Projeto sobre alimentação saudável tem continuidade no Riva

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O mês de Abril foi todo de implantação do projeto sobre alimentação saudável na EMEF Professor Rivadávia Marques Junior.

Houve vários tipos de intervenção como palestras com nutricionistas conceituadas para os professores e professoras, mudança na disposição de mesas e cadeiras no pátio, grafites sobre o tema e ideias e mais ideias sobre como realizar uma alimentação saudável dentro e fora da escola.

Além disso, o que confere uma análise mais crítica à questão é o que tem acontecido com a galera da Sala de Leitura Cora Coralina que realizou uma atividade com a música “Comida” dos Titãs para identificar outras formas de alimentação no nosso dia-a-dia: a alimentação da alma, da mente, do coração e até a alimentação física.

Para provar que os alunos conseguiram perceber que, por exemplo, a leitura e a pesquisa são comida para o cérebro ou que o amor funciona como alimentação para o coração e a alma os alunos fizeram cartazes com partes da letra da canção composta nos anos 80 e colaram no palco do pátio da escola.

Para finalizar o procedimento de análise desta situação também foi lido o poema “O Bicho” de Manuel Bandeira com o intuito de demonstrar o problema da fome no país que volta a crescer a olhos visto ultimamente.

Veja abaixo fotos da atividade:

 

 

 

 


 

Projeto sobre Alimentação Saudável tem apresentação no Riva

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O projeto sobre alimentação saudável que a EMEF Professor Rivadávia Marques Junior está promovendo neste mês de Abril está tendo inúmeras atividades e ações por parte de professores, coordenadores pedagógicos e direção da escola, mas uma chamou à atenção: uma apresentação artística pra lá de criativa feita pelos alunos-mediadores.

Sob a tutela da professora Regiane Biecco os meninos e meninas do projeto se caracterizaram como alimentos (frutas, legumes e verduras, em sua maioria) para informarem da maneira mais diferente e inteligente possível como devemos usar a nosso favor a alimentação do dia-a-dia.

A ação ocorreu na última semana durante o período da tarde e fez grande sucesso com os alunos e alunas do primeiro ao quinto ano.

Abaixo veja fotos da atividade:

 

 


 

 

Projeto Minha Biblioteca no Riva: veja as fotos

O já antigo projeto Minha Biblioteca teve sua nova edição realizada no dia de hoje na EMEF Professor Rivadávia Marques Junior.

A alegria dos alunos e alunas é indisfarçável ai receberem os livros fornecidos pela prefeitura de São Paulo.

É bom ressaltar que este projeto já havia sido encomendado pela gestão Haddad e foi engavetado pela administração Doria e só foi liberada pelo prefeito atual Bruno Covas.

O investimento não é só financeiro, mas também educativo e cultural e o intuito é que as crianças e adolescentes tomem gosto pela leitura de modo natural e espontâneo com aproximação com o livro.

Não tendo nenhuma ideia com relação a provas ou avaliações (algo que era muito comum em épocas anteriores) a tendência é que os meninos e meninas se sintam menos pressionados a ler por obrigação e façam isso por prazer mesmo.

Agora, o sentimento é de aflição de que tais projetos sejam bloqueados por conta das alterações no MEC (órgão que viabiliza o investimento financeiro) e que seu viés autoritário e de ode à ignorância não contamine atividades e eventos deste porte.

Vamos torcer!

 

XII Olimpíadas Estudantis de São Paulo: O Riva está por lá também

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A atividade realizada pelo município de São Paulo com organização conjunta da Secretaria Municipal de Esportes e a Secretaria Municipal de Educação está acontecendo durante o mês de Outubro todo e o período de finais chegou.

As crianças e adolescentes da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior têm participado ativamente das competições de basquete, handebol, vôlei, futebol e atletismo tanto na categoria feminina quanto na masculina.

Algumas das finais, inclusive, estão acontecendo nestes últimos dias e muitos de nossos atletas têm disputado com grande chance de serem campeões.

Abaixo, uma lista de inúmeras imagens de nossos competidores mirins que têm sido acompanhados, organizados e conduzidos de forma fantástica pelo professor de Educação Física Thiago Rissi.

 

 


 

Mansão Amonther

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– Alô, a mansão Amonther está pegando fogo.

– Enviaremos viaturas e bombeiros, existem feridos, Senhora?

Capitulo 1.

10 – 09 – 2016

7h

Essa historia é de Luci que aos 10 anos perdeu o pai em um acidente, desde então ela mora com a tia. Eu irei cuidar de relatar a história dela, sua tia Lara insiste dizer que sua sobrinha tem problemas.

– Olá, me chamo Meredth, sou eu a psicóloga que irá cuidar de você, Luci.

Luci – Quem te chamou aqui?

 – Foi sua tia, ela está muito preocupada com você.

Luci – É claro!

Elas moram em uma linda casa de costas para um lago, a cidade não fica tão distante daqui. No momento Luci ainda não esta confortável comigo, mais darei um tempo a ela.

Meredth – Lara, você pode me dizer como tudo começou?

– Bom, desde quando seu pai morreu ela mora comigo, nunca me deu problemas até alguns meses atrás. Ela começou a cortar seu próprio cabelo e se cortar também.

Ao final de nossa conversa Luci apareceu em frente à sala e sua aparência estava mudada, como se não fosse ela. Percebi também que Lara ficou muito assustada ou até com medo.

12 – 09 – 2016

16h

Estou aqui há dois dias e não vi nada que comprove que esta garota tenha problemas mentais, pelo contrário, eu acho que ela está muito bem e é apenas mais uma de muitas meninas “adolescentes”.

Nessa manhã tive outra conversa com Lara.

Meredth – Lara pode me dizer algo mais sobre o comportamento de Luci?

– Faz um mês ela chegou em casa e era cerca de 4 horas da manhã, ela estava suja de sangue e não me disse o que era…

– E você soube?

– Ela tinha deixado um rastro até o lago, bom eu segui… E quando cheguei lá…

Lara encheu seus olhos de lágrimas e não quis terminar de falar, mas eu já posso imaginar. Aqui é perto da floresta, Luci mexeu em algum animal morto e acabou suja de sangue.

São 18h

Eu não sei o que houve, mas acho que foi grave. As luzes estão todas apagadas e ouvi gritos assim que cheguei.

Meredth – Lara, você está ai?

Tentei acender a luzes mais não funcionam.

Meredth – O que aconteceu, Lara?

– É ela de novo, quando você saiu Luci chegou e estava toda suja de barro. Eu perguntei o que tinha acontecido, mas ela me empurrou e se trancou no quarto.

Pelo o que entendi Lara quis ajudar sua sobrinha, mas Luci recusou.

Meredth – Luci, eu e sua tia estamos preocupadas com você, então, por favor, abra a porta para que possamos conversar.

São 19h34

Conseguimos entrar no quarto de Luci, mas ela não está mais aqui. Agora estou começando a acreditar que essa garota realmente precisa de ajuda.

– Lara você pode pegar minha bolsa, por favor… Lara?

Agora são exatamente 8h30

Não sei o que aconteceu e nem que dia é hoje, só me lembro de chegar em casa e estar tudo escuro. Lembro-me de discutir com Luci.

Lara – Meredth, você tem que ir embora, não dá mais para você ficar aqui.

– Foi algo que fiz?

– Não, só sinto muito.

– Mas eu ainda não acabei com Luci e nem com você!

– Como assim comigo, Meredth? O que você quer insinuar?

– Nada, Lara, mas…

– Você precisa ir!

22h

 

Aluguei um quarto de hotel na cidade e acho que a história de Luci vai acabar aqui, não obtive respostas. Infelizmente eu não consegui ajuda-las.

O diagnostico de Luci é:

Luci Amonther Hale – 20 anos

00/00/00

Depressão.

Bipolar V.

Esquizofrenia.

Eu acabei de encontrar um diagnóstico muito peculiar, o nome é:

Lara Amonther Claire – 24 anos

07/09/1984

Violência.

Bipolar V.

Esquizofrenia.

Eles são exatamente iguais.

4h

 

Estou a caminho da Mansão Amonther, Lara terá que me contar quem realmente ela é.

– Quanto a senhora quer colocar?

Meredth – 35, por favor.

Acabo de parar em um posto de gasolina e conveniência, já estou dirigindo a quase 1 hora. Todo o documento que encontrei sobre Lara prova que ela tem muitos problemas e não sua sobrinha.

Meredth – Uma água, por favor.

– Aqui está.

– Obrigada.

– Feliz 7 de Setembro..

– Como assim?

– Não entendi.

– Já passamos do 7 de setembro, eu cheguei aqui dia 10.

– Aqui está o jornal, senhora. É hoje que irão inaugurar a Mansão Amonther.

– Inaugurar?

– Sim, a família criou a casa de reabilitação em memória de Lara Amonther.

– Não, isso não é possível. Mas ainda estamos em 2016?

– 2016? Não, senhora, 7 de setembro de 1984.

– Tá, muito obrigada.

– Claro, senhora Meredth.

– Espera, não te disse o meu nome…

– Adivinhei…

– Desgraçada!!! Desgraçada!!

 

Capitulo 2

– Ei Meredth, está bem?

– Onde estou?

Lara – Você não lembra o que aconteceu ontem, Meredth?

– O quê?

Lara – Você chegou aqui gritando procurando Luci e nós estávamos dormindo, foi realmente aborrecedor.

– Eu não me lembro disso.

Lara – Tudo bem, mas você precisa ir.

– Não posso, é como no sonho.

Lara – Como assim?

– Eu ainda não acabei aqui, com licença.

Não sei o que está acontecendo aqui, o sonho parecia real. Talvez eu tenha perdido meu tempo, mas não vou parar até encontrar respostas.

13 – 09 – 2016

São 14h

Acabo de chegar à prefeitura, encontrei alguns arquivos sobre a mansão Amonther, agora não é mais uma história real e sim sobrenatural.

Em 1980, Lara Amonther cometeu suicídio levando junto com ela 124 pessoas. Relatos dizem que Lara matou seu cachorro e jogou no lago, voltou para casa onde acontecia uma festa, subiu ao seu quarto e pessoas dizem ter ouvido Lara gritar com alguém antes de atear fogo na casa.

Quatro anos depois a família Amonther reconstruiu a mansão e fez dela um hospício, inaugurado em 07/09/1984. Ao longo do tempo houve muitas mortes como Emilia Martiz, Joana Algust, Luiz Embor, Mauro Eister e Victoria Wister, todos queimados. A cena do crime foi recriada e a hora da morte nunca souberam, pois os corpos eram jogados no fundo do lago e encontrados quase sempre se decompondo.

Em 1992 o hospício foi fechado e a mansão foi colocada à venda, mas com a história ninguém queria comprar, até que em 1995 foi leiloada e comprada por uma historiadora nunca revelada. A mansão virou um museu de terror. Mas em 05/09/1996 o museu pegou fogo matando a historiadora e mais 8 pessoas.

Novamente fechada, queimada e abandonada a mansão foi esquecida por muitos anos, mas em 2011 foi comprada pela professora Margo Eister, quer reformou e fez dela um hospital. Mas por um motivo desconhecido em 2013 foi fechado.

14 – 09 – 2016

10h

Estou a caminho da casa de Margo Eister, acredito que tenha respostas que eu não consegui encontrar. Todas as datas de incêndio da mansão são próximas do dia 7, tem que ter ligação e acho que a resposta é Lara Amonther e Luci Hale.

14h

– Meu nome é Meredth e estou investigando a mansão Amonther, sua mansão senhora Eister.

Margo – É claro.

– Tudo bem, o que a senhora sabe sobre Lara Amonther?

Margo – Eu não sei de muita coisa, ela colocou fogo na mansão e matou sua irmã e todos naquela festa. Quer chá?

– Não, obrigado. A senhora disse irmã?

Margo – Luci Amonther.

– Sabia que estava deixando passar algo, Luci Amonther Hale.

Margo – Se é só isso, eu estou cansada.

– Só mais uma pergunta, por favor.

– Sim…

– O que aconteceu com as 5 vitimas queimadas?

Margo – Eu não sei.

– Margo, o que aconteceu com Emilia Martiz, Vicotira Wisto, Mauro Eister…

Margo – Eu não sei, vá embora Sr. Meredth.

– Espera. Mauro Eister morreu em 1989 e um ano depois você, Margo Eister, nasceu, você é filha dele.

Margo – Por que você veio aqui?

– Eu preciso de respostas.

Margo – Pra que? Lara morreu há muito tempo.

– Nós sabemos que tem algo de muito errado com aquela mansão e Lara.

Margo – Isso é loucura.

– Só me ajude, por favor.

São 18h

 

Agora sei como realmente aconteceu e quem é Lara Amonther e vou acabar com isso de uma vez, eu nunca estive tão preparada em toda minha vida.

Capitulo 3

 

Meredth – Por que você faz isso Lara?

– Isso o quê?

Meredth – Desgraçada, sabe quantas pessoas morreram por sua culpa?

– Por que você me culpa? Eu te chamei aqui na minha casa para ajuda a Luci, ela tem muitos problemas.

Meredth – Desde o começo não era a Luci, era você! Você a culpava pelas coisas que você fez.

– Não é verdade.

Meredth – Você tem que ir, Lara, você tem que ir como Luci foi.

– Essa vadia conseguiu de novo, não é?

Meredth – Você já matou muita gente, pessoas inocentes.

– Por que você tá fazendo isso, Meredth?

– Não sou eu, Lara… é você, desde o começo!!

– Você não sabe o que ela fez comigo. Todos os garotos cobiçavam a ela, e eu?

– Isso não importa mais!!!

– Não importa? Você é como ela, não é? Ou até pior.

– Você realmente é doente.

– Luci sempre mandava e desmandava em mim, eu era o cachorrinho dela. Sempre fui.

– Então você a mata?

– Quem? Eu? Bobinha, não sabe de toda a história, não é?

– Você foi até o quarto de Luci na noite da festa, discutiu com ela e depois colocou fogo na casa.

– Vadia, monstruosa… Quando eu cheguei ao quarto Luci estava com meu marido..

– Antoni Amonther..

Lara – Eu o joguei pela janela e então Luci me acusou de o ter matado, nós discutimos. Luci trancou a porta e jogou gasolina em mim, me lembro como se fosse hoje. Eu queimava e ela ria. O meu cheiro era insuportável, mas eu me enrolei no cortina e o fogo se alastrou e Luci não consegui sair do quarto.

– Eu não fazia ideia…

Lara – Ninguém nunca faz.

– Olha, me perdoa eu nunca quis falar aquelas palavras horríveis, mas você precisa ir.

Lara – Eu sinto muito, Meredth, mas não posso e nem você.

– Porquê?

Lara – A história nunca foi revelada e nunca será.

– Não… Não…

Lara – Pra quem você tá ligando? Você não pode, a Luci vai brigar comigo. Desliga!!!

– Não!

– Desliga, Meredth.

Meredth – Alô… Me devolve, Lara.

Lara – Alô, a mansão Amonther está pegando fogo…

Meredth – Para, Lara… me deixa sair…

– Enviaremos viaturas e bombeiros, existem feridos, senhora?

– Depende…

Capitulo 4

15 – 09 – 2016

20h

Lara e Luci eram irmãs.

Lara tinha problemas mentais e isso desencadeou o ciúme de Luci e a tentativa de matar a irmão foi sua solução. Uma discussão levou Lara a colocar fogo na mansão matando muitas pessoas, inclusive Luci. Mas Antoni Amonther sobreviveu e criou o hospício Amonther.

Em 1985, Antoni escreveu uma carta e depois se matou no salão principal da mansão. A carta dizia que ele via Lara e Luci muitas vezes. Em 1986, Mauro Eister ocupou o lugar de Antoni. Mas em 1989 morreu queimado e foi encontrado no fundo do lago.

Emilia Martiz ocupou o lugar de Mauro em 1990 e morreu 2 anos depois, depois dela colocar fogo nela mesma, também deixou uma carta que não foi escrita por ela e a carta levava uma ameaça. E com tantas mortes as autoridades fecharam o hospício em 1992.

A mansão ainda foi vendida mais 2 vezes para a historiadora Alice Eister Monder (1995) que morreu queimada em 1996, e logo depois para Margo Eister (2011) que morreu afogada no lado de trás da mansão em 2016.

Essa será a história contada por todos, mas a verdadeira história ninguém sabe a não ser quem a viveu.

Ah claro… quase me esqueci!

Meredth (2016) morreu pelos escombros da mansão logo depois dela pegar fogo. As autoridades ainda não sabem como a psicóloga foi parar lá e nem como a casa pegou fogo depois de tanto tempo abandonada.

Mais a mansão foi reconstruida em 07/09/2017 deixando de ser Mansão Amonther para se chamar Hotel Meredth Amonther.

José Vinícius Lopes – 9º Ano D

Gravidez Psicológica

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A gravidez psicológica é um transtorno emocional que, geralmente, atinge mulheres que desejam muito ter um bebê e não conseguem. Moças que possuem este problema psicológico podem ter as mesmas características de uma gestante normal, como: crescimento da barriga, enjoo e ausência da menstruação.

Alguns historiadores afirmam que, na Idade Média, quando uma mulher era identificada com este tipo de gestação imaginária, ela era queimada na fogueira porque, segundo uma tradicional crença, ela teria tido relações com o demônio.

Este equívoco teria origem na lenda abaixo:

Na Idade Antiga, Taís morava numa aldeia onde uma mulher casada para ser bem aceita na sociedade deveria ter filhos. Este era um dos motivos que levava esta moça, recém-casada, a desejar ser mãe.

Mas, o tempo passava e a jovem não conseguia engravidar. Até que ela resolveu consultar Genoveva, a bruxa da região. Ao chegar à casa da velha feiticeira, a idosa disse-lhe:

– Eu sei que você deseja uma simpatia para engravidar. Então faça o seguinte: pegue o feto de um bebê morto e enterre debaixo da semente de uma flor, numa noite de Lua Cheia.

A moça ficou desapontada, pois logo indagou:

– Onde acharei um feto de criança falecida?

Alguns dias depois, sua prima deu à luz a um neném morto. Deste jeito, Taís tratou de roubar este material e fez o feitiço.

No mesmo dia, ela sonhou que um homem muito bonito lhe possuía. Assim, a partir daquela noite, Taís passou a ter sintomas como: enjoos, aumento da barriga, desejos alimentares e parada na menstruação. Logo, ela pensou que estava grávida. Mas, a velha parteira da vila disse que não existia gravidez de verdade e que a gestação era apenas emocional.

A jovem, inconformada, contratou um médico famoso na região, que também comentou que a gravidez não era real.

Nove meses se passaram e não nasceu criança alguma. Porém no dia em que completou o décimo mês, Taís escutou um choro de recém-nascido na porta de sua casa e notou que havia um bebê numa cestinha depositado lá. Porém, ao mesmo tempo, ela percebeu que sua barriga de grávida tinha sumido.

Deste jeito, a moça e seu marido adotaram o neném. Porém, na rua, as outras pessoas não viam criança alguma e chegaram a afirmar que o casal havia enlouquecido.

Um mês depois, o bebê faleceu e foi enterrado pelo casal no quintal de casa. Naquela noite, Taís viu o mesmo homem com que havia sonhado dez meses atrás, desenterrando o bebê. Este mesmo rapaz exclamou:

– Agora, vim buscar meu filho!

Após estas palavras o chapéu do homem caiu fazendo com que chifres ficassem à mostra.

Depois deste fato, Taís enlouqueceu.

Tabata Cristini 7º Ano D

Quer Mesmo Travessuras?

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Esta é uma história que vem de muito tempo atrás.

No Halloween de 1878, numa cidade distante e inominável, todo mundo aproveitava a festa, menos a família de um velho ranzinza que morava no vilarejo.

Mesmo assim, as pessoas achavam que ele não ia se importaria de entrar na brincadeira de pelo menos entregar alguns doces às crianças da região já que ele também tinha dois filhos com sua esposa. De qualquer forma, o homem era tão chato que ninguém tinha coragem de ser o primeiro a pedir.

De uma hora para outra, um grupo misteriosos de três crianças bateu à sua porta e fizeram-lhe a seguinte pergunta:

– Gostosuras ou Travessuras?

Então o velho, num tom de agressividade, respondeu:

– Travessuras, seus moleques repugnantes!

Virou-se e bateu a porta na cara das três crianças que olharam umas para as outras e saíram rapidamente.

Algumas pessoas presenciaram o fato, mas ninguém se surpreendeu já que a fama do velho não era das melhores. Porém, o que não se imaginava era o que aconteceria no futuro próximo.

Pois bem, no dia seguinte ao ocorrido o velho saiu em seu quintal e se deparou com o seu querido anima de estimação, um cachorro amável, morto com um pirulito colocado bem ao seu lado.

Não se passaram mais do que 24 horas para que nova morte acontecesse em sua casa. Dessa vez, quem apareceu morta foi sua esposa na própria cama onde eles dormiam e bem perto dela havia um pacote de balas.

Ah, a desgraça não acabou por aí não. Um dia depois dessa tragédia familiar houve outra tão grande ou pior: seus dois filhos foram encontrados mortos em seus quartos com uma cabeça de abóbora colocada no lugar das suas e doces espalhados ao seu redor e um bilhete no qual estava escrito:

– O senhor escolheu travessuras!

Ao ler aquilo o velho entrou em desespero, simplesmente enlouqueceu e foi internado numa clínica psiquiátrica. Muito pouco se sabe a respeito dele posteriormente a isso, mas muitas são as histórias acerca do seu fim.

Uns dizem que ele ainda permanece imóvel olhando para o nada na mesma clínica, outros falam que ele sumiu, mas rolou um boato de que ele se enforcou com um lençol de seu quarto e teria deixado um bilhetes com os seguintes dizeres:

– Há três crianças que toda noite aparecem na porta do meu quarto perguntando se eu tinha mudado de ideia. Com tal perturbação cometi este ato.

Gabriel Vasconcelos 9º Ano A