Line up do Lolla Brasil 2019 já está disponível pra você comemorar (ou não)

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E não é que, tirando um Kendrick Lamar aqui, outro Carne Doce ali, e mais um Interpol e outra St. Vincent acolá, o Lolla Br 2019 ficou bem mais do mesmo?!

Com Arctic Monkeys sendo um dos headliners, o ultrapassado Lenny Kravitz sendo outro e a estranha colocação (talvez eu menospreze a empolgação dos teens) de Twenty One Pilots como uma das atrações top o evento chega em São Paulo ano que vem nos dias 05, 06 e 07 de Abril.

 

Outra coisa que acho arriscado é que meteram um Tribalistas no final de algum dos dias (como fica claro o layout do banner oficial) e não sei se ficaram empolgados demais com aquele show no Allianz Parque dias atrás.

Parece que depois de um 2018 com bastante frescor na escolha dos artistas a produção preferiu apostar na mesmice e acho que dará um tiro no pé.

Tá certo que os ingleses liderados por Alex Turner têm capacidade de lotar um dos dias do festival, mas será que gente tão crua e inexperiente quanto os meninotes do Greta Van Fleet ou o rapper casca grossa (ou é só tipinho?) Post Malone consegue fazer isso também?

É importante lembrar que um negócio grande como é o Lolla Br precisa de gente para preencher espaços entre quem fecha a noite e quem está lá pela primeira vez, mas o que dá a entender é que neste próximo ano existe uma lacuna nesse ínterim.

Vamos ver o que vai dar!

Pois então, diga aí nos comentários o que achou e discorde do blog à vontade (e com educação, por favor).

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Os melhores álbuns de 2017

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Ano tumultuado em vários aspectos da vida social e política tanto no Brasil quando no mundo, mas também um período de bastante coisa boa rolando no universo cultural.

No que tange às coisas da música tivemos um tempo de empolgação com inúmeros shows por este lado e isso continuará a acontecer no ano que vem.

Infelizmente, também ocorreram algumas perdas, mas menos do que no fatídico 2016.

Em relação aos lançamentos não há do que reclamar, pois 2017 teve para todos os gostos: desde voltas de uma galera mais antiga até mesmo uma grande gama de artistas novos passando por aí.

É neste contexto diverso que o Blog se rende ao Hip Hop (ainda timidamente, mas reconhecendo a força do gênero), bate palmas para algumas carreiras que começam a decolar e se empolga com outros discos lançados agora e que já aparentam certa postura de clássico.

Sem mais delongas, portanto, iniciamos abaixo nossa lista de 20 álbuns que, na nossa modesta opinião, figuram entre os vinte do ano.

 


 

 

20 – Depeche Mode – Spirit

 

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A fase da banda é esplendorosa: Dave Gahan está cantando muito, as letras estão bem políticas (mas não panfletárias e chatas) e a performance dos caras acaba rendendo bastante. A consequência direta disso são shows lotados neste ano e apresentações agendadas com mais de 12 meses de antecedência aqui no Brasil para 2018. O álbum “Spirit” simplesmente é um respiro no mundo mainstream de bandas que muitas vezes ficam na preguiçosa zona de conforto dos hits e canções sem muita vida. Aqui, o que mais há é vitalidade.

 

Principais músicas do disco: “Where’s the Revolution”, “Going Backwards” e “Poorman”.

 

 


 

 

19 – Temples – Volcano

 

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Quem não tem medo do segundo disco que atire a primeira pedra. O Temples, com certeza, passou por isso, mas não se intimidou e lançou mão de novas ideias em “Volcano”, álbum no qual mais recursos artísticos e instrumentais foram usados e que conseguiu elevar o nível da banda. Se não há a surpresa que impactou quem ouviu “Sun Structures” (2014) pelo menos se vê aqui muita competência em levar aos nossos ouvidos boa música.

Principais músicas do disco: “Certainty”, “Celebration” e “Oh The Saviour”.

 

 


 

 

18 – Father John Misty – Pure Comedy

 

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O que há de enigmático e complexo no trabalho de Father John Misty há também de criativo e profícuo. O homem simplesmente não para quieto e a cada ano vem com mais coisa diferente trazida no seu cardápio musical. Dessa vez, com “Pure Comedy”, o crooner nos traz elegância, pureza vocal e uma montanha russa de emoções divididas em 13 músicas em pouco mais de 1 hora de duração.

Principais músicas do disco: “Pure Comedy”, “A Bigger Paper Bag”, “Two Wildly Different Perspectives”.

 

 


 

 

17 – Kendrick Lamar – DAMN

 

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Outro ser que não para quieto é o senhor Lamar. E sua obra também. Ela é de um dinamismo e urgência que fazem gosto e procurar entender sua importância é um dever de qualquer estudioso da área musical. Sendo assim, “DAMN” se torna mais uma dessas obras que suplantam a questão sonora e entram no quesito de análise social também.

Principais músicas do disco: “HUMBLE.”, “DNA.” e “Loyalty”.

 

 


 

 

16 – Waxahatchee – Out in the Storm

 

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A voz de Katie Crutchfield está incrível e só isso já é motivo para prestar atenção em “Out in the Storm”, mas o trabalho promove outras formas de te convencer a considerá-lo tão bom. Trata-se de um compêndio de inúmeras baladas muito bem conduzidas pela banda de apoio, com alguns outros exemplos de rocks bem executados e uma sutiliza fantástica de sua líder. Pronto! Temos um trabalho extremamente conciso.

Principais músicas do disco: “Silver”, “Never Been Wrong” e “Recite Remorse”.

 

 


 

 

15 – Wolf Alice – Visions of a Life

 

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Uma das bandas com maior frescor na cena alternativa inglesa e, quiçá, mundial. O Wolf Alice brinca bem com vários estilos do rock, possui grande talento na destreza de seus músicos e uma vocalista de respeito em Ellie Rowsell. Em “Visions of a Life” há muito barulho, boa melodia e conteúdo suficiente para dançar. Vale a pena dar uns quarenta minutos de seu tempo aos ingleses em questão.

Principais músicas do disco: “Don’t Delete the Kisses”, “Beautifully Unconventional” e Yuk Foo”.

 

 


 

 

14 – St. Vincent – MASSEDUCTION

 

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St. Vincent consegue algo fora da curva com “MASSEDUCTION”: é boa musicalmente, entrega bonitinho no vocal e nas experimentações de sua guitarra e ainda consegue mostrar imagens lindas tanto na capa quanto nos vídeos de suas canções. Além disso, as críticas contidas nas letras merecem uma escutada com mais atenção. Ali estão as análises da cultura consumista americana, da necessidade de sempre estar bonito fisicamente, de parecer feliz e de outras mazelas do mundo atual.

Principais músicas do disco: “Los Angeless”, “New York” e “Pills”.

 

 


 

 

13 – Liam Gallagher – As You Were

 

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Foi uma frase muito dita neste ano: “Perdemos um Oasis, mas ganhamos duas carreiras solo incríveis”. De fato, isso é verdade, mas no que tange ao irmão mais novo da família Gallagher isso ainda não havia acontecido. Com uma voz que parece ter passado por uma espécie de fonte da juventude Liam está maravilhoso neste “As You Were” e muito disso se deve ao fato de seguir uma linha pós-Oasis que retoma a banda em alguns sentidos artísticos e da qual ele tentou se livrar anteriormente no Beady Eye.

Principais músicas do disco: “For What It’s Worth”, “Chinatown” e “Wall of Glass”.

 

 


 

 

12 – Alvvays – Antissocialites

 

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A banda já havia deixado ótima impressão com o disco de estreia, mas este “Antisocialites” vem para cravar de vez o nome dos canadenses na cena indie e demonstrar que as influências do shoe gaze inglês continuam lá, mas a vitalidade do grupo vai além disso. E a voz de Molly Rankin saúda nomes como Hope Sandoval e Rachel Goswell e mesmo assim consegue ter certa personalidade.

Principais músicas do disco: “In Undertown”, “Dream Tonite” e “Plimsoll Punks”.

 

 


 

 

11 – Noel Gallagher’s High Flying Birds – Who Built the Moon?

 

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Acontece com Noel o oposto do que se deu com o irmão mais novo Liam. Diferentemente de suas duas obras solo anteriores o compositor do Oasis decidiu se afastar de vez da sonoridade da banda que o revelou para o mundo musical e nos entrega neste “Who Built the Moon?” uma produção totalmente despida de preocupações com a crítica ou com os fãs viúvos do Oasis. O resultado é um álbum cheio de experimentações e bons rocks que não deixam a desejar em nenhum momento, mas pouca lembrança de vinte anos atrás. Ponto para a coragem do rapaz mal humorado.

Principais músicas do disco: “Holy Mountain”, “It’s a Beautful World” e “Fort Knox”.

 

 

 


 

 

10 – The xx –  I See You

 

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A banda passou um tempo sem gravar nada, mas foi por um bom motivo. A nova empreitada deles intitulada “I See You” passou alguns limites nunca antes ultrapassados por eles e entrou na seara de grupos que procuram ser mais do que já foram. Isso é demonstrado pela versatilidade em faixas que vão do puro eletrônico à balada emocional e ainda conseguem certo lirismo sem parecer piegas ou meloso demais. A voz de Romy Madley Croft está muito suave e tem a capacidade de nos fazer viajar.

Principais músicas do disco: “I Dare You”, “On Hold” e “Say Something Loving”.

 

 


 

 

9 – Courtney Barnett and Kurt Vile – Lotta Sea Lice

 

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Impossível não gostar da música de Courtney Barnett; Impossível não gostar da música de Kurt Vile. Juntos então, não precisa falar mais nada! Ah… e que nomes incríveis para estarem no mesmo lugar e darem tão certo. A música é algo mágico mesmo.

Principais músicas do disco: “Over Everything”, “Continental Breakfast” e “Fear is Like a Forest”.

 

 


 

 

8 – Charlotte Gainsbourg – Rest

 

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E que achado fabuloso é este aqui, senhoras e senhores. Aos 45 minutos do segundo tempo eis que o Blog se depara com este “Rest” de Charlotte Gainsbourg e fica fascinado logo de cara. A moça é nada mais nada menos filha de Serge Gainsbourg e é uma multi-artista que já trabalhou no cinema em obras como “Ninfomaníaca” e “Anticristo”, ambas de Lars Von Trier. Mas não é que a música dela é algo fora da curva? Com muito lirismo, facilidade em passear entre o pop e a música popular francesa e não destoar em nenhum momento esta mulher ganha a sua atenção já no primeiro minuto de audição.

Principais músicas do disco: “Les Oxalis”, “Deadly Valentine” e “Lying Woth You”.

 

 


 

 

7 – The National – Sleep Well Beast

 

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Mais uma vez a banda de Matt Berninger não decepciona. Entre a melancolia, a poesia bem engendrada e a instrumentalidade bem posta por seus integrantes o grupo consegue entregar em “Sleep Well Beast” um álbum bem na média das produções já realizadas por eles. Ponto também para a parte gráfica dos vídeos que parecem ter uma coerência visual bem estruturada.

Principais músicas do disco: “Day I Die”, “The System Only Dreams in Total Darkness”, “Sleep Well Beast”.

 

 


 

 

6 – Spoon – Hot Thoughts

 

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Bret Daniels sempre é interessante. Suas letras são boas, sua melodia encanta e a postura em palco é bacana. E nos álbuns é impossível deixar de dar uma conferida mais profundamente. É o caso mais uma vez em “Hot Thoughts”. Um disco que consegue ser do nível dos dois anteriores da banda e ainda conta com a experiência do grupo que consegue se valer de alguns atalhos para nos demonstrar que fazer música deveria ser mais simples do que parece.

Principais músicas do disco: “Do I Have to Talk You Into it”, “I Ain’t the One” e “Hot Thoughts”.

 

 


 

 

5 – Lorde – Melodrama

 

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Lorde é uma heroína do pop atual. Por mais que estejamos sendo regidos por uma horda de produtores que se valem de análises técnicas para produzir novos sons audíveis por uma plateia cada vez mais dispersa a menina neozelandesa ainda insiste em fazer música de verdade para jovens. Só por causa disso já vale a pena escutá-la, mas ela ainda nos dá mais. É por meio de boas melodias em “Melodrama” (muitas delas que seriam reprovadas pelos ouvidos destes mesmos produtores) que ela consegue transmitir uma mensagem contra os excessos da vida consumista e deprê atual.

 

Principais músicas do disco: “Perfect Places”, “Green Light” e “Melodrama”

 

 


 

 

4 – Slowdive – Slowdive

 

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A banda demorou vinte anos para gravar e ainda quando resolve sair da aposentadoria só o faz com oito faixas. Pois é, meu povo indie, valeu cada ano parado, pois o novo disco é de uma destreza tão bela que a vontade é de dormir abraçado com ele. Os integrantes continuam magistrais em seus instrumentos, a capacidade de fazer a mente voar ainda está lá e não sei mais o que dizer, só sentir.

Principais músicas do disco: “Don’t Know Why?”, “Slomo” e “Sugar for the Pill”.

 

 


 

 

3 – Arcade Fire – Everything Now

 

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Muita gente vai achar um absurdo, mas está aí. O álbum que tanto foi espinafrado pelos fãs é sim um dos melhores do ano. Em sua defesa está o fato de que, apesar de ser o pior de todos os álbuns do Arcade Fire, “Everything Now” é muito superior à maioria dos trabalhos lançados neste ano no quesito rock alternativo. Além disso, a sonoridade imposta ao disco consegue ter uma harmonia tanto na forma como as letras se encaixam quanto no movimento em cima do palco, o que vale muito quando se trata de uma banda que se preocupa com essa destreza. E como todos os trabalhos da banda canadense sua musicalidade é tão complexa em alguns momentos que se demora para gostar a ponto de achar acima da média. Voltem aqui para me falarem se não é assim mesmo daqui uns cinco anos.

Principais músicas do disco: “Everything Now”, “Put your Money on Me” e “Signs of Light”.

 

 


 

 

2 – LCD Soundsystem – American Dream

 

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A volta dos que não foram. A peça que James Murphy nos pregou há cinco anos passa batido agora já que o cara conseguiu retornar com nada mais nada menos do que um clássico. As canções são tão grudentas quanto especiais e ainda há espaço para homenagens a David Bowie e experimentações aqui e acolá. Um disco que soa fresco e sua hora de duração nem parece passar de tão agradável que é. Para tocar na festa, fazendo faxina ou simplesmente na deprê sozinho “American Dream” é uma soma de várias variáveis que resulta num disco magistral.

Principais músicas do disco: “American Dream”, “Call the Police” e “tonite”.

 


 

1 – The War on Drugs – A Deeper Understanding

 

Uma banda que tem como uma de suas principais qualidades a maestria de suas integrantes em tocar seus instrumentos. Nem parece que estamos falando da frivolidade das anos 2010 que quase não se preocupam com uma sonoridade proveniente da cabeça e da alma de algumas criaturas. Pois essa forma de ser tão humana e anos 70 é do que é feito o The War on Drugs e este álbum “A Deeper Undertanding é de uma poética que dificilmente se vê na cena rock’n roll por aí. Do vocal de Adam Granduciel que faz evocar as letras escritas por ele mesmo em algo denso e emocional às guitarras que choram em desespero para chegar ao coração do ouvinte há muitos instantes de profunda sensibilidade da bateria e do baixo que fazem lembrar tempos idos distantes. Uma maravilha que só a mão do homem pode conceber. Lindo demais!

Principais músicas do disco: “Pain”, “Holding On” e “Thinking of a Place”.

 

 


 

 

50 Melhores singles de 2017

 

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Se foi um ano com muitos bons lançamentos de álbuns (nossa lista com os 20 mais de 2017 sai na semana que vem) então podemos acrescentar que os singles também foram ótimos.

Num feito inédito para o blog abaixo teremos uma relação com os 50 melhores singles em nossa opinião que passaram pelo mundo nos últimos 12 meses.

Pelo fato de haver tantas canções a mescla entre o rock mainstream, o rock indie, o pop e o hip hop acabou por ficar bem evidente e é normal que haja discordância entre um ou outro single aqui mencionado.

Portanto, quem aí tiver alguma relação totalmente diversa da nossa é favor postar logo em seguida ao texto que não está nem em ordem de predileção ou de suposta qualidade.

Sendo assim, para evitar mais polêmicas (que já teremos suficientes) o ranking está em ordem alfabética do nome da banda ou artista solo.

Então, fique com nosso top 50 de melhores singles de 2017:

 

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01 – Aimee Mann – Goose Snow Cone

02 – alt-J – In Cold Blood

03 – Alvvays – Dreams Tonite

04 – Arcade Fire – Put Your Money On Me

05 – Beck – Dear Life

06 – Belle and Sebastian – We Were Beautiful

07 – Cigarettes After Sex – Nothing’s Gonna Hurt You Baby

08 – Courtney Barnett and Kurt Vile – Over Everything

09 – Charli XCX – Boys

10 – Depeche Mode – Where’s the Revolution

11 – Ed Sheeran, Shape of You

12 – Father John Misty: Pure Comedy

13 – Foo Fighters – The Sky is a Neighborhood

14 – Future Islands – Ran

15 – Gorillaz feat. Popcaan – Saturnz Barz

16 – Grizzly Bear – Morning Sound

17 – Haim – Want You Back

18 – Ibeyi feat. Mala Rodriguez – Me Voy

19 – Jesse Jo Stark – April Flowers

20 – Kendrick Lamar feat. Rihanna – Loyalty

21 – Lana Del Rey – Love

22 – LCD Soundsystem – American Dream

23 – Liam Gallagher – For What It’s Worth

24 – Lorde – Perfect Places

25 – Mark Lanegan – Emperor

26 – Miley Cyrus – Malibu

27 – MGMT – Little Dark Age

28 – Noel Gallagher’s High Flying Birds – It’s a Beautiful World

29 – Phoenix – J-Boy

30 – Poliça – Agree

31 – Portugal, The Man – Feel It Sill

32 – Queens of the Stone Age – The Way You Used To Do

33 – Royal Blood – Lights Out

34 – Ride – All I Want

35 – Ryan Adams – Doomsday

36 – Slowdive – Sugar For The Pill

37 – Spoon – Hot Thoughts

38 – St. Vincent – Los Angeles

39 – Taylor Swift – Look What You Made Me Do

40 – Temples – Certainty

41 – The Drums – Blood Under My Belt

42 – The Flaming Lips – Oczy Mlody

43 – The National – The System Only Dreams in Total Darkness

44 – The War on Drugs – Pain

45 – The Weeknd feat. Daft Punk, I Feel It Coming

46 – The xx – I Dare You

47 – Tyler, The Creator – Who Dat Boy

48 – Wavves – Animal

49 – Waxahatchee – Never Been Wrong

50 – Wolf Alice – Beautiful Unconventional

 


 

E a sexta-feira 13 foi de sorte para o indie mundial

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Eis que toda aquela superstição envolvendo o número 13 na última sexta-feira, meio de feriado, não valeu de nada para quem é o do mundinho indie já que dois lançamentos ocorridos naquela data só podiam trazer sorte: “Lotta Sea Lice” de Kurt Vile e Courtney Barnett e “MASSEDUCTION” da St. Vincent.

O primeiro dos dois álbuns foi muito bem recebido pelo fato de ser a união de uma das maiores revelações da música indie recente, a australiana Courtney Barnett que nos brindou com o maravilhoso disco “Sometimes I Sit and Think and Sometimes I Just Sit” de dois anos atrás que abocanhou inúmeros prêmios de melhor trabalho naquele ano com o ex-integrante do The War on Drugs, Kurt Vile, que já vinha em ótima carreira solo há algum tempo.

O disco é uma seleção de músicas escritas pelos dois com bastante influência do Country Rock e do Folk americano com claras relações com artistas como Bob Dylan e outros ícones do ritmo.

Como ambos ainda tinham uma boa agenda de shows durante os últimos meses muitas das faixas foram gravadas com as partes de cada um sendo gravadas ora na Austrália ora nos EUA.

O processo todo pode ter como exemplo o próprio vídeo promocional de “Over Everything” que passa a ideia da brincadeira de um dublar a parcela da música que cabe ao outro, porém com cada um deles em sua país de origem.

O álbum tem nove faixas, sai pelo selo Matador e contará com uma turnê conjunta de divulgação dos dois artistas.

 

Over Everything

 

 


 

Courtney Barnett and Kurt Vile – Lotta Sea Lice 

 

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1 – Over Everything

2 – Let It Go

3 – Fear Is Like a Forest

4 – Outta the Woodwork

5 – Continental Breakfast

6 – On Script

7 – Blue Cheese

8 – Peepin’ Tom

9 – Untogether

 


 

 

Quanto ao segundo disco mencionado, “MASSEDUCTION” de St Vincent, há muito o que falar também.

A análise já começa interessante a partir do próprio título da obra que tanto pode fazer menção à “educação de merda” (ass education) como também pode ser alusivo ao amor (em todos os sentidos).

Em live pela página de sua conta no Facebook a cantora chegou a indicar que “o único tema [do álbum é], literalmente, o amor” e enfatizou que o título é pronunciado “Mass Seduction” e não “Mass Education”.

Trocadilhos e figuras de linguagem mais amplas à parte o álbum tem participação de Kamasi Washington, Jenny Lewis e Doveman e conta com a produção de Sounwave, que apenas ganhou o Grammy em 2016 pelo trabalho com Kendrick Lamar. “MASSEDUCTION” sai pelo selo Loma Vista.

 

Veja abaixo um dos vídeos promocionais do novo trabalho de St. Vincent e a track list do álbum.

 

 


 

St. Vincent – MASSEDUCTION

 

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01 – Hang on Me

02 – Pills

03 – MASSEDUCTION

04 – Sugarboy

05 – Los Angeles

06 – Happy Birthday, Johnny

07 – Savior

08 – New York

09 – Fear the Future

10 – Young Lover

11 – Dancing With A Ghost

12 – Slow Disco

13 – Smoking Section

 


 

Dez grandes momentos do Lollapalooza Brasil 2015

Muito sol e calor no sábado; Friaca, garoa e lama no domingo.

O Lollapalooza Brasil 2015 teve dois dias bem distintos não só nos quesitos tempo e temperatura, mas também em seu line-up.

Alguns problemas técnicos no primeiro dia com falha na  tecnologia das máquinas que recebem os pagamentos via cartão, falta de energia elétrica em alguns pontos, mas tudo resolvido a tempo de não oferecer maior tumulto tanto no sábado quanto na continuidade realizada no domingo.

Com a experiência de ter enfrentado a mesma maratona de shows no ano passado, o blog conseguiu angariar para a sua coleção de apresentações mais atrações do que o festival anterior.

Dessa forma, foram dez bandas assistidas por completo e mais duas parcialmente.

Assim, ficou mais fácil de realizar um top ten aleatório com alguns momentos mágicos acontecidos durante o evento em Interlagos.


A psicodelia contagiante do Boogarins

Se há uma banda brasileira atual com cacoete para grandes festivais ao mesmo tempo em que sabe ser intimista quando quer é esse Boogarins.

Os goianienses são realmente muito bons no palco e sua psicodelia inerente promove instantes de pura virtuose enquanto traz outras situações em que sua canções proporcionam uma viagem sonora e cerebral.

A apresentação rápida (cerca de 55 minutos) não teve pressa de acontecer com alguns momentos de experimentações instrumentais de seus integrantes, mas também não deixou de fora músicas ótimas de seu primeiro disco lançado em 2013, o “As Plantas que Curam” que acabou sendo relançado para o resto do mundo pelo selo americano.

O fato de Marina and the Diamonds ter cancelado seu show no mesmo palco onde a banda brasileira tocou os favoreceu, pois demoraram mais para entrar em cena e mais gente pôde assisti-los e conheceram seu som contagiante.

Pontos altos para as músicas “Avalanche”, “Lucifernandis”, “Erre” e “Infinu” que fizeram todo mundo cair na dança no palco Axe.


A esquisitice legal do Alt-J

Quando esses ingleses apareceram na cena local indie em 2012 com o estranhíssimo  “An Awesome Wave” ninguém poderia poderia supor que eles estariam nos principais festivais do mundo no ano de 2015.

A estreia de “This is All Yours” facilitou a questão, pois entraram nas paradas europeias e caiu no gosto americano também.

Perceber que uma banda altamente experimental e que abusa dos truques vocais em consonância com a instrumentação perfeita de seus integrantes e a ambientação interessante feita pelo teclado da banda é difícil de explicar, mas também é legal saber que o público adotou uma banda assim para gostar.

O fato de seus integrantes trocarem eventualmente de instrumentos também ajuda nessa ideia de que eles levam certa mudança para o cenário indie mundial.

O show foi cheio de experimentos, mas não deixou de lado os hits angariados por eles nos últimos anos.

Desta forma, houve bastante entusiasmo por parte da plateia que compreende que eles não nasceram para fazer presepada no palco e apoiam sua esquisitice musical.

Ponto alto para as faixas “Matilda”, “Tessellate” e “Every other freckle”, além de “Hunger of the Pine” que foi cantada em uníssono pelo público.


A batalha de guitarras entre St. Vincent e Toko Yasuda

Se o fato de ser imperdível o show da guitarrista americana se tornou verdade absoluta também é importante ressaltar que sua escolha por uma apresentação virtuosística foi extremamente acertada.

Além disso, a produção visual da cantora e de sua banda (reduzidíssima a apenas dois integrantes além dela) é algo muito bem cuidado e sua escolha por uma vestido preto maquiagem forte azul e verde e salto alto torna o show num espetáculo não apenas sonoro, mas num efeito visual incrível e bonito.

Desde o primeiro acorde de “Bring me Your Loves” até os hits “Digital Witness”, “Cheerleader”, “Birth In Reverse”, finalizando perfeitamente com “Your Lips Are Red”, tudo é muito bem realizado e treinado.

Até mesmo as dancinhas ensaiadas com sua tecladista e multi-instrumentista Toko Yasuda formam uma atração à parte. E é óbvio que a batalha de guitarras travada entre as duas está entre as melhores coisas vistas no festival deste ano.

Por fim, os solos de guitarra de Annie Clark promovem um espetáculo vibrante e apoteótico. Apresentação perfeita que só podia ter como reação do público aplausos efusivos.


A beleza da voz de Robert Plant e sua banda de excelência

É claro que aos 66 anos Robert Plant não possui mais o alcance vocal de 40 anos atrás. O abuso das drogas e álcool naquela época atrapalhou demais a garganta do ex-integrante do Led Zeppelin, mas ele ainda conta com uma coisa que nem o melhor vocalista atual conseguirá nos dias de hoje: experiência.

Através dessa qualidade Plant sabe como usar os timbres de voz da melhor forma possível e a beleza de seus arranjos permanece intacta.

Além disso, o cantor conseguiu reunir uma série de virtuoses ao seu redor para acompanha-lo em suas turnês. A banda intitulada Sensational Space Shifters é formada por gente muito boa.

Desde o baterista Dave Smith, o tecladista John Baggot, o baixista e guitarrista John Adams competentíssimos naquilo que produzem há uma certeza entre eles: devem fazer de tudo para que a estrela da companhia esteja sempre bem protegido para lançar mão de seus hits.

Uma atração realmente especial é ó multi-instrumentista gambiano Juldeh Camara, responsável pelas intervenções mais excêntricas e exóticas durante o show com um instrumento que parece a junção entre um berimbau com um violino e que faz um som sensacional que divaga entre os sons africanos e orientais.

Logo quando começou “Babe I’m Gonna Leave You” , música de Joan Baez regravada pelo Zeppelin em 1969, já havia quem se descabelasse achando que aquilo fosse um sonho. “The Lemon Song” foi mais um espetáculo impar.

Posteriormente, “Rainbow” e outras músicas do disco mais recente de Plant, ‘Lullaby… And The Ceaseless Roar”  vieram e não chegaram a esfriar a plateia, pois sempre vinham em meio a sucessos do Led.

Por fim, uma pegada mais pesada com “Whole Lotta Love” e o último suspiro com a não menos incônica “Rock’n Roll”. Os roqueiros de longa data saíram de alma lavada.


Jack White Transforma Palco Skol num grande Saloon

Que Jack White é um excelente músico e não arreda o pé de fazer experimentalismos em seus som e na maneira de tocar isso é uma verdade incontestável, mas a apresentação dele sempre é diferente onde quer que seja.

É formidável que haja um artista assim no cenário musical atual, pois sabemos que dá para aproveitar ao máximo tudo aquilo que sai de sua mente criativa.

O show dele, portanto, é muito bom não só por conta com hits da época de White Stripes, mas também é favorecido pelas intervenções do período em que trabalhou no The Racounters, além de se valer de suas ótimas músicas dos dois discos solos que fizeram dele um queridinho do mundo indie.

Mas há um plus: sua banda de apoio é sensacional!

Só isso já basta para se alegrar a assistir a essa apresentação irrepreensível, mas o baile de saloon no qual foi transformado o local onde tocou neste sábado fez com que Jack White esteja entre os melhores artistas que já pisaram por esses lados de Interlagos quando o assunto é Lollapalooza.



Molotov faz o show mais animado do Lolla 2015

Um show energético que fez o público entrar em pura insanidade durante boa parte de sua apresentação fez com que a banda mexicana fosse promovida a artista mais animado do festival de forma disparada.

É óbvio que o carisma de todos os seus integrantes em cima do palco e a forma anárquica com que realiza seu show facilita esse contato com a galera, mas também o Molotov é carregado por muitos hits ao longo da 1 hora de atividade enlouquecida.

O único momento em que houve uma rodinha de bate-cabeça durante todo o Lollapalooza 2015 também é de inteira responsabilidade dos chicos e a mistura entre as mudanças de instrumentos por parte de seu guitarrista e seu baterista em consonância com os efeitos visuais no telão (desde seios abundantes até líderes mundiais imbecilizados) também foram pontos altos do show do Molotov.

A plateia agradecida gritou muito durante a última música “Puto” e o nome da banda foi repetido inúmeras vezes ao final da apresentação.


Interpol aproveita chuva para desfilar suas letras sombrias

Uma banda calejada em festivais com um líder como paul Banks inspirado e afiado com seus hits e novas músicas.

Este é o Interpol, que ainda teve em seu guitarrista Daniel Kessler bem empolgado com o público e com seu instrumento de trabalho e a competência característica de Brad Truax e Sam Fogarino.

Aliás, muito da competência em palco se deve ao entrosamento entre Banks e Kessler.

O último álbum “El Pintor” foi bastante favorecido no set da banda com “All the Rage Back Home”, por exemplo, mas hits como “Evil”, “NYC” e a derradeira “Slow Hands”, todas inspiradas na depressão estilo Joy Division foram favorecidos pela garoa que insistiu em cair durante boa parte do show.

Muitos fãs foram angariados para a apresentação da banda americana e o resultado não foi desanimador, apesar de terem sido ouvidas reclamações ao final da curta estadia da banda no palco (cerca de 1 hora) de músicas que ficaram fora do set list.


Pitty: a Salvação do Rock Nacional

Falem o que quiser da Pitty: há quem diga que suas letras são fracas, outros dizem que ela poderia ser mais contundente na maneira de ser um ídolo roqueiro nacional, mas ninguém pode reclamar que ela não saiba segurar uma plateia.

Mesmo em relação às outras reclamações podemos dizer que houve um amadurecimento grande da cantora e para isso a experiência de sua boa banda também auxilia bastante.

Além disso, algumas declarações recentes dela fazem com que seja uma militante potente do cenário brasileiro.

A própria morte de Chorão há dois anos fez com que Pitty fosse alçada a maior estrela do rock por estes lados e a sua apresentação de ontem pode provar e comprovar isso.

Uma fileira de hits com as músicas novas sendo todas cantadas por um público que não é mais somente aquele cheio de garotinhas empolgadas.

Já se percebem alguns marmanjos no meio disso tudo e a forma como Pitty se sente mais segura em cima do palco faz com que isso seja mais claro e evidente de um tempo para cá.

Ela, provavelmente, seja a salvadora do rock nacional nesses tempos de vacas magras.



Pharrel Williams e seu caminhão de hits

O rapaz é um fazedor de sucessos.

Desde os anos 90 já passeia pelas paradas mundiais, mas foi com o trabalho realizado com o Daft Punk que sua música começou a ser mais presente nas rádios daqui.

Além disso, seu mais recente disco promoveu muita celeuma por conta da facilidade com que transmite a essência da música mainstream: refrões fortes, riffs fáceis e música potente. Sucesso total!

Claro que a recente condenação de plágio pela música “Happy” vencida pela família de Marvin Gaye minimizam um pouco a genialidade de Pharrell, mas o rapaz continua muito talentoso e isso não muda sua posição em cima do palco.

O resultado é um festival de ótimos sons e muito carisma por parte dele até chegar ao momento mais esperado em que todos queriam gritar “Because I’m Happy”.

E tome um monte de meninas felizes batendo palmas sem parar ao lado dele até o fina apoteótico com fogos de artifício.


Billy Corgan e seu mau humor a favor do Rock

O Smashing Pumpkins tem uma história sólida no rock mundial por conta de três ou quatro álbuns quase perfeitos do início de sua carreira.

Após um hiato de alguns anos e muitas brigas e demissões da banda (muito por causa do temperamento de Billy Corgan) a oscilação se tornou característica do grupo.

Hoje temos apenas uma banda de apoio para que Billy desfile as grandes músicas do Pumpkins, mas não se pode reclamar da qualidade do som.

O rapaz continua centralizando as atenções todas e sua voz peculiar acaba por condensar mesmo tudo aquilo que se aplica ao nome famoso do grupo americano.

O resto dos componentes tem peso, pois conta com músicos do Rage Against the Machine e The Killers, mas é no careca gordinho que todos prestam atenção.

O show durou cerca de uma hora e meia e fechou a noite no palco Axe. O fato de tocar para um público menor acabou sendo bom, por selecionar os fãs que conhecem mais como funciona a cabeça do líder (ou único integrante real) da banda.

O repertório do novo álbum “Monuments to an elegy”, conta com canções diretas e acessíveis que não se esperavam do complicado Corgan a essa altura e tiveram boa recepção por parte da plateia. A sequência “Being beige” e “Drum + five” foi um bom exemplo.

Não têm o poder de “Tonight, tonight” (que contou com um errinho de Corgan) ou “Bullet with butterfly wings”, mas possuem punch para uma apresentação grande.

O final com “Today” ficou esquisito, pois o rapaz quis fazer um esquema meio bossa nova que ninguém entendeu, mas fechou melhor com o público cantando junto com o Smashing Pumpkins que sobrou, seu líder solitário, que enquanto finalizava a canção já percebia os fogos sendo lançados no palco de Pharrell que já havia feito todos felizes por aqueles lados.

Pílulas do Lolla Chile 2015 II: St Vincent empolga em show técnico cheio de virtuosismo

 
“Se não viram a St Vincent tocar hoje mais cedo eu sinto pena de vocês. Essa menina sabe como tocar uma guitarra”.
 
Essas não são as palavras de qualquer crítico musical em meio aos shows do Lolla Chile 2015 que aconteceu no final de semana passado. Trata-se simplesmente da opinião de Jack White que durante a sua própria apresentação rasgou elogios à cantora e instrumentista americana.
 
E de fato o também guitarrista tem razão em relação ao que falou: a mulher é fodástica mesmo e faz questão de deixar isso claro durante a cerca de 1 hora que ficou em cima do palco no último sábado.
 
Ela teve audácia e técnica bem alinhadas uma com a outra para servir suficientemente bem ao público que foi vê-la.
 
E não fica apenas no quesito do virtuosismo já que algumas de suas canções, tanto as mais antigas quanto as do seu recente disco lançado que leva seu nome e que foi motivo de inúmeros elogios em 2014 foram cantadas também pela galera presente ao Parque O’Higgins.
 
Destacaram-se a onipresente “Digital Witness”, a magnífica “Surgeon” e a possante “Regret”
 
Set List Completo
 
Bring me your Loves
Digital Witness
Cruel
Marrow
Actor Out of Work
Rattlesnake
Surgeon
Cheerleader
Prince Johnny
Huey Newton
Regret
Birth in Reverse
 
Encore:
 
Every Tear Disappears
Your Lips are Red
Surgeon

St Vincent ou Kasabian: você terá de escolher apenas um

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Ano passado houve quem até chorasse por causa do estapafúrdio horário que inventaram para as apresentações de New Order e Arcade Fire exatamente no mesmo momento.

Pois bem, neste ano tentaram (e conseguiram) dar uma melhorada na situação dos fãs, que afinal de contas pagam caro pelo festival, mas mesmo assim teve uma ou outra brecha.

Dentre os principais problemas haverá o conflito de horário entre Jack White e Bastille e a proximidade entre o inicio do show de Pharrel Williams e Smashing Pumpkins. A questão aí é que dificilmente o fã de um é o mesmo do outro.

Talvez o critério não tenha sido bem aplicado ao caso St Vincent e Kasabian já que estamos diante de duas estrelas do rock indie internacional e, portanto, aquele que assistirá a um gostaria (muito provavelmente) de assistir ao outro.

Enquanto o Kasabian iniciará sua apresentação no palco Onix a cantora americana também fará o mesmo pelo palco Axe. Ambos terão seu começo exatamente às 17 horas do dia 28 de março.

Outro inconveniente é que os palcos são longínquos uns dos outros (até para que a acústica de um não invada o outro) fazendo com que a pessoa tenha de se transformar em um atleta para realizar tais percursos.

A programação completa com horários e agenda de cada palco dos dois dias você encontra no site http://www.lollapaloozabr.com.br ou nos sites dos principais jornais do país nesta quarta-feira.