The Underground Youth mostra mais uma canção à espera do novo álbum

 

“Montage Images of Lust & Fear” é o nome do próximo álbum do The Underground Youth que sairá dia 29 de Março para todo o mundo pelo selo Fuzz Club Records.

 

O trabalho é o nono disco da banda britânica e sucede “What Kind of Dystopian Hellhole is This?”

 

Por meio de Craig Dyer (vocalista) já sabemos que o álbum discutirá muito sobre o papel das mídias sociais nos dias atuais e toda a sucessão de sentimentos que isso promove em nossas mentes e corações.

 

A ideia, segundo o líder do grupo, é que o disco seja uma montagem que lida com temas como luxuria, medo, egoísmo e solidão em cada uma das nove faixas.

 

Deste novo trabalho no qual todos os seus integrantes participam do processo criativo de composição a banda já apresentou com certa antecipação as canções “Last Exit to Nowhere”, “The Death of The Author” e aproveita esse tempinho antes do lançamento mundial do disco para mostrar mais uma música. Ela se chama “I Can’t Resist”.

 

Ouça esse novo tema logo aqui abaixo:

 

 


 

“Montage Images of Lust & Fear”

 

 

01. Sins

02. Last Exit To Nowhere

03. The Death Of The Author

04. This Is But A Dream
05. Too Innocent To Be True
06. Blind
07. Blind II
08. I Can’t Resist
09. This Anaesthetised

 

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Novo som do Tame Impala já está na área

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São quatro anos desde o lançamento de “Currents” causar muito barulho, revolta e outros sentimentos (depende se você gostou ou não da guinada dada pelo som dos caras). Um pouco menor é o tempo sem shows deles ao redor do mundo.

 

Pois eis que a banda australiana Tame Impala tomou a internet de surpresa nesta manhã de sexta-feira (22) para nos apresentar “Patience”, nova canção da trupe de Kevin Parker.

 

O próprio vocalista e guitarrista citou em suas redes sociais que o novo álbum está previsto ainda para 2019, porém nenhum detalhe a mais foi divulgado a respeito.

 

Mesmo assim, saber neste momento que temos entre nós coisa nova deles é motivo suficiente para apreciarmos e agradecermos por um início de final de semana desses.

 

Veja abaixo o vídeo de Patience:

 

 


 

 

 

Show de Rock mesmo é Sandy & Junior

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Sim, o título acima é uma provocação. Não se trata nem de uma verdade absoluta e nem de questão estática, mas ainda assim tem a ver um pouco com estatística já que trabalhamos com números.

 

Desde o final dos anos 70 com o advento do Punk que se fala em morte do rock. E olha que estávamos falando de uma vertente do estilo que, pelo contrário, o impulsionou.

 

Nos anos 90 veio a música eletrônica mais popular através do “poperou” e novamente veio gente falar sobre o passamento do velho rock. Mais além e muitas outras de que ele estava, no mínimo, sufocado.

 

A questão básica aqui é que já faz muito tempo que o rock respira por aparelhos no que diz respeito a um produto do meio cultural mundial relevante o suficiente para ser chamado de cena empolgante.

 

A própria manifestação coletiva em torno dos festivais desde os anos 90 é prova disso: pra se encher um estádio, ou um parque, ou qualquer outro lugar relativamente grande é necessário colocar no line-up dezenas e dezenas de atrações roqueiras para que centenas de milhares de pessoas se sujeitem a pagar parte de seu salário para ficar amassado por algumas horas a milhares de quilômetros do palco.

 

Listas como a Billboard, premiações como o Grammy e programas e canais voltados à música quase nunca se prestam ao serviço de tocar algo minimamente aceito como rock. E a tendência é piorar mais e mais a cada vez que tentarem jogar goela nossa abaixo uma porcaria como Greta van Fleet como salvação da lavoura.

 

Desse modo, o que temos acompanhado nos últimos anos é uma cena rock sendo considerada quase que um nicho pequeno (relevante, por causa do fandom) e sem muita perspectiva de voltar a ser o gigante que já o foi.

 

O exemplo do título é interessante porque um grupo musical que não tem coisa nova saindo há tanto tempo, sem praticamente qualquer propaganda muito prévia sendo feita e com carreiras tão distintas nos dias atuais como Sandy & Junior terem uma espera de quase 400 mil pessoas para poder comprar um ingresso para um show único num estádio (até o término deste texto já foram confirmados shows extras) é de fazer inveja para qualquer rocker contemporâneo.

 

Há quem destoe desta exceção roqueira hoje em dia? Claro que sim, mas continua sendo uma mera exceção, pois U2, Roger Waters, Rolling Stones e os outros poucos exemplos que poderia citar aqui são quase nada perto da insana procura por tudo o que se relaciona com K-Pop, por exemplo.

 

Sendo assim, resta dizer que isso não significa o fim do rock como música ou mesmo como estilo, e as rádios universitárias ao redor do globo provam isso, os festivais já citados acabam por dar sopro de vida a essa galera que, como eu, ainda garimpam coisa nova todo dia na internet e nos aplicativos e fóruns por aí, mas que é preciso falar a verdade para que ninguém se ache com ar superior quando tentar provar que há expressividade quantitativa no rock a um fã de funk, por exemplo.

 

Isso é imprescindível, sem dúvida, e um choque de realidade a quem (o rock) um dia foi rei no mundo musical.

 


 

Tem trailer da nova temporada de Stranger Things chegando por aqui

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Depois de uma lacuna deixada pelo período entre o encerramento da fase dois do show e o de gravações da terceira temporada parece que vamos voltar ao hype de Stranger Things.

 

Acabou de sair o trailer com cenas inéditas da série da Netflix que deve contar com um pequeno salto no tempo já que seria impossível fazer as crianças das duas primeiras temporadas parar de crescer.

 

Aparentemente, teremos um novo monstro (seria o monstro da puberdade?), novas investigações secretas e conflitos da molecada que está com os hormônios à flor da pele.

 

A série estreia mundialmente no sugestivo dia 4 de Julho, algo que promete até ser usado em algum dos seus capítulos. Veja abaixo o trailer completo:

 

 


Próximo filme de Tarantino finalmente tem pôster divulgado

O novo filme de Quentin Tarantino, Once Upon a Time in Hollywood, teve divulgado seu primeiro pôster nas últimas horas de segunda-feira, 18.

 

A imagem mostra os protagonistas Brad Pitt e Leonardo Dicaprio com um visual sessentista em frente ao letreiro icônico da cidade base do cinema americano.

 

A imagem foi postada por Dicaprio em seu Instagram.

 

A trama se passa em 1969, com um ator (DiCaprio) e seu dublê (Brad Pitt) fazendo o possível para se fixarem no mundo artístico da indústria cinematográfica.

 

Sabe-se que haverá alguma ligação dessa história com a realidade já que os assassinatos cometidos pela família Manson, a mando do psicopata Charles Manson, serão mostrados na trama.

 

O longa estreia no dia 26 de Julho e tem ainda no elenco algumas outras estrelas como Margot Robbie, Al Pacino, Birt Reynolds e Dakota Fanning, além do já falecido Luke Perry que conseguiu finalizar suas cenas antes de falecer na última semana.

 

Veja abaixo o pôster oficial:

 

 


 

3° FIC USP está acontecendo. Não perca!

 

Acontece de hoje até quinta-feira (19, 20 e 21 de março) a terceira edição do FIC (Festival de Invenção e Criatividade) na USP em São Paulo.

 

O evento tem como objetivo mostrar atividades, ações, projetos e afins que tenham na inovação de procedimentos e na criação através de novas formas de estudo e pesquisa um empenho maior para a melhoria da Educação no país.

 

Participam da atividade escolas públicas e particulares e os atores principais da Feira são as crianças e adolescentes que, guiados por seus professores, revelam seu potencial criador e de desenvolvimento.

 

São ações na área de Robótica, Química, Física, Geografia, História, Sociologia e uma infinidade de outros setores de Humanas, Exatas e Biológicas que se caracterizam principalmente em querem facilitar a vida humana, mas sem perder o respeito pelo Meio Ambiente e a Natureza como um todo. Na maioria das vezes, inclusive, há atividades que têm na resolução de problemas causados pela humanidade aos meios naturais seu principal objetivo.

 

O Festival ocorre no prédio do CDI (Centro de Difusão Internacional) no Centro Universitário da USP. A entrada é franca, mas a participação nas oficinas e palestras precisa de cadastro prévio.

 

 


 

Maligno é clichezão, mas eficiente

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Quando falamos de filmes de gênero e, mais especificamente, quando este tipo de película é de terror, sempre há uma dificuldade das pessoas de apreciar a produção por sua história já que sempre as críticas recaem sobre o formato e pelo fato de que as repetições destes produtos remetam a coisas mais antigas e de qualidade maior.

 

Ora, o que há de se dizer sobre isto é que realmente o número de clichês utilizados hoje em dia atrapalha, de fato, a visualização pura e simples das novas histórias contadas no cinema de horror, mas também é necessário ponderar se em alguns casos não estamos sendo apenas rabugentos demais.

 

“Maligno” (The Prodigy – 2019), dirigido por Nicholas McCarthy, é um exemplo disso: há sim uma série de elementos que enchem um pouco o saco do espectador quanto ao modo ou pela quantidade de vezes que são mostrado em tela, mas quando os fazem da maneira adequada e com o enquadramento de câmera certo os resultados são extremamente bem-vindos.

 

Há muitos jump scares sim, mas em algumas dessas situações em que são utilizados o susto te empolga (ou não, depende do ponto de vista), há algumas ocasiões em que o uso do traveling acaba por antecipar uma cena que nos entregará algo, mas se em alguns momentos isso é cansativo em outros você se delicia com o objetivo alcançado.

 

Quanto à história em si há muito de “A Profecia” (The Omen – 1976), uma pitada de “Brinquedo Assassino” (Child’s Play – 1988) e de todo tipo de filme que utiliza a criança como mote para o horror dentro de casa e as maldades realizadas por elas, mas a atuação de Jackson Robert Scott compensa, pois o mesmo menino que interpretou o fofinho George em “It” (2017) é suficiente para nos fazer emergir nos fatos contados.

 

Com relação ao restante do elenco, com exceção de Colm Feore que interpreta o especialista que convence a mãe do menino a fazer uma terapia de regressão e que tem o tom certo para demonstrar medo e preocupação, temos várias pessoas fazendo escada à personagem principal, a criança, que faz tudo girar em sua volta. Taylor Schilling como a mãe e Peter Mooney, como o pai, por exemplo, estão apenas ok.

 

Quanto ao roteiro há uma eficiente sequência inicial que dá a deixa de como tudo acontecerá posteriormente, mas sem dúvida nenhuma possui furos que comprometem uma profundidade de questões que poderiam ser mais bem trabalhadas durante a trama.

 

Com um segundo ato que atrapalha tanto o bom início quanto o retorno de nossa atenção na parte final da história, o resultado de Maligno acaba por ser satisfatório e se tivermos um pouco de suspensão da realidade e da necessidade de comparar com tudo o que já vimos de melhor antes é possível ter uma agradável experiência de uma hora e meia.