Diretamente do Oregon: Ages and Ages é garantia de música boa

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Lar de bandas tão distintas e distantes entre si quanto The Dandy Warhols, Everclear e Red Fang, o Oregon não é lá um lugar conhecido por ser berço esplêndido de grandes bandas.

Mas foi lá mesmo que nasceu a maravilhosa Ages and Ages, sexteto formado pelos lindos Tim Perry (guitarra e vocais), Sarah Riddle (percussão e vocais), Rob Oberdorfer (baixo e vocais), Annie Bethancourt (guitarra, percussão e vocais), Colin Jenkins (teclado e vocais) e Evan Railton (bateria) que já está terceiro disco.

O grupo que pode mostrar em seu aparato musical referências alusivas a Fleetwood Mac, Edward Sharp and the Magnetic Zeros e Magic Numbers , é de um carisma quase singular e garantidor de que um show deles não terá ninguém parado.

Na estrada desde 2009, eles são de uma leva de bandas como The Lumineers e Of Monsters and Men que privilegia o folk de raiz e/ou folk celta com o country music misturado ao indie rock de uma maneira que proporciona ótimas canções. O resultado é uma mistura de música mais emocional com instrumentação perfeita e vocalização quase mágica.

O primeiro álbum “Alright You Restless” (2011) deu espaço para eles em pequenos festivais e alguns elogios que foram importantes para a segunda aparição advinda dos estúdios com o ótimo “Divisionary” (2014), título também do hino definitivo deles. Porém, o ápice da carreira da banda veio através de “Something to Ruin” (2016) que proporcionou apresentações em eventos maiores e uma maior exposição na mídia americana. O contrato com a Partisan Records desde 2014 também ajudou nessa melhor divulgação da atividade do grupo.

Neste sentido, é muito legal ver que mesmo com a restrição ao número de artistas de qualidade que aparece atualmente no mainstream mundial e até mesmo no número de fãs alcançados nos confins da internet (cada vez mais povoada por gente preguiçosa que não gosta de pesquisar) ainda haja artistas e grupos musicais como o Ages and Ages que consegue sobreviver.

Portanto, o compartilhamento de uma galera assim é quase uma obrigação de blogs e sites como o nosso para que mais gente tenha acesso a coisas novas, boas e diferentes de tudo o que está aí e que não precisa de força alguma para caminhar com as próprias pernas.

Veja abaixo, a apresentação do Ages and Ages para a NPR Music Tiny Desk Concert, o vídeo gravado ao vivo do hino “Visionary” (ambos de 2014) e o clipe do single “As It Is” do ano passado:

 

 

 


 

 


 

 

 


 

 

Overdose de Queens of the Stone Age para os próximos meses. E a gente agradece!

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A primeira óbvia notícia é o lançamento do novo álbum da banda comandada por Josh Homme. O disco sai para todo o mundo a partir do dia 25 de agosto (serviços de streaming inclusos).

 

A produção do sétimo trabalho de estúdio da banda ficou por conta de Mark Ronson e a aposta era que um ritmo mais dançante fosse alcançado pelo grupo californiano por causa do histórico do DJ com artistas como Lady Gaga, Marron 5, Christina Aguillera e Amy Winehouse, mas o que se percebeu no produto final é um pouco diferente.

 

E por que estamos falando da sonoridade de um LP que nem saiu ainda? Simplesmente porque o disco vazou no último dia 08 de agosto.

 

Por volta das 20 horas daquele dia um hacker de pseudônimo Lord Kingdom fez upload de “Villains” para o site “Kingdom Leaks e virou praticamente uma celebridade da internet tamanho o número de comentários elogiosos à sua atitude.

 

Porém, a generosidade do contraventor não deve ter sido tão apreciada por membros da banda e da gravadora Matador Records, pois diversas peças de marketing estavam sendo realizadas por ambos e o vazamento estraga um pouco esse tipo de ação.

 

Outro assunto palpitante acerca do QOTSA é sobre sua vinda ao Brasil no início do ano junto com os brothers do Foo Fighters.

 

Detalhes sobre a apresentação em dobradinha não foram divulgados, mas a Popload (que foi quem deu o furo sobre isso) diz que a ideia é do evento acontecer no final de Fevereiro e alguns estádios já estariam sendo cotados, como o Maracanã no Rio de Janeiro e o do Morumbi em São Paulo com outras duas ou três cidades brasileiras terem possibilidade de aparecer na mesma turnê.

 

Em meio a tudo isso, Josh Homme continua sua participação em diversos programas televisivos, na mídia impressa e na internet. A última entrevista estilosa que o cara deu foi para a Noisey e muita coisa interessante rolou por ali.

 

Veja abaixo o embate de Homme com Dobert Delaney e algumas das faixas já liberadas:

 

 

 


 

 

 


 

 

 


 

 

Beba uma dose de Angel Olsen para melhorar seu dia

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Está disponível no Youtube e em outras plataformas de vídeos mundo afora um show da cantora americana Angel Olsen em Chicago durante o Pitchfork Festival em 15 de Julho passado no Union Park.

É uma grande oportunidade para que aqueles e aquelas que ainda não conhecem nossa nova queridinha do mundo indie tenham o prazer de vê-la em ação no palco.

Angel fez apenas um dos melhores discos do ano passado (MyWoman) e tem total poder de sua guitarra, de sua voz que flutua entre o grave e o mais profundo e o singelo vocal em temas que vão desde o relacionamento conflituoso até a experiência depressiva da solidão.

A parte instrumental também é muito bem executada com uma banda que manda bem tanto no estúdio quanto em apresentações ao vivo, além de promover bons toques de indie folk, country rock e indie rock mais cru. As baladas mais lentas também são ponto forte.

A apresentação da garota do Missouri ocorreu numa tarde de sol na cidade de Obama e Al Capone e teve um público hipnotizado pelo carisma de Angel e de seu apoio instrumental que ambienta o show de uma forma muito natural e bem feita.

Ouça, veja, aprecie a beleza e sinta os vários sentimentos que advêm de uma apresentação de Angel Olsen logo abaixo no vídeo disponível no blog.

 

 


 

“Everything Now”, novo disco do Arcade Fire, é exatamente o que o título entrega

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O Arcade Fire começou em 2003 como banda heroica do indie canadense que mergulhou de vez na cena americana, colheu de assalto o coração de David Bowie e James Murphy e recebeu críticas empolgadas da imprensa especializada que se enlutava do rock desde a última boa canção do Strokes anos antes.

Álbuns como “Funeral” (2004), “Neon Bible” (2007) e “The Suburbs” (2010) surgiram e imediatamente receberam a atenção necessária de fãs e pessoas ávidas por um suspiro de talento e frescor no rock moderno mundial, mas com o lançamento de “Reflektor” (2013) houve um olhar desconfiado de uma galera que se acostumou com a balança certeira entre a música grandiosa de “Wake Up”, “No Cars Go” e “Keep Car Running” e os experimentalismos e lirismos do art rock com “Rococo”, “My Body is a Cage”, “Sprawl II” e “Intervention”, por exemplo.

O álbum de quatro anos atrás teve uma degustação difícil da mídia em geral, mas envelheceu muito bem (algo natural aos discos da banda) e hoje figura entre as grandes ações do pop global nos últimos dez anos. Canções como “Reflektor” que dá título ao disco, “Flashbulb Eyes”, “Here Comes The Night Time” e “We Exist” fazem voltas em torno de ritmos tão diversos e tão achegados entre si que ninguém poderia imaginar antes. O ska, o eletrônico, a salsa e a música de festa podem não ser tão grandiosas quanto coisas que haviam sido realizadas pelo hoje sexteto, mas funcionam muito bem ao vivo (vide o espetacular show de 2014 no Lollapalooza Brasil).

O que nos faz chegar neste “Everything Now” que sai hoje para todo o mundo via streaming e versão física (inclusive em vinil). Neste ponto em que a banda está poderia ser perceptível uma facilidade em alcançar o público com uma miscelânea de elementos que já deram certo anteriormente nos 14 anos de carreira deles. Porém, o que muitos fãs que vociferam contra a toada diferenciada que remete ao ABBA em algumas canções deste disco (“Everything Now” e “Put Your Money On Me”) não perceberam é que é exatamente isso que faz dos caras esse supra sumo todo. Pois veja o caso de “Everything_Now (continued)” e “Everything Now (Continued)” que têm a mesma base de sua sequela e são tão diferentes ao mesmo tempo.

Sentar em cima do sucesso e colher os louros da vitória apenas com coisas que já deram resultado é o que todos estão fazendo no mercado fonográfico e talvez esteja aí embutida uma das críticas do novo álbum dos canadenses.

Além do nome do disco remeter ao fato de que eles estão se apegando a inúmeras formas de fazer canções ontem, hoje e sempre ao mesmo tempo também há uma discussão nas letras sobre o fato de que o consumo desenfreado de tudo o que nos cerca neste instante da história humana (inclusive na música) faz de toda experiência um ato vazio e circunstancial no qual se busca o gosto pelo fácil, pela alegria fugaz. Exemplos puros disso são a onda de produtores que fazem pesquisa por batidas rápidas que segurem a atenção curta dos jovens de hoje e a análise criteriosa dos serviços de streaming por produtos que sejam mais próximos do que você já escutou (ou usou, ou assistiu, ou leu, não importa) em vezes anteriores.

No final das contas, diz a nova música do Arcade Fire, ninguém está preocupado com o novo e diferente, mas com a tranquilidade da mesmice.

Para tentar combater isso na própria forma de compor e tocar música, a banda chamou dois caras muito diferentes entre si para produzir o trabalho que sai hoje: Thomas Bangalter (metade do Daft Punk) e Steve Mackey (baixista do Pulp) geram conflitos e confluências entre maneiras de ritmizar sons como são o ska, a marcha, o uso dos metais, a batida caribenha e o rock mais cru sem se importar com o que essa contradição sonora possa ter a ver com o eletrônico, o uso dos sintetizadores setentistas e a vocalização de Win Butler e Regine Chassagne.

 

O resultado pode ser conferido em faixas como “Peter Pan”, “Chemistry”, “Creature Comfort” e “Signs of life” que podem soar muito distantes do Arcade Fire reconhecido por aí, mas que só é desta maneira porque nos acostumamos com sua sanha por se afastar daquilo que já foi feito por eles próprios.

 

É claro que se pode analisar que canções como “Infinite Content” e sua dobra gêmea “Infinite_Content” podem ser a explicação mais simples do que o grupo está fazendo, pois enquanto a primeira promove uma variável de britpop e guitarras mais afeitas ao indie rock (e por que não ao punk rock) a segunda parte é uma balada cantada apenas para acalmar os ouvidos de quem está cansado do tal infinito conteúdo que nos aflige todos os dias por meio do Youtube, dos canais a cabo e da internet em geral e que acabam por repetir a mesma coisa sem conseguir entregar o que de fato acham ser conteúdo.

Neste sentido, a canção “Electric Blue”, que utiliza a voz quase sempre próxima do fim (sem nunca terminar) de Régine Chassagne, transforma novamente o disco numa audição de algo perdido em algum lado b do final dos anos 70 (claramente utilizando algo que o Daft Punk fez com maestria em seu premiado “Random Acess Memories”) e o baixão maravilhoso de Tim Kingsbury em “Good God Damm” dá uma toada quase minimalista à canção sem perder o estilo de quarenta anos atrás enquanto um ambiente misturado de tempos sonoros provoca o fundo da música. “We Don’t Deserve Love” possui pegada parecida, mas cadenciada em ritmos que a banda já experimentou antes e baseados para um vocal enternecedor de Win e coral de sua esposa, soa a mais preguiçosa do disco, não que isso seja exatamente uma dura crítica.

 

Sendo assim, não dá para cravar que estamos diante novamente de um clássico do Arcade Fire e que ficará para a História como um de seus melhores trabalhos de estúdio, mas o álbum produz conteúdo novo, diversificado e luta para fugir da preguiça atual da indústria que insiste em nos entregar nenhuma mudança enrolada a poucos artistas que figuram no mainstream massacrando o que poderia delinear caminhos menos propensos à retidão de percurso.

É, sim, um disco de várias voltas e múltiplos sentidos tanto no que tange ao ritmo, quanto às letras e mais ainda ao que quer atingir. Portanto, como o que sai dos instrumentos desses artistas tem perdurado de maneira tão agradável aos nossos ouvidos é de se esperar que essa nova ação deles possa reverberar em algum sentido para a música como um todo. Assim se espera!

 


 

 

Arcade Fire – Electric Blue 

 

 


 

 

Arcade Fire – Everything Now 

 

 


 

 

Arcade Fire – Signs Of Life

 

 


 

 

Arcade Fire – Everything Now

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1 – Everything_Now (continued)

2 – Everything Now 

3 – Signs Of Life

4 – Creature Comfort 

5 – Peter Pan 

6 – Chemestry

7 – Infinite Content

8 – Infinite_Content

9 – Electric Blue

10 – Good God Damn

11 – Put Your Money On Me

12 – We Don’t Deserve Love

13 – Everything Now (continued)

 


 

Wolf Alice volta em setembro com novo disco

 

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Depois de uma avalanche de ótimas críticas e bons shows para divulgar o debut “My Love is Cool”, o Wolf Alice parecia que nunca mais ia terminar a turnê, tamanho foi o sucesso do primeiro trabalho com álbum cheio (já havia lançado os dois EPs “Bush” em 2013 e “Creature Songs” em 2014).

 

Mas eis que desde o começo do ano eles sumiram de cena e em junho anunciaram o segundo álbum já para o próximo mês de setembro.

 

Através de várias entrevistas nos últimos dias eles têm dito que a ideia é surpreender os fãs com faixas totalmente diferentes do que foi visto até agora na curta carreira do grupo surgido em Londres, Inglaterra. Mas até então tal informação poderia ser vista apenas como discurso para a imprensa.

 

E não é que o Wolf Alice está fazendo show um atrás do outro mesmo tendo a divulgação do disco no meio disso tudo e aparece aqui e ali em alguma rádio para conversar sobre o trabalho novo?

 

Foi o que aconteceu na Kink FM de Portland onde Ellie Rowsell, Joff Oddie, Theo Ellis e Joel Amie aproveitaram para dar uma palhinha com “Don’t Delete the Kisses” (do novo disco) e “I Saw You” e “Bros” (em nova roupagem) com a vocalista dando um show à parte.

 

Quanto ao lançamento de “Visions of a Life”, este acontece em 29 de setembro e terá 12 faixas inéditas com destaque, além de “Don’t Delete The Kisses” já citada acima , também para a já conhecida “Yuk Foo” que está sendo executada toda hora pelas college radios americanas e europeias.

 


 

Wolf Alice – Don’t Delete The Kisses

 

 


 

Wolf Alice – I Saw You

 

 


 

Wolf Alice – Vision of a LIfe

 

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1 – Heavenward

2 – Yuk Foo

3 – Beautifully Unconventional

4 – Don’t Delete The Kisses

5 – Planet Hunter

6 – Sky Musings

7 – Formidable Cool

8 – Space & Time

9 – Sadboy

10 – St. Purple & Green

11 – After The Zero Hour

12 – Visions Of A Life

 


 

Pra sonhar de olhos abertos: escute o novo trabalho do Waxahatchee

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Numa cena cada vez mais acostumada com estereótipos que são fabricados aos montes para se parecer com seres padronizados é extremamente salutar para a música underground americana que surjam artistas como Katie Crutchfield.

A garota da bela voz que se assemelha a outros ícones dos anos 90 como Tanya Donely, Kristin Hersh e Kim Deal (esta última, senão na forma, mas no jeito) possui desde 2010 o projeto chamado Waxahatchee desenvolvido em conjunto com Chris Clavin da Plan-It-X Records.

Para que desse o resultado esperado de um rock cru mergulhado em letras produndas a garota chamou os instrumentistas Jacob, Katherine Simonetti, Ashley Arnwine e Allison Crutchfield para tocar, algo que resultou no debut “American Weekend” (2012) distribuído pelo selo Don Giovanni. Após isso, mais dois álbuns posteriores, “Celureon Salt” (2013) e “Ivy Trip” (2015) foram forjados até que chegássemos ao ano de 2017 trazendo o belo “Out in the Storm” de agora.

Neste novo disco, o vocal soa muito mais rico ritmicamente do que nos momentos anteriores da vocalista e sua sonoridade indie rock varia desse rock mais seco à extremidade mais dream pop em certos instantes mais coloridos. Por outro lado, não deixa de ser mais melódico em alguns momentos e tons promovidos por sintetizadores bem ao fundo podem contribuir para este ambiente.

Na faixa “Recite for Remorse”, por exemplo, é bastante evoluída a formação de arranjos e versos de Crutchfield em que sentimentos antagônicos se misturam entre a dor e o amor, a saudade e os conflitos advindos de relações instáveis.

Outras canções como “Never Been Wrong”, “Sparks Fly” e “Fade” se situam entre as versões mais intimistas em que a calmaria das guitarras auxiliam a intencionalidade da cantora de se mostrar por dentro meio que disfarçando todo o seu isolamento social.

Por outro lado, as guitarras mais céleres em consonância com uma bateria mais feroz ocorrem na impactante “Silver” e isso remete naturalmente a um som que tem a ver com a produção do trabalho, pois junto com Katie Crutchfield há o engenheiro de som John Agnello, gente das antigas do rock alternativo que já trabalhou com Dinosaur Jr., Kurt Vile e Thurston Moore e empurra tais referências a aparecerem na obra final do disco.

Dessa forma, o resultado final do trabalho que sai agora do forno nos leva a viajar através de um sonho de olhos abertos que nos mostra como a vida é feita de altos e baixos, seja por meio dos sentimentos que nos força a ter, seja pela maneira como a conduzimos por caminhos interessantes num segundo e desvios errôneos em outro frame imediato. Portanto, siga sem medo a estrada traçada por Katie e se deixe levar pela poesia das palavras e dos sons emitidos pela banda.

 


 

 

Waxahatchee – Never Been Wron

 

 


 

 

Waxahatchee – Silver

 

 


 

 

Waxahatchee – Recite Remorse

 

 


 

 

Waxahatchee – Out in the Storm

 

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1 Never Been Wrong

2 8 Ball

3 Silver

4 Recite Remorse

5 Sparks Fly

6 Brass Beam

7 Hear You

8 A Little More

9 No Question

10 Fade

 


 

Ouça a nova e bonita “Chinatown” de Liam Gallagher

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Enquanto Noel continua na miúda e não fala nada sobre o novo álbum o irmão dele solta uma a cada dia e ainda dá umas alfinetadas de leve no brother.

A última estilingada de Liam Gallagher foi bem de leve, pois disse que prefere “comer merda a ouvir U2” (não nos esqueçamos que Noel excursionará com a banda irlandesa e até virá ao Brasil no final do ano junto com Bono).

Liam lança em 6 de outubro seu primeiro disco solo de verdade (depois da saída do Oasis lançou coisas com sua banda Beady Eye). O nome do trabalho é “As You Were” e tem provocado boas críticas, a julgar pelos singles que já soltou por aí.

O novo som do rapaz se chama “Chinatown” e parece apostar apenas na simplicidade por meio da boa voz de Gallagher.

Abaixo, veja o vídeo cheio de pontos turísticos de Londres e sinta a música enquanto Liam deve estar pensando em algum xingamento novo seja lá para quem for.