À espera do line-up do Lolla Brasil 2019: ouça a nova (ou não) do Greta Van Fleet

Resultado de imagem para greta van fleet

 

O Greta Van Fleet continua preparando terreno para o seu primeiro (!) disco que tem data de  estreia para 16 de Outubro.

 

A banda oriunda do Michigan, EUA, filho mais novo do Led Zeppelin e queridinho da nova cena rocker americana tem feito tanto sucesso com apenas dois EPs, “Black Smoke Rising” (2017) e “From The Fires” (2017), que aparenta já ter anos de estrada, mas só estão unidos como banda desde 2012.

Com o nome do álbum já escolhido, “Anthem of the Peacefull Army”, o álbum sai pela Republic Records e acaba por ser, talvez, uma compilação de canções que já estavam nos dois trabalhos lançados ano passado em conjunto com músicas gravadas nos últimos meses e outras que faziam parte dos shows que eles têm feito ao redor da América do Norte ultimamente.

Uma dessas músicas é ““Lover, Leaver (Taker, Believer)”, que sai agora como nova, mas que para quem acompanha já a havia ouvido uma ou duas vezes sem usas apresentações.

E lembrando que ao lado de Post Malone, Sam Smith e Arctic Monkeys eles são algumas das apostas para liderarem o line-up do festival Lollapalooza Brasil que ocorre dias 05, 06 e 07 de Abril próximos na cidade de São Paulo.

Ouça abaixo a música (que não é) nova da banda de hard rock root:

 

 


 

 

Anúncios

E o Mumford and Sons já está na ativa novamente lançando música nova

Resultado de imagem para mumford and sons jimmy fallon

 

E o Mumford and Sons foi ao programa de Jimmy Fallon ontem para lançar sua nova canção, “Guiding Light” com direito a acompanhamento da banda The Roots e instrumentação digna de show de estádio.

O grupo de folk rock britânica está prestes a jogar no mercado seu quarto disco de estúdio, o denominado “Delta”, que sairá em todas as plataformas digitais e também via CD e vinil a partir do dia 16 de Novembro.

Veja como foi a condução da nova canção no programa noturno da televisão americana logo aqui abaixo:

 

 


 

Faça um favor aos seus ouvidos: descubra o Karnivool

Imagem relacionada

 

De tempos em tempos há as bandas que você conhece através de pesquisas via internet, rádios gringas e por meio de publicações especializadas, mas tem aquelas que chegam via dicas e sugestões de amigos.

O caso aqui foi conselho certeiro da parceira de luta e de show Ana Palindrômica (obrigado mais uma vez pela força nos últimos dias).

O grupo da vez é o Karnivool, reunião de ases instrumentistas baseado inicialmente em Perth, capital da Austrália Ocidental (Austrália) simplesmente para provar que nem só de Tame Impala vive aquela cidade.

O Karnivool pode ser caracterizado como uma banda de rock progressivo pesado com claras referências ao americano Tool que utiliza elementos tanto da música clássica conservadora (a própria sincronia lembra bem uma orquestra em perfeição de detalhes) como também do Nu Metal por conta dos vocais bem cadenciados pelo ritmo das guitarras que vem e vão como se fossem uma montanha russa de sensações.

A bateria e o baixo são um show à parte com as viradas de tempo e a condução quase clássica, respectivamente.

 

A turma é conduzida por em Ian Kenny nos vocais, Andrew Goddard e Mark Hosking nas guitarras, Jon Stockman no baixo e Steve Judd na bateria. Todos são incríveis músicos e isso é usado de maneira quase perfeccionista na execução dos álbuns e shows.

O quinteto está no terceiro álbum, Asymmetry (2013), mas conta desde 1997 sua carreira que se iniciou com pequenas apresentações na cidade onde ainda estudavam com uma base que aí de covers do Nirvana, do Sarcass até algumas composições próprias, que posteriormente foram incluídas na estreia em estúdio por meio do EP Homônimo da banda (1999) e no segundo EP Persona (2001).

Talvez a razão para tanto tempo se passar entre o começo da estrada da banda e o seu lançamento depois seja a forma como os seus membros tratam seriamente seu objeto de trabalho. Tudo fica tão perfeito nos álbuns que a tal simetria que todos possuem entre si se traduz também nos palcos. Uma apresentação do Karnivool pode ser confundida muitas vezes com o trabalho de produção de seus LPs.

Isso explica posteriormente a separação de tempo entre os primeiro álbum completo, Themata (2003), e Sound Awake (2005), algo que é facilmente compreendido quando se escuta cada um deles de forma ininterrupta.

Pode se vislumbrar influências da atividade de Michael Gira no Swans para o que é feito pelo Karnivool, mas isso fica mesma na audição de gente que mero leigo no assunto e profundo fã da banda americana, mas é ótimo que haja mais alguém no mundo fazendo da música algo mais do que um emaranhado de sons fabricados por produtores musicais que pensam apenas em hipnotizar jovens por dois minutos fazer milhões de visualizações no Youtube.

Música também é trabalho e dos mais pesados possíveis, como o Karnivool prova para nós em sua carreira até aqui. Portanto, escute qualquer álbum deles agora. Isso é uma ordem!

 

 


 

Chris Cornell: box + música inédita do saudoso cantor

Resultado de imagem para chris cornell

 

A novidade em torno da memória do cantor falecido ano passado é que está sendo lançado um box celebrando a carreira de Chris Cornell nas diferentes frentes nas quais ele desempenhou sua função.

Quem deu a notícia foi sua viúva que divulgou a caixa adiantando que o título da obra é o simples e forte nome do frontman do Soundgarden, Temple of the Dog e Audioslave.

Dentro do objeto terá cds, vinis, textos de vários amigos e parceiros do músico.

Além da informação sobre o projeto que terá  que terá covers, acústicos, performances ao vivo e outras participações de suas variadas bandas é importante dizer que ainda teremos uma canção inédita, “When Bad Does Good” que tem vídeo logo aqui abaixo.

Fora isso, ainda haverá um cover de “Nothing Compares 2 U” e um livro a tiracolo que seu site mostra através de algumas imagens já divulgadas. Dá para ver, por exemplo, que o livreto de 66 páginas traz fotos exclusivas, textos de Kim Thayil, Matt Cameron, Tom Morello, Mike McCready e Brendan O’Brien, entre outros.

 

 


 

Resultado de imagem para chris cornell box set

 


 

 

 

A incansável Lana Del Rey não para nunca

Resultado de imagem para lana del rey

 

A mulher já tinha lançado nos últimos dias o single “Mariners Apartment Complex” e nem estávamos preparados para a música e veio outra em cima.

Pois e, estamos falando de Lana Del Rey e de sua inquietude, seja na maneira de levar sua vida, seja na condução de sua carreira que não tem tempo para dar uma paradinha.

Ontem, colocou em disponibilidade a longa “Venice Bitch” e também deixou claro que o novo álbum (o sexto!) se chamará “Norman Fucking Rockwell” e vem por aí pelos próximos quatro, cinco meses, ou seja, em 2019 (que está logo ali).

O clipe dessa nova canção é, na verdade, um rodie movie por uma América retratada na obra do artista que leva o nome do trabalho que sairá em breve.

Norman é um desses pintores odiados pela maioria da crítica por fazer um trabalho fácil e simples e que se torna quase monotemático ao ilustrar presidentes do país ou um povo idealizado. Virou um queridinho da classe mais reacionária por transmitir um ufanismo cafona por aqueles lados tal qual Romero Brito para o Brasil.

Voltando à nossa Lana: o normal é que nos próximos meses tenhamos dia sim dia não alguma notícia sobre gravação, produção ou finalização e data de lançamento do novo disco, provando que a menina californiana não gosta do ócio.

Curta logo abaixo o vídeo de “Venice Bitch:

 

 

 


 

 

“Head Above Water” é retorno certeiro de Avril Lavigne ao cenário mundial

Resultado de imagem para avril lavigne

 

Após cinco anos do lançamento do disco homônimo que marcou sua quarta experiência em estúdio Avril Lavigne volta com single para marcar início da atividade para o próximo álbum.

A faixa está disponível nas principais plataformas digitais e também por meio da página oficial da cantora canadense no Youtube, onde é possível ver a letra da canção conjuntamente.

A menina prodígio que apareceu novinha na cena rock no começo dos anos 2000 ficou afastada dos palcos e do trabalho de composição por tanto tempo por interferência de um problema físico, no caso a doença de Lyme.

Inclusive, há indícios por meio das últimas entrevistas de Avril que o processo artístico para a nova empreitada da cantora teve muita influência emocional por conta dos perrengues que a mulher passou por conta de seu tratamento contra a bizarra e cruel patologia.

Ouça e veja a letra de “Head Above Water” logo abaixo e diga o que achou da volta da canadense:

 


Alguém aí já ouviu o novo álbum do Still Corners?

Resultado de imagem para still corners

 

A banda de sinth pop britânica baseada em Londres, Still Corners, acaba de lançar novo álbum intitulado Slow Air.

A nova empreitada do duo formado por Greg Hughes e Tessa Murray é o quarto trabalho de estúdio deles e foi produzido em apenas três meses para ser lançado finalmente no meio de Agosto passado pela Wrecking Light, selo que só tem dois anos de existência no mercado indie.

Neste novo percurso sonoro dos dois músicos se ouve muito mais a pegada descarada do Dream Pop e uma influência de bandas como Beach House e Slowdive.

São 10 faixas que podem facilmente ser escutadas de uma vez só devido ao ambiente instrumental leve e ao vocal suave de Murray. A qualidade da gravação também promove um processo em que sua limpidez nos agarra pela gola e não solta mais.

Um álbum que passou despercebido pela grande mídia e que não suscitou grande expectativa na cena underground, mas que tem capacidade para assaltar alguns ouvidos mais atentos. Seja o dono de algum desses aí.

 


 

Still Corners – Slow Air

 

Resultado de imagem para still corners slow air

 

1 – In the Middle of the Night

2 – The Message

3 – Sad Movies

4- Welcome to Slow Air

5 – Black Lagoon

6 – Dreamlands

7 – Whisper

8 – Fade Out

9 – The Photograph

10 – Long Goodbyes