Vem coisa nova do QOTSA por aí

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Os detalhes ainda não estão definidos, mas muitas pontas soltas vem sendo jogadas pela banda da California, principalmente na WEB.

Sem lançar álbum novo desde 2013 (quando nos brindou com o fabuloso “… Like Clockwork”), o Queens Of The Stone Age colocou um novo site na internet no qual aparece uma TV meio anos 70, 80 e que possui inúmeros canais.

Inicialmente, em tom de piada saudosista só apareciam chiados e canais fora do ar, mas desde as primeiras horas de hoje (acho), no canal 1, integrantes da banda repetem exaustivamente a palavra “gold”.

Além disso, agora há pouco começou a transmissão de um vídeo no qual os meninos da banda se submetem a um teste de polígrafo.

Dentre as perguntas estão questões relacionadas ao trabalho do produtor Mark Ronson com o grupo, o nome do disco novo que será intitulado “Villains” e outras dúvidas mais ou menos pertinentes.

Também é possível ouvir um teaser do single “Feet Don’t Fail Me” e reparar que há um tom mais dançante nos riffs de guitarra do Queens Of The Stone Age. Tudo leva a crer que a parceria com Ronson pode ter essa colheita já que o cara lançou Amy Winehouse e fez coisas bacanas com Lady Gaga.

Agora, quando irá sair de vez o novo trabalho de estúdio não sabemos ao certo. Pode ser daqui a pouco, mas o enigma ainda prossegue.

 

Mas que chegue logo, please!

 

 


 

 

QOTSA prontinho para abalar o mundo novamente

Durma-se com um barulho desses!

Apesar de todo fã do Queens of the Stone Age não ter motivos para ficar chateado com o hiato de três anos da banda sem atividade de estúdio já que seus integrantes não param de fazer participações em todo tipo de projeto por aí, os caras resolveram se fechar em estúdio para poder produzir coisa nova para seu trabalho musical principal.

Parece que não, mas já faz um ano desde o último show da banda de Josh Homme e, portanto, a saudade de compor para o QOTSA falou mais alto.

Mais recentemente, por exemplo, vimos Josh trabalhando ao lado de Jesse Hughes no Eagles of Death Metal e com Iggy Pop no seu último trabalho, Post Pop Depression. Alias, quem deu a notícia da volta do grupo californiano foi ele mesmo através de participação no podcast Let There Be Talk: “Estamos com o retorno do QOTSA na nossa agenda. Mesma formação e estamos concentrados. Teremos uma reunião para decidir o que fazer”.

Essa tal formação é a mesma do bacaníssimo “… Like Clockwork” com o próprio Homme, Troy Van Leeuwen (guitarra), Michael Shuman (baixo), Dean Fertita (guitarra/teclados) e Jon Theodore.

Informações adicionais sobre material novo e prováveis músicas nele incluídas ainda não são conhecidas.

“Songs For The Deaf” é a Monalisa do Queens of the Stone Age

Songs For The Deaf é o terceiro álbum lançado pela banda de Josh Homme e é muito cultuado pelos fãs por causa das participações especiais de Dave Grohl e Mark Lanegan.

Mas não é somente no quesito artistas convidados que o trabalho contido neste disco de 2002 chama à atenção.

É a partir deste álbum, por exemplo, que a banda conquista de vez tanto público e crítica, recebendo a alcunha de reerguedores da qualidade do rock. Alguns fatores ajudaram nessa empolgação, como a repetição por inúmeras vezes do hit “No One Knows” tanto em rádio e TV, e fez com que até mesmo a banda se impressionasse com tais números.

Mas “Songs For The Deaf” é o tipo de experiência sonora que deve ser ouvida do início ao fim ininterruptamente muito por causa da disposição das músicas e pela sacada de se incluir um DJ de rádio entre uma música e outra.

Também no que diz respeito à sonoridade e trabalho instrumental se percebe facilmente uma evolução em relação ao também ótimo Rated R, disco anterior da banda californiana e o auxílio tanto de Dave Grohl quanto dos músicos fixos do grupo mostra uma necessidade do QOTSA de figurar não só como mais um representante do Stoner Rock, mas também de um expoente que funciona como vanguarda para outros artistas que aparecem depois.

E aí é que aparece a genialidade de Josh Homme com seu trabalho de guitarra excepcional e concepção ambiental que mostra novos horizontes para o rock pesado de então.

Formação do QOTSA à época do lançamento de “Songs For The Deaf” 

(Da Direita para a esquerda: Dave Grohl, Troy Van Leeuwen, Nick Olivieri, Josh Homme, Mark Lanegan)

Mas não é só de peso que vive o disco, pois a qualidade melódica impetrada por Josh e Cia vai desde o trabalho dos multi-instrumentistas Natasha Schneider e Alain Johannes até o virtuosismo de Troy van Leeuwen (A Perfect Circle, Eagles of Death Metal). Aliás, já na turnê, a porradaria de Grohl com as baquetas sairia para a entrada do baterista do Danzig, Joey Castillo.

O lançamento aconteceu em 27 de Agosto de 2002, e reforça o fim de uma época de pouca criatividade na cena rock internacional em conjunto com “Is This It” do Strokes que havia saído no ano anterior.

A transformação energética demonstrada pelo QOTSA em músicas como “First It Giveth”, “Song For The Deaf” e ou Think “I Ain’t Worth A Dollar, But I Feel Like A Millionaire” anulam de vez a percepção de que ninguém iria colocar fogo novamente no rock que minguava com bandas pouco poderosas naquele período de vacas magras.

Também é importante promover uma análise sobre a atividade de baixo feita por Nick Olivieri que provoca petardos impressionantes em conjunto com as guitarras e bateria que não seriam a mesma coisa sem sua contundência com os dedos.

Na verdade, “Songs for the Deaf” nada mais é do que um álbum conceitual que acompanha alguém (Josh?) realizando uma viagem de carro que vai do Deserto de Mojave numa região distante da Califórnia até a cidade de Los Angeles. As interferências dos DJs entre uma canção e outra nada mais é do que a sintonia de estações de rádio de cidades locais que vão mudando de acordo com o deslocamento da caranga. Até mesmo as vinhetas das rádios sincronizam muito bem com os sons tocados em seguida.

Apesar da simplicidade com que são tocadas algumas músicas o álbum é interessante pela facilidade como tais mostras sonoras entram e não saem mais de nossas mentes.

Melodias como as de “Go With The Flow” (com um vídeo clipe bem instigante), do hit “No One Knows” e a mais puxada para o pop “Another Love Song” seguem uma linha de desenvoltura vocal, marcações simples e refrão pegajoso que capturam o ouvinte já na primeira audição.

E da-lhe letras que falam sobre relacionamentos conturbados, drogas e vícios que levam à depressão. Além disso, muita coisa pode ser interpretada de forma mais profunda ou dúbia através de inúmeras figuras de linguagem.

Mesmo assim algumas dessas letras podem ser consideradas mais autobiográficas para Homme como nos casos de “Sky Is Fallin’” sobre sofrimento e “God is in the Radio” que poderia ser uma bad trip de ácido.

Os exemplos de “A Song For The Dead” sobre uma pretensa viagem de carro direto para a morte e “A Song for the Deaf” que parece ser a narração de um cara que acabou de morrer aparecem como dois lados de uma mesma moeda, o medo e o fascínio pela morte.

Outro destaque valioso é a acústica “Mosquito Song”, que acabou dando vida ao álbum seguinte, “Lullabies to Paralyze”, que se preocupa em contar histórias de terror e fábulas fantasiosas.

Ah, e ainda há um cover do The Kinks” no final do álbum, a maravilhosa “Everybody’s Gonna Be Happy”.

Portanto, a atualidade com a qual ainda é tratado pela crítica especializada faz com que “Songs For The Deaf” permaneça no rol de álbuns relevantes da última e desta década, quase uma preciosidade no meio de tanta coisa furada lançada nos últimos anos.

Trata-se realmente de um trabalho de peso e pesado com toda a força de seu lado instrumental. E é indispensável para quem ainda chora a morte do rock, mas não se preocupa em vasculhar coisas mais obscuras da cena.

Se o último disco “…Like a Clockwork” é essa potência musical que já se tornou clássico para os fãs da banda toda essa mitologia se deve muito ao fato de que “Songs…” tenha aberto este caminho. Ponto para Josh e para os loucos que seguiram junto com ele por esse caminho mais difícil e mais prazeroso do rock, o da criatividade.

Recentemente, a versão do disco em vinil saiu pela Ipecac Records (gravadora do maluco Mike Patton) tendo como arte de capa um visual diferente da encontrada em CD.

1 –  You Think I Ain’t Worth A Dollar, But I Feel Like A Millionaire
2 –  No One Knows
3 –  First It Giveth
4 –  A Song For The Dead
5 –  The Sky Is Fallin’
6 –  Six Shooter
7 –  Hangin’ Tree
8 –  Go With The Flow
9 –  Gonna Leave You
10- Do It Again
11- God Is In The Radio
12- Another Love Song
13- Song For The Deaf
14- Mosquito Song
15- Everybody’s Gonna be Happy (faixa escondida, cover do The Kinks)

No One Knows

First It Giveth

Go With The Flow

Desperdício: o espetacular QOTSA confirmado para o festival que não se importa com música

Como o mais importante o Rock in Rio já conseguiu não sei por que estão anunciando bandas para seu line-up.

Agora a pouco foi o Queens of the Stone Age foi confirmado como uma das atrações para o festival carioca.

Tirando o fato de que o relavante para o evento é mostrar marcas e produtos voltados ao público jovem, a venda de ingressos iniciada mês passado já foi um sucesso estrondoso suficiente para que os produtores não tivessem preocupação com qualquer coisa menor para eles, como o anúncio de uma banda que irá, vejam vocês, tocar músicas por lá.

É óbvio que essa ironia percorrerá o noticiário do evento até chegar ao dia de começo da atividade em setembro de 2015, mas não custa tentar fazer um exercício de lógica para compreender o motivo pelo qual eles estão cagando e andando para a parte musical do esquema.

Quanto ao QOTSA, só há a lamentar, já que se trata de uma banda de qualidade técnica e de carisma tão forte. Eles terem tido a má ideia de ter atendido positivamente ao convite do festival brasileiro é mais uma prova de que a história do Rock in Rio fala mais do que o seu presente desprezível e que os artistas ainda são enganados pela boa reputação de que o evento ainda faz uso indevidamente.

Agora é esperar para ver se Josh e sua turma aproveitam a passada pelo Rio e realizam novo pulo solo em Sampa ou em qualquer outra cidade por aqui para shows tão memoráveis quanto os que aconteceram recentemente.

Olha a pérola do ano passado que o blog achou: QOTSA sendo mágico em sessão para a KCRW de Santa Monica

Uma pesquisinha de vez em quando na internet pode nos preencher por completo.

A curta passagem pelos canais favoritos no YouTube pode ser uma experiência fantástica para quem gosta de música (boa!).

Foi numa dessas garimpadas que o dono deste blog conseguiu achar esse tesouro perdido (pelo menos para mim). Ainda mais para quem viu faz pouco tempo um show épico do Queens of the Stone Age no Espaço das Américas no final do mês passado em São Paulo.

Sim, estamos falando da banda de Josh Home que, para o lançamento do maravilhoso álbum “…Like Clockwork” havia realizado uma mega-jam-session para a KCRW, rádio californiana de Santa Monica, tendo como público uns poucos fãs sorteados pela emissora. A atração aconteceu no dia 11 de junho do ano passado, mas o que empolga mais é saber que o grupo (também californiano) mantém hoje, um ano e pouco após o evento, a mesma pegada consistente e contagiante daquele dia.

Falo isso com base em bandas que realizou enormes turnês e que, naturalmente, pode-se pega-los fazendo um feijão com arroz bem do sem-vergonha depois tanto tempo na estrada promovendo algum álbum.

Felizmente não é caso do Queens of the Stone Age, que capitaneado pelo ótimo headlinner que se tornou Home, realiza um show melhor que o outro, fazendo gostos da plateia e tudo o mais.

No caso específico desta apresentação para a KCRW obviamente que “… Like Clockwork” é o estímulo maior para a banda e o frescor das novas músicas transparece na maneira de tocar de todos, mas há mais coisa no ar.

Vemos um Josh Home livre dos fantasmas que o levaram à depressão num passado quase recente.

O rapaz está falante e a tequila ajuda neste processo. Na divertida e extensa interação com o locutor da rádio percebe-se um Josh Home bastante bem-humorado e com prazer em falar ao seu público. Conta algumas histórias engraçadas, fala sobre as novas músicas, sobre ele próprio e os outros caras da banda. Sensacional!

E dá-lhe mais tequila!!!

A lista completa da apresentação você vê abaixo e mais abaixo ainda você assiste ao show matador:

01. If I Had A Tail
02. My God Is The Sun
03. …Like Clockwork
04. Keep Your Eyes Peeled
05. (Interview)
06. The Vampire Of Time And Memory
07. I Sat By The Ocean
08. Smooth Sailing
09. I Appear Missing
10. Litte Sister

Queens of the Stone Age conta com ajuda do público para realizar apresentação apoteótica em São Paulo

Queens of the Stone Age Resenha: Queens of The Stone Age em São Paulo

Nenhuma parafernália pirotécnica. Nada de telões ligados durante o show. Informação zero no palco a respeito de banda ou nome da turnê.

Foi assim que o público presente ao Espaço das Américas em São Paulo visualizou o local onde o Queens of the Stone Age iria tocar.

Numa época em que tudo aquilo que rodeia uma apresentação de música é tão ou mais importante do que a execução das músicas feita pelos artistas tal situação acontecida ontem na capital paulista é um alento para os amantes do bom e velho rock’n roll.

Ponto positivo em vários aspectos também para a organização do evento que, apesar de ter embaçado bastante para fazer uma fila quilométrica andar teve bom desempenho para receber os fãs e executar a entrada sem muitos vacilos ao interior da casa de espetáculos.

Não presenciei nenhum incidente grave e o comportamento dos presentes ao evento também contribuiu para um bom andamento da atividade da noite agradável que foi esta quinta-feira.

Além disso, o papel dos seguranças teve preponderância no que diz respeito á detecção dos espertinhos que queriam acender seus cigarros num espaço tão fechado como é o local. Mesmo assim, há de se elogiar o ar condicionado da casa já que aguentou bem a energia de um público que não parava de pular nenhum minuto e que, por este motivo, poderia elevar demais a temperatura ambiente.

No quesito “banheiros” mesmo com as filas sempre bastante grandes para adentrar aos sanitários ainda havia certa organização e lá dentro havia a conservação de certa limpeza.

Para quem conseguiu vencer a imensa fila logo na abertura da casa ainda pôde assistir a uma apresentação ok do músico americano Alain Johannes que segurou bem o público (que já estava ansioso pelo show principal) no esquema simples do banquinho e violão.

Após uma pausa de aproximadamente quarenta e cinco minutos o QOTSA subiu ao palco e começou a tocar sua pedradas sem nem precisar falar um boa noite para demonstrar a simpatia de todos do grupo. “You Think I Ain’t Worth a Dollar, but I Feel Like a Millionaire” foi a primeira música a ser executada.

Josh Homme, líder da banda, só foi falar com a galera presente no Espaço das Américas ao final da segunda ou terceira música.

Com uma precisão cardíaca na execução das canções, todos os instrumentistas ganham aqui uma menção honrosa já que a energia perceptiva nos discos do Queens não se perde no palco. Pelo contrário, há potência na maneira de promover as músicas e quando há tempo pequenas extensões delas acontecem ser necessariamente parecerem maçantes a quem escuta.

Alguns pontos altos da noites ficaram com a execução de músicas do disco “…Like a Clockwork” (notadamente “My God is the Sun”, “Smooth Sailing” e If I Had a Tail”) que foram cantadas por Josh em companhia dos fãs mais jovens que obviamente se identificam mais com o último trabalho dos caras.

Mas também houve espaço para as porradas dos discos anteriores. “Sick Sick Sick” foi uma desculpa perfeita para a abertura de algumas rodas de bate-cabeça que se mostraram muito empolgantes, “Feel Good Hit of the Summer” foi estendida e isso levou a plateia à loucura com um cover posterior de “Never Let Me Down Again” do Depeche Mode.

Mesmo nas músicas mais lentas como “Make It Wit Chu” a participação dos fãs foi quase que em uníssono.

Depois de algum tempo cantando, Josh parou algumas vezes para conversar bem rapidamente com o público meio que para descansar, mas era visível que a força das canções tocadas pelo grupo contagiaram demais o pessoal presente ao show e isso retornou de forma evidente na atividade dos rapazes no palco. Troy Van Leeuwen, Dean Fertita, Michael Shuman eJon Theodore souberam como deixar o líder do QOTSA à vontade para hipnotizar de vez a plateia. O Trabalho destes instrumentistas realmente é muito bem feito.

Outra jogada de mestre da banda é saber como utilizar toda sua discografia para realizar o set list de suas apresentações e ontem não foi diferente: “Mexicola”, única do primeiro disco, “No One Knows” do Songs for the Deaf e “Monstersof the Parasol” do Rated D se mostraram muito bem ao lado de músicas novas como “I Sat by the Ocean” e “I Appear Missing”.

A primeira parte do show terminou com a ótima “Go With the Flow” para que depois de um minuto os menino voltassem com a trinca “The Vampyre of Time and Memory”, “Do it Again” e “A Song for the Dead”, esta última finalizada de uma maneira tão apoteótica que levou os fãs á loucura (literalmente).

Muita gente ainda parecia dançar mesmo depois do término da música, do acendimento das luzes e do desaparecimento de Josh e companhia do palco.

Simplesmente fantástico.

Desde já, rivaliza com a apresentação fora de série do Arcade Fire no Lollapalooza Brasil deste ano.

Abaixo, veja o set list completo da apresentação de ontem e um vídeo de “Fairweather Friends” feira por uma fã. O responsável pelo blog gravou a clássica “Feel Good Hit of the Summer”, mas ficou tão péssima a qualidade do vídeo que prefere não passar vergonha:

  1. You Think I Ain’t Worth a Dollar, but I Feel Like a Millionaire
  2. No One Knows
  3. My God Is the Sun
  4. Smooth Sailing
  5. Monsters in the Parasol
  6. I’m Designer
  7. I Sat by the Ocean
  8. …Like Clockwork
  9. Feel Good Hit of the Summer / Never Let Me Down Again (Depeche Mode)
  10. The Lost Art of Keeping a Secret
  11. If I Had a Tail
  12. Little Sister
  13. Fairweather Friends
  14. Make It Wit Chu
  15. I Appear Missing
  16. Sick, Sick, Sick
  17. Mexicola
  18. Go With the Flow
  19. The Vampyre of Time and Memory
  20. Do It Again
  21. A Song for the Dead

Feel Good Hit of the Summer Ao Vivo

Saiu no Popload: Arctic Monkeys toca no Brasil no último trimestre (e a confirmação dos preços para o QOTSA)

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Saiu ontem no site Popload (http://www.popload.com.br/c/blog/) e quando isso acontece pode cravar: a banda de Alex Turner vem ao Brasil para uma turnê própria no final do ano.

Pelo que foi dito não se sabe ainda se em outubro ou novembro, mas há grande motivação para que haja um ou dois shows nas duas principais cidades do país: São Paulo e Rio de Janeiro.

Como atualmente, os caras estão na metade do tour pela enorme Austrália é bem provável que tais apresentações em nosso país sejam colocadas logo após a finalização da perna americana da turnê, marcada para setembro.

O disco ultra-premiado “AM” tem sido a base desses shows e a recepção do público não poderia ser melhor.

Será a terceira vez que o Arctic Monkeys vem ao Brasil, mas a primeira em show solo.

Arctic Monkeys – Why’d You Only Call Me When You’re High?

Ingressos para os shows do Queens of the Stone Age

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Outro grupo que está acostumado a vir a esses lados em festivais e que estreará em palco sozinho por aqui é o Queens of the Stone Age.

Bem, isso você já sabe.

O que saiu ontem foi a confirmação sobre data de início da venda de ingressos e preços. Quem sabe, com a empolgação dos fãs do grupo de Josh Home, não há uma data extra?

A banda californiana lançou o maravilhoso “… Like Clockwork” ano passado e tem realizado muitas apresentações nos festivais da primavera americana.

Primeiramente, o grupo passa pelo palco do Espaço das Américas, em show que faz parte da plataforma Live Music Rock, no dia 25 de setembro, com ingressos que vão de R$ 250 (pista) a R$ 420 (pista premium).

Logo depois, em 27 de setembro, eles tocam no Pepsi On Stage, na capital do Rio Grande do Sul. Para o show, os valores são mais baixos do que na capital paulista, variando de R$ 140 (mezanino) a R$ 200 (pista premium, primeiro lote).

A venda terá início pelo site livepass.com a partir de 14 de maio próximo.

Queens of the Stone Age – Smooth Sailing