Eletropaulo nas Escolas, Eletropaulo no Riva

image

Dando continuidade à campanha por um gasto de energia consciente a EMEF Professor Rivadávia Marques Junior realizou mais atividades do Projeto Eletropaulo nas Escolas.

Dessa vez, a atividade teve como objetivo realizar um dossiê de todos os, pontos de energia e de luz do estabelecimento escolar e promover entrevistas com funcionários sobre o tema do consumo sustentável de energia.

Como os alunos representantes de sala tiveram bastante trabalho foi possível registrar cada momento em que eles mostraram todo o empenho e dedicação posta que todo desse certo.

Abaixo, vemos algumas dessas imagens. É mais à frente teremos mais notícias a respeito do Projeto. Ate lá!

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

Anúncios

Mais um dia no Parque da Cantareira

image

Agora foi a vez do pessoal do segundo ano do ensino fundamental ter o prazer de conhecer uma parte quase desconhecida de nossa cidade.

Um espaço lindo e natural no meio de São Paulo: este é o Parque da Cantareira – Núcleo Pedra Grande.

E a EMEF Professor Rivadávia Marques Junior já está em sua segunda visita.

Na empreitada de terça-feira feira (26) as trilhas foram diferentes e o conhecimento da floresta foi um ponto interessante para a visão ainda em formação dos meninos e meninas.

Com a certeza de ter proporcionado um dia fora do comum para eles tanto o pessoal do parque quanto os responsáveis pela atividade pelo lado da escola ficam satisfeitos e com a sensação de dever cumprido.

Fique abaixo com algumas fotos do passeio.

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

image

Chimamanda: voz forte contra o preconceito

Chimamanda Ngozi Adichie é uma escritora nigeriana relativamente nova para a fama que conseguiu (tem apenas 38 anos).

Ela já é reconhecida como uma das mais importantes autoras e está tendo sucesso em atrair uma nova geração de leitores de literatura africana. E o mais interessante de tudo isso é que ela o faz através de um misto de estilo e força em suas palavras.

Chimamanda nasceu em Abba, no estado de Anambra, mas cresceu na cidade universitária de Nsukka, no sudeste da Nigéria, onde se situa a Universidade da Nigéria. Seu pai era professor de Estatística na universidade, e sua mãe trabalhava como administradora no mesmo local. Quando completou dezenove anos, deixou a Nigéria e se mudou para os Estados Unidos da América. Depois de estudar na Universidade Drexel, na Filadélfia, Chimamanda se transferiu para a Universidade de Connecticut. Fez estudos de escrita criativa na Universidade Johns Hopkins de Baltimore e mestrado de estudos africanos na Universidade Yale.

Portanto, não estamos falando de uma pessoa que passou por inúmeras dificuldades socioeconômicas por ser de um país africano. Muito pelo contrário, Chimamanda faz questão de repetir sua história para que todos percebam que o estereótipo colado em todo morador daquela região do mundo não pode ser apenas a única visão que as pessoas possam ter.

Seu primeiro romance, “Purple Hibiscus” foi publicado em 2003 e causou certa comoção por tratar de extremismo religioso católico, algo que normalmente é passado como real apenas em outras religiões.

Com essa coragem em bater em pontos tabus a escritora chegou ao segundo título, “A Metade de um Sol Amarelo”, mexendo no vespeiro da guerra de Biafra, passagem pesada da história nigeriana. A obra foi lançada em 2006 e ganhou o Orange Prize para ficção em 2007.

Pulando para os dias atuais, Adichie divide seu tempo entre sua moradia na Nigéria ensinando oficinas de escrita e onde se tornou a primeira mulher a ser Chefe da Administração da Universidade da Nigéria e outro período ministrando palestras nos Estados Unidos.

Para chegar à condição de hoje, a desconhecida autora Adichie, chegou a publicar coletâneas de poemas ainda nos anos 90 e se meteu até com peças de teatro (For Love of Biafra) em 1998.

Importantes prêmios estão inclusos em sua carreira como o Caine por “You in America”, o prêmio BBC Short Story Awards por “That Harmattan Morning”, além do prêmio O. Henry por “The American Embassy “.

Ela também ganhou o Prêmio Internacional de Contos David T. Wong 2002/2003 e um Beyond Margins Award pelo já citado “A Metade de um Sol Amarelo” de 2007.

Suas últimas empreitadas na ficção são “The Thing Around Your Neck” (2009), uma coleção de contos, e “Americanah” (2013), romance aclamado por público e crítica tanto nos EUA quanto na Europa, tendo sido considerado um dos melhores livros daquele ano pelo New York Times.

Em 2010, ela entrou na lista dos 20 autores de ficção mais influentes com menos de 40 anos e em abril de 2014 ela foi nomeada como um dos 39 escritores mais importantes com idade inferior a 40 no projeto Festival Hay e Rainbow Book Club.

Há um vídeo muito famoso e compartilhado no Youtube com a escritora participando de uma palestra da instituição mundial TED em 2009. A fala de Idichie ficou conhecida como “O perigo das histórias únicas” e foca exatamente na necessidade de abrirmos o leque de opções para a compreensão das histórias que contamos e ouvimos desde sempre. Também serve como um alerta sobre a importância de contarmos as histórias dos lugares onde vivemos para ampliar os horizontes e a visão de mundo muito além da europeização e americanização com o qual estamos acostumados em todas as esferas do conhecimento literário.

A fluência da voz calma e combatente da nigeriana emprestou sua suavidade também ao evento Commonwealth Lecture de 2012 em Londres onde presenteou a plateia com a palestra “Conectando Culturas” e ainda teve fôlego para realizou, novamente para o TED, a fala feminista “Todos nós deveríamos ser feministas”.

A capacidade contundente de falar para uma geração inteira de mulheres de todas as partes do mundo foi tão forte que este discurso foi incorporado em 2013 na música “Flawless” de Beyoncé, ganhando assim mais notoriedade ainda, possibilitando até a edição em livro.

Dessa forma, estamos diante não apenas de uma componente interessante da nova literatura mundial, mas de uma mulher ciente de seu poder de persuasão, consciente da capacidade de escrever sobre os problemas e realidades de seu povo e do mundo como um todo, mas também de uma escritora capaz de falar da beleza das coisas e de como a luta social e étnico-racial também pode se estabelecer como uma dessas belezas de nossa contemporaneidade.


Bibliografia:

  • “Hibisco Roxo” (título no Brasil) – 2003;

  • “A Metade de um Sol Amarelo” – 2006;

  • “The Thing Around Your Neck” – 2009;

  • “Americanah” – 2013;

  • “Todos Devemos ser feministas” – 2014.

 

Quer suspense? Nova temporada de Twin Peaks vem aí!

Twin Peaks foi criada por Mark Frost e David Lynch e teve estreia ainda no início de 1990.

 

Ela tinha como mote principal a investigação do agente do FBI Dale Cooper sobre o assassinato da popular estudante do colegial Laura Palmer.

 

O episódio piloto causou tanto impacto na ABC se pensou a estender a primeira temporada mas no final acabou tendo apenas sete outros episódios.

 

A segunda temporada recebeu roteiro para 22 episódios e foi ao ar até 10 de junho de 1991.

 

Desde então, surgem boatos sobre a continuação da trama e por vezes até pareceu que iria sair do papel, mas isso só teve confirmação no ano passado.

 

Pois bem, esta terceira temporada de “Twin Peaks”estreia em 2017 e já está totalmente gravada. David Lynch aproveitou a deixa e divulgou agora a lista dos 217 atores que nela participam. E é importante dizer que é dele a incumbência da direção dos 18 episódios desta nova empreitada.

A Cult Series será exibida pelo canal Showtime nos EUA, mas ainda não possui informações sobre quem irá fazê-lo por aqui no Brasil.

Entre os atores participantes do programa estão alguns que já haviam estrelado as duas primeiras temporadas. Alguns exemplos são Kyle MacLachlan, o protagonista, além de David Duchovny e Mädchen Amick.

Mas, muitos astros da música e do cinema também farão parte do elenco em maior ou menor importância, como nos casos de Naomi Watts, Michael Cera, Monica Bellucci e até o vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder.

“Twin Peaks”, ao que tudo indica, aproveitará a lacuna no tempo para mostrar como que a cidade-título se encontra 25 anos após a morte de Laura Palmer, o acontecimento desencadeador da história.

7 livros essenciais na visão de Neil deGrasse (e um para aprender a não ser manipulado)

image

***Da reportagem da Revista Mundo Estranho***

O astrofísico americano Neil deGrasse Tyson é conhecido mundialmente pelas suas pesquisas científicas e por não fugir da treta com religiosos fundamentalistas, mas também acredita ser necessário mostrar que a leitura possa ser uma atividade libertadora para a mente.

Segundo ele, há 7 livros que todos precisam ter acesso para ultrapassar a linha entre o senso comum e o estudo constante. Mas ele é bom de polemizar e indica um livro a mais (o primeiro) para fazer você perceber o quanto é fácil ser manipulado.

É imprescindível dizer que tais leituras também são interessantes para determinar a que altura queremos chegar para entender o que está realmente a nossa volta e de que tamanho queremos vislumbrar nossa visão de mundo.

Todos os livros citados pelo renomado cientista estão disponíveis na WEB e podem ser adquiridos em qualquer biblioteca virtual ou física por aí.


A Bíblia

“Para entender que é mais fácil acreditar nos outros sobre o que pensar do que pensar e crer por si mesmo”


A era da Razão – Thomas Paine

“Para aprender que o poder do pensamento racional é a fonte primária da liberdade do mundo”


O Príncipe – Maquiavel

“Para entender que quem não tem poder vai fazer de tudo para consegui-lo – e também perceber que quem tem poder vai fazer de tudo para mantê-lo”


A arte da Guerra – Sun Tzu

“Para perceber que o ato de matar outros humanos pode ser elevado ao status de arte”


Principia – Newton

“Para notar que o Universo é um lugar que pode ser conhecido”


A Origem das Espécies – Darwin

“Para compreender como estamos relacionados com todos os outros seres da Terra”


As Viagens de Gulliver – Jonathan Swift

“Para notar, entre outras lições cheias de sarcasmo, que, na maior parte do tempo, os humanos são Yahoos”


A Riqueza das Nações – Adam Smith

“Para entender que o capitalismo é uma economia de ganância, uma força da natureza dentro de si mesma”


Sim, meus caros, Shakespeare morreu há 400 anos

image

Quanto à importância do escritor ninguém dúvida.

Em relação à influência criada por ele nas gerações posteriores a dele nem se fala.

Agora, no que diz respeito à vida dele o que mais se tem são pontos de interrogação.

William Shakespeare nunca foi aberto as aparições públicas e muito se tem falado sobre a possibilidade de algumas de suas obras não terem sido escritas por ele ( muita coisa sendo pura teoria da conspiração apenas).

E mesmo os retratos dele não são confiáveis, pois não se sabe da origem deles.

Mesmo assim, o que ficou foi a genialidade de swus textos e a veia poética com que demonstrava sua narrativa fazendo de suas estórias obras de arte.

Sejam os sonetos, sejam as peças ou até mesmo os textos considerados “menores”, todos prosseguem muito atuais e saber que já faz 400 anos desde quando o bardo morreu e a prova mais real de que sua técnica de escrita ultrapassou barreiras em todos os sentidos.

O canal do Youtube “Entreplanos” fez um apanhado geral de inúmeros filmes que já utilizaram de alguma maneira a obra de Shakespeare para adaptar para a tela grande.

A ideia é legal, pois mostra de forma bem didática que o escritor britânico ainda prossegue necessário nos dias atuais. O vídeo acaba por ser dividido em várias partes para mostrar que o escritor pode ser adaptado fielmente para o cinema, pode ser apenas uma inspiração ou até mesmo virar piada com seus discursos eloquentes.

Confira abaixo: