Aos poucos o “Melodrama” de Lorde vai saindo

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Há artistas que preferem lançar tudo de uma vez, há aqueles que nem lançando mais nada estão e há, finalmente, aqueles que preferem fazer tudo em pílulas, caso agora de nossa amada Lorde.

A jovem neozelandesa mais conhecida do planeta já forneceu informações de que a liberação do disco completo para vendas on line ou físicas acontece dia 16 de junho, mas soltou nos últimos três meses os singles “Green Light”, “Liability” e “Perfect Places”.

A nova parcela do álbum “Melodrama” que foi mostrada hoje se chama “Sober” e tem uma pegada mais voltada para o debut da cantora de 4 anos atrás.

Lorde tem aproveitado as redes sociais e as últimas entrevistas para dizer que esse trabalho é o início de uma nova era em sua carreira. Para quem começou antes de ontem pode significar muito ou simplesmente a evolução daquilo que já vimos em seu primeiro capítulo com “Pure Heroine”.

Portanto, daqui a uma semana veremos o que de fato isso significa, mas as tais pílulas soltas até agora podem dar pistas aos fãs. E pela reação às músicas (essa de hoje, inclusive) a aceitação é acima da média.

Veja abaixo o vídeo da canção:

 

 


 

 

 

 

 

Cresce o rumor sobre lançamento do novo álbum de Lorde

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Se o primeiro álbum fez o sucesso já conhecido por nós era sabido que o segundo trabalho da neozelandesa Lorde teria algum  impacto no cenário musical mundial.

Porém, as proporções que estão tomando os rumores sobre a data de estreia do novo disco da cantora seguem aumentando e não é esperado nada menos do que sensacional vindo da garota.

Nos últimos meses muitas especulações foram sendo criadas em torno do sucessor de “Pure Heroine”, mas nada nunca foi comentado ou confirmado por gravadora ou acessória da artista.

Isso aconteceu, por exemplo, quando no final do ano passado, num comunicado interno da Republic Records, a respeito de uma reunião de 21/02 estariam na pauta da empresa algo de aconteceria em relação à carreira de Lorde no dia 7 de março.

A imagem que foi compartilhada pelos diversos canais de comunicação da música poderia ser o anúncio de um single, do álbum propriamente dito ou simplesmente um encontro com a moça que é contratada da multinacional do entretenimento. Mas não veio ninguém a público para desmentir ou reafirmar o que ali estava escrito

Veja a imagem abaixo:

 

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Como a última aparição para qualquer atividade musical foi a homenagem a David Bowie ainda em meados de 2016 durante o BRIT Awards daquele ano mais rumores foram tomando corpo.

Neste quesito, a última novidade foi o misterioso teaser com a cantora que aparecer durante o intervalo comercial das emissoras de TV da Nova Zelândia no qual Lorde aparece no banco de trás de um carro comendo algo e tomando refrigerante e na frente o motorista faz o mesmo. A menina aparenta aguardar por algo enquanto tocam alguns acordes de uma música que não se assemelha com nada que ela tenha feita antes. Após esta cena rápida aparecem duas legendas na tela. A primeira se refere ao dia 2 de março (hoje) em Nova Iorque e a segunda sobre 3 de março na Nova Zelândia.

Depois disso, vemos a imagem estilizada de um carro (que poderia ser onde ela estava antes) com o vidro frontal quebrado por algo bem caracterizado como um tiro do lado direito.

Muita gente já tuitou sobre o assunto e já foi mencionado por aí que o novo single teria o nome de “Green Light”, porém até agora não há nenhuma notícia cravando do que se trata, mas até o final do dia saberemos mais.

Veja aqui o teaser com Lorde:

 

 


 

 

20 Mulheres importantes para o mundo da música – Versão 2016

No que diz respeito ao papel da mulher na história da música não há o que negar: não existe coisa mais gostosa do que ouvir a voz feminina numa canção, mas o problema é que nem sempre elas são tão respeitadas quanto mereciam. O mesmo acontece no cinema, mas o amigo André Barcinski destrinchou a questão na coluna de hoje de seu blog no R7.

Portanto, listei vinte mulheres que são imprescindíveis para a história da música mundial. Vou me limitar a falar sobre o que faz destas mulheres pessoas importantes para este universo e espero que concordem ou discordem do top 20 que realizei.

E um ótimo dia, mês, ano da mulher. São mulheres como minha mãe, minha noiva, minhas colegas de trabalho e minhas amigas de longa data que produzem ótimos exemplos para que eu possa ser um homem melhor. Parabéns a todas!


Madonna – Girl Gone Wild

Madonna, o nome já diz: a rainha do pop. Qualquer outra que apareceu depois, de Christina Aguillera a Britney Spears, de Katty Perry a Miley Cyrus, só existem por causa da material girl.


Janis Joplin – To Love Somebody

Janis Joplin: A voz dissonante numa década do rock dominada por homens. Janis apareceu pouco, mas sua potência vocal será lembrada para sempre.


Aretha Franklin – I Say a Little Prayer

Aretha Franklin: se as garotas negras de hoje em dia se empolgam com Beyoncè, e outras estrelas, é por que esta mulher teve coragem de seguir carreira cantando R&B, música gospel e soul music num país (EUA) racista num período de segregação racial.


Rita Lee (com Zélia Duncan) – Pagu

Rita Lee: a rainha do rock nacional. Soube ser sexy, usou e abusou de sua verve poética e sarcástica e de seus famosos jogos de palavras para se estabelecer como uma das mais importantes pessoas que fazem música pop até hoje em nosso país.


Carmem Miranda – O Que É Que A Baiana Tem

Carmem Miranda: o que seria da política da boa vizinhança dos EUA com a América Latina sem a beleza (física e vocal) dessa baixinha luso-brasileira? Ainda por cima foi um símbolo de estilo e que será sempre imitada, aqui e lá.


PJ Harvey – Down By The Water

PJ Harvey: Ela só foi considerada uma das grandes influências de Kurt Cobain. A mulher consegue ter letras marcantes, melodias fantásticas e presença de palco espetacular. Além disso, fez alguns dos melhores álbuns de rock dos anos 90, continuou com a mesma pegada na década seguinte e agora causa a saudade que só as grandes artistas poderiam provocar em seus fãs. Faça logo algo novo, Polly, please!


Lorde – Team

Lorde: a menininha de 17 anos é simplesmente a voz antiostentação de uma era em que ter é melhor do que ser. Como não coloca-la nessa lista?


Chiquinha Gonzaga – Atraente

Chiquinha Gonzaga: uma mulher que desafiou um país, numa época do império que só tinha lugar para o homem, conseguiu ser importante não só na música como também na luta pelo direito das mulheres.


Tina Turner – We Don’t Need Another Hero

Tina Turner: só o que essa mulher sofreu com Ike já merecia uma menção, mas sua garganta não foi só boa para gritar contra o sofrimento feminino, ela também canta muito e não deveria ficar de fora dessa lista nunca.


Nina Simone – Ain’t Got No… I’ve Got Life

Nina Simone: ela não foi apenas uma das vozes mais sublimes do Jazz, do Blues e do Soul, mas também uma ativista pelos direitos dos negros. Foi, inclusive, uma ótima pianista, mesmo tendo sido impedida de frequentar o conservatório musical com pessoas brancas. E finalmente, ela cantou no enterro de Martin Luther King. Precisa mais?


Diana Ross – Chain Reaction

Diana Ross (The Supremes): O que grupos como Destiny’s Child e Spice Girls tem a ver com The Supremes¿ Nada. Mas devem muito aos empresários que decidiram realizar a união entre ótimas cantoras escolhidas a dedo. O que culminou numa carreira de sucesso para a linda e fascinante Diana Ross que percorreu décadas mostrando seu vozeirão para multidões do mundo todo.


Cindy Lauper – Girls Just To Want Have Fun

Cindy Lauper: um mundo que se rendeu à sensualidade de Madonna tinha que ter um alter-ego, uma antagonista à altura da cantora de Like A Virgin. Pois bem, eis que surge Cindy Lauper com seu cabelo colorido e sua música pós-punk dançante que fez todo mundo balançar o corpo ao cantar que as meninas só querem mesmo se divertir. É pedir muito?


The Pretenders – Don’t Get Me Wrong

Chrissy Hyndie: não é só uma feminista atuante, não se trata apenas de uma militante do Green Peace e dos direitos dos animais. Ela é mais do que isso, pois conseguiu conciliar esse trabalho humanitário (sem ser chata como o Bono) com uma banda de respeito (The Pretenders) e músicas pulsantes.


Barbra Streisend – The Way We Were

Barbra Streisend: sei que hoje ela se tornou uma caricatura de si mesma, mas como deixar de fora uma ótima intérprete de grandes canções que conseguiu ganhar dois Oscar, oito Grammy, um monte de Emmy e sei lá quantos outros prêmios. Além disso, teve todo esse sucesso por ter sido lapidada na Brodway, atuando em diversas peças e cantando muito.


Blondie – Maria

Deborah Harry: a beleza de Debby poderia enlouquecer qualquer homem do final dos anos 70, mas sua música também conseguiu realizar algo parecido. Numa época em que a música independente era dominada pelas bandas de punk quase que unanimemente integradas por homens foi essa loirinha que conseguiu ser o contraponto com seu Blondie e seu punk gostoso de ouvir e ver.


Kitty Wells – It Wasn’t God Who Made Honky Tonk Angels

Kitty Wells: simplesmente estamos falando da mulher que conseguiu abalar as estruturas do Country americano nos anos 50. Nunca nenhuma mulher tinha conseguido chegar ao topo da parada com alguma canção Country e ela realizou tal feito com “It Wasn’t God Who Made Honky Tonk Angels” chegando a empolgar uma legião de outras cantoras do mesmo ritmo a iniciar carreira. Dolly Parton, Loretta Lynn e Tanya Tucker que o digam. Hoje, meninas consagradas como Carry Underwood devem sua fama a esta tal de Kitty Wells.


Tarja Turunen – Until My Last Breath

Tarja Turunen: no mundo machista (qual mundo não é¿) do heavy metal não é fácil fincar os pés nesse terreno. Tarja não só fez isso como também transformou sua voz numa das mais conhecidas e imitadas entre as bandas de gothic/symphonic/death/black metal. Hoje, em carreira solo, seu estilo soprano-lírico já foi emprestado ao Nightwish fazendo a banda ter a importância histórica que tem até os dias atuais.


Joan Jett and The Blackhearts – Any Weather

Joan Jett: a mulher liderou as Runaways com outra importante mulher do rock, Lita Ford, mas o fato de ter sido uma das primeiras bandas de rock composta apenas por mulheres foi apenas o primeiro grande feito de Joan. Ela foi a menina que mais se destacou pela opinião forte e pelo jeito empolgante no palco. Também é considerada uma das pessoas que melhor sabe tocar guitarra no planeta, além de ter alcançado o primeiro lugar da Billboard em 1982 com “I Love Rock’n Roll”. Hoje ainda figura entre as preferidas do público indie com sua banda The Blackhearts.


Hole – Celebraty Skin

Courtney Love: falar que Courtney foi apenas uma sombra para Kurt Cobain é uma dessas injustiças do mundo pop. Ela já havia atuado bastante no cinema e já possuía uma carreira no rock consistente. Com dois álbuns clássicos no currículo com o Hole ela já merecia um lugar nessa lista, mas seu temperamento de bad girl e sua voz algo grave algo forte é produto em falta no rock atual. Também teve papel preponderante com o Babes in Toyland. Ponto para ela.


Belly – Gepetto

Tanya Donnely: Primeiro, pensei em Kim Deal pelo trabalho habilidoso com o Pixies. Daí, lembrei de Kim Gordon e suas distorções guitarrísticas no Sonic Youth. Mas ao me aprofundar no mundo das duas ficou difícil não escolher a gracinha Tanya Donnely que, com sua voz suave, teve envolvimento musical tanto com Deal quanto com Gordon. Também se destaca a sua militância no rock alternativo americano. E ainda teve a audácia de trazer ao mundo a perfeição que eram suas três bandas, igualmente importantes para a história do rock indie, Belly, The Breeders e Throwing Muses. Tanya, nós te amamos!


Só faltou ele mesmo: o dia em que Lorde cantou na banda de Bowie

Não há o que salve uma premiação musical nos dias atuais?

Pois coloque uma boa apresentação no meio daquele marasmo todo que a coisa toda não se perde. Melhor ainda se for um crossover de bandas ou um tributo inesperado.

No caso aqui até era de se esperar, já que desde o fatídico dia em que Bowie nos deixou pululam pela rede manifestações das mais interessantes e sinceras possíveis.

Mas se ainda mora em nossos corações aquela espontânea New Orleans Parade realizada pelo Arcade Fire como a melhor de todas até agora a acontecida no Brit Awards com participação da Neozelandesa Lorde chega bem perto.

Porém, ela tinha uma vantagem: seu show-tributo no palco do O2 Arena de Londres tinha como banda de apoio simplesmente a mesma usada ultimamente pelo mito britânico.

Já se sabia há alguns dias que muitos artistas estavam se reunindo para fazer algo por Bowie, mas não se fazia ideia do tamanho do evento. Desde quando Lady Gaga fez aquele pot-pourri semanas atrás e separou a rede mundial de computadores em defensores e detratores da mulher se acreditava que algo menos sofisticado seria mais adequado para homenagear o falecido cantor.

Então foi isso mesmo que aconteceu: a menina Lorde se apossou dos microfones e junto com a banda dele fez um tributo incrível em que o menos definitivamente pareceu ser mais.

Tudo começou com um discurso avassalador (de tão bonito) de Annie Lennox, a apresentação emocional de Gary Oldman, um sampler cheio de referências à discografia do inglês tocado pelos sintetizadores e instrumentos de seu grupo e um término eficaz, moderado, potente e lindo através da voz da cantora que não é mais promessa com a clássica “Life on Mars?”.

Percebe-se que o baque ainda é profundo em artistas mais próximos de David Bowie, mas é totalmente compreensível. Se para nós, reles mortais a notícia ainda parece fictícia imagine para quem conviveu proximamente dele.

Fique, abaixo, com alguns momentos da ótima apresentação de ontem que teve no restante da premiação (só um detalhe) a consagração de Adele com seu disco lançado ano passado:

 

Lorde: ela voltou sensualizando com Disclosure

Sim, é ela mesmo!

Lorde, a garota abaixo de 21 anos mais famosa da Nova Zelândia volta com novo single ao lado do duo mais bacana do mundo eletrônico atual: o Disclosure!

Ou seria mais apropriado dizer que se trata de uma faixa nova dos meninos?

A grande verdade é que o Disclosure (dupla formada pelos descolados irmãos ingleses Guy e Howard Lawrence) lançou seu segundo disco de estúdio, “Caracal”, na última sexta-feira (25) e dentro do trabalho há parcerias com gente grande do cenário musical atual.

Há desde gente descolada do mundo eletrônico e dance como The Weeknd e Kwabs quanto o chato papador de Grammy Sam Smith, além do rapper Miguel.

No meio desse balaio de gato surge a cada vez mais bela Lorde. Com seu estilo esquisitoide e magnífico. Dessa vez até sensualizando a menina está no vídeo-clipe promocional da faixa “Magnets”.

Lembrando que não é a primeira vez que a garota e os meninos trabalham juntos, pois ano passado até apresentação lado a lado eles realizaram.

Veja abaixo o vídeo da canção:

Veja o novo vídeo de Lorde

Lorde revelou na manhã de hoje (06) o vídeo de sua nova música “Yellow Flicker Beat”.

A produção musico-visual conta com imagens da neozelandesa entre cenários obscuros cantando e realizando sua famosa dança hiper-mega-esquisita.

Apesar de ser a canção tema do longa Jogos Vorazes: A Esperança Parte I, o clipe não apresenta nenhuma cena do filme, algo que pode causar estranheza inicial aos telespectadores.

Além de Lorde, a trilha da película terá nomes conhecidos da cena indie mundial como Chvrches,The Chemical Brothers, Ariana Grande.

A menina, além de cantar na trilha, também funciona como curadora da produção musical do filme.

O longa estreará nos cinemas brasileiros no dia 19 de novembro, enquanto a trilha sonora estará disponível um dia antes.

Assista ao clipe de “Yelow Flicker Beat”: