Morre Wes Craven, o pai de Freddy Krueger

craven Continuar lendo

Anúncios

Bomba punk: Iggy Pop será a atração principal do Popload Festival

Se já havia motivo suficiente para você ficar mais pobre de dinheiro e mais rico de alegria em acompanhar o Popload Festival deste ano a coisa agora ficou séria.

O evento que trouxe ao Audio Club de São Paulo dois dias bacanas com boas apresentações de The Lumineers, Cat Power, Tame Impala, entre outros, prosseguiu na mesma tendência qualitativa para 2015.

No mesmo espaço do ano passado subirão agora o ótimo e renovado Spoon, que somente cometeu um dos melhores discos de 2014, o categórico “They Want My Soul”, a super trupe do Belle and Sebastian, além de Todd Terje, Cidadão Instigado, Emicida e a bela Natalie Prass, entre outros.

Mas faltava dar um plus ao festival com o anúncio de sua atração principal.

E eis que Mr Iggy Pop será o tal nome bomba para fechar o evento que acontecerá dias 16 e 17 de outubro (sexta e sábado, respectivamente).

O ex-líder do Stooges e atual modelo fotográfico (veio ao Brasil recentemente para posar para a marca de óculos esportivos Chilli Beans) virá mostrar sua verve musical e seu sex appeal característicos depois de alguns anos após sua última passagem para cantar (Festival Planeta Terra de 2009).

Sendo assim, está fechado o line-up do Popload Festival de 2015. Veja abaixo a escalação oficial e o serviço completo do evento:

Evento: Popload Festival

Dias: 16 e 17 de outubro de 2015
Abertura portas: 18h00

Local: AUDIO
Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda
São Paulo – SP
Censura: 18 anos

SITE OFICIAL: http://www.poploadfestival.com

INGRESSOS
Venda online: www.poploadfestival.com
Ponto de venda: Japonique (Rua Girassol, 175 – Vila Madalena). Vendas de Segunda a Sexta, das 10h00 às 19h00.

VALORES

16 de Outubro
Pista 1º Lote – R$135,00 (meia) e R$270,00 (inteira)
Camarote – R$240,00 (meia) e R$480,00 (inteira)

17 de Outubro
Pista 1º Lote – Esgotado.
Pista 2º Lote – R$160,00 (meia) e R$320,00 (inteira)
Camarote – R$240,00 (meia) e R$480,00 (inteira)

Passaporte – 2 DIAS
Pista – R$260,00 (meia) e R$ 520,00 (inteira)
Camarote – R$360,00 (meia) e R$ 720,00 (inteira)

Novo álbum do Foals finca terreno definitivo da banda na cena mundial

O grupo de Oxford, Inglaterra, já vem preparando os fãs há algum tempo.

Entre junho e julho três faixas foram lançadas como singles: a ótima e nervosa “What Went Down”, a contida “Mountain at my Gates” e a densa “A Knife in the Ocean”.

Pronto: pela qualidade presente nas três faixas era inevitável que tanto que já acompanha faz tempo a banda quanto os críticos tivessem boas razões para aguardar ansiosamente pelo lançamento do quarto disco dos rapazes liderados por Yannis Philippakis.

Desde 2008, quando o debut “Antidotes” passou meio desapercebido, o Foals foi crescendo devagar e sempre, tanto no cenário inglês, em meio a uma Europa que foi acreditando mais e mais no potencial deles até chegar aos grandes festivais americanos dos últimos anos.

Se lá no começo havia uma ideia de se parecerem demais com o Coldplay (para o bem e para o mal), conforme saíram “Total Life Forever” e “Holy Fire”, o segundo e terceiro álbum, respectivamente, uma identidade nova, criativa e intensa foi sendo visualizada por quem acompanhou o passo a passo do Foals.

O novo trabalho dos ingleses é fruto do amadurecimento natural do ser humano ao chegar na casa dos 30 anos. E isso se verifica pelas próprias letras incluídas em “What Went Down”.

Imagem da Capa do Disco

E analisar profundamente os LPs anteriores é verificar o quanto os meninos sabem se reinventar a cada pulo na carreira. Seja dentro dos próprios álbuns seja entre um e outro é perfeitamente possível sentir que as frustrações, as dúvidas vivenciais, o bom humor e a porra-louquice andam de mãos dadas para serem apresentadas para quem quiser entrar no mesmo bonde que eles.

Se na faixa título o vocalista grita “When I see a man, I see a liar” transformando a música numa análise da própria condição humana, ela se junta com “Lonely Hunter” e “London Thunder”  para mostrar bons exemplos da evolução climática das músicas do Foals.

Tanto Philippakis, num trabalho vocal intenso e desgastante, quanto Jack Bevan que esmerilha na bateria e Jimmy Smith com um trabalho de velocidade em contrapartida a seguidas pausas de sua guitarra se juntam a Walter Gervers num baixo nervoso e Edwin Congreave com seu teclado que dá ambiente complexo.

Nesse sentido, todos promovem melodias que situam esse novo momento da carreira da banda.

Além dessas é pertinente visualizar que canções como “Birch Tree” e “Give it All” se situam entre o que a banda parece pretender para o futuro e a contemplação do que deu certo nos álbuns passados.

Por outro lado, também há tons sombrios que pintam outras faixas como “A Knife in the Ocean”. Outras luzes mais vivas colorem a eletrônica “Snake Oil” e a alegre “Night Swimmers”.

Sendo assim, “Albatross” acaba por ser uma faixa vigorosa dentro de um trabalho vocal potente de Yannis.

Assim como anteriormente “What Went Down” também foi gravado e produzido longe da terra natal dos caras. Desta feita, o Foals preferiram se instalar em Saint-Rémy-de-Provenc, na França, num estúdio chamado La Fabrique.

Tudo foi produzido por James Ford (conhecido pelo trabalho junto ao Arctic Monkeys) e foi bastante elogiado por todos os músicos do grupo.

Portanto, o sentimento que fica ao finalizar a audição da nova empreitada é de que estes britânicos estão mais pesados e intensos na utilização de seus instrumentos. E tal sensação não é exclusividade do ouvinte, já que o próprio guitarrista Jimmy Smith acredita que isso acontece: “Sim, admito que estamos soando mais pesados, mas não é algo que programamos antes. Não foi nada científico, calculado. Aconteceu naturalmente.” 


Foals – “What Went Down” – Track List

1 – What Went Down

2 – Mountain At My Gates

3 – Birch Tree

4 – Give It All

5 – Albatross

6 – Snake Oil

7 – Night Swimmers

8 – London Thunder

9 – Lonely Hunter

10 – A Knife in the Ocean


What Went Down


Mountain At My Gates


A Knife in the Ocean

Brand New End: Um novo começo do metal brasileiro?

Não é novidade para ninguém que a cena de rock pesado brasileira não tem sido muito promissora.

Com poucos lugares para tocar e uma tendência cada vez maior de grupos interessantes preferirem o caminho do cover ou da desistência do estilo para agarrarem outras fontes mais seguras (e rentáveis) de mostrar seu talento é óbvio que não dá para jorrar novidades empolgantes a cada dia que passa.

Por este motivo mesmo é importante propagandear quando aparece algum produto no ramo que possua qualidade e pretensões de seguir adiante.

É o caso da banda Brand New End que começou as atividades no começo de 2015 na cidade de São Paulo.

O que aparece mais latente tanto em vocais quanto na parte instrumental tem por base o Death Metal e a influência de bandas como In Flames, As I Lay Dying, Soilwork e Triviun.

Os caras estão na batalha e no dia 11 de setembro acontece o lançamento do single “Brand New End” e em breve o blog dará mais informações a respeito.

Uma vantagem com a qual o grupo conta é a experiência de seus integrantes, todos muito rodados no circuito de metal e isso faz com que saiam bem na frente de quaisquer outros artistas que tentem se aventurar pela selva que é a indústria musical e o circuito de apresentações na noite paulistana.

Os próximos passos da banda são a inclusão de uma agenda de apresentações para divulgação do trabalho e posterior introdução na cena tão maltratada por rádios, revistas especializadas e produtores que não costumam dar espaço respeitável a quem se propõe realizar um trabalho autoral fugindo da interminável rotina de gente tocando cover.

Há algo novo para ajudar com o movimento metal e isso deve ser respeitado e conferido.

Espera-se que com um nome forte, um grupo de profissionais acostumados já com o mercado e com a qualidade sonora existente neste primeiro trabalho haja fôlego para alçarem maiores voos. E que o cenário nacional não viva mais apenas de suspiros.

Formação da banda:

Guilherme Lacrose: Vocal

Denison Fernandes: Guitarra

Luís Aizcorbe: Guitarra/Vocal

Bruno Ladislau: Baixo

Rodrigo Oliveira: Bateria

Parceria Sesc-Riva: agora foi a vez do teatro

IMG-20150827-WA0000

Mais uma vez, por intermédio da organização e atividade intensa da professora de Educação Física Katia Sousa Leal e da participação de outros inúmeros professores durante o evento, foi realizada atividade no Sesc Itaquera com a ida dos meninos e meninas da EMEF Professor Rivadávia Marques Junior às dependências do parque.

O foco desta feita foi a participação em peça teatral desenvolvida e demonstrada no palco da instituição.

Os alunos contemplados por esta atividade foram os matriculados no 2º ano do ensino fundamental e todos tiveram muita satisfação e alegria em participar de um momento cultural necessário e importante para sua vida escolar e aumento do conhecimento de mundo.

Veja abaixo, algumas das imagens do evento:

IMG-20150827-WA0006 IMG-20150827-WA0005 IMG-20150827-WA0004 IMG-20150827-WA0003 IMG-20150827-WA0002 IMG-20150827-WA0001

Das aventuras na Guerra à Geração Perdida: Hemingway faz bem de todo jeito

Ernest Hemingway é mais conhecido por dois clássicos da literatura americana e mundial, “Por quem os sinos dobram?” (1940) e “O Velho e o Mar” (1952), esta a razão pela qual venceu o Pultzer em 1953, tendo ainda ganho o Prêmio Nobel no ano seguinte no ano seguinte pelo conjunto da obra. Mas além disso, o escritor americano teve uma profícua carreira literária e jornalística e a própria vida que levou daria um ótimo best seller.

Ele nasceu em Oak Park, Illinois, Estados Unidos em 1899 e já com com 17 anos escrevia para um jornal em Kansas City.

A curiosidade nata o levou a procurar por situações que o levassem a ter pensamentos criativos. Foi assim que, com o início da Primeira Guerra Mundial, voluntariou-se para integrar o exército italiano. Durante a empreitada, permaneceu longo tempo hospitalizado, por conta de um ferimento em combate.

Posteriormente, chegou a ser condecorado pelo Governo Italiano e viajou para Madri, onde foi correspondente de guerra durante a Guerra Civil Espanhola. Foi por lá que fez inúmeras amizades no círculo artístico daquele país e permaneceu durante quatro anos.

No período que compreende a década de 20 ele se tornou um dos principais representantes do ciclo que levou a alcunha de “geração perdida”. Faziam parte desse grupo de importantes autores T. S. Eliot, John Dos Passos, Waldo Peirce, Sherwood Anderson, Ezra Pound, F. Scott Fitzgerald e James Hoyce, que através da influência artística sonora do Jazz e das mudanças ocorridas na economia e políticas internacionais, desenvolveram um conjunto de grandes livros como “O Grande Gatsby” (Fitzgerald), “Ulisses” (Joyce), “Três Soldados” (Dos Passos), além de “O Sol Também se Levanta” do próprio Hemingway e outras pérolas.

Imagem de Hemingway ao lado de F. Scott Fitzgerald

O estilo de Hemingway era de uma pessoa aventureira, que não nega fogo para viagens interessantes ou para atividades que fogem do padrão normal.

Essa característica de cidadão do mundo está tanto nas fotos reunidas por ele próprio durante sua vida, como cenários das touradas na Espanha, caçadas submarinas em Cuba e safáris na África, como também através dos personagens e cenas que criou em seus livros.

Desse modo, não há como negar que Hemingway era fascinado pelo perigo e pela vida selvagem.

Por ser jornalista de profissão o escritor americano levou para a literatura o estilo sintético dos periódicos e é fácil notar essa concisão principalmente em obras que refletem sua experiência pessoal.

Em “O Sol se Levanta” prossegue um relato acerca do cotidiano de um grupo de expatriados boêmios, ingleses e norte-americanos, em Paris e Pamplona, posteriormente ao fim da Primeira Guerra Mundial. A narrativa é forte, mas ao mesmo tempo direta, sem muitas delongas.

O mote de “Por Quem os Sinos Dobram” é a história passada na Guerra Civil Espanhola, visualizada através de um americano (Robert Jordan) que se ligara à causa da legalidade na Espanha. Percebe-se aí também a forma com que analisa a guerra. Uma crítica ácida à atuação extremamente violenta das tropas de ambos os lados: tanto a direita auxiliada pelo governo fascista italiano e nazista alemão quanto a esquerda liderada pelas brigadas internacionais e auxiliada pela União Soviética.

Capa do Livro “Por quem os sinos dobram”

Neste livro Hemingway se utiliza da própria experiência no conflito para estabelecer uma visão a respeito da burocratização e o panorama de privilégios rapidamente instaurado no lado da República que venceria a disputa.

Mas o mais fascinante da trama é que esta está, acima de tudo, tratando da condição humana.

O próprio título é referência a um poema do pastor e escritor inglês John Donne presente na obra “Poems on Several Occasions” que em português chama-se “Meditações”. No texto há a invocação do absurdo da guerra. Um trecho do poema diz: “Quando morre um homem, morremos todos, pois somos parte da humanidade”.

Já a sua última obra, “O Velho e o Mar”, fala sobre Santiago, experiente pescador que se encontra numa maré de azar, tendo ficado 84 dias sem conseguir pescar um peixe.

A trama toda se passa a partir do 85º dia, quando dentro de sua pequena canoa, Santiago consegue um peixe de tamanho descomunal (aproximadamente cinco metros de comprimento e 700 kg) e passa a lutar pela sua retirada do mar. Iniciam-se as reflexões acerca de sua vida, de suas escolhas, do seu passado, presente e futuro. Uma ode à vida, à aventura e um poço de demonstrações de que viver é complexo e o livro traz isso por meio de inúmeras figuras de linguagem belissimamente representadas pelo escritor.

Capa do Livro “O Velho e o Mar”

O autor casou várias vezes, o que proporciona uma fama de mulherengo e inúmeras lendas ao repertório biográfico dele, e morou em diversos lugares diferentes durante seus 61 anos.

Uma dessas viagens o levou a conhecer Fidel Castro, o que levou a certa perseguição no seu próprio país por o terem como comunista.

A vida cheia de amores, aventuras e viagens não o deixou ficar doente por muito tempo. Cansado dos inúmeros problemas de saúde que o impossibilitavam de fazer as coisas que gostava acabou por se suicidar com um tiro no dia 2 de julho de 1961. Seu corpo foi sepultado no condado de Blaine, Idaho, nos Estados Unidos.

Mas sua obra já estava fértil na terra com, além das citadas “O Sol Também se Levanta” (1926), “Por Quem os Sinos Dobram” (1940) e “O Velho e o Mar” (1952), também as igualmente importantes “Adeus às Armas” (1929) e “As Verdes Montanhas da África” (1935). Muitos de seus contos e romances foram levados ao cinema.

Abaixo, veja uma descrição realizada pelo próprio Hemingway de como gostaria de passar a velhice (texto publicado pelo New Yorker):

“Quando for velho quero ser um velho sábio, que não seja chato”, disse ele, fazendo uma pausa enquanto o garçom colocava diante dele um prato de aspargos e alcachofra e servia o Tavel. Hemingway provou o vinho e assentiu com a cabeça para o garçom. “Gostaria de ver todos os novos lutadores, cavalos, balés, ciclistas, damas, toureiros, pintores, aviões, filhos da puta, personagens de cafés, grandes putas internacionais, restaurantes, anos de vinho, notícias, e nunca mais ter de escrever uma linha sobre nada disso”, disse ele. “Gostaria de escrever muitas cartas para meus amigos, e receber cartas de volta. Gostaria de fazer amor bem até os 85, como Clemenceau. E o que gostaria de ser não é Bernie Baruch. Não sentaria em bancos de praça, apesar de poder caminhar no parque de vez em quando para dar de comer aos pombos, e também não teria uma barba comprida, para que houvesse um velho que não fosse parecido com Shaw”. Ele parou e passou as costas da mão na barba, olhando para o salão. “Nunca conheci o senhor Shaw”, disse ele. “Também nunca fui às cataratas do Niágara. De qualquer modo, gostaria de correr de charrete. Não dá para ser um dos melhores nesse esporte se você não tiver mais de 75 anos. Aí eu poderia arrumar um time jovem, talvez, como o senhor Mach. Só que eu não sinalizaria com um programa – para quebrar o padrão. Não decidi com o que sinalizaria. E, quando tudo se acabar, serei o cadáver mais lindo desde Pretty Boy Floyd. Só os idiotas se preocupam em salvar a alma. Quem diabos deveria se preocupar em salvar a alma quando o dever do homem é perdê-la de forma inteligente, da maneira como você venderia uma posição que está defendendo, se não consegue mantê-la, tão caro quanto possível, tentando fazer dessa posição a mais cara jamais vendida. Não é difícil morrer.” Ele abriu a boca e riu, primeiro sem som, depois alto. “Chega de preocupações”, disse ele. Com a mão, ele pegou um aspargo grande e olhou para ele sem entusiasmo. “É preciso ser um homem muito bom para fazer sentido quando se está morrendo”, disse ele.

Referencias Bibliográficas:

Site E-biografias: http://www.e-biografias.net/ernest_hemingway/

Site Infoescola: http://www.infoescola.com/movimentos-literarios/geracao-perdida/

Site Biography: http://www.biography.com/people/ernest-hemingway-9334498

Saiu na Uncut: os 100 melhores álbuns de estreia de todos os tempos

A lista é de maio, tendo saído na edição do dia oito daquele mês, mas diante de uma série de atribulações do blog e das atividades externas não foi possível postar nada a respeito até então.

Também não é a primeira vez que sai algo desse tipo nas publicações especializadas em música. A própria Uncut já havia soltado uma lista em 2006, mas parece que houve algumas mudanças dali para cá.

O primeiro álbum (que também é chamado de debut) costuma ser uma prova de fogo para qualquer banda ou artista que queira entrar de vez no mainstream.

No top 100 de agora há um certo ecletismo que se evidencia pela inclusão de nomes tão diversos quanto Eminem, Madonna ou Leonard Cohen, mas também confirma o fato de que nem sempre os melhores artistas de todos os tempos começaram tão bem assim.

Os casos de Beatles, Elvis e Rolling Stones podem ser exemplos perfeitos dessa análise já que não figuram entre as primeiras posições do ranking montado por inúmeros críticos da revista e outros convidados.

Outra curiosidade é a de ter uma maioria de astros ingleses entre os maiores estreantes na indústria fonográfica.

A lista que passeia entre o rock e o hip hop, o alternativo e o pop, demonstra ter representantes da música dos anos 60, 70, 80 e 90 até chegar às duas últimas décadas e uma variação grande de mulheres e homens nessa classificação. Desse modo, dá para perceber que de tudo um pouco foi contemplado.

Abaixo, um resumo com apenas os primeiros 10 colocados:

10º – The Stooges (The Stooges – 1969)


9º – Roxy Music (Roxy Music – 1972)


8º – Joy Division (Unknown Pleasures – 1979)


7º – Led Zepellin – (Led Zeppelin – 1969)


6º – The Clash (The Clash – 1977)


5º – The Band (Music From Big Pink – 1968)


4º – The Stone Roses (The Stone Roses – 1989)


3º – The Jimi Hendrix Experience (Are You Experienced? – 1969)


2º – Television (Marquee Moon – 1977)


1º – The Velvet Underground & Nico (The Velvet Underground & Nico – 1967) 


Veja a lista completa no link a seguir: http://www.uncut.co.uk/features/uncuts-100-best-debut-albums-68260/14