa que vaga entre o faroeste tão amado pelos norte-americanos e a ficção científica cheia de críticas que faz dar nó na cabeça teve também pitacos de filosofia, questões relacionadas à religião, fé e limites da ciência. Tudo isso misturado num poço de hedonismo e violência que quer retratar não a sociedade futura, mas essa mesma que está por aqui no presente.

Portanto, vale a pena repetir: aproveite que os dez primeiros capítulos estão disponíveis no HBO GO e faça ma maratona. Não será cansativo e os três últimos episódios são realmente de tirar o fôlego. E depois é ficar batendo a cabeça na parede, pois a nova temporada só virá em 2018.

PS – Ah, e é incrível como o roteiro cheio de subtramas e reviravoltas tem ajuda pesada das maravilhosas atuações dos atores e atrizes!


 


 

Stranger Things melhor que GoT? No IMDb é sim!

 

E não é que Stranger Things está fazendo história?!

Além da série da Netflix ser um sucesso entre o público jovem e a galera saudosista que viveu plenamente os anos 80, também tem sido uma prova de que a produtora americana continua a pleno vapor lançando coisa boa por aí.

O programa que faz inúmeras referências a filmes de 30 anos atrás como “E.T.”, “Conte Comigo”, “The Thing”, “It”, “Carrie: A Estranha”, entre outros, ganhou notoriedade muito rapidamente entre os fãs do aplicativo de cinema e séries e foi se alastrando pela rede com muita gente reverberando o quanto os seus 10 episódios valem a pena serem assistidos.

Agora, a sensação é que foi conseguido pela Netflix um empenho de seus admiradores semelhante ao que acontece com outras produções mais antigas como “The Walking Dead”, “Supernatural” ou “Game of Thrones” já que Stranger Things conseguiu ser trending topic do Twitter, assunto muito comentado pelo Facebook e fóruns de cinemaníacos ao redor de todo o globo nos últimos dias.

Aliás, o nome de GoT tem relação direta com a produção dos Duffer Brothers, pois acabou de ser ultrapassada por ela na votação da página do IMDb que mede a satisfação das pessoas com relação aos programas assistidos por eles.

A série da HBO estrelava o primeiro lugar do site há muito tempo, tendo como segundo lugar o também maravilhoso Mr. Robot.

Agora, o jogo virou e Stranger Things ultrapassou ambos para ficar imponente na primeira posição. É bom lembrar que por ser uma série nova ainda existe pouca rejeição, mas é claro e evidente que essa febre por ela é bastante significativa e sua qualidade é inegável.

O fato gerou até tuíte do chefão da Netflix sambando na cara da HBO. Veja abaixo a mensagem de Reed Hastings e o print da página do IMDb com a prova do crime:

 

 

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Stranger Things trata do desaparecimento repentino de Will Byers, filho de Joyce (Winona Rider) e do quase que automático aparecimento da esquisita Eleven (Millie Brown) numa pequenina cidade dos EUA durante o ano de 1983.

Cheia de referências ao período e à cultura pop do período em questão a série é uma mistura de terror, suspense e aventura mirim.

A série já foi confirmada pela Netflix para sua segunda temporada.

 


 

 

Um ano de espera! Não se desespere vendo essas imagens da 6ª Temporada de GoT

 

Se os dois últimos episódios da recém terminada 6ª Temporada de Game of Thrones foram um deleite para os fãs da série a lembrança de que haverá um tempo tão grande de espera pelo primeiro capítulo do ano que vem pode fazer qualquer aficionado broxar de tristeza.

Para que as pessoas se mantenham em pé aguardando a 7ª Temporada do show da HBO separamos algumas imagens icônicas deste ano, sejam estas de situações especiais do programa ou de momentos atrás das câmeras, que farão você não se entregar à total depressão por ter um período tão enorme de abstinência.

Há imagens que fazem a gente se perguntar como é magia do cinema é espetacular (por conta, por exemplo do uso de CGI, outras partes em que podemos perceber a grande sintonia entre os atores, diretores e pessoas envolvidas no projeto e ocasiões míticas que ficarão para a história da televisão mundial.

Veja abaixo, as imagens que foram disponibilizadas pela equipe da própria série e que devem fazer parte de extras quando o DVD e o Blue-Ray chegarem às lojas no final do ano.