Não há nada como o lar: 10 canções com “Home” no título

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De vez em quando o Blog desfruta de um tempinho mais significativo para dar uma viajada nos textos.

Depois de matutar muito sobre o que escrever numa sexta-feira ensolarada como esta simplesmente aconteceu uma pretensa desistência enquanto uma playlist despretensiosa tocava sem parar no Spotify.

E não foi aí que achei o que estava escondido nas entrelinhas? As melhores coisas vêm sem alarde (ou nem são tão boas assim???).

Para não viajar mais ainda a gente coloca a informação no papel e que alguém não xingue tanto pela invenção descabeçada.

Pois bem, primeiro surgiu uma música bonitinha demais advinda da voz de Elena Tonra do Daughter e isso me fez pensar na quantidade de boas músicas surgidas com “Home” no título, esta palavrinha tão simplória, mas que quer dizer tanta coisa.

Afinal de contas, o lar pode ser a nossa cabeça, o ambiente de nosso trabalho, a forma como imaginamos uma tarefa e como isso nos dá prazer ou simplesmente o local onde moramos e no qual podemos descansar em paz. Aos religiosos ainda há a metáfora do pós-morte, para outros pode significar a transcendência total, a luz que nos guia para um local melhor, sei lá.

Cada um com suas viagens e nós com as nossas. E hoje esse caminho nos leva para esse ranking que possui alguns hits, outras canções mais obscuras e alguns clássicos que têm a ver com o lar, deixar o lar, voltar a ele, estar longe ou tentar entender o que ele se assemelha para cada um.

Fiquem então com o Top 10 de músicas com “Home” no título:


10 – Mötley Crüe (Home)

 


9 – Blink 182 (This is Home)

 


 

8 – Jack Johnson (Home)

 


 

7 – The Beatles (She’s Leaving Home)

 


6 – Philip Phillips (Home)

 


 

5 – Avril Lavigne (Nobody’s Home)

 

 


 

4 – Daughter (Home)

 

 

 


 

3 – Lynyrd Skynyrd (Sweet Home Alabama)

 


 

2 – LCD Soundsystem (Home)

 


 

1 – Edward Sharpe & The Magnetic Zeros (Home)

 

 


 

*** Menções honrosas: Michael Bublé (Home) e Gabrielle Aplin (Home)***

E você, gostou da listinha? Incluiria mais gente ou tiraria alguém daí? Faça a sua ou deixe sua opinião sobre o ranking feito aqui.

Direto da Série Maníacos: as 5 melhores séries brasileiras em 2016

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O Blog tem acompanhado muito vários sites e publicações nacionais e internacionais que se debruçam sobre a crítica de séries e filmes ao redor do mundo.

Desses todos há uma que tem se destacado na visualização geral por conta da maneira como enfoca seus textos: a página Série Maníacos (seriemaniacos.tv) demonstra através de seus colaboradores bastante conhecimento das histórias contadas pelos programas resenhados, mas também se encontram nos textos ótima análise técnica sem precisar de uma linguagem muito complexa para tal explicação.

Sendo assim, sempre que existe a possibilidade iniciam de uma minuciosa passagem por este site alguns dos posts que faço por aqui acerca de algumas obras vistas pela nossa página. A ideia não é sugar o conteúdo de lá, mas tentar perceber algo que, às vezes, foge ao nosso entendimento ou á nossa percepção quando estamos diante da telinha ou da telona.

A última do Série Maníacos é uma lista sobre as melhores séries brasileiras do ano de 2016 e como este nicho não é uma especialidade minha e posso dizer claramente que reality shows estão longe de meu gosto pessoal encontrei uma maneira de homenagear o site ao mesmo tempo que posso citar aqui um bom texto deles.

É importante citar que o texto da página especializada em séries foi escrito a oito mãos (os créditos são dos analistas Natanael Lucas, Yuri Rebêlo, Daniel Junior, Vera Tocantins) e está disponível de forma completa no link http://seriemaniacos.tv/top-5-melhores-series-brasileiras-de-2016/.

Abaixo, os cinco programas nacionais citados na reportagem da Série Maníacos:

 

Ligações Perigosas (Globo)

 

 


 

MasterChef Brasil (Band)

 

 


 

Liberdade, Liberdade (Globo)

 

 


 

3% (Netflix)

 

 


 

Justiça (Globo)

 

 


 

Angel Olsen: temos uma nova queridinha da América

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Apesar de já ter atuação no mundo da música americana desde 2009 perfazendo quase oito anos de carreira a moça vem aparecendo mais para o showbiz mundial nos últimos dois anos.

Angel Olsen é uma bela moça oriunda de St Louis de grandes olhos verdes e cabelos castanhos que tem n a guitarra uma de suas paixões, mas que faz apaixonar a todos por causa de sua voz soturna que vagueia entre o agudo e o grave com bastante facilidade.

Ela foi adotada quando tinha apenas três anos por uma família de Asheville, Carolina do Norte e o trauma de não conhecer os pais biológicos a acompanhou por um tempo e a fez ser uma adolescente introvertida. Mas foi no meio dessa fase que ela descobriu o Punk Rock e os shows musicais da escola que trouxeram a chance da menina se soltar e encontrar seu próprio universo de interesse.

Antes de ter o sucesso todo de hoje em dia com a carreira solo a cantora participou sazonalmente da banda Bonnie “Prince” Billy and the Cairo Gang, mas foi com o primeiro disco sozinha intitulado “Strange Cacti” (2011) ainda pela Bathetic Records que Angel pôde mostrar toda sua potência vocal. Neste debut há muito da influência Folk americana que tanto caracteriza artistas de sua terra natal, porém se vê muita coisa do Country sendo pintado aqui e ali.

Vem o segundo disco “Half Way Home” (2012) ainda pela mesma gravadora e o Indie Rock se torna mais forte em sua maneira de cantar e tocar violão e guitarra, entretanto se vê muito mais desenvoltura da menina em deixar mais à vista sua potencialidade.

A guinada total acontece com a ida para a Jagjaguwar Records e o lançamento de “Burn Your Fire For No Witness” (2014) que a música de Angel Olsen se torna mais profunda e visceral. A ida a festivais maiores ao redor dos EUA se torna mais intensa e a menininha introvertida demonstra ter se desprendido das correntes traumáticas de sua infância. Muito disso é visualizado através das letras das canções que se tornam autorais e reflexivas ao extremo.

O disco mais recente lançado há pouco mais de dois meses retrata que o amadurecimento artístico de Olsen chegou ao auge e que sua carreira evolui para outros campos vocais e sonoros. “My Woman” (2016) é mais up, mas também é provocativo com relação à própria maneira de Angel se comportar nos discos anteriores. É uma forma saudável da garota do Missouri de buscar novas notas no seu vocal, mas até mesmo a batida mais pop em alguns momentos não destrói a reputação que ela alcançou nesses últimos anos. Podemos, inclusive, considerar que ela flerta com o Dream Pop agora.

Dessa forma, colocar o novo LP  dela entre os melhores produzidos nesse 2016 não é absurdo, tanto é que as principais publicações do meio musical estão fazendo exatamente isso.

Portanto, faça uma playlist que favoreça sua análise da carreira de Angel Olsen da primeira caminhada em estúdio até chegar aos dias atuais. Não só é interessante ver diante dos olhos o crescimento artístico de um músico como também é bonito de se ouvir.


Angel Olsen – My Woman

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01 – Intern

02 – Never

03 – Shut Up Kiss Me

04 – Give It Up

05 – Not Gonna Kill You

06 – Heart Shaped Face

07 – Sister

08 – Those Were The Days

09 – Woman

10 – Pops


Shut Up Kiss Me

 


 

Intern

 

 


 

Sister

 


 

Você precisa assistir Westworld!

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Não, não irei realizar uma crítica ou resenha mais bem embasada na série, pois já li outras muito mais interessantes e tudo foi falado sobre as qualidades da produção da HBO.

A questão aqui é de necessidade pelo fato de que, se não atender ao meu pedido, você corre o risco de ficar sem assunto pelos próximos 5 anos com seus amigos mais afeitos ao mundo geek/nerd.

E digo isso pelo fato de ter demorado um pouco para entrar no bonde do Game of Thrones anos atrás e isso me custou um monte de tempo para poder me atualizar ao universo de Westeros. No caso do universo das Crônicas de Gelo e Fogo do sr George R.R. Martin ainda tem a questão dos livros (que são calhamaços absurdos de grandes) que me tomaram mais tempo ainda. Obviamente que depois de conhecer tudo o deleite valeu a pena, mas não custa repetir a dose enquanto é cedo. Quem avisa…

Westworld também é uma adaptação, mas dessa vez baseada num filme de 1973, com assinatura de Michael Crichton (que viria a ficar realmente conhecido por conta dos seus dinossauros de Jurassic Park).

O louco da coisa é que a mega-produção teve todos os indícios de não dar certo. Várias e várias vezes foi atrasada no seu cronograma, em alguns momentos teve problemas de filmagem, o orçamento teve de ser alterado por diversos momentos e o elenco estrelado podia não ter dado a mínima para tais esforços e ter chutado tudo para o alto.

O time de produtores ajudou a isso não acontecer já que, além do próprio Crichton, há também a dupla Jonathan Nolan e Lisa Joy e o midas do cinema atual J.J. Abrams.

Isso provavelmente deu a sustentação e credibilidade necessárias para que o canal americano acreditasse na ideia de que poderíamos ter um sucessor à altura de Game of Thrones mesmo antes desta acabar.

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Foto de James Marsden (Teddy) e Evan Rachel Wood (Dolores)

Dessa maneira, a campanha publicitária serviu num primeiro momento, mas como qualquer coisa poderia perder a força no momento em que o público verificasse que não se tratava de albo bom de fato.

Pois bem, após um episódio 1 que teve recorde de audiência naquele horário para uma estreia, os subsequentes também mantiveram a média qualitativa e o telespectador foi junto. Não só isso, mas aconteceu algo que não é comum: houve inclusive aumento!

A premissa que vaga entre o faroeste tão amado pelos norte-americanos e a ficção científica cheia de críticas que faz dar nó na cabeça teve também pitacos de filosofia, questões relacionadas à religião, fé e limites da ciência. Tudo isso misturado num poço de hedonismo e violência que quer retratar não a sociedade futura, mas essa mesma que está por aqui no presente.

Portanto, vale a pena repetir: aproveite que os dez primeiros capítulos estão disponíveis no HBO GO e faça ma maratona. Não será cansativo e os três últimos episódios são realmente de tirar o fôlego. E depois é ficar batendo a cabeça na parede, pois a nova temporada só virá em 2018.

PS – Ah, e é incrível como o roteiro cheio de subtramas e reviravoltas tem ajuda pesada das maravilhosas atuações dos atores e atrizes!


 


 

A listinha da American Songwriter está ótima. Dá um ligo só!

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Tem Frank Ocean e Kannye West como toda e qualquer outra lista também tem, vemos as meninas do Warpaint e do Savages aparecendo, mas temos a grata surpresa dos saudosos Bowie e Cohen aparecendo entre os dez primeiros.

A lista da American Songwriter é bem mais indie e mais afeita aos gostos do blog.

É legal também ver que caras como Paul Simon surgem ainda em boa forma e bandas bacanas como o Twin Peaks e o Bon Iver parecem ter fôlego para atuar nos melhores do ano por considerável tempo.

O top três tem Margo Price, Michael Kiwanuka e a graça de voz da Angel Olsen. Bom, sem mais delongas, vamos à lista!

 

American Songwriter – Top 50 Albuns

1. Angel Olsen – MY WOMAN
2. Michael Kiwanuka – Love & Hate
3. Margo Price – Midwest Farmer’s Daughter
4. Sturgill Simpson – A Sailor’s Guide to Earth
5. case/lang/veirs – case/lang/veirs
6. David Bowie – Blackstar
7. Drive-By Truckers – American Band
8. Leonard Cohen – You Want It Darker
9. A Tribe Called Quest – We got it from Here… Thank You 4 Your service
10. Dori Freeman – Dori Freeman
11. Parker Millsap – The Very Last Day
12. Chance the Rapper – Coloring Book
13. Mudcrutch – 2
14. Bon Iver – 22, A Million
15. Lucinda Williams – The Ghosts Of Highway 20
16. William Bell – This Is Where I Live
17. Hayes Carll – Lovers And Leavers
18. Aaron Lee Tasjan – Silver Tears
19. Mitski – Puberty 2
20. Paul Simon – Stranger to Stranger
21. Brandy Clark – Big Day in a Small Town
22. Robert Ellis – Robert Ellis
23. Beyoncé – Lemonade
24. Hiss Golden Messenger – Heart Like a Levee
25. Bonnie Raitt – Dig In Deep
26. Lydia Loveless – Real
27. Dawes – We’re All Gonna Die
28. Miranda Lambert – The Weight of These Wings
29. Brian Fallon – Painkillers
30. Against Me! – Shape Shift With Me
31. Lambchop – FLOTUS
32. Kelsey Waldon – I’ve Got A Way
33. Cass McCombs – Mangy Love
34. Savages – Adore Life
35. Radiohead – A Moon Shaped Pool
36. Car Seat Headrest – Teens of Denial
37. Hamilton Leithauser + Rostam – I Had A Dream That You Were Mine
38. Courtney Marie Andrews – Honest Life
39. Warpaint – Heads Up
40. Maren Morris – Hero
41. Lera Lynn – Resistor
42. Conor Oberst – Ruminations
43. Amanda Shires – My Piece Of Land
44. Pinegrove – Cardinal
45. Frank Ocean – Blonde
46. Felice Brothers – Life in the Dark
47. Margaret Glaspy – Emotions and Math
48. Brothers Osborne – Pawn Shop
49. Kanye West – The Life of Pablo
50. Twin Peaks – Down In Heaven

 


 

 

Conheça o Smokey Brights e sua sonoridade incrível

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Os caras (e a mina) já estão vagando pela gelada Seattle desde os idos de 2012 e são bem profícuos na tentativa de se manter na cena da cidade.

Já são dois EPS, “No Sheer Force of Will” (2012) e “Beg, Borrow, and Steal” (2013), um registro ao vivo de 4 músicas na KEXP FM no mesmo ano e um disco cheio em 2014 intitulado “Taste for Blood” (2014).

Como Ryan Devlin (vocais e guitarra), Kim West (vocais, sintetizador, orgão e piano), Mike Kalnoky (guitarra e vocais), Nick Krivchenia (bateria e percussão) e Jim Vermillion (baixo e vocais) vivem numa localidade acostumada com coisa nova e rodeada de gente enturmada no underground americano é óbvio que se torna mais encorajador prosseguir e desde setembro lançaram o segundo álbum chamado “Hot Candy” agorinha mesmo em outubro.

Para celebrar o novo disco e divulgar o trabalho eles voltaram à KEXP, a estação de rádio local mais global que existe ao redor deste planeta, e fizeram uma pequena e interessante apresentação ao vivo.

O som, misto de rock vintage, pop rock e um blues rock escondido ali e aqui envolvido por certa psicodelia contida, está mais pungente do que na primeira impressão de três anos no mesmo estúdio da rádio da terra do Nirvana, mas a vivacidade consegue ser mais espontânea ainda e a conversa se fixou entre o processo de criação e a vida após o segundo trabalho publicado.

O disco teve produção de Cameron Spies e da própria banda, além da mixagem de John Askew. Os trabalhos aconteceram no estúdio do engenheiro de som Sean Flora, em Portland e finalização na Wizard House em Seattle. Você pode adquiri-lo através do site Bandcamp (bandcamp.com)

Abaixo, fique com a apresentação completa da banda na KEXP FM de Seattle que teve quatro múscias (“Not Enough Time”, “Desiree”, “Baby Bigshot” e “In Demand”):

 

 


 

 

 

The Killers: vem aí coisa nova dos caras

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O último trabalho do The Killers foi a exatos 4 anos com o lançamento de  “Battle Born” em 2012, mas os fãs não precisam mais ficar desesperados, pois ano que vem há garantia do próprio Brandon Flowers de que um álbum será preparado.

O hiato já terá uma pequena mostra de término com a canção “I’ll Be Come Home For Christmas”, a ser incluída em single que banda disponibilizará de presente no final do ano.

Flowers informou através das redes sociais que estão trabalhando em algo novo e que nos próximos meses haverá muito mais novidades sobre a gravação de um LP completo.

Mas para a ansiedade ficar ainda maior ele explicou que já no início do ano que vem termos nova música rodando por aí. Não deu data, não mencionou nome, mas só o indício já é motivo suficiente para a internet enlouquecer.

Fique com um top 5 de músicas antigas da banda para matar saudade até lá.

Mr. Britghtside

 


 

Somebody Told Me

 

 


 

When You Were Young

 


 

Shot At The Night

 


 

Human