Agora o negócio ficou sério. Veja o trailer de Vingadores: Guerra Infinita

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Sorry! Sad but true, DC!

A Marvel parece que só esperou a desgraça da coirmã acontecer para lançar o trailer de Vingadores: Guerra Infinita.

Nele vemos diversos personagens do universo expandido da companhia aparecendo durante a iminência de um problema bem real e grupos inteiros de super heróis juntando forças para dirimir tal situação.

O problema em questão tem nome: é Thanos, o titã louco que virá à Terra para reunir em seu poder o restante das joias do infinito e os Vingadores terão de contar com qualquer tipo de ajuda possível para evitar tal catástrofe.

Nos pouco mais de 2 minutos de trailer vemos Dr. Estranho (Benedict Cumberbatch), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Dr. Banner (Mark Rufallo), Thor (Chris Hemsworth), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Capitão-América (Chris Evans), Peter Quill (Chris Pratt) e mais o restante do pesado elenco sendo subjugado por Thanos (Josh Brolin) e seu exército estelar.

Dá para perceber que o filme muito provavelmente será uma espécie de “O Império Contra-Ataca” da franquia com possíveis baixas e muitas derrotas durante a produção dirigida pelos irmãos Russo (Capitão-América: Guerra Civil, Capitão-América: O Soldado Invernal).

 

Nos próximos meses teremos ainda outros teasers e muitas especulações, mas neste momento aproveite e se delicie com o trailer de agora.

 

 


 

 

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O quê que Goiás tem: um resumo da cena quente do centro do país

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Se há um lugar no Brasil onde podemos verdadeiramente dizer que tem uma cena musical esta se chama Goiás, ou melhor, sua capital Goiânia, e não, não estamos falando de música sertaneja, até porque esse rótulo parece estar se distanciando cada vez mais do que se faz nos dias atuais pelos pseudo representantes da canção raiz brasileira.

E sim, estamos nos referindo à ótima safra de bandas e artistas daquela região brasileira ligados ao rock, indie ou mesmo à MPB, ou como alguns gostam de mencionar, a novíssima música popular brasileira.

Abaixo, um resumo rápido de cada um dos representantes (mais conhecidos) da cena goiana que tem assolado nosso território e até mesmo outros países europeus e EUA através de festivais e shows solo.


 

Boogarins:

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A banda formada por Fernando “Dinho” Almeida (vocais e guitarra rítmica), Benke Ferraz (guitarra solo), Ynaiã Benthorldo (bateria) e Raphael Vaz (contrabaixo) já fazem provocam certo alvoroço mundo afora por causa de “As Plantas Curam” (2013) e “Manual (2013) em que a mistura de sons psicodélicos dos anos 50 e 60, influências que vão de Beach Boys a Mutantes e Bossa Nova e uma fusão de MPB com rock experimental fazem a gente viajar em cada canção ouvida. Em 2017 lançaram meio sem alarde o álbum “Lá vem a Morte” e intensificaram a invasão mundial que já pousou em Lollapalooza Brasil, South By Southwest, Rock in Rio Lisboa e Primavera Sound, além de entrevista e pocket show na conceituada KEXP FM de Seattle.

Músicas de destaque: “Lucifernandis”. “Doce”, “6000 Dias”, “Foimal”.


 

Carne Doce

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O quinteto advindo de Goiânia pode ir do rock de garagem à MPB dentro da mesma canção e não escondem que ícones da cena brasileira fazem sua cabeça da mesma forma que heróis do underground indie também alimentam seu repertório de influências. Com Salma Jô, vocalista da banda, sendo um show à parte a sonoridade funciona como ambiente perfeito para sua performance vocal e corporal durante as apresentações ao vivo. O quarteto de instrumentistas também dá o seu recado com ótimos arranjos e uma profundidade sônica difícil de se encontrar hoje numa cena nacional de pouca profusão de intensidade e tensão musicais que consigam se aliar com letras marcantes e de discussão mais complexa.

Músicas de Destaque: “Eu te Odeio”, “Cetapensâno”, “Sertão Urbano”, “Atermísia”, “Princesa”.


 

Kasteljins

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O músico e artista plástico Pedro Kasteljins, ou simplesmente Kasteljins, se lançou na cena além de Goiânia com o álbum “Raposa” (2016) através da LaLonge. Com 10 músicas escolhidas entre as primeiras gravações feitas pelo músico, entre 2012 e 2013, na sua própria casa o rapaz consegue mandar muito bem apesar da informalidade da produção. Posteriormente, ainda se juntou a integrantes do Boogarins para colocarem em prática o projeto Maurício Noia. Os registros de Kasteljins ainda soam um pouco amadores, mas a qualidade já é facilmente identificada e os experimentos funcionam bem para ouvidos atentos.

Músicas de destaque: “Answer”, “Olhos de Raposa”.


 

Luziluzia

Misto de Boogarins com Carne Doce, o projeto goiano segue fazendo barulho mesmo que despretensiosamente. Criado para preencher a lacuna deixada pelo hiato nas carreiras das duas bandas quando estas terminam suas turnês muita coisa acaba surgindo sem querer através de gravações via celular ou por meio de jams que nem tinham isso como objetivo. com guitarras de Benke Ferraz e João Victor Santana, bateria comandada por Ricardo Machado e baixo nas mãos de Rafael Vaz o complicado só é ter uma turnê da banda devido ao trabalho de todos os integrantes com seus grupos oficiais.

Músicas de destaque: “Primavera”, “Som de Lugar”, “Before the Storm”, “Cosmic Melodrama”.


 

BRVNKS

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A banda goaina BRVNKS tem singeleza, soa como um indie lo-fi, às vezes, com pitadas de densidade vocal macia e guitarras festivas pop por outros momentos. Com o lançamento de seu EP “Lanches” em 2016 veio o sucesso instantâneo nas redes sociais e na cena underground de lá e do resto do país com 70.000 plays no spotify em apenas 20 dias. Mas é à Bruna Guimarães que devemos celebrar, pois o projeto se deve exatamente às suas composições e sua persistência que, ainda menor de idade, teve em promover a banda três a quatro anos atrás.

Músicas de destaque: “Don’t”, “Harry”.


The Sinner: ótima minissérie que não deveria virar série

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Iniciar a jornada de assistir a uma série (ou minissérie) normalmente parte de algumas premissas vistas através de propagandas e outras formas de divulgação nos meios de comunicação, mas de vez em quando acontece com a gente o que aconteceu com The Sinner.

No caso da série criada por Dereck Simonds baseada na obra literária de Petra Hammesfahr, não havia sequer uma indicação da trama ou de qualquer pista da sinopse, a não ser o nome (que parecia remeter a um filme de terror) e um cartaz com o rosto de Jessica Biel (protagonista da produção) com cara de espanto.

Vê-se então no primeiro episódio algumas cenas em que um casal que vive numa pequena cidade interiorana dos EUA com ambos trabalhando para o pai do rapaz, tendo um filho pequeno para cuidar e uma sogra chatinha para lidar tem algumas falas, mas nada que entregue algo à frente.

O único empecilho que parece rondar essas cenas é o olhar meio distante de Cora, a tal pecadora (ou não?) do título da obra, mas não é uma pista muito convincente.

Eis que eles vão até um lago onde a grande maioria das famílias da localidade também costumar levar seus filhos e a moça, durante um surto psicótico pouco entendido para aqueles que assistiram como eu, pega a faca que utilizava para cortar pera para seu bebê e mata um banhista que se divertia ouvindo música com sua noiva perto dali.

Tudo acontece muito rápido e ainda na primeira metade do piloto da série a mulher já confessou o crime e está disposta a assumir a possibilidade de passar muitos anos na cadeia, porém ao entrar em cena, o personagem do detetive Ambrose (Bill Pulman) provoca questionamentos que também farão nossa cabeça coçar.

Os motivos do homicídio serão indagados não só a Cora, mas também a todos ao seu redor e ao redor da vítima.

Sendo um verdadeiro thriller de suspense que promove plot twits a cada episódio, uma intensidade narrativa que muda de curso inúmeras vezes sem dar fôlego ao espectador e atuações fortes, dramáticas e tensas o suficiente para se tornarem críveis a quem está acompanhando The Sinner consegue surpreender e ao mesmo tempo chocar por causa dos temas discutidos. Se aparentemente acreditamos na influência tirana da mulher no temperamento instável da moça que cometeu um ato tão selvagem aos poucos muitas outras coisas vão se juntando para montar o quebra-cabeças.

A necessidade de Cora e de sua irmã de se tornarem independentes física, moral e eticamente de sua mãe e de seus jogos autoritários religiosos se aliam às traições de seu pai, à chantagem emocional da caçula e toda a luta para se livrar dessas amarras por meio de escolhas não muito inteligentes de ambas.

O relacionamento abusivo vivido com um ex-namorado também não auxilia na melhoria da cabeça de Cora e tudo isso irá culminar num enredo que acaba entregando muito mais coisa que você imaginaria numa série normal de suspense.

As subtramas envolvendo outros personagens também se tornam interessantes, mas acabam por ser superficiais pelo fato de que você quer a todo momento saber qual a próxima peça a se encaixar no labirinto que se abre e se fecha a todo novo início de capítulo.

Com 8 episódios relativamente curtos, não é uma boa maratonar The Sinner, pois a série é pesada demais em suas discussões para sair tranquilo de um final para o início do outro sem que antes se tenha um período para pensar, refletir e mastigar toda a ação do que acabou de ser visto.

Por ter um encerramento bem concluído e sem furos muito gigantescos para serem enterrados em nossa memória é difícil imaginar que ainda tenham a necessidade de fazer parecer que haverá uma segunda temporada, mas The Night Of e Big Little Lies provaram que o sucesso grandioso pode fazer os olhares dos produtores brilharem de uma maneira que somente uma continuação os fará sossegar.

 

Nota máxima para o elenco e fotografia, alguns pontos que poderiam ser melhorados na parte final do roteiro e uma questão aqui e acolá sobre uns furos na edição, mas nada que elimine as qualidades do produto final. Ótima série!

 

 


 

O caso Waack: o que aprender com ele

Costumo demorar para falar sobre assuntos palpitantes como o do caso de racismo de William Waack simplesmente por precisar mastigar corretamente as opiniões e argumentações alheias e verificar se a ação tomada pela pessoa no olho do furacão foi mero erro aleatório ou parte de sua conduta rotineira.

Sendo assim, vi e revi a cena na qual o jornalista realmente tem a fala racista e a reafirma quando o seu entrevistado não entende de primeira escuta.

Também pude ter bastante tempo para ver análises de diferentes companheiros de profissão de Waack (a maioria o defendendo veementemente).

Além disso, li as muitas análises de grupos de movimentos sociais que achincalharam com o profissional da Globo.

Por último, tive o desprazer de ler centenas de comentários nas redes sociais e a capacidade absurda de alguns vomitarem preconceito.

Portanto, é possível constatar algumas questões:

* tentar comparar o caso de Waack com o de recente censura em vários museus brasileiros é algo sem sentido já que ninguém está imputando a ele alguma restrição de liberdade de expressão. O cara simplesmente cometeu um ato de racismo, não está dando uma simples opinião sobre se gosta ou não de jiló;

* fazer do caso um procedimento de luta contra o racismo até não está errado, mas querer atirar o jornalista à fogueira também não me parece ser a melhor das situações;

* promover o ódio contra o cara não ajuda na discussão. Temos de separar o fato de que o jornalista é reconhecidamente um pulha e um ser humano horrível, mas o simples fato de sua empresa ter tido uma atitude de suspensão (ou quem sabe de demissão) já basta para sua plena punição e correção;

* fazer apologia do jornalista por meio de seus próprios pares é corporativista e simplista, pois se misturam as coisas com o fato de Waack ser um profissional renomado. Quem se utiliza deste expediente (cito aqui Tony Goes e Reinaldo Azevedo) está sendo promotor da máxima “aos inimigos tudo, aos inimigos a lei;

Portanto, temos de ponderar sobre o uso das redes sociais nos dias de hoje (para o bem e para o mal), precisamos ter cuidado com o que falamos em público e em particular (dar desculpa de que a pessoa não sabia que estava sendo gravada é tentar naturalizar o preconceito) e promover uma campanha odiosa contra a pessoa também não é justo nem produtivo para a discussão, já que temos que acabar com a atitude racista, preconceituosa ou discriminatória do indivíduo e não com ele.

Esquecidos do ano: O grande Spoon e seu nono álbum

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A banda proveniente da mística e prolífica Austin – Texas e capitaneada por Britt Daniel que nos brindou dois anos atrás com uma grande apresentação no Popload Festival lançou em Março deste ano o seu nono trabalho de estúdio, mas acabou passando desapercebida do público geral por esses lados do Brasil.

Porém, aos poucos os singles foram surgindo e todos foram obrigados a lembrar ou até mesmo citar os feitos do grupo americano.

O último single liberado com clipe e tudo foi “Do I Have To Talk Into It”, terceira faixa do excelente “Hot Thoughts” e uma das dez canções contidas no disco.

Além dela, anteriormente, a própria faixa-título do álbum e “Can I Sit Next to You” também já haviam saído como singles do trabalho que foi produzido por Dave Fridman e distribuído pela Matador Records.

Não há segredo mágico ou experimentações extremas no álbum, porém a simplicidade prestada por Britt em seus vocais e a singeleza das composições, conjuntamente com a vibração e energia da forma como todos tocam seus instrumentos fazem com que “Hot Thoughts” seja uma pérola no meio do mercado fonográfico atual. E isso pode significar muito mesmo!

Portanto, ao me deparar com algumas apresentações ao vivo da banda ao redor do mundo para promover o disco bateu uma saudade imensa de ouvi-los in loco e espero que tão logo isso aconteça no Brasil novamente.

Por enquanto, curta o disco e faça um revival com alguns dos hits e ótimas canções lado b dos discos anteriores, casos específicos da estreia “Telephono” (1996), do magnífico “Ga Ga Ga Ga Ga” (2007) e o fabuloso “They Want My Soul” (2014).

 


 

Hot Thoughts

 

 


 

Do I Have To Talk You Into It

 

 


 

I Ain’t The One

 

 


 

Spoon – Hot Thoughts

 

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1 – Hot Thoughts

2 – WhisperI’Illstentohertit

3 – Do I Have To Talk You Into It

4 – First Caress

5 – Pink Up

6 – Can I Sit Next To You

7 – I Ain’t The One

8 – Tear It Down

9 – Shotgun

10 – Us

 


 

Finalmente! Veja o resultado do concurso de contos de terror do Riva 2017

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1º lugar: As irmãs Huron (Stefany da Silva Santos – 6º Ano B) – 132 votos

2º lugar: Manicômio “Colônia” (Luanna Cotting Domenes – 8º Ano D) – 122 votos

3º lugar: Hypno (Laura Belém Batista – 8º Ano D) – 54 votos

4º lugar: O mistério da sala dos professores (Felipe Ramos Ferreira – 4º Ano A) – 51 votos

5º lugar: Um conto na fazenda (Alexandre Oliveira de Melo – 4º Ano C) – 28 votos

6º lugar: O mentiroso (Guilherme Ribeiro Santos – 4º Ano C) – 22 votos

7º lugar: Os guardiões da morte (Ana Vitória Barbosa da Silva – 6º Ano B) – 12 votos

7º lugar: A regra do lago (Vitor Biirk Rodrigues da Silva – 8º Ano D) – 12 votos

9º lugar: A morte (Hillary Moura de Oliveira – 6º Ano B) – 9 votos

9º lugar: A casa misteriosa (Miriã Vitória Marinho de Oliveira) – 9 votos

11º lugar: A tenebrosa noite de tempestade (Rayane Silva Macedo de Lima – 6º Ano B) – 7 votos

12 lugar: O quarto (Maikelly Vitória Machado Martins – 4º Ano C) – 6 votos

12º lugar: O castelo mal assombrado (Nathali Campos dos Santos Silva – 4º Ano A) – 6 votos

 

Obs: Foram computados para efeito de votos válidos tanto os comentários quanto as curtidas no respectivo conto de terror entre os dias 02/10/2017 e 31/10/2017.