Concurso Cultural da Sala de Leitura Promove Novos Escritores Para o Gênero de Terror

Terror

Descrição do Concurso:

Os alunos participantes realizarão um conto com as características de terror, suspense ou mistério com, no mínimo, uma lauda. Este texto será publicado no blog da sala de leitura (Outros Sons: dhiancarlomiranda.wordpress.com) e será aberta uma eleição para a escolha dos melhores contos.

A entrega da premiação será realizada em evento na sala de leitura voltado para o Dia das Bruxas.

Os escritores dos contos participantes do concurso cultural poderão realizar campanhas para divulgarem suas histórias e os professores da sala de leitura executarão procedimentos para auxiliar nesse quesito, de maneira igualitária e justa a todos.
Além disso, serão confeccionadas pinturas, adereços e enfeites para o dia da premiação.

Abaixo, as regras para a participação no concurso:

Regras para a escrita:

Poderão participar os alunos de forma individual ou em dupla

Séries Participantes:

Todos os alunos do Ensino Fundamental II (5ªs a 8ªs séries)

Prazo para Entrega:

De 01 de setembro até 30 de setembro de 2013

Prazo para Votação no Site:

De 01 de outubro até 25 de outubro de 2013

Entrega da Premiação:

31 de outubro de 2013

Regras da Premiação:

A premiação acontecerá dividida por série participante. Portanto, haverá um vencedor da 5ª série, um vencedor da 6ª série, um vencedor da 7ª série e um vencedor da 8ª série. Se houver apenas um participante daquela série, automaticamente esta pessoa passará a concorrer com os escritores da série subsequente.

Prêmio:… (Este quesito está em análise da direção da escola e assim que houver confirmação do que será o blog terá o prazer de divulgar)

Observação

Os professores da Sala de Leitura podem, a qualquer momento, modificar as datas presentes neste comunicado se acaso houver necessidade de realocação de atividades na unidade escolar ou por força maior. Qualquer que seja a alteração que se faça ela será divulgada aqui e na unidade escolar.

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Poe e sua “A Carta Roubada”

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Desde quando a Sala de Leitura Cora Coralina da EMEF Professor Rivadavia Marques Junior iniciou as atividades sobre os contos de terror e mistério muitas eram as perguntas dos alunos quanto ao motivo da utilização de um gênero tão desprezado pela grande mídia quanto este para realizar discussões em nossas aulas. Minha resposta sempre é a de que este tema (o do terror) não é apenas uma desculpa para amedrontar e assustar as pessoas que o leem ou assistem (no caso do cinema de horror), mas normalmente é por meio dessas histórias que se discute muito sobre os temores do ser humano e a curiosidade com o desconhecido, com o misterioso.

É fato que um dos maiores temores do homem é morrer, e não saber o que há por trás (ou depois dela) é enigmático e sempre gera debate. A variedade de coisas que pode suscitar uma simples conversa sobre o além-túmulo vai desde a filosofia até a religião, passando pelas provas e teorias cientificas e crenças e superstições.

Portanto, quando isso é passado para a literatura pode-se misturar tudo e jogar pitadas de dramaticidade para que o suspense se instale e o leitor fique apreensivo com o que irá acontecer na próxima página.

A escolha para a leitura compartilhada dessa semana é “A Carta Roubada” de Edgar Allan Poe e isso se deve não só pela maneira como o autor trata o gênero (com sua busca pelo inimaginável e pelo oculto), mas também por ser uma das histórias que veio a influenciar qualquer bom conto de suspense e mistério que apareceu no mundo do século XIX até os dias atuais.

“A Carta Roubada” não é bem um conto de terror, mas ele pode servir de base para que as mentes mais aguçadas sugiram coisas mais aterrorizantes diante de uma história em que Auguste Dupin (o pai e modelo de todos os detetives da literatura) demostra como utilizar a força do intelecto, ao desvendar um caso de roubo e extorsão. A forma como é contada a trama é que proporciona medo. O medo não é do além, o medo é de desvelar algo que está incólume, uma situação que pode desmascarar alguém.

Essa história mexe com o medo do ser humano em ser desmascarado e não poder utilizar mais as suas próprias fantasias e personagens para atuar diante do mundo, é um conto sobre a obsessão de homem em captar as mensagens no ar, de cravar a solução de um problema.

Mais à frente faremos uma incursão pelo mundo do terror psicológico, daquele que arrepia as pessoas por se depararem com suas fraquezas e não saber a quem pedir socorro, mas isso é assunto para outro post. Até lá.

E o Eminem está de volta… Isso é bom?

eminem

Após três anos do último álbum de Eminem, Recovery, o rapper está de volta. Mesmo que não tenha ido ao VMA neste domingo, ele anunciou um vídeo com a sua nova música e a data de lançamento do disco (“Marshall Mathers LP 2”), para o dia 5 de novembro próximo.

O som que faz a estreia do álbum se chama “Berzerk” e já está disponível ao público desde terça, (27). O CD tem a assinatura do produtor Rick Rubin e do rapper (padrinho musical de Eminem) Dr. Dre.

O titulo MMLP2 sugere que o novo disco seja apresentado como uma sequela do clássico “The Marshall Mathers LP”, de 2000, que se mantém como o trabalho mais bem-sucedido do rapper com temas como “Stan”, “The Way I Am” e “The Real Slim Shady”.

Infelizmente, para os fãs, parece ser mais um canto do cisne para um rapper que está se tornando obsoleto, ainda mais com a ascensão de nomes como Macklemore (que tem feito bastante sucesso nos EUA) e Ryan Lewis, entre outros. A própria utilização do nome de um disco que fez muito sucesso para promover músicas novas indica uma tentativa de Eminem em demonstrar um retorno aos velhos tempos.

No vídeo teaser apresentado pela Vevo o que se vê (na verdade, é somente o áudio, já que há uma imagem estática de um aparelho de som com o nome do astro e da música na frente) ainda é o vocal verborrágico e raivoso do cantor, mas o que se sente é que fica um gosto de comida requentada ali no fundo.

Vamos ver o que será desse lançamento, já que o cantor tenta sentir o gosto do público em festivais como Reading, onde será headliner para tentar chegar em novembro com um sucesso consolidado do álbum (ou não!).

Tire suas próprias conclusões sobre o single:

Afinal de Contas, Quem foi Dr. Seuss?

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Theodor Seuss Geisel (Springfield, 2 de março de 1904 — San Diego, 24 de setembro de 1991) foi um escritor e cartunista norte-americano, mais conhecido por seu pseudónimo, Dr. Seuss.

Este escritor publicou mais de 60 livros infantis, dentre eles “Horton Choca um Ovo”, The Lorax, “Como Grinch Roubou o Natal” e O Gato da Cartola. Além disso, acabou participando do filme “Design to Death” como colaborador e roteirista, e ajudou a película a vencer o Oscar de melhor documentário de 1947. O curioso dessa obra que ela foi escrita enquanto ele servia ao Exército dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial.

Cena de “O Grinch”, adaptação da obra de Dr. Seuss, com Jim Carrey

Nesse quesito a vida de Dr. Seuss também é interessante já que ele serviu ao exército americano por vontade própria. Isso era explicado pelo próprio escritor como sendo um prazer lutar contra pessoas tão abomináveis quanto os nazistas. Ainda assim se revoltou com o tratamento que os americanos do pós-guerra reservavam aos japoneses, e isso o inspirou a escrever “Horton e o Mundo dos Quem!”.

Cena de “Horton e o Mundo dos Quem”, adaptação da obra de Dr. Seuss

Durante as décadas de 1970 e 1980 trabalhou com a DePatie-Freleng Enterprises (produtora de desenhos animados) em seis especiais, que incluíram as produções originais “The Hoober-Bloob Highway” e “Pontoffel Pock, Where Are You?”.

Foto do autor
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No Brasil, o autor acabou não ficando tão conhecido e sua obra quase não tem traduções para o português, mas teve certa notoriedade quando alguns de seus livros tiveram adaptações para o cinema. Mesmo assim, ainda há a necessidade de alguma editora realizar um lançamento da obra dele em nossa língua, já que seus livros são tão inteligentes e falam sobre coisas do cotidiano e temas mais complexos do que os autores infantis tradicionais. Isso faz com que as crianças sejam desafiadas a pensar mais sobre o que veem nas obras.

Abaixo, trecho da adaptação do livro “The Lorax” para o cinema:

O Vídeo Bacaninha do The National

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Quando, em maio, The National lançou o álbum “Trouble Will Find Me” já se sabia que as músicas do grupo continuavam ótimas e a voz de Matt Berninger ainda era suave e densa, assim como os fãs já estão acostumados.

O que é novidade é que nesse novo vídeo da banda há um toque de bom humor e descontração nas ações dos integrantes, algo que não é muito peculiar entre eles, tanto em shows quanto em vídeos.

A filmagem de “Gracelles” é toda num sítio e são inúmeras as brincadeiras dos caras uns com os outros. Ficou divertido, apesar das letras de Berninger continuarem indicando que ele é um sujeito sem graça.

Veja o vídeo e analise se ficou com ou sem graça:

O Mito de Prometeu

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Como nas últimas aulas tenho falado sobre histórias de terror e foi citada saga de Prometeu como uma das influências de Mary Shelley para construir a personagem de Frankenstein, incluo aqui no blog um pouco sobre como surgiu esse mito grego.

Há inúmeras versões sobre esse herói da mitologia grega. O nome, no idioma grego, significa ‘premeditação’. E é realmente o que este titã era: alguém pródigo na arte de tramar antecipadamente seus planos ardilosos, com a intenção de enganar os deuses olímpicos.

Ele era filho de Jápeto e de Ásia, irmão de Atlas, Epimeteu e Menoécio, e se tornou o progenitor de Deucalião. Uma outra vertente menos significativa aponta como pais de Prometeu a deusa Hera e o gigante Eurimedon. Este deus foi o co-criador, ao lado de Epimeteu, da raça humana, e a ela também se atribui o furto do fogo divino, com o qual presenteou a Humanidade.

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Muito amigo de Zeus, o ardiloso Prometeu ajudou o deus supremo a driblar a fúria de seu pai Cronos, o qual foi destronado pelo filho. O dom da imortalidade não o impediu de se aproximar demais do Homem, sua criação – de acordo com algumas histórias, ele o teria concebido com argila e água, depois que seu irmão esgotou toda a matéria-prima de que dispunha com a geração dos outros animais, e lhe pediu auxílio para elaborar a raça humana.

Ele concedeu ao ser humano o poder de pensar e raciocinar, bem como lhes transmitiu os mais variados ofícios e aptidões. Mas esta preferência de Prometeu pela companhia dos homens deixou o enciumado Zeus colérico. A raiva desta divindade cresceu cada vez mais quando ele descobriu que seu pretenso amigo o estava traindo.

O titã matou um boi e o dividiu em dois pedaços, ambos ocultos em tiras de couro; destas frações uma detinha somente gordura e ossos, enquanto a carne estava reservada para o pedaço menor. Prometeu tentou oferecer a parte mínima para os deuses olímpicos, mas Zeus não aceitou, pois desejava o bocado maior. Assim sendo, o filho de Jápeto lhe concedeu este capricho, mas ao se dar conta de que havia sido ludibriado, Zeus se enfurece e subtrai da raça humana o domínio do fogo.

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É quando Prometeu, mais uma vez desejando favorecer a Humanidade, rouba o fogo do Olimpo, pregando uma peça nos poderosos deuses.

Existe outra versão do mito que justifica essa peripécia de Prometeu como uma forma de obter para a raça humana um elemento que lhe garantiria a necessária supremacia sobre os demais seres vivos.

O fato é que Zeus decidiu punir Prometeu, decretando ao ferreiro Hefesto que o prendesse em correntes junto ao alto do monte Cáucaso, durante 30 mil anos, durante os quais ele seria diariamente bicado por uma águia, a qual lhe destruiria o fígado. Como Prometeu era imortal, seu órgão se regenerava constantemente, e o ciclo destrutivo se reiniciava a cada dia. Isto durou até que o herói Hércules o libertou, substituindo-o no cativeiro pelo centauro Quíron, igualmente imortal.

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Zeus havia determinado que só a troca de Prometeu por outro ser eterno poderia lhe restituir a liberdade. Como Quíron havia sido atingido por uma flecha, e seu ferimento não tinha cura, ele estava condenado a sofrer eternamente dores lancinantes. Assim, substituindo Prometeu, Zeus lhe permitiu se tornar mortal e perecer serenamente. Este belo mito foi transformado em célebre tragédia pelo poeta grego Ésquilo, no século V a.C, intitulada Prometeu Acorrentado.

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Os melhores games do primeiro semestre de 2013

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O mundo dos games é algo incrível, não só por causa de suas histórias e da jogabilidade possível de cada lançamento das principais produtoras, mas também por que tudo é muito rápido. O game que saiu em janeiro já parece obsoleto no mês seguinte e nunca se pode ficar para trás nesse quesito já que seu colega gamer pode te sobrepujar a qualquer momento.

Nesse primeiro semestre de 2013 muita coisa nova já foi lançada para todos os consoles e com todos os temas possíveis. O pessoal do site Omelete fez um top five com os melhores lançamentos desse período e a gente coloca aqui um resumo dessa análise para a visualização geral. A ideia é que todos opinem ou sugiram mudanças reclamando dos que faltaram nessa tal lista:

5º lugar

“Luigi’s Massion: Dark Moon”

É um jogo de ação e aventura no qual o protagonista, Luigi (agora em carreira solo), deve progredir por vários níveis em cada uma das mansões, em busca dos pedaços da chamada Dark Moon, capturando fantasmas nesse meio-tempo. São cinco mansões ao todo, cada uma com uma temática diferente. As fases já completadas podem ser revisitadas para bater recordes ou para buscar segredos ainda não descobertos. Além de ser uma maneira de matar a saudade dos jogos antigos de Mario e Luigi, também é uma forma de transcender a história da mitologia desse jogo.

4º Lugar

“Injustice: Gods Among Us”

“Injustice: Gods Among Us” é um jogo de luta que coloca os jogadores no controle de personagens do universo da DC Comics em combate uns contra os outros. Como é um jogo da NetherRealm Studios, é bem provável que num futuro haja um cruzamento com personagens da série “Mortal Kombat”. “Injustice” desenvolve-se em combates num plano de duas dimensões, embora os personagens e os cenários de fundo sejam em três dimensões.

3º Lugar

“Tomb Raider”

A volta da musa dos games e dos gamers. Lara Croft tem sua história recontada de maneira diferente da original. A partir de ações acontecidas no passado a garota aprende a conviver com a dor e com a aventura. A jogabilidade é bem diferenciada daquela original e se torna bem intensa. A maneira como foram criados os cenários empolga tanto aos saudosistas quanto aos jogadores mais novos e faz do jogo uma grata surpresa para quem achava que essa história já estava ultrapassada.

2º Lugar

“Bioshock Infinite”

BioShock Infinite é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Irrational Games. Este é o terceiro jogo da série BioShock. Anteriormente conhecido como “Projeto Icarus”, foi lançado para Microsoft Windows, PlayStation 3 e Xbox 360. O BioShock Infinite não é uma sequência direta, ou uma continuação dos jogos anteriores, ocorrendo em um período anterior e em um ambiente diferente, embora apresenta conceitos e temas de jogo semelhantes. Uma das coisas legais dessa aventura é o contexto histórico e a explicação sobre a violência da época da Guerra Civil Americana. O vídeo que eu consegui abaixo tem comentários de alguns entusiastas do jogo.

1º Lugar

“The Last Of Us”
Se há um jogo que virou uma quase unanimidade nesse 2013 e já pinta como favorito para melhor do ano é esse “The Last Of Us”. Ele possui como maiores atrativos os elementos de sobrevivência e de horror. Desenvolvido pela Naughty Dog e lançado no dia 14 de Junho de 2013 em exclusividade para a PlayStation 3, “The Last of Us” pega carona no sucesso de séries como “The Walking Dead” e da onda do apocalipse zumbi, tão propagado pelos geeks. Algumas coisas que empolgam no jogo: O jogador controla Joel (voz de Troy Baker), a percorrer os Estados Unidos num ambiente pós-apocalíptico em 2033 e que tem como missão escoltar a jovem Ellie (voz e movimentos de Ashley Johnson) até um grupo de resistentes amigáveis, os Fireflies. O jogador tem de se defender contra criaturas zumbis infectadas com o fungo cordyceps, bem como bandidos e canibais humanos hostis, usando armas de fogo e métodos de infiltração melhoradas com capacidades como representações visuais de som para conseguir ouvir as localizações dos inimigos. O jogador também pode fabricar armas e recursos médicos combinando itens encontrados pelo mundo. Isso, aliado com uma jogabilidade intensa, faz de “The Last Of Us” o preferido da maioria dos gamers nesse primeiro semestre.